História Guns N' Roses: Sugar - Capítulo 3


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Categorias Guns N' Roses
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Matt Sorum, Slash, Steven Adler
Visualizações 52
Palavras 1.478
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi?
Guns N' Roses deveria ser uma banda obrigatória, não? Hahaha.

Capítulo 3 - Three - Decadência.


Fanfic / Fanfiction Guns N' Roses: Sugar - Capítulo 3 - Three - Decadência.

Todos começamos, quando me refiro a todos, digo todo o departamento da Fincys, assessoria, evento e empreendimento, todos nós começamos a trabalhar em prol dos Guns N' Roses, acordo iniciado em um evento realizado há duas semanas, onde desacatei meu chefe atual, chamado de Axl Rose, líder da banda. Este exigiu ter dois assessores para si, além dos outros integrantes da banda.

Greg o adorava, e tem sido um pesadelo para mim pois tenho ouvido aquele single em todos os lugares e sempre que ouço lembro-me do ruivo inquieto à gabar-se espontaneamente, da sua performance caracterizada por sua dança nervosa, seus gritos agudos e eletrizantes.

Eles estão abrindo shows maiores agora, estão crescendo e comprando pessoas e tudo que podem. Eles compraram meu patrão e eu vinha de cortesia. O que não podia parar por aí, pois Axl Rose, com sua ideia de provar que podia ter o que quisesse, contrariando meus comentários, escolheu a mim como sua assistente pessoal. Como sua assessora. Com todo meu orgulho, eu poderia bater o pé, mas a oferta era tentadora, ele pagaria bem. O dinheiro então teve de sucumbir o orgulho e o trabalho a ser iniciado.


             

Viajei até Las Vegas para a primeira aparição da nova assessoria do Guns, meus outros colegas de trabalho não me acompanharam pois seus integrantes não o exigiram presença. Apenas Axl exigiu a minha.

Confesso que me ocorreu desistir, porque no fundo sabia que era apenas uma competição da parte dele e que quando provasse seu valor me despediria sem dó, mas se eu pudesse lhe arrancar dinheiro enquanto isso, já estava satisfeita.

         

Seu quarto de hotel era quase o último de todos os andares, bati na porta indicada na recepção contando com a sorte para ser ouvida. Havia estrondos e vibrações da suíte onde ele estava. Bati novamente na porta, mas nada. Então resolvi chutar, chutar por várias vezes, com vários pontapés e esperava encontrar a banda tocando em cima do criado mudo, com seus egos pesados, mas no meio de toda a gritaria, produzida pelo som, só estava Axl.

Ele abriu a porta, carregando um fino cigarro nos lábios e deixando escapar uma nuvem de fumaça por entre eles. Fiquei imóvel enquanto me olhava, sem dizer nada.

"Senhor Rose." O saudei.

"Estava à sua espera" Ele se virou de lado para que eu pudesse passar pela porta. "Entre"

Respirei e entrei.

Ele me explicou muitas coisas sobre sua banda, sobre ser o vocalista, sobre Slash ser o guitarrista solo, sobre Steven ser o baterista, Izzy guitarrista base e Duff baixista. Sobre com quem falar e não falar, sobre os tipos de notícias que poderiam ser positivas para o nome da banda estar envolvida e por fim com quem devíamos negociar.

"Você é minha assessora. "ele disse com as sobrancelhas arqueadas, esticado no sofá contrário de onde eu estava, bebendo desde a hora que cheguei, até antes disso mesmo. "Mas não tem acesso à minha vida pessoal, qualquer detalhe seu para a mídia ou alguém que não seja eu, está fora Genevieve!"

"Entendido, senhor Rose"

"E qualquer ato suspeito, sempre fale comigo, não concorde com nada e nem assine nada sem me consultar. Até porque fará tudo em meu nome. "

"Certo, senhor Rose"

Anotei isso.

"Se já houver minha assinatura ou meu nome em qualquer contrato, chame a polícia, se trata de golpe"

"Sei disso, senhor Rose."

Ele assentiu e sorriu ao jogar o cabelo para trás dos ombros com cuidado.

Meu estômago esquentou, e me senti nervosa imediatamente pois tinha que ser impecável para este emprego, uma vez que ele não parecia estar brincando,

ou se quer estava usando seu tom irônico.

"E... " Ele acrescentou.

"Hum?" Levantei a cabeça para dá-lo atenção.

"Seu uniforme será uma T-shirt de Welcome to the Jungle"

Ele mordeu os lábios ao soltar um sorrisinho. Eu o encarei, medindo tamanha infantilidade da sua parte. Sei que fiz chacota da sua principal canção de trabalho, mas eu já havia entendido o recado.

"Como quiser, senhor Rose."

Ele soltou uma gargalhada entendendo minha careta. Sorri, já exibindo minha serventia.

"Foi engraçado, digo, a cara que você fez... "

"Não é engraçado para mim, Senhor Rose, mas se meu chefe precisa que eu sorria de suas piadas particulares, eu o faço. "

Ele coçou o queixo, ainda com um sorriso nos lábios.

"Você é muito certinha, senhorita Ross."

