História Summer - Capítulo 1


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Categorias Legacies
Personagens Personagens Originais
Tags Hosie Legacies
Visualizações 6
Palavras 1.900
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Essa fanfic é extremamente clichê e slowburn.

Capítulo 1 - A calmaria antes de tempestade


Fanfic / Fanfiction Summer - Capítulo 1 - A calmaria antes de tempestade

Músicas:
Harry Styles - Every Since New York (começo)
Paramore - Misguided Ghosts (meio)
Dean Lewis - Waves acoustic
(final)

As folhas das árvores balançavam com o vento, que trazia o cheiro doce uma mistura de flores, frutas e grama, típico de um final de tarde durante o verão.
Havia uma garota de cabelos vermelhos sentada na grama debaixo de uma das árvores. O seu cabelo balançava junto ao vento também assim como as folhas. Algumas estrelas já começavam aparecer brilhando, o pôr do sol coloria o céu entre laranja, lilás e azul escuro do anoitecer.

A garota de cabelos vermelhos observava, pessoas caminhando, famílias felizes passeando, casais se beijando, crianças correndo. Se sentia triste com a cena. Mesmo assim ela desenhava em um bloco, olhava cada detalhe, desde as nuvens aos enormes imponentes prédios que se erguiam no céu, para onde se pudesse olhar.

Ao seu lado o celular brilhava exibindo o nome "rebekah" na tela. Ela continuava a desenhar perdida em seus próprios pensamentos, sentia como se fosse a única coisa que a acalmasse. Seus momentos de paz. Só percebendo as ligações perdidas alguns minutos mais tarde. Murmurando xingamentos para si mesma, ela retornou as ligações.

- Hope?? Onde diabos você está? Já é a sétima vez que ligo, já estava começando a ficar preocupada. - Disse a voz da mulher apreensiva do outro.

- Desculpa, tia Rebekah. Eu estava tão concentrada, não vi as ligações. E estou no Central Park como sempre. Aconteceu alguma coisa?

- Sim e não. Ouve outro ataque essa manhã, um vampiro foi morto dessa vez. Foi quase impossível fazer o reconhecimento. Marcel está tendo problemas em tentar contornar a situação. Se continuar assim nós teremos mais problemas, os clãs já estão começando a jogar a culpa um no outro.

- Vocês precisam de ajuda? Não conseguem ter uma ideia de quem seja? - Hope rabiscava em um canto de uma das páginas.

- Não. Os ataques são rápidos e não possuem um padrão e fica difícil dizer exatamente o que é ou quem é, mas é algo sobrenatural, um humano dificilmente atacaria tantas criaturas sobrenaturais assim e sobreviveria. E não, é muito perigoso para você se envolver.

- Ok. Ok. Só queria ajudar. Vou terminar isso aqui e já vou para casa. - Disse a garota já se levantando.

- Ótimo. Não demore muito, eu sei que você sabe se cuidar mas mesmo assim, tome cuidado. E talvez eu demore para chegar, preciso resolver algumas coisas hoje a noite.

- hmmm alguém tem um jantar romântico com Marcel. - Sorrindo para si mesma falou, enquanto recolhia suas coisas.

- Irei fingir que essa conversa nunca existiu. E bem que queríamos, mas todo esse drama não nos deixa mais que alguns minutos de paz. Caroline Forbes aparentemente resolveu que precisa muito me ver. Não é exatamente como planejei passar minha sexta feira.

- Ok agora estou realmente confusa. Caroline Forbes. Caroline mãe da lizzie e da....josie?

- Bom que eu saiba ainda não apareceu nenhuma outra duplicata dela por aí, graças a deus. Enfim tenho que ir agora, vai ser uma longa noite. E não demore.

- Mas...- A linha ficou muda.

Hope ficou encarando o telefone por alguns segundos. Não poderia ser nada demais, poderia? Tudo que pensava era o que poderia ter acontecido, talvez algo com Josie ou Lizzie ou claro algum dos amigos que deixou na escola Salvatore. Ela deixará muitos amigos para traz, ela se arrependia, mas fizera sua escolha.

