História SummerSun (Adaptação G!P) - Capítulo 11


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Visualizações 227
Palavras 2.884
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite, espero que gostem da noite de amor das nossas protagonistas, boa leitura!!!!

Capítulo 11 - Noite Quente


Fanfic / Fanfiction SummerSun (Adaptação G!P) - Capítulo 11 - Noite Quente

Anteriormente em SummerSun:

Frustrada, Camila livrou-se das roupas e entrou debaixo do chuveiro. Deixou a água fria espalhar-se por todo o seu corpo, até se sentir melhor. Então se secou e, ainda envolta na toalha, serviu-se de um copo de limonada. Encolhida na cama, bebeu sua limonada e logo sentiu o calor envolvê-la de novo, pior do que antes. De certa forma, o fato de haver se refrescado tornava o calor ambiente ainda mais opressivo agora.

Refletiu sobre as alternativas de que dispunha. Dormir no barco seria impossível: ficaria acordada a noite toda, banhada em sua própria transpiração. Menos atraente ainda era a idéia de levar o colchão para o convés, onde os mosquitos a comeriam viva. Acalorada e frustrada, caiu na cama de novo.

A imagem de Lauren veio-lhe de súbito a mente. Lauren, desfrutando do conforto do ar condicionado do apartamento do andar de cima do SummerSun. O apartamento de seu pai, os quartos que deveriam ser dela! Lauren dormiria lá confortavelmente aquela noite, enquanto ela permaneceria acordada numa sauna, rezando para que o dia amanhecesse logo. Lauren escutaria música, leria, assistiria à televisão, faria tudo o que qualquer pessoa normal faz. Ela ficaria acordada num barco num rio tenebroso, esperando que uma leve brisa agitasse as cortinas esfarrapadas…

Era absurdo! Não aceitaria aquela situação!

Ficou de pé, decidida a pôr um fim àquele martírio. Não ia ficar num barco em ruínas longe de toda a civilização, enquanto Lauren Jauregui desfrutava de uma vida de confortos. De jeito nenhum.

Tremendo de raiva e indignação, Camila abriu com violência a gaveta sob cama, tirou um short limpo, uma camiseta e roupas intimas. Depois de vestir-se, agarrou a bolsa e saiu batendo a porta.

Já era mais do que tempo de Lauren e ela acertarem as contas.

Atualmente em SummerSun:

Camila entrou no apartamento de Lauren aos empurrões, sem notar a surpresa dela e sem se importar com suas observações. A única coisa que lhe chamou a atenção foi o friozinho delicioso do ar condicionado.

— Camila, que diabos…

Ela parou no meio da sala e olhou pela janela que ia do chão ao teto.

— Bela vista do Golfo — comentou, antes de se virar para observar o restante das acomodações.

Era um apartamento amplo e arejado, com móveis interessantes: algumas peças em carvalho branco, um sofá estofado e cadeiras de aparência confortável. As paredes eram azul-marinho, com remates em branco.

Irônica, ela anunciou:

— As cores são náuticas demais para mim, mas sem dúvida alguma, é fresco. Acho que dá para o gasto.

— Quer me dizer o que…

Numa das extremidades da sala, Camila avistou uma pequena cozinha e uma porta aberta, que dava para o quarto de dormir.

— É, parece bom — ela interrompeu o que Lauren ia falando.

— Obrigado pelo elogio à decoração. Tem mais alguma coisa a declarar?

— Tenho muitas coisas a declarar, Lauren. A primeira é que você vai sair daqui e eu vou me instalar. Pode pegar as suas roupas amanhã.

— De que diabo está falando? Não vou a lugar algum!

Ela ainda estava de pés descalços, com seu short caqui. Os músculos do tórax brilhavam com a luminosidade bronze da lâmpada.

Camila, então, sugeriu:

— Talvez queira vestir outra roupa antes de sair.

— Não vou sair.

— Odeio discordar de você, mas vou tomar posse deste apartamento agora mesmo. Se quiser saber o porquê, vou lhe contar com todo o prazer: o ar condicionado do barco pifou. Puf… Morreu. “Sua casa” está uma verdadeira sauna e não vou dormir lá. Nem hoje, nem nunca mais!

Lauren balançou a cabeça.

— E é um aparelho bem velho. Achei que você teria de trocá-lo, mais cedo ou mais tarde.

— Eu teria? — perguntou, estupefata. — Você o instalou, e você vai trocá-lo. O barco é seu…

— E você está morando lá de graça, Camila. Precisa assumir alguma responsabilidade, não acha?

O tom calmo e racional de Lauren não acalmava Camila nem um pouco. Na verdade, irritava-a ainda mais.

