História Suddenly - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Karen Gillan
Personagens Justin Bieber, Karen Gillan
Tags Justin Bieber, Solo-yo, Suddenly
Visualizações 749
Palavras 2.187
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HELLO

Capítulo só para deixar um gostinho de quero mais. rsrs. Provavelmente quinta tem outro, mas não estou prometendo nada...

Obrigada pelo +100 favoritos e por todos os comentários. Vocês são incríveis. <3 <3

Boa leitura.

Capítulo 15 - Chapter Fourteen


Chapter Fourteen

Suddenly – De repente

88 dias com o senhor arrogante

Amy abraçou sua mãe e se despediu, ouvindo-a com atenção e rindo. Clarice chorava e fazia a filha prometer que voltaria em breve. Só depois que Amy prometeu que logo, logo estaria de volta e dessa vez trariam Jade, que sua mãe a deixou ir. Justin também fora fortemente abraçado e reforçou a promessa de que logo mais traria Jade para que eles a conhecessem.

― Cuidado na viagem. E você rapaz, ainda temos muito o que conversar.

Justin assentiu e o pai de Amy a abraçou, despedindo-se da filha e vendo-a adentrar o táxi.

O caminho estava calmo e chegaram ao aeroporto rápido. Depois que Justin fez o check-in, sentaram-se para esperar o voou que não tardaria a sair. Amy estava distraída com um livro durante todo o percurso, mas tirou sua atenção das páginas quando ouviu um click. Olhou para o loiro que segurava o celular em sua direção e franziu a testa.

― O que está fazendo?

― Tirando uma foto.

Disse óbvio.

― Eu sei. Mas por que está me fotografando?

― Jade pediu.

Amy franziu a testa novamente e Justin deu de ombros.

― Quando em ligou mais cedo, ela disse que queria nos ver o mais rápido possível. Eu disse que já estávamos a caminho, mas Jade insistiu que queria uma foto para comprovar. Por isso tirei uma fotografia sua, ela verá que estamos no aeroporto a caminho de casa. ― disse com naturalidade enquanto, provavelmente, enviava a foto para Jade. ― Ela está ansiosa com nossa volta, disse que tem uma surpresa.

Amy semicerrou os olhos, mas não disse nada.

Justin ajeitou-se em seu acento e ficou mexendo no celular até a voz eletrônica soar por todo o aeroporto avisando-os que o voou já sairia. Amy levantou-se e olhou para trás por uns minutos, sentindo que estava esquecendo de algo. Bem, ela sabia o que era, mas seria melhor deixar para lá...

― Tudo bem?

― Sim.

Embarcaram no avião e sentaram-se lado a lado. O clima havia melhorado significativamente entre eles, Amy não estava mais chateada. Não teria um bom motivo para estar. Levando em conta que ela estava com raiva de si mesma e não de Justin. Tudo o que ele fizera fora preocupar-se com o contrato de ambos, nada de errado. Amy estava chateada e frustrada porque depois de tanto tempo sem ver Oliver sentiu novamente todos os sentimentos avassaladores que só Oliver conseguia causar nela, lhe derrubarem como uma onda. Dizer que se casaria era mais difícil do que imaginara, na verdade, nem imaginara que o veria. Suspirou, era melhor esquecer isso.

O voou fora calmo e rápido, quando menos esperou Justin a chamou para desembarcarem.

― Tudo bem que goste de ler, mas você precisa ficar mais atenta.

Justin disse enquanto pegava a bagagem de mão.

― O quê?

Ele riu novamente.

― Pode ler se quiser, mas fique atenta ao que acontece ao redor. Não fique perdida aí.

Ele disse apontando para as páginas do romance que Amy lia desde a semana passada. Admitia que estava entretida demais com a leitura, nem vira quando os passageiros antes deles desembarcaram!

O caminho até a casa de Justin fora demorado, o trânsito estava horrível e o humor de Justin também. Desde que Chloe soubera que ele estava de volta à Londres, ligou incessantemente e mandou inúmeras mensagens. Justin estava ignorando-a desde o começo da viagem e não podia descrever a raiva que sentiu ao ver que passar apenas um dia e meio fora foi era o suficiente para as coisas saírem dos eixos.

― Você deveria atender. Chloe não é alguém fácil de lidar.

― Olha quem fala.

Amy fingiu-se de ofendida, mas logo estava rindo. Admitia que seu humor definitivamente não era uma qualidade.

Quando chegaram à mansão Bieber Justin pegou as malas e ambos adentraram a casa, sendo recebidos por toda a animação de Justin que pulava incansavelmente em seu vestidinho cor de rosa.

― Oi princesa.

Justin abaixou-se e abraçou a filha, que retribuiu fortemente e logo afastou-se para continuar a pular.

“Oi papai! Oi Amy! ”

― Oi Jade, que saudades de você.