E não é como se fosse infeliz em Nova York, gostava da cidade, de morar com a tia Rebekah e o tio Marcel. Mas sentia falta de poder correr livre em forma de lobo pela floresta e claro era obvio Nova York não possuía nada além de prédios, e claro o Central Park, mas seria uma coisa muito estupida de se fazer. Sentia falta dos amigos que deixou para traz em New Orleans, em Mystic Falls. Da sua família reunida. Mesmo depois de quase um ano e meio ela ainda se culpava. Não, ela jamais voltaria para lá. Balançou a cabeça afastando os pensamentos e os sentimentos que tentou esmagar. Colocando todas as suas coisas dentro da mochila e saindo do parque andando algumas quadras até onde sua moto estava estacionada, pensando em como Nova York a irritava as vezes, não é fácil encontrar uma vaga em qualquer lugar da cidade.

vinte e poucos minutos mais tarde graças ao horário de pico, ela estacionou sua moto em uma rua perto do Central Park cercada de prédios como tudo ali. Mas cheio de restaurantes, bares e qualquer coisa que você precisasse encontrar. Caminhou um prédio de seis andares, que possuía um bar no térreo, que possuía um letreiro em neon com as letras BAR-BAR. Muito criativo Joe, pensou Hope dando uma leve risada só para si.

- Vou querer um Whisky sem gelo, por favor. - Disse ao entrar e se sentar em um dos bancos de frente para o balcão. O lugar estava cheio como sempre.

- Claro que sim, espera um momento, só vai demorar até você fazer 21 anos Hope. - Disse com um sorriso um alto, bonito e bem malhado homem.

- Joe você sempre acaba com toda diversão - Hope disse sorrindo de volta ao colocar seu capacete em cima de um dos bancos ao seu lado.

- Rebekah e Marcel um dia ainda irão arrancar meu coração com as próprias mãos, quando descobrirem que deixei você passar por aquela porta. - Joe disse ao apontar para porta.

- Só estava brincando ok. E eles jamais fariam isso. - Pensando consigo mesma que sim, eles provavelmente o torturariam primeiro.

- Ok nem você acredita nisso. 5 minutos, talvez mais e já estará pronto. É incrível como todo dia é uma sexta feira nessa cidade, e nas sextas feiras de verdade, tudo fica pior. - O homem falou ao desaparecer atrás do balcão entrando na cozinha.

Hope se levantou, apenas se encostando no balcão de frente para todo o bar, enquanto observava pessoas bebendo com amigos, comendo hambúrgueres. Ela conseguia até reconhecer alguns vampiros, bruxas e até alguns lobisomens, das chatas reuniões que participara com Rebekah, tudo sobre política blah blah e agora recentemente sobre os ataques que começaram acontecer seis meses atrás, pensando em como não estavam se atacando ao ficar por muito tempo no mesmo ambiente.

- Hope aqui! explosão de manteiga de amendoim, chantilly no fundo, como sempre. - Joe disse colocando gentilmente o copo de milkshake em cima do balcão.

- Obrigada Joe. As chaves estão aí? -Falou ao se virar para pegar o milkshake do balcão, deixando uma nota de 5 dólares, recolhendo seu capacete de cima do banco.

Joe puxou uma caixa debaixo do balcão, pegando um molho de chaves dentre as várias que haviam dentro da caixa, colocando as escolhidas em cima do balcão. - Não precisa devolver, tenho copias. E eu sei que você ama tanto ficar lá em cima desenhando e tudo mais, só não faça nada estúpido.

- Não sei como te agradecer Joe. Prometo não fazer nada estúpido. E diga ao Sebastian que mandei Oi. - Falou por cima dos ombros já abrindo a porta e subindo as escadas até o sexto andar para poder alcançar o terraço.
Joe era um grande amigo e ouvinte quanto Hope precisava, além de ser o irmão mais velho de Sebastian. E o dono do prédio.