— Estou assumindo responsabilidades. Estou assumindo a responsabilidade sobre o apartamento do meu pai. Do meu pai — repetiu.

— E onde sugere que eu durma? Na praia?

Ela notou que Lauren não estava levando sua exigência a sério.

— Vá para um hotel. Para a casa de Arthur. Para a casa dos Perry. Vá para qualquer lugar, mas saia agora mesmo, Lauren. Estou cansada. Foi um longo dia e estou louca por uma boa noite de sono.

Lauren ficou em silêncio por um longo instante antes de dar um passo na direção dela. Devagar, com calma.

— Camila, você está exausta e nervosa. Vamos tomar um drinque e conversar. Vou dar um jeito, tudo vai ficar bem.

O tom gentil de sua voz não a acalmou.

— Ficar bem? Nós duas nunca vamos ficar bem, Lauren. Não há mais nada a dizer.

— Camila…

— Nem tente, Lauren. Não estou com a menor disposição. Você já fez todo o estrago que podia fazer.

— Que estrago?

— Vou lhe dizer que estrago! — ela gritou. — Primeiro, fica com o apartamento do meu pai e me enfia num barco com um condicionador de ar da década de vinte: depois, conta mentiras sobre mim para os Perry e…

— Ah, é isso? Não se preocupe, Camila. Na verdade, eu não lhes disse que…

— Não perca seu precioso tempo em explicações, Lauren. Não me importa mais. Só quero que vá embora. — Apontou-lhe a porta. — Estou cheia de você!

Lauren deu de ombros, virou-se e sentou numa das cadeiras confortáveis que Camila cobiçara desde o instante em que entrara no apartamento.

— Não vou sair de jeito nenhum — avisou. — Não sei qual é o problema, mas se não está confortável no barco e quer passar a noite aqui, fique à vontade. Seja como for, saiba que não vou abrir mão da minha cama… nem mesmo para você.

— Quero este lugar! Já! Neste instante!

Camila percebeu que estava sendo irracional: queria parar com aquela briga tola, mas não conseguia. A onda de emoções coléricas que a invadira no barco havia se transformado numa torrente incontrolável. Dessa vez, a última palavra seria dela.

— Me desculpe, Camila, mas você está agindo como uma maluca.

— Se fiquei maluca, a culpa é sua! E está mais do que na hora de acertarmos as contas, sra. Jauregui! — Ela notou que sua histeria aumentava, mas não fez nada para retomar o autocontrole. Talvez aquele fosse o único jeito de lidar com o turbilhão que havia dentro de si. — Finalmente, estou dizendo o que penso. Se não gosta, saia. Ou melhor, gostando ou não, saia. Saia!

— Camila, venha cá… Sente-se ao meu lado e se acalme, sim? — tentou Lauren de novo. — Vou lhe servir um copo de vinho, vamos relaxar e conversar como pessoas civilizadas.

— Não me trate desse jeito, Lauren. Sou perfeitamente civilizada e não gosto de ser tratada como uma criança histérica!

— Então não se comporte como tal.

— Não ouse…

— Chega, Camila. Aja como adulta ou vá para casa.

— Não vou voltar para aquela sauna!

— Então, volte para Atlanta!

— Nunca!

Lauren se levantou e deu um passo na direção dela.

— Que tal tentarmos nos acalmar, hein? — Ao perceber que Camila reagia à mão que lhe estendia com um gesto de autodefesa, ela exclamou: — Pelo amor de Deus, Camila, não vou bater em você!

— Quem me garante? — perguntou ela, quase berrando.

— Camila…

Lauren estendeu a mão de novo. Rápida como um raio, ela recuou e pegou um vaso de cima da mesa, erguendo-o com as duas mãos e mirando diretamente a cabeça dela.

— Não me toque! Estou cheia de você!

— Deus do céu, você só pode estar maluca mesmo…

Antes que Camila pudesse reagir, ela segurou-lhe o braço e arrancou-lhe o vaso das mãos, colocando-o no chão. Então, agarrou-a pelos ombros, impedindo-lhe os movimentos.

— Poderia ter me matado, mocinha.

— Era a minha intenção! — Camila se contorcia e batia nela, tentando se libertar.

Lauren puxou-a mais para perto e passou os braços em torno dela com firmeza.

— Camila, você está errada a meu respeito. Eu não sou o inimigo…

— Ah, não? E quem mais poderia ser?

— Talvez você seja seu próprio inimigo.

— Isso é ridículo! — ela gritou, tentando acertar-lhe um bom chute.

Segurando-a contra o próprio peito. Lauren ergueu-a do chão para evitar os golpes.

— Sua atitude mostra que não me enganei, Camila.

