História Suicide Place - Capítulo 25


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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello, hello, hello. Desculpa a demora, as coisas estão muito agitadas por aqui, e esse capítulo estava incompleto no meu celular a um maior tempão, só faltava finalizar. Como eu já disse, resumi bastante o enredo da fic, pois estou com plenos de postar outra antes do final do ano, então, espero ter vocês como leitores.

Boa leitura.

Capítulo 25 - Dia do julgamento


Cinco dias depois…


Vocês sabem qual é o significado de inferno? Ou melhor, a exemplificação dele? Não? Pois eu lhes apresento agora. A minha vida nos últimos dias.



Eu não consigo acreditar no ponto em que minha vida chegou, sério, não consigo.Se eu achava que tudo que eu passei de ruim era o inferno, eu me enganei, porque eu não sabia o que me esperava pela frente.  Vou citar só algumas coisas para vocês que aconteceram nesses últimos dias. Minha casa já foi revirada mais de três vezes pela polícia, todas as contas do Justin, e nossos conjuntas estão bloqueadas, as propriedades também estão congeladas é sobre investigação, não consegui outra escola pras crianças, elas estão morando com a Pattie, a galeria, que eu nunca imaginei que seria alvo de alguma investigação, já bateu fiscais da federal duas vezes lá, exigiu todos os documentos e os recibos das doações, houve um declínio no número de alunos e professores, porque ninguém quer estudar em um lugar que está sobre investigação criminal. E para completar a desgraça completa, a empresa está indo de mal a pior, perdemos duas grandes empreitadas.


Tenho a dizer que antes do Justin ser julgado não teremos mais nada. Sorte que ainda tenho umas contas separadas e a das crianças, mas isso não será capaz de suprir todos os danos. Porra, na conta do Justin havia bilhões de dólares.


Esses dias eu ainda estou na casa do Chris, eles têm sido bons ajudadores, todos eles. Minha viagem para o Japão está marcada para essa noite, me encontrarei com uma pessoa que poderá me ajudar, ajudar o Justin e nos livrar dessa porra toda.


O julgamento do Justin é daqui a quatro dias, e eu tenho está de volta ao Canadá em três dias. Desde o dado momento em que souberam da prisão do Justin, Chris e Ryan começaram a mexer os pauzinhos para conseguir tirar ele e não deixar a soberania no meio do tráfico cair, pois  a queda do grande Bieber causou rebuliço no mundo do crime.


Chris me disse que esse Gu, o cara que eu vou me encontrar depois de amanhã é como se fosse a Pattie para o Justin. Não, esse Gu não é pai e muito menos mãe de nenhum chefão, ele é a pessoa de fachada, que comanda uma grande companhia, onde o Yang, chefe dos Dragons, lava seu dinheiro. Será esse Gu que fará o intermédio entre eu, quer dizer, nós, pois o Chris também vai nessa, com o Yang.


Só espero uma coisa, que tudo dê certo.


****


Já se aproximava de onze da noite quando decolamos com o jatinho do Chris para o Japão. A viagem seria longa, e eu estava simplesmente exausta.


— Ly, você me parece cansada. — Chris fala, me encarando.


— E estou. —. Respiro fundo e passo as mãos pelos cabelos.


— Durma, a viagem será longa e cansativa. Quando chegarmos eu te acordo.


Eu nem retruquei, só recostei mais a poltrona e fechei os olhos. Eu necessitava de dormir.


****



Senti uma mão chacoalhando meu ombro, o que me fez acordar assustada.


— Ly, acorda, chegamos. — era Chris, que havíamos chegado.


Cocei os olhos e olhei para os lados, minhas costas doíam e eu sentia como se rosto estivesse todo massacrado. Levantei ainda desnorteada e fui acompanhando o Chris, que levava minha bolsa e uma mala, pois percebeu o estado em que eu estava..


— Você dormiu pra caramba.— ele riu. — fizemos duas paradas para abastecer e comer em um lugar descende e você ficou dormindo. — riu. — você estava cansada mesmo. — ele abre a porta do carro, que nos levaria até o hotel.


— Nossa, eu dormi mesmo. — sorri fraco. — minha barriga doe, estou com fome. — reclamei.


— Quando chegarmos ao hotel vamos jantar. — concordo. —  vamos ficar no mesmo quarto, tem algum problema?


— Não, nenhum. — sorri fraco.


O carro parou, com certeza chegamos ao hotel. Chris saiu e logo em seguida eu fiz o mesmo, não havia percebido que o céu já havia escurecido. Entramos no hotel, pegamos as chaves na recepção e subimos de elevador até um dos últimos andares. Nossa suíte era enorme, e havia duas camas, então, cada um ficaria com uma.


— vou pedir um jantar para nós. — Chris falou e eu concordei.


Fui até minha bolsa, peguei uma muda de roupa que eu havia trago e entrei no banheiro. Meu corpo estava moído, eu precisava de um bom banho.



