História Summer - Capítulo 2


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Categorias Saga Crepúsculo
Personagens Jacob Black, Personagens Originais, Renesmee Cullen
Tags Crepusculo, Drama, Romance, Segredos
Visualizações 6
Palavras 3.049
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite, genteeee!!
eu tava pensando em determinar uma "frequência" para as postagens da fic...
Bom, como eu tenho trabalho e faculdade todos os dias, pensei em tentar postas uma vez na semana... O que acham? Toda quinta-feira?
Enfim... Espero que gostem do capítulo!!!
Beijocas XXX

Capítulo 2 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction Summer - Capítulo 2 - Capítulo 1

      As refeições ficam muito mais divertidas quando os garotos estão aqui. É quase como se toda essa história de lobo e imprinting não existissem. Por uma hora inteira nós somos apenas uma grande família bagunceira e feliz. Por uma hora meu pai não é o alfa de uma matilha, minha mãe não é meio-vampira e meu irmão não foi destinado pelos deuses a ficar com minha melhor amiga. Apenas mais uma grande família americana... Mas ai essa hora acaba.

     - A comida estava ótima, a conversa está divertida, mas... – meu pai não precisava completar a frase para ficar mais do que claro que minha 1 hora tinha passado – Os meninos tem que começar a ronda e o Sam está me esperando para... – e mais uma vez ele não precisou terminar a frase. Não que ele tivesse a intenção de termina-la, todos sabem que não se discute os assuntos da matilha com pessoas de fora. Eu sou alguém de fora então...

     - Recado passado com sucesso, capitão! – brinquei a fim de disfarçar meu próprio desconforto. Levanto e dou-lhe um beijo na bochecha, arrancando um enorme sorriso do velho – Eu tenho que ir até a casa do Connor Garcia para um trabalho de literatura, ok?

     - Wow wow wow! – meu pai disse e todos os garotos se levantaram da mesa junto a ele – Quem diabos é Connor Garcia? – ele perguntou sério, utilizando um tom similar ao que se usa quando se fala sobre limpar vômito de adolescentes do tapete ao pronunciar o nome do garoto.

     - É só um garoto da aula de literatura – disse dando de ombros e finalmente prestando a devida atenção na reação nada sutil do grupo – que foi? Não é como se nós fossemos a um encontro! – levanto os braços em forma de rendição e busco alguma ajuda nos rostos da minha mãe e melhor amiga, recebendo apenas risadas vindas de ambas. Obrigada! – O pai dele é policial! – Tratei logo de dizer – Trabalha com o Charlie... – Tentei mais uma vez, mas nada pareceu mudar em suas expressões – Quer saber? Tanto faz! Estou saindo com o carro!

     Mesmo sabendo que nunca chegaria ao carro rápido o suficiente para sair sem mais uma abordagem, resolvi tentar a sorte de qualquer forma. Porém, como previsto, antes mesmo que eu pudesse chegar aos degraus da varanda, estava cercada de garotos lobo. Meu pai parou logo atrás de mim, e forcei meu melhor sorriso enquanto me virava para encara-lo.

     - Vamos mesmo fazer isso? – perguntei arqueando uma sobrancelha. E, assim que vi um sorriso prestes a se formar nos lábios do meu pai eu soube que havia ganhado aquela, mas não me livrado do interrogatório mais tarde.

     - Noah vai te dar uma carona – ele impôs e tive que me dar por vencida, pois sabia que não conseguiria mais que isso.

     Sem mais palavras, acenei brevemente para meu pai e me virei, caminhando sem pressa para o carro e sentando no banco do motorista, o que arrancou um sorriso lateral de Noah.

     - Você É sensacional – o garoto disse, assim que estávamos a uma distancia segura da super audição dos demais na casa, virando o rosto para me encarar com a expressão séria.

     - Sei disso! – respondi divertida, jogando o cabelo para trás de forma convencida o fazendo rir.