Ela sentiu-se presa e isso foi o bastante para fazê-la debater-se com desespero ainda maior. Ao perceber que seus esforços eram inúteis, empurrou os ombros de Lauren com as duas mãos. E, como suas palmas estivessem úmidas, suadas, deslizaram pela pele morena até alojarem-se de encontro ao peito.

Por algum estranho motivo, o embate tinha adquirido um contexto erótico. Camila tentou ignorar o fato de que Lauren estivesse tremendamente excitada, mas foi impossível manter-se alheia a pressão causada pelo volume que se formara na parte dianteira do short dela.

Essa constatação aumentou-lhe a aflição.

— Solte-me!

— Não…

Camila mirou um pontapé na barriga da perna dela e sorriu de satisfação, quando Lauren gemeu e a largou. Num instante, escapou e fugiu em direção ao quarto. Se conseguisse entrar e se trancar lá dentro, o quarto seria seu. Em noventa por cento dos casos, a lei defende quem tem a posse, dissera Lauren. Agora, usaria aquelas palavras contra ela!

O plano, porém, acabou falhando. Muito rápido e ágil, Lauren arremessou o corpo de encontro à porta, impedindo-a de fechá-la. Na pressa, ela calculou mal o potencial de sua força e o imprevisto aconteceu: o impacto impulsionou Camila para trás, fazendo com que ela caísse de costas sobre a cama; Lauren, que perdera o equilíbrio quando a porta se escancarou, foi precipitar-se bem em cima dela.

Por um instante, Camila ficou sem respirar. Então, começou a lutar novamente.

— Levante, sua... sua tonta! — ela gritou. — Saia de cima de mim!

— Só quando você parar de agir como uma louca varrida.

A respiração de ambas estava acelerada e seus corações, tão próximos, batiam com violenta intensidade.

— Louca é…

— O que é isso, Camila? O que esta acontecendo com você?

— Não sou eu, é você! É você quem está arruinando a minha vida, dizendo às pessoas que não resisto ao seu charme, dizendo que é por sua causa que ainda estou aqui…

Lauren ergueu a cabeça e fitou-a. Seus olhos brilhavam com a luz fraca do quarto.

— Nunca falei isso, Camila.

— Mas você disse…

— E você deveria saber que eu estava brincando.

— Então por que…

— Porque é verdade. — A voz dela agora era baixa e rouca. — Não falei a ninguém, mas estou falando para você. A atração que existe entre nós é o motivo pelo qual estamos aqui. Agora. Deste jeito… Não é, Camila?

Ela não conseguia responder. Sentia como se os pulmões ardessem por falta de oxigênio. Queria gritar que estava tudo errado, que não desejava nada daquilo que estava acontecendo entre ambas… Mas seria uma mentira. Desde o momento em que Lauren a beijara na praia, era exatamente aquilo o que ela queria. Lauren Jauregui a perturbava. Ela a levava à loucura. Era a mulher mais atraente que já conhecera.

— Camila… — Lauren tocou em seu rosto.

Ela não conseguia articular uma palavra sequer. Tudo o que podia fazer era sentir. Sentir o peso do corpo maravilhoso, a curva sensual da boca tão próxima a sua, o hálito quente dela em seu rosto, o toque da ponta dos longos dedos sobre sua face e sobre seus lábios. E essas sensações libertavam todas as emoções que lutara tanto para conter. Passando os braços em torno das costas musculosas, colocou a ponta do dedo de Lauren na boca e provou o gosto salgado de sua pele com a língua.

Quando viu o olhar de desejo que transformara a expressão de Lauren, deixou que seu corpo respondesse inteiramente ao dela. O tórax comprimia-se contra ela e Camila percebeu que seus mamilos tiniam e endureciam sob a blusa. Os olhos de Lauren lhe diziam que ela também já havia se dado conta disso. Com um gemido de satisfação, ela tirou-lhe o dedo da boca e juntou seus lábios aos dela.

Camila fechou os olhos. Lauren beijou-a com ardor.

A língua dela invadiu-lhe prazerosamente. Ela sentiu um calor crescendo lentamente dentro de si: seu corpo parecia pesado e fraco, como se todos os ossos e tendões estivessem se derretendo com o calor do abraço. Aquele calor se espalhou por todo o seu ser.

Lauren beijou-a no pescoço, escorregando os lábios pelo maxilar até a orelha. A respiração dela, quente, junto à sua pele, provocava-lhe pontadas de desejo por todos os terminais nervosos.

— Não falei aos Perry que você estava aqui por minha causa — murmurou ela. — Menti, Camila. Essa era a minha fantasia secreta, porque desejava que me quisesse tanto quanto eu te queria.