 


Hope amava ficar sozinha observando tudo lá de cima, claro que possuía a vista do apartamento de Rebekah de frente para o Central Park, mas para ela não era a mesma coisa.
Alem de poder desenhar tudo ali de cima é claro. Ela preferia desenhar o pôr do sol ou o amanhecer, o que nunca fizera pois Joe só abre o bar durante a tarde então o nascer do sol era fora de questão. Agora com as chaves talvez pudesse se esgueirar sem que os outros moradores do prédio a vissem.

 

 

 

Amava o sabor desse específico milkshake, lembrava das vezes que ia aquela lanchonete em Mystic Falls com Elijah. Até mesmo aquele garoto que conhecera, que nunca mais ouvira falar. Qual era o nome dele mesmo?? Fernando? Landon? Algo com ando. Sua vida amorosa, era mais um desastre. Primeiro Roman aquele idiota, segundo aquele garoto que nunca mais viu, com nome ando. Tinha ainda Maya sua melhor amiga, elas se beijaram uma vez em uma estúpida festa do ensino médio antes do verão começar, festa que nem mesmo queria participar.

 

 

 

Sebastian e Maya a arrastaram e até mesmo tia Rebekah tinha os apoiado. Segundo ela, Hope precisava de amigos. Desde então as coisas entre ela e Maya estavam estranhas, talvez porque ela esperasse que Hope a pedisse em namoro ou algo assim. Estavam bêbadas e Hope estava se sentindo sozinha e vulnerável, isso é tudo que conseguia pensar ou sentir sobre. Ótimo uma das únicas amizades que conseguiu fazer nessa maldita cidade conseguiu estragar.

 

 

play- Dean Lewis - Waves (acoustic)

 

E tinha Josie, é claro. A primeira pessoa de quem gostara. Ela, Lizzie e Josie eram inseparáveis quando Hope ainda estudava na escola Salvatore mas Hope sempre foi mais próxima de Josie. Ela não entendia bem os sentimentos na época, e tentou esmaga-los de qualquer forma. E então Lizzie decidiu que a odiava, elas se afastaram e tudo mais aconteceu, e Hope decidiu ir o mais longe possível de Mystic Falls ou New Orleans quando seu pai, sua mãe e seu tio Elijah, se sacrificaram por ela, e jamais iria se perdoar por isso. Ela precisava fugir o mais distante possível da dor, mas não importava o quanto corresse ela a seguia.

 

 

 

Ela fora despertada de seus pensamentos, com seu celular vibrando exibindo mensagens de Rebekah.

 

 

 

"cadê você Hope?" "Hope?""onde você está?"

 

 

 

Respondendo imediatamente "Já estou chegando!"

 

 

 

Merda ela esqueceu que tinha que ir para casa, na verdade pensou que a tia não fosse chegar tão cedo, agora estava se sentindo culpada, Rebekah se esforçava para tentar deixar Hope feliz, e a garota era muito grata a tia e ao tio.
Nunca desceu seis andares de escada tão rápido em toda sua vida, por sorte seu apartamento não era muito longe dali e graças a moto que ganhara de Rebekah de aniversário, chegaria mais rápido do que se fosse pegar um taxi.

 

 

 

Entrou o mais rápido que pode no estacionamento do prédio, um dos enormes e luxuosos condomínios que cercam o West do Central Park. Foi direto ao elevador apertando 35 º andar. Hope amava a vista para o parque, mas odiava os seus vizinhos ricos, ela tentava ser normal.

 

 

 

O elevador se abriu.

 

 

 

- Tia Rebekah, eu parei no meio do caminho me desculpa - Hope começou a falar e caminhar até a sala de estar, ao se deparar com uma cena que fez seu coração saltar.

 

 

 

- Oi Hope - Falou com um sorriso uma garota de cabelos cor de chocolate sentada em um dos sofás, havia outra garota ao seu lado. Uma loira de muito bem vestida, que logo ao ver Hope revirou os olhos.

 

 

 

- Ótimo, a princesa finalmente chegou. - A loira falou ao se levantar.

 

 

 

- Você vai ficar parada encarando? - Disse a loira novamente ao cruzar os braços em tom de deboche.

 

 

 

Hope queria se mover, falar qualquer coisa que seja. Mas só conseguia olhar para a garota sentada sorrindo para ela. Josie.

 

 

 


Notas Finais


:))


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