     - Eu estou falando sério! – ele disse parando de rir, girando o corpo em minha direção e me lançando um olhar dos pés a cabeça que fez meu coração falhar uma ou duas batidas – Se você não fosse tipo... Minha irmãzinha, você seria, sem duvidas, o amor da minha vida! – Noah concluiu voltando a encarar a estrada a nossa frente e me deixando como uma idiota.

     Mas é claro que eu sou uma idiota! Nenhum dos garotos da reserva me olharia dessa forma... Eu sou só a irmãzinha... Sempre serei apenas a irmãzinha!

     - E-eu disse algo errado, Ni? – ele percebeu minha nada sutil mudança de humor e logo tratei de consertar meu lapso

     - Que? Não! – ri transmitindo autenticidade – Você só é um bobão – bati de leve em seu ombro e rimos

     Já podia enxergar ao longe a casa de Connor. Uma casinha branca, telhado verde e portas e janelas feitas de madeira. Não era muito diferente da casa do Charlie, mas a verdade é que, para mim, todas as casas em Forks eram iguais... Ao menos o jardim de Connor parece receber a atenção necessária.

     Ao ouvir o carro estacionando em frente a sua casa, Connor prontamente apareceu e se posicionou em frente à porta da casa, provavelmente aguardando que eu saísse do carro.

     - Espere um segundo – Noah segurou o cinto de segurança, me impedindo de sair – Esse é o tal Caio? – Perguntou deixando o desdém evidente em sua voz

     - Primeiro: o nome de é CONNOR, entendeu? – disse dando ênfase no nome do rapaz – Segundo... O que há de errado com ele? – perguntei finalmente voltando a olhar o garoto em pé a alguns metros, que me olhava com um sorriso de canto.

     Permiti-me avalia-lo um pouco e percebi o quão bonito ele é. Connor é alto, mas não muito alto quando comparado aos garotos da reserva. Alto na medida certa. E, devido a seu posto de quarterback do time de futebol da escola, possui um corpo invejável. As feições de Connor também me deixam de queixo caído quando começo a perceber que até as leves olheiras logo abaixo de seus lindos olhos azuis, quando somadas aquele sorriso de canto, conseguiam o deixar ainda mais sexy. E foi ai que eu entendi o problema. Foi enquanto o admirava realizar o simples ato de passar os dedos pelos cabelos perfeitamente desalinhados, que percebi que o problema de Connor é que ele é bonito demais.

     Olhei de canto de olho para Noah, só para encontra-lo me fuzilando com os olhos. Eu podia sentir o calor que já emanava de seu corpo e, buscando evitar o que viria a seguir, abri a porta do carro e sai rapidamente, acenando para Connor logo em seguida vendo o mesmo se aproximar. Porem Noah foi mais rápido...

     - E ai, cara? – cumprimentou Connor com um aceno de cabeça e passou os braços por cima de meus ombros, me fazendo revirar os olhos.

     - E-e ai... ? – Connor respondeu visivelmente desconfortável.

     - Pronto! Já deu seu show – Me irritei, tirando logo seu braço de meus ombros – NÓS – enfatizei apontando para mim e para Connor diversas vezes – Temos um trabalho para começar e você – apontei o dedo em seu peito – Tem coisas pra fazer, certo? Certíssimo! Que bom que todos concordam! – Comecei a empurra-lo em direção ao carro e, quando ele já se encontrava dentro do mesmo, cantei um “tchauzinho” acenando.

     Apressei-me a puxar Connor para dentro da casa antes que Noah resolvesse voltar.

     - Bom você pode ficar a vontade! – o garoto disse educado e fui logo me acomodando no sofá – quer alguma coisa pra beber? – perguntou ainda de pé em minha frente e fiz que sim com a cabeça

     - É... Uma agua parece bom... – respondi sem saber o que dizer e, logo que ele deu as costas, iniciei uma discussão interna para descobrir o que tinha de errado comigo, acabando assim que o mais alto voltou com dois copos de água.