"Estou trabalhando... "

"Dou-lhe folga por dois minutos, vamos, pegue uns bolinhos desses. "

Meus lábios se separaram automaticamente, talvez ele não fosse só um idiota perfeito, talvez ele fosse um idiota burro.

"Não tenho apetite para bolinhos de heroína, senhor Rose. "

Ele deu tapa na sua própria perna ao sorrir do que eu dissera.

"Você reconhece pelo cheiro?" Ele parecia impressionado.

"Não, mas sei que o senhor não teria trago biscoitos normais. Estes não são os banquetes ideais para os metaleiros?"

Ele pensou por um segundo e assentiu.

"Está certa, mas também está errada. Estes biscoitos são de cocaína e não heroína. E sim, este é um banquete e tanto... Mas não para mim, talvez para o resto da banda. E não somos metaleiros, já expliquei a você... "

"Sei disso, apenas generalizei"

"E sua idade, qual é?"

"O senhor não viu em meu currículo?"

"Não." Ele ficou sério, como se fosse uma coisa óbvia ele não saber. "Você é terceirizada, meu anjo."

Ou seja, ele não contratou a mim, contratou ao meu chefe.

"Você é o brinde. "

Não mesmo.

"Obrigado, senhor Rose, pela oportunidade de trabalhar com vocês. Estou grata pela chance. "

Ele piscou para mim, de forma amigável.

"Eu ficaria doido com tanto assunto pendente, falar ao telefone, conceder entrevistas, revistas... Precisarei dos seus serviços, então eu que agradeço por indicar-me naquela noite" ele sorriu, satisfeito.

Mais doido, eu pensei. Porque maluco já parecia ser. E onde estão suas coleções de assessorias?

"Tenho vinte e três anos, senhor Rose."

Ele cruzou as pernas, usando sarcasmo novamente.

"Apenas?"

"Somente" Adicionei, "Mas o senhor também não é tão mais velho assim. "

E não era mesmo, eu sabia, pesquisara tudo antes de chegar até aqui. Ele tinha vinte e seis anos "apenas" também. Não poderia se gabar com pouca coisa.

"Tens razão, só tenho uma mente antiga... Às vezes não sou entendido e as pessoas fazem com que tudo que eu faça seja problemático, mas elas me transformam nisso. Eu sou mimado, eu sei. Mas descarrego tudo para não fazer estoque de decepções, para não sofrer com isso mais tarde. Não preciso de mais traumas do que os iniciais. "

"Entendo, senhor Rose. "

"Sempre que eu precisar de você, telefonarei. Qualquer problema profissional ou pessoal entre em contato comigo, não mande substitutos ou suma sem avisar. "

"Decorado, senhor Rose."

Olhei todas aquelas tatuagens em seus braços, lutando para tirar os olhos daquilo e parar de me distrair com o que não era da minha conta. Fizemos silêncio por muitos minutos seguidos. Axl Rose parecia meditar, relaxava jogado no enorme sofá da longa sala, a música estava mais baixa.

Ele adormeceu.


             

Ninguém da banda chegou como Axl afirmou.

Eu nem se quer sabia em qual quarto eu dormiria, minha barriga ronronava e a única comida disponível eram doces de drogas. Esse era praticamente meu primeiro dia de trabalho, não pegaria bem que eu saísse e deixasse meu chefe no estado em que se encontrava, por mais que ele tivesse sido rude o bastante em ter adormecido durante nossa conversa, ou pelo menos, não estar sóbrio para isso.

Ele não parecia drogado e muito menos alcoolizado, mas sabia que podia estar tanto um quanto o outro, apesar de ser um homem muito coerente e pontual.

Pontual? Não... Pontual não. Seu relógio e dimensão de tempo funcionavam diferente do planetário.

Ele acordou depois de alguns espasmos, sua bandana estava caída em seu rosto devido à sua posição. Ele a arremessou para longe antes de se pôr sentado novamente.

Parecia atordoado.

Até que ele me notou.

"O que faz aqui?" Ele me interrogou, sem expressão no rosto.

Me senti perdida.

"Você me trouxe aqui, senhor Rose."

Ele levantou, com uma expressão muito rígida e começou a recolher seus itens dos móveis próximos.

"Acabamos nossa conversa e quando viu que isso chegou ao fim devia ter se retirado!" ele espremeu os lábios em uma raiva súbita.

Fiquei boba de ouvi-lo, nem conseguia acreditar.

"O senhor não me mandou ir embora, dormiu antes disso."

"Agora estou mandando."

Ele carregava o prato de doces nas mãos e me encarava furiosamente. Torci os dedos e respirei lentamente, tentando não me enfurecer juntamente dele. Ele devia estar mais lúcido, e toda sua gentileza havia partido com suas alucinações.

"Como preferir, senhor Rose. "

Levantei, recolhi minha bolsa e caminhei até a porta, onde ele nem teve o cuidado de me acompanhar.

Respirei novamente e saí.

Esse sabia exatamente como foder coisas de qualidade: como respeito e confiança.


Notas Finais


Tudo bem para vocês?
<3


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