***


No dia seguinte eu estava de pé, pontual como o sol.  Eu estava nervosa, a reunião com esse tal presidente Gu era daqui duas horas e isso seria bastante decisivo para o Justin, o certo é ele já ter um dossiê que no mínimo faça com que o Justin responda em liberdade.


Isso é o que eu espero.


Estava andando de um lado pra o outro, igual uma barata tonta, só esperando o Chris se arrumar, para que possamos tomar café e só assim nos encontrar  com o tal Gu


— Ly, você está de pé a quantas horas? — Chris apareceu, e eu o encarei.


— Eu nem sei mais. — respirei fundo. — Podemos ir?


— Só se for tomar um bom café. — riu. — você está tensa demais, relaxa. — ele passou as mãos pelos meus ombros.


— Como não devo está tensa, Chris. Meu marido está preso, precisa desses documentos para tentar sair de lá, minha vida tá um caos. — o encarei. — me diz, como não ficar tensa?


— Calma. — ele me confortou. — nós temos tudo sobre o controle. — assenti. — Vamos. — eu o segui.


Chris e eu descemos até o restaurante do Hotel, para podermos fazer um desjejum. Confesso  que nem o gosto da comigo eu senti direito, a única coisa que eu pensava era na conversa que teríamos com esse tal de Gu.


Após terminarmos de comer, subimos para o quarto novamente, —  contra a minha vontade, pois se fosse por mim ia direto —  para Chris pegar  um envelope, que ele disse ser bem importante. Depois que tudo estava devidamente em mãos, seguimos até a garagem do hotel, subimos no carro, e Chris foi dirigindo até a empresa, onde encontraríamos o presidente Gu.


Se vocês me perguntarem quanto tempo durou a percurso eu não saberei te responder, minha cabeça então muito atarefada para me ligar nisso. Só sei que quando o carro parou eu fui a primeira a “pular pra fora”, sem nem ao menos esperar Chris desligar o carro. Entramos no enorme prédio, que se bobear deve ter quase 40 andares, de tal alto, subimos de elevador até o último andar, onde se encontrava o tal presidentes. Lógico que com a quantidade de andar que havia, a subida não foi tão fácil, ainda mais pelo fluxo de funcionários. Mas conseguimos chegar.



O nível de ruido no andar era praticamente zero, o mesmo era mega sofisticado, até mais que o de Justin, fora as secretárias e executivos andando de um lado para o outro. Logo uma moça, de cabelos escuros, veio até nós.


— No que posso ajudar? — ela perguntou com gentileza.


— Temos uma reunião marcada com o presidente Gu. — Chris tomou a palavra. — Diga que somos os canadenses. — ela assentiu e se afastou.


Ficamos esperando por poucos minutos, até ela voltar com a resposta e nos encaminhar até a sala de reuniões, onde teríamos uma conversa com o presidente.


E assim foi feito, ela nos levou ate a sala ela aguardamos por ele, por cerca de dois minutos. Até um homem de terno azul, muito bem ajustado ao corpo, altura mediana, cabelos devidamente arrumados e óculos de grau, entrou na sala. A primeira coisa que ele fez ao entrar foi nos cumprimentar, da maneira dele, e tomou seu lugar a mesa.


— Bom, como foi a chegada de vocês? — ele perguntou Cortez, enquanto se ajustava na carteira.


— Bem, e pretendo que seja breve. — falei, soando um pouco indiferente, o que não era minha intensão.


Ele riu fraco.


— Sejamos objetivos então. — nos encarou. — Yang me contou a situação que vocês estão passando. É um verdadeiro escândalo, se tratando de um grande potência que vocês são. Nós dois mundos.


— Nem me fale.— murmurei.


— Você que é o Chris, né? — ele questionou. — sua proposta agradou bastante a Yang, e a mim também. — Sorriu. — e será uma troca justa, não? Eu consegui o que você quer, espero que tenha trago o que eu quero. — nos encarou.


— Está aqui. — Chris entregou para ele o envelope que havia trago.


Ele começou a verificar se tudo estava de acordo com o combinado.


— Onde estão os pontos? — me questionou.


— Meu acordo com Yang foi entregar as ações e propriedades para ele em troca do docie, e depois que a barra do Justin estivesse totalmente limpa, entregaria os pontos.


— Certo. — ele concordou. — Pleng. — ele chamou e uma mulher entrou na sala. — traga o envelope para mim. — a mesma assentiu e saiu, retornando minutos depois com um envelope grande nas mãos. — esse serão os documentos necessários para aliviar o Justin do primeiro julgamento. Com certeza ele mandará o Justin direto pra casa.


Chris assentiu e pegou o envelope, verificando rapidamente o que já ia nele. Em seguida assentiu.