Amy disse abraçando a pequena e lhe dando um beijo na bochecha.

― Ah, que bom que chegaram.

Pattie sorriu, adentrando a sala com o lanche de Jade em mãos.

― Como está, senhora?

― Bem, obrigada. A viagem foi agradável?

― Sim, queria poder ficar mais tempo com meus pais, mas quem sabe outra hora...

Pattie assentiu e o toque do celular de Justin quebrou o silêncio. Ele o atendeu rapidamente e virou-se para as mulheres.

―Preciso ir, irei resolver alguns negócios.

Justin despediu-se de Jade e saiu novamente de casa. Amy queria perguntar se ele não achava melhor descansar um pouco por conta da viagem e trabalhar amanhã, mas balançou a cabeça rapidamente e afastou o impulso de falar. Não deveria estar preocupada com Justin dessa maneira. Ele era um homem adulto e responsável, sabia o que fazia.

Amélia sentou-se com Pattie para conversar, enquanto Jade comia seu lanche e assistia.

Justin adentrou o escritório e surpreendeu-se ao encontrar em cima de sua mesa um envelope branco e pequeno. O pequeno retângulo se destacava entre os documentos e pastas sobre a mesa de madeira escura.

Pegou o envelope e o abriu, deparando-se com a caligrafia de Thalia. Sentiu vontade de amassar o papel, mas leu as duas linhas com letras cursivas caprichadas.

“Estarei esperando-o no restaurante de sempre.

Aconselho que apareça, precisamos conversar.

Thalia.”

Justin apenas amassou o papel e o jogou no lixo, sentando-se em sua mesa para colocar em dia os assuntos mais pendentes.

[...]

Estava tão distraído com os contratos que tinha que avaliar e assinar, que não viu quando Chloe adentou o escritório e só percebeu a presença da morena quando ela jogou a bolsa na cadeira em frente à mesa, produzindo um pequeno barulho, chamando assim a atenção de Justin para si.

― Oh, resolveu voltar?

― Não enche Chloe, agora não.

― Preciso lhe dizer que você é alguém importante, tem várias empresas para administrar e negócios paralelos dos quais precisa tomar decisões constantes? Mas o que você faz? Ah! Você simplesmente viaja para a cidadezinha da sua noiva de mentirinha.

Justin revirou os olhos.

Em um mundo perfeito Chloe não existiria como sua assessora.

― Para de ser dramática. Fiquei um dia e meio fora, e deveria estar em casa agora, mas estou aqui. Não está vendo?

― Não estou chateada pelo trabalho e sim porque você simplesmente viajou sem avisar nada. Tive que ficar horas ao telefone com o senhor Collins, tentando não me irritar e ir buscar você pelo topete!

Justin suspirou, largando a caneta sobre a mesa e encarando a jovem. Fingiu interesse no assunto e ela revirou os olhos.

― Precisamos conversar urgentemente. ― disse sentando-se na cadeira enquanto tirava de sua bolsa uma pasta preta.

― Sobre? ― perguntou Justin, em tom entediado.

― Os negócios na Itália.

A tarde no escritório fora produtiva e cansativa. Justin respirou fundo quando terminou tudo e saiu do escritório, recebendo o “boa noite” recheado de segundas intenções de sua secretária, Susan.

Estava saindo do estacionamento quando seu celular tocou.

Justin: O que você quer? ― perguntou impaciente.

Thalia: Nós precisamos conversar, já disse.

Justin: Eu não tenho tempo para perder com suas idiotices. Diga-me logo o que quer e pronto.

Thalia: É um assunto delicado, precisamos conversar pessoalmente. Se você não vier eu vou até você e pode apostar que não é a melhor opção.

Bieber socou o volante e respirou fundo. Além de uma tarde cansativa ainda tinha de aguentar Thalia e suas besteiras?

Justin: Tudo bem, cinco minutos é o que você vai ter. Te encontraria no hotel, não estou com paciência suficiente para encontrá-la em meio a muita gente.

Thalia: ótimo. Estou indo pra lá.

― Bom, precisamos conversar seriamente.

Amy sentiu-se nervosa ao ouvir Pattie falar assim.

― Sobre?

― Sobre o que houve naquele evento.

A tom de voz de Patrícia era calmo e doce, mas ainda assim passava toda a seriedade que sua expressão demonstrava.

Amy engoliu seco.

― O que exatamente a senhora quer falar?

― Justin é um cabeça dura, já tentei conversar várias vezes com ele a respeito disso, mas ele não me dá ouvidos. ― Pattie disse com um suspiro. Justin era um homem tão complicado quanto seu pai. ― O que quero saber é o que houve. Até algumas horas atrás vocês estavam irritados um com o outro como sempre e de repente tenho a surpresa de vê-los aos beijos em um lugar aberto.