Ela sabia disso. Sempre soubera, mas tocou-a profundamente ouvir isso dela. A fantasia de seu desejo mútuo se tornara realidade.

A língua de Lauren fazia cadeias enlouquecedoras dentro da concha de seu ouvido. Retesando-se, Camila apertou os braços ao redor das costas dela. Sentia a pele de Lauren úmida e flexível em suas mãos. Então, ela insinuou uma das pernas musculosas entre as dela, transmitindo-lhe ondas de calor. O coração de Camila batia descontrolado e sua respiração se acelerou como se tivesse corrido quilômetros.

Os lábios de Lauren juntaram-se aos dela novamente, num beijo longo, completo e profundo. Dessa vez Camila explorou a boca de Lauren com a língua, prendendo a dela com os dentes. Tudo aquilo podia ser uma fantasia irracional, mas ela não queria que tivesse fim.

Lauren enfiou a mão dentro da sua blusa e procurou o fecho do sutiã. Depois de abri-lo, cobriu-lhe os seios com as mãos, esfregando a palma contra o mamilo até Camila sentir um desejo torturante percorrê-la dos pés à cabeça.

— Oooh, Camila — ela sussurrou. — Como é bom sentir seu corpo assim… Oooh, é tão bom! — Tirou-lhe a blusa pela cabeça e jogou o sutiã no chão. — Quero vê-la inteirinha… Tocá-la inteirinha.

Ela gemeu de prazer quando Lauren colocou o mamilo rígido na boca. Passou os dedos pelo cabelo dela e puxou-a mais para perto.

Despindo-lhe o short, Lauren passou a mão pela pele sensível da parte de dentro de suas coxas.

— Sabia que você tinha belas coxas — murmurou em voz rouca.

Então encontrou a calcinha e tirou-a com um puxão. Camila estava toda úmida e quente, e os dedos de Lauren a acariciaram até ela gritar de desejo. A tensão interior crescia e transbordava, criando ondas de indescritível excitação. Camila experimentava um intenso desejo por ela, uma febre imperiosa, uma necessidade que precisava ser saciada.

— Sente como é bom estarmos juntas, Camila? — Lauren sussurrou. — Sei que pode ficar melhor ainda. Quero lhe mostrar, quero…

Ela estava sem voz para responder. Com as mãos trêmulas, lutava para abrir o zíper do short de Lauren. Finalmente, conseguiu dizer:

— Lauren, me ajude…

Ela tirou o short, chutou-o para o chão e segurou as mãos de Camila entre as suas.

— Toque-me, Camila… Toque-me, por favor!

Camila pôs a mão onde ela mais queria, acariciou-o e sentiu-o enrijecer.

— Oh, Camila! O que faz comigo… Você me deixa louca!

Camila continuou a lhe acariciar o membro ereto, enquanto baixava a cabeça e tocava os mamilos dela com a ponta da língua. Era lasciva e selvagem, não era mais ela mesma e ao mesmo tempo, era mais ela do que jamais pensara poder ser.

Cobriu os lábios de Lauren com os seus para um longo beijo, então afastou um pouco o rosto.

— Você tem uma linda boca — sussurrou. — Mesmo quando eu a odiava, reparava na sua boca… adorava a sua boca.

— E você tem lindos seios. — Lauren beijou um, depois o outro. — E sua pele é linda, também. — Passou a língua levemente pela barriga dela. — Mesmo quando achava que a odiava, reparei nos seus seios e na sua pele. Mas nunca imaginei como seria bonita aqui. — Os lábios de Lauren encontraram a suave umidade entre suas pernas. — Nunca imaginei que seria doce assim.

A língua dela era mágica e transportava-a para fora de si até não restar nada além de um desejo arrebatador, que a deixava sem fôlego. A tensão era insuportável: Camila queria gritar, mas só conseguiu murmurar.

— Oh, Lauren, eu te quero tanto…

Devagar, suavemente, Lauren a penetrou. O calor e a robustez de seu membro preencheram-na e ela o envolveu com um sexo ardente e receptivo, cravando-lhe os dedos nos músculos das costas. Entrelaçados, seus corpos se moviam em harmonia, num ritmo lento e perfeito.

Lauren parou de se mover para tirar uma mecha de cabelos do rosto dela.

— Você está bem? — ele sussurrou.

Camila sorriu para ela com olhos sonhadores e distantes.

— Estou mais do que bem… Oh, Lauren, estou no paraíso!

— Eu também.

Penetrou-a com mais força, seu coração disparou e o sangue pulsou com violência.


Notas Finais


Desculpem os possíveis erros de português! Espero que tenham gostado do capítulo com xablau kkkk comentem, favoritem, compartilhem/divulguem!!!!!!


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