História Suicide love - Capítulo 27


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais, Ryan Butler
Visualizações 2.085
Palavras 1.361
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 27 - Every day more


 

         Pov. Justin

 

         Aquelas palavras não saia da minha cabeça, eu não poderia simplesmente deixar eles a levarem, a tirarem de mim, eu teria que fazer alguma coisa, e rápido.

         - Paty, preciso falar com você – disse quando vi minha mãe descendo as escadas.

         - então fale. – ela disse quando chegou perto de mim.

         - precisa ser em particular! – olhei para o lado que tinha uma das empregadas. – venha até meu escritório. – ela assentiu e nós fomos.

          Entramos no escritório e ela se sentou em minha cadeira, coisa que ela sabia que eu odiava.

         - já até sei qual será o assunto da conversa. -  a encarei.

         - Sabe? Então por que ainda não fez nada?

         - Justin, você sabe tão bem quanto eu que não podemos fazer nada em relação a isso.

         - como não? Você sabe tão bem quanto eu que o Victor só esta usando esse tal tio dela para conseguir o que quer.

         - Você sabia muito bem que isso poderia acontecer. Você deveria ter pensado mil vezes antes de tira-la daquela boate. Mas como você não pensa no que faz. Não mede as consequências que  seus atos vão trazer.

         - então eu deveria ter deixado ela lá? Deixado ela ficar dando para qualquer um? – ela me encarou seria.

         - tenho que admitir que essa foi a sua melhor atitude inconsequente até hoje. Pelo menos foi por uma boa causa.  – ela começou a mexer nos papeis que estavam em cima da mesa.

         - então vai me ajudar? – a encarei, ela olhou para mim.

         - quantas vezes eu tenho que te falar. Eu estou de pés e mãos atadas. – bufei irritado. – Justin, eles são a família dela! FAMILIA ! Está entendendo agora?

         - aquilo não se pode chamar de família.  Você não entende, eu dei minha palavra, disse que iria protegê-la, e agora você esta me pedindo para ficar aqui, sentado assistindo enquanto eles a levam. Francamente Pattie.

         - Justin, eles tem em mãos o papel da guarda provisória dela. Se eles acionarem a policia você esta ferrado. Você sabe muito bem que de policia você tem que passar longe.

         Nisso ela tinha razão, dos tiras eu quero muita distancia.

         - e eu não posso está metida nesse tipo de coisa. Não seria bom para a empresa. Isso afastaria os investidores. Não se esqueça de que você precisa dela para “lavar” seu dinheiro.

         - então o que vamos fazer?

         - eu não sei, eu realmente não sei. – ela passou a mão pelos cabelos frustrada. – ela é uma garota extremamente doce, ela já passou por muita coisa em muito pouco tempo. E agora que ela parece esta se habituando a nova vida. - ela me olhou. – ela parece estar feliz.

         Isso era a mais pura verdade, ela estava realmente se habituando. Eu tinha que fazer algo para impedir isso, não poderia deixar ela ir, eu havia prometido  que cuidaria e afastaria de todo mal, nem que esse mal fosse a sua própria família.

         - a casa do lago ainda está lá? –  disse e ela me olhou confusa.

         - Sim. Por que? – ela me encarou. – não, você não pode está pensando em fazer isso.

         - é o único jeito.  Ou é isso ou terei matar todos eles. E ela não vai quer isso aconteça. Então não me deixa outra escolha. – ela me olhou e não disse nada.

 Fui andando em direção a porta, eu tinha que tentar. Não aguentaria ficar de braços cruzados enquanto tudo acontece. Subi até meu quarto aonde peguei duas mochilas e coloquei ali dentro só o necessário, algumas roupas, objetos pessoais, armas, a fechei e a coloquei nas costas.  Corri ate a sala de dança onde ela provavelmente estaria- já que é lá que passa a maior parte do seu dia. Cheguei à sala e ela ali estava.

         - arruma suas coisas. – disse jogando uma mochila vazia para ela que me olhou confusa e pegou.

         - mas aonde vamos?  Pra que isso, no meio da noite?