Nossa conversa não se prolongou muito depois disso. Agradecemos e voltamos para o hotel, pois o objetivo era voltar para Atlanta e se preparar para o Julgamento.



****



Dia do julgamento…


O dia da decisão havia chegado. Depois que chegamos de viagem a primeira coisa que eu fiz foi correr e contar para Justin, e compartilhar a esperança que eu tinha em relação a esse julgamento. Chris, junto a Ryan, Chaz e a junta de advogados cuidaram para que os papéis fossem organizados de modo que não houvesse prechas nem contestações a “inocência”  de Justin. Enfim, agora era só esperar o veredito do Juiz.


Coloquei a roupa mais formal que encontrei e desci para a sala, esperando Chris e Donna ficarem prontos, para só assim irmos para o julgamento. Sim, eu ainda estou na casa deles, assim como os gêmeos estão na casa de Pattie. Isso é muito incômodo pra mim, não que eles joguem piada para eu ir embora, isso jamais, eles até imploram pra eu ficas, mas porra, eu tinha uma casa confortável e feliz e agora tenho q viver de “favor” pois vira e mexe tem federais entrando na casa atrás de uma coisa. Isso é mega desconfortável.


— Ly, vamos? — Donna chama minha atenção, pois os dois estavam me esperando.


Assenti e os segui até o carro. Chris foi na frente enquanto Donna e eu fomos atrás, em todo o trajeto ela segurou minha mão,tentando me passar o máximo de tranquilidade e segurança possível, coisa que estava difícil.


Depois de vinte minutos chegamos ao tribunal onde seria realizado o julgamento. Havia grande multidão na porta, principalmente de imprensa, que nos abordou assim que nós avistou. Chris e Donna me protejeram dos olofortes e microfones que praticamente empurravam para mim, era uma coisa insana e assutadora. Só pode respirar mais “tranquila” quando eu já estava dentro do tribunal, os corredores estavam silêncioso e aquilo me fazia sentir estranha, nunca estive num lugar assim antes.


— Vamos por aqui, o Gabriel e os outros estão nos aguardando. — Chris falou.


Donna e eu o seguimos até uma sala, onde de fato aconteceria o julgamento. Lá encontramos os outros, Vick, Candy, Chaz, Ryan e Gabriel, Pattie Havaí ficado com as crianças, depois de Gabriel implorar bastante, pois ela queria porque queria vir,mas não seria uma coisa boa para ela, é o filho dela que estará sentado naquela cadeira e sendo julgado.


— Vamos sentar? O julgamento vai começar em alguns minutos. — Gabriel falou.


— Onde estão os advogados. — perguntei nervosa.


— Calma, eu já falei com eles, está tudo certo. — Ryan me acalmou. Concordei e segui Gabriel, que me guiou até uma das primeiras fileiras, que era reservada para aqueles que assistiriam o julgamento.


Após vinte minutos o julgamento teve início, trouxeram Justin algemado, e quando o vi nessa situação meu coração foi ao chão, e minha vontade era de ir até ele é abraça-lo. Ele assumiu seu lugar , assim como todos os outros.


****


As acusações foram feitas, as testemunhas foram ouvidas e a defesa também já havia sido feita. Agora, era  hora do júri se reunir e trazer suas decisões. Esse julgamento já passava das duas horas de duração, haviam dado a permissão para nós retiramos para um intervalo, mas nem isso eu consegui, eu queria falar com o Justin, mas como isso era impossível, eu preferi ficar ali. Tentaram dar coisas para eu comer, mas nada descia na minha garganta.


A hora do intervalo havia acabado e agora estaria na reta final. Mais algumas pessoas falaram e só faltava o parecer do juiz.


Meu coração batia mais forte, eu  podia sentir minha blusa se mexer na redução do peito.


Tudo ao meu redor parecia está parado… congelado..


O juiz começou a ler a sentença, e minhas mãos suavam mais do que frio, eu agarrava as mãos de Gabriel em busca de algum refúgio, algo pra eu não cair no chão ou perder o pouco de forças que eu tinha.


O texto estava quase no final, faltava pouco pro martelo ser batido, e a sentença ser dada.


Confesso a todos vocês, que a única coisa que eu ouvi nitidamente foi quando o juiz disse que o réu havia sido absorvido das acusações, por falta de provas concretas que provavam a real veracidade das acusações feita a ele.


Meu peito aliviou. Parecia que eu estava com um peço de mil quilos prensando meu coração, por causa da dor que eu sentia. Mas naquele momento parece que tdmudo foi embora, como se um vento tivesse passado e levado tudo consigo.


Ele estava “livre”..


Sim, ele estava.


Eu me levantei e o chamei, ele olhou pra mim e sorriu, e eu também sorri pra ele.


E eu babulciei um eu te amo, antes dele.ir.



Notas Finais


Eai, amore? Gostaram? Espero que sim.

Espero vocês no próximo capítulo, beijinhos.


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