     - então... O seu namorado – Connor iniciou chamando minha atenção de imediato – Ele é... Simpático... ? – não pude conter a gargalhada com esse comentário e logo me apressei a responder.

     - O Noah? Ele não é meu namorado! Está mais pra irmão mais velho na verdade – expliquei dando de ombros e ele soltou o ar como se estivesse o prendendo há horas.

     - Isso é ótimo porque... Bem... E-eu estava pensando que talvez você quisesse... A-algum dia... – ele gaguejava e meu coração acelerava, ansiando pelo que viria a seguir – Você e eu... – E, como se minha inexistente vida amorosa fosse apenas uma piada para os deuses, a porta se abriu e a Sra. Garcia, mãe do Connor, entrou cheia de sacolas.

     - Ah! Uma menina!- a senhora riu – Olá, minha querida! Connor, querido, pode pegar o resto das sacolas no carro? – pediu e o filho prontamente se pôs de pé indo em direção à porta.

     - Eu posso ajudar também! – falei me levantando e chamando a atenção de Connor.

     - Não, não, querida!  Venha! Me ajude a organizar as coisas na cozinha! – a mulher falou rapidamente, sempre com um largo sorriso no rosto – Eu não sei seu nome, meu bem... – falou calmamente enquanto entravamos na cozinha apertada.

     - Ah! Eu sou a Nikki. Nikki Cullen-Black – falei estendendo a mão e, vendo sua expressão mudar, franzi o cenho percebendo que ela não corresponderia ao meu gesto.

     - Então você é uma Cullen? – ela perguntou fingindo desinteresse, mas era mais do que claro para mim que esse sobrenome lhe remetia a algo.

     Apenas assenti com a cabeça e a esperei continuar.

     - Sabe... Eu estudei com seus tios e tias no ensino médio – o desanimo tomou conta do meu corpo quando percebi onde esta conversa iria nos levar... Ela, como muitos na cidade, queria saber mais sobre minha família – E não me lembro, nem por um segundo, de ter ouvido falar da sua mãe antes do casamento... Lembro-me da surpresa ao saber que os Cullen haviam adotado outro membro, que, pelo que me recordo, não chegou nem a frequentar a escola em Forks... – falou me olhando de canto de olho enquanto começava a preparar (o que eu presumi ser) o jantar.

     - Pois é... – iniciei sorrindo – Pelo que eu sei o vovô e a vovó não planejavam mesmo mais uma adoção, muito menos de alguém com idade suficiente para já ter terminado o ensino médio – enfatizei a ultima parte a fim de esclarecer algumas de suas duvidas – Minha mãe já era quase da família quando ficou órfã. Não sei muitos detalhes, mas parece que o pai biológico dela se formou com Carlisle ou algo parecido... – conclui fingindo banalidade ao contar a historia várias vezes ensaiada em casa.

     - Oh! Entendo... – E como um príncipe encantado, Connor adentra a cozinha com mais sacolas e me salva daquela situação me chamando para concluirmos o trabalho.

     Sorrindo, peço licença a Sra. Garcia e me dirijo rapidamente à sala, onde estão os cadernos e livros necessários para a pesquisa.

     E assim se seguiu minha tarde. A mãe do Connor não nos deixou a sós nem por um segundo e me arrependi cruelmente de ter-lhe contado meu sobrenome. E, quando finalmente Alex ligou às 15h avisando que estava chegando para me buscar, comemorei internamente, ansiando pelo fim daquela tortura.

 

     - O que houve? – Alex perguntou assim que eu entrei no carro dando partida no mesmo e eu apenas dei de ombros – Ah qual é! Dava pra sentir seu desconforto e sua irritação lá de casa! Me conta o que houve.

     - Cullen. – suspirei rendida, pois sabia que meu irmão não descansaria até que lhe contasse sobre a tarde.