Amy sorriu sem graça. Estava nervosa e não sabia o que falar. Simplesmente porque nem ela sabia o que havia acontecido lá.

― Foi só... Não sei exatamente o que houve. ― admitiu com um suspiro. ― Talvez o momento estranho que se formou ao nosso redor tenha contribuído para isso, ou o nervosismos, não sei...

Mordeu os lábios. Não sabia o que dizer, simplesmente tropeçou nas palavras e suspirou.

Pattie sorriu.

― Está tudo bem, querida. Só te digo uma coisa; tenha cuidado.

Amy franziu a testa.

― Como assim?

― Justin é a pessoa mais instável e explosiva que conheço. Ele simplesmente só pensa nele mesmo e em Jade, não se importa se suas atitudes vão magoar ou chatear alguém. ― Pattie disse calmamente, como se não falasse do próprio filho. ― Tenha cuidado com o que acontece entre vocês. Não quero que saía magoada disso.

Amy parou por alguns segundos.

Ok, era como o conselho gentil de uma amiga, junto com a seriedade e a preocupação de uma mãe. Amy não sabia o que dizer ou pensar. Tudo bem, sabia que Justin era o tipo “badboy” que não está nem aí para o mundo. Frio, indiferente, manipulador. Amélia não almejava algo a mais com ele, esse contrato já era demais para ela. Mal podia lidar com isso, que dirá pensar em Justin como mais que seu chefe, se era isso que Pattie queria dizer...

Riu.

― Entendo sua preocupação, mas não se preocupe senhora. Eu não sou uma adolescente tola que se deixa levar por qualquer coisa. Sei bem o que estou fazendo aqui e posso garanti-la que não almejo nada mais com Justin que nossa relação atual.

― Entendo querida, só quero que fique atenta.

Amy sorriu, lembrando-se de Justin no aeroporto.

― Tudo bem. Obrigada pela preocupação.

Justin esperou pela mulher de olhos verdes e sorriso cínico. Não demorou para que ela adentrasse o quarto luxuoso e sentasse em uma das cadeiras à sua frente.

― O que você quer?

― Meu Deus, vai matá-lo um pouco de educação?

― Fala logo Thalia.

Ela sorriu estranhamente e ajeitou a postura. Seus longos cabelos pretos estavam presos em uma trança e desciam lateralmente até sua cintura.

― Só queria saber se já desistiu dessa ideia absurda de casamento com a empregada.

Justin controlou-se para não gritar, tudo o que queria era quebrar algo para descarregar a onda de raiva que sentiu varrer seu corpo.

― Era só isso?

― Você desistiu?

― Não Thalia, ainda estou de casamento marcado.

Ela o olhou séria, mas sua expressão delicada se suavizou em segundos.

― Não leve isso adiante. O que você planeja fazer?

― Vá direto ao ponto Thalia, não tenho tempo a perder.

Justin disse enquanto enchia o copo de uísque.

― Como pôde simplesmente decidir casar-se e pronto?!

A elevação no tom de voz de Thalia o surpreendeu, a mulher era mesmo imprevisível. Conseguia ser linda, doce e delicada em um momento e no outro destilava seu veneno.

― O que você tem com isso?! Pare de querer interferir em minha vida, Thalia.

― Você não pode casar com ela! Por que ela?!

Justin suspirou, já cansado daquela situação.

Thalia tinha os olhos lacrimejando, sua maquiagem perfeita estava prestes a borrar com lágrimas de raiva e incompreensão.

― Thalia, entenda...

― Não Justin! Quem tem que entender algo é você! Você não pode simplesmente casar-se com aquela caipira que não passa de uma empregada!

― Ela tem mais caráter e amor próprio que você! ― Justin disse em tom elevado. Estava irritado com a forma como Thalia tratava Amy e não conseguiu se controlar. ― Olhe para você, se humilhando ao invés de procurar ser alguém decente e com autoestima!

― Não me trate assim! Apenas estou tentando abrir seus olhos!

― Para quê?! Me diga de que você tanto quer me proteger?!

A morena respirou fundo e se recompôs.

― É um aviso Justin, não case com aquela mulher. ― disse em tom baixo e contido.

― Senão o quê?

Perguntou alterado.

― Você verá as consequências se insistir nessa ideia absurda.

Thalia enxugou as lágrimas e levantou-se, caminhando rapidamente até a porta.

Justin não tentou impedi-la de sair, muito menos tentou entender o que ela quis dizer. Thalia era louca e provavelmente era só mais um de seus ataques de ciúmes. Não haveria com o que se preocupar.

O que ela poderia fazer?


Notas Finais


O que será que Thalia está tramando? Ou foi só uma ameaça vazia motivada a ciúmes??
Próximo capítulo tem treta! rsrs

Beijos


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...