História SummerSun (Adaptação G!P) - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Visualizações 86
Palavras 2.785
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa tarde pessoas lindas, como estão? Espero que bem, já estamos na metade de fic :( :( obrigado pelo carinho que vocês estão tendo com a fic, fico muito feliz com todas as mensagens que recebo!! Me indiquem alguém que faça capa para fics!! Enfim, boa leitura!

Capítulo 14 - Complicações


Anteriormente: 

Antes que ela reagisse, a conversa foi interrompida por uma discussão muito mais violenta na cozinha.

— Mulher, onde você pôs a minha faca de limpar camarão? Aposto que a escondeu! — gritou Arthur.

— Seu estúpido, ela está na gaveta onde você a deixou! Será que é tão teimoso, a ponto de sequer admitir que não a viu? — replicou Verônica.

— Como vou ver, se não está aqui?

— Saia do caminho, vou lhe mostrar onde está!

Atualmente:

As palavras de Verônica foram seguidas pelo barulho de talheres indo ao chão.

Lauren deu de ombros e seguiu para o bar. Depois de alguns passos, parou e voltou-se para Camila.

— Funciona muito bem, não?

— O quê?

— Essa filosofia sua e de Verônica: você na sua e eu na minha. — Como Camila não responde acrescentou: — Bom, deixo Verônica e Arthur por sua conta. Você a contratou, então cuide das confusões que ela criar. Já tenho problemas demais.

Camila se levantou e foi para a cozinha, aliviada. Pelo menos por enquanto, iria tirar da cabeça seus próprios problemas.

— O que está acontecendo? — perguntou, entrando na cozinha. E a primeira coisa que viu foi uma gaveta virada, tombada ao lado de um monte de facas, colheres e conchas.

— Arthur estava demonstrando sua força e tirou a gaveta do armário — explicou Verônica. — Agora vai ter de arrumar a confusão.

— Essa mulher — falou ele, apontando para Verônica — anda mexendo nas minhas coisas. Ela é quem terá de arrumar tudo.

— Eu… — principiou Vero.

— Mas só depois de encontrar minha faca de limpar camarão.

— Nunca mexi nas suas coisas — Vero conseguiu falar