     - Eu já te falei pra não usar esse sobrenome... – disse me olhando rapidamente e fazendo uma careta engraçada – Se perguntarem seu nome, responda apenas como Nikki Black! Ninguém sabe quem foi Jacob Black! – concluiu com um sorriso orgulhoso como se tivesse acabado de solucionar todos os meus problemas

     - A Sra. Garcia sabe! – disse rindo e ele me olhou espantado – Ela sabe sobre todos! Estudou com os Cullen no ensino médio e não comprou muito bem a historia de que a mamãe foi adotada... – suspirei – Ah! Ela também sabe sobre a possível diferença de idade entre nossos pais! – virei para encarar Alex que tentava conter os risos

     - Quem é essa mulher?! – Alex gargalhava e eu o acompanhava.

    Estávamos nos aproximando de casa, quando vi quase toda a matilha sair de lá de dentro. Todos seguindo o alfa.

     - O que está acontecendo? – perguntei ao notar que meu irmão parara o carro a uma distancia considerável de casa

     - Sabe as lendas Quileutes que o Billy sempre nos conta? – perguntou e eu assenti prontamente – A parte em que ele diz que alguns Quileutes se espalharam pelo mundo... – ele suspirou- Apareceu um garoto hoje, vindo da Califórnia que alega ser Quileute... E, bem... Ele se transformou num lobo e tanto – deixou um projeto de risada escapar de seus lábios

     - E o que farão com ele? – perguntei curiosa – Quem vai assumir?

     - É isso que não sabemos ainda... Ele não tem uma matilha... O conselho vai se reunir esta noite para decidir! Sozinho ele não vai ficar! – respondeu e saiu do carro. Sai rapidamente a fim de prosseguir tirando minhas duvidas.

     - E até lá, onde ele vai ficar? – perguntei correndo para alcança-lo

     - Ele ficará bem! Billy o convidou para ficar lá por enquanto – respondeu dando de ombros e correndo em direção aos demais.

     Apenas dei um aceno geral e logo entrei em casa, onde minha mãe me esperava com um sorriso no rosto e uma sobrancelha arqueada.

     - E então... – ela esperou que eu falasse, e como não o fiz, decidiu ser mais direta – Me conta como foi na casa do garoto! – ordenou enquanto me puxava para sentar no sofá ao seu lado.

     - Descobri que, se um dia eu quiser ter um namorado primeiro preciso mudar meu sobrenome! – ri para descontrair, mas minha mãe sabia o que estava por trás do riso.

     Senti os braços de minha mãe me envolverem num abraço que só ela sabe dar e, automaticamente, senti meus músculos relaxarem após o dia nada agradável.

     - Eu sei o peso que seu sobrenome carrega e sei o quão duro deve ser pra você – disse beijando o topo da minha cabeça e apoiando o queixo no local – principalmente agora que seu irmão saiu do colégio... – ela tocou meu ponto fraco: Alex – Sei que você e o Alex não têm passado mais tanto tempo juntos e que isso lhe machuca de certa forma. Mas tenha sempre a certeza de que eu, seu pai e Alex SEMPRE estaremos ao seu lado, meu amor.

     Minha mãe sempre sabia o que dizer. Seu abraço me reconfortou de uma forma que não se pode explicar. Eu realmente me sinto afastada de Alex em alguns momentos, mas também sei que não é culpa de ninguém que ele tenha encontrado em sua alma gêmea uma conexão mais intensa que a nossa.

     - Eu amo muito vocês. E estou feliz por Alex estar feliz... Mas sim... – suspirei – eu sinto falta de tê-lo mais presente...

     Minha mãe quebrou momentaneamente nosso abraço para me olhar nos olhos e sorriu.

     Seus olhos castanhos transmitiam tanta paz e seu sorriso transmitia o mais puro dos amores. Era impossível não se encantar por Renesmee Charlie Cullen...