         - Menos pergunta, só faça o que eu mando. Coloque somente o necessário.  -  ela assentiu e foi pegar suas roupas. – estou te esperando lá em baixo em vinte minutos. – ela assentiu.

         Desci as escadas e rumei em direção a garagem. Peguem as chaves de um dos carros e coloquei as mochilas dentro dele. Fui até um armário que tinha dentro da garagem aonde guardava as placas “frias”. Peguei uma delas e arranquei a que estava no carro e substitui pela outra. Assim eu não correria o risco de alguém reconhecer o carro.

         Entrei no mesmo e sai de garagem. Poucos minutos depois a vi vindo pelo retrovisor. Ela carregava a mochila nas costas enquanto ajeitava os cabelos. Ela entrou no carro e logo depois fomos embora.

         - Aonde vamos? – ela  perguntava inúmeras vezes.

         -estou te protegendo. Ou prefere ser levada pelo seu tio?-  ela me encarou e ficou quieta.

         Até chegar a casa demorou cerca de uma hora e meia. Já estava de madrugada e a nevoa já cobria o caminho, não me lembrava como aqui era tão frio. Parei em frente à casa e saímos. Analisei a fachada da mesma que estava igualzinha  como era antes. Parece que parou no tempo, olhei para o lado e vi o balanço que meu pai havia feito para mim quando  eu era moleque.  

 

         Pov. Lilyan

 

         Eu não estava entendendo absolutamente nada o que estava acontecendo. De repente ele pede para arrumar as coisas e viemos parar em uma cabana. Confusa. Essa era a palavra que me descrevia nesse momento.

         Entramos na casa que por dentro era bastante acolhedora. Olhei por uma das janelas e dava para avistar um lago coberto pela neblina da madrugada.

         - agora você pode me responder? – me virei para ele que estava tirando algumas coisas de dentro da mochila.

          - Iremos ficar aqui por um tempo, até eu pensar em uma coisa melhor. – ele colocou duas armas em cima da mesa.

         Me sentei no sofá e fiquei encarando a lareira. Ele atravessou meu caminho e me jogou uma arma, a peguei e o encarei.

         - espero que tenha aprendido como usar.

         O encarei, engatilhei a arma e mirei em sua direção, ele estava olhado  para o celular distraído, mirei  novamente só que agora para o jarro de flores que estava perto de sua cabeça. Eu só poderia está louca, se eu errar esse tiro  duas coisas vão acontecer. Primeira ele vai morrer. Segunda eu vou  morrer. Podemos arriscar uma terceira , na qual nós dois morremos. Apertei o gatilho e a bala foi certeira no jarro, o qual se quebrou fazendo um barulho alto e espalhando seus pedaços por toda parte. Ele por sua vez se assustou de imediato e me olhou, em resposta dei um sorrisinho de lado.

         - É, eu acho que aprendi. – dei de ombro. Ele sorriu de lado.

         Eu só podia está louca, se eu não tivesse contado com o fator sorte naquele momento, não sei o que faria.

         Fui até a suíte da casa e lá deixei minha  mochila e  fui para o banheiro. Me despi ficando somente de lingerie. Coloquei a banheira para encher e me sentei na beira da mesma. Depois de alguns minutos a mesma já estava cheia, tirei o resto da roupa e entrei. A agua morna massageava meu corpo como se o acariciasse.

         Sai da banheira me enrolando na toalha, fui para o quarto aonde encontrei um certo loiro já deitado na cama dormindo. Troquei de roupa  me deitei  cuidadosamente para não acorda-lo. Olhei para o relógio que marcava quase quatro e meia da manhã.

         O encarei, ele dormia um sono profundo, seu semblante sereno, seu cabelos um pouco bagunçados, lábios avermelhados, pele macia, respiração leve. Acariciei levemente seu rosto.  Isso me faz pensar, em como eu me apaixonei por ele? Qual foi o momento que eu tive a certeza que era ele? Quando o sentimento de raiva virou um amor?  Talvez tenha sido uma palavra, um ato, um toque, um momento, ou talvez a junção de todas essas coisas. Só sei que esse sentimento está crescendo cada dia mais dentro de mim, em cada toque, em cada promessa, em cada palavra, em cada ato, em cada tudo.



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