     - Eu sei que está... E sabe como eu sei disso? – perguntou ainda sorrindo e eu apenas neguei com a cabeça – Porque você é Nikki Rose Cullen-Black! – ela riu e não pude evitar franzir a testa em confusão – Você é a garota mais gentil e forte que eu conheço e eu sei que, por mais que você não esteja 100% de acordo com as decisões do mundo, você é incapaz de ir de frente com a felicidade de alguém. Você é minha garotinha! – ela ria o riso mais lindo do mundo enquanto falava tudo aquilo.

     - Eu não me sinto tão forte assim... – confessei em meio a um suspiro e tornei a me acomodar em seus braços, encostando as costas no sofá.

          - É normal se sentir assim... Às vezes as coisas fogem do nosso controle e tudo o que podemos fazer é aceitar e aprender a viver com isso, porem nunca se acomodar! Diga ao Alex como está se sentindo! Talvez ele arrume mais tempo para vocês...

     Outro poder que minha mãe possuía era o de encontrar soluções simples para problemas aparentemente catastróficos, mas, como qualquer outro ser humano no mundo ela nem sempre está certa. Como ela mesma brinca “São raras as vezes em que estou errada! Errar é humano e eu só sou metade”.

     - Obrigada, mamãe... Às vezes me esqueço de que tenho apenas seis anos e que ainda preciso do seu colo pra me reconfortar, mas... Quanto ao Alex, não acredito que dizer-lhe essas coisas vá ajudar em alguma coisa... Alex está muito feliz com a Lupe e não me parece justo me colocar no meio disso... Eu estou bem!

     - Bom, eu espero que você sempre precise do meu colo, não importa sua idade! – ela me apertou num abraço e não segurei o riso.

     Estar com minha mãe sempre me faz muito bem. Passamos o resto da tarde juntas rindo de coisas bobas e, quando começou a escurecer levantamos para preparar o jantar. Papai e Alex chegaram não muito tempo depois com a fome monstruosa de sempre.

     - Ah, como é bom chegar em casa e ver as duas garotas mais lindas do mundo! – papai brincou assim que passou pela porta, nos fazendo rir – como foi o trabalho lá na casa do Carter? – fingiu desinteresse me puxando para sentar ao seu lado no sofá.

     - Bom... – eu ri – o trabalho com o CONNOR ficou ótimo! Iremos apresenta-lo para a turma na sexta. Já a casa dele... – fiz uma careta que pareceu despertar a curiosidade do velho – Digamos apenas que eu não me importaria de não ver a mãe dele nunca mais... – disse rindo e papai e Alex gargalharam ao meu lado enquanto mamãe se conteve a apenas um risinho discreto – Hey, mas e o garoto novo? O que ficou decidido?

     - Bom, hoje foi só o primeiro dia... Apresentamos o caso pro concelho e os garotos das matilhas puderam opinar a respeito – meu pai explicou.

     - Pudemos conhecer melhor o garoto! Ele é bem legal! – Alex acrescentou – Não me importaria nem um pouco de tê-lo em nosso grupo... – deu de ombro e sentou-se ao meu lado.

     - Tanto eu quanto o Sam estamos dispostos a recebê-lo – papai se pronunciou - Vamos nos reunir com o conselho novamente para tomar uma decisão final.

     - E enquanto isso...?

     - Enquanto isso, aguardamos.

     A forma séria como Alex respondeu minha pergunta me causou um arrepio na espinha. Eu não sei de onde está vindo tanto interesse e nem porque me preocupo tanto com o garoto novo, mas algo dentro de mim se alarma apenas com a menção do menino. Meus sentidos parecem me alertar sobre o problema que está por vir...


Notas Finais


Connor Garcia--> froy gutierrez http://www.ligacaoteen.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Froy-Gutierrez.jpg

Sra. Garcia--> wendi mclendon-covey https://vignette.wikia.nocookie.net/disney/images/b/b3/Wendi_McLendon-Covey.jpg/revision/latest?cb=20150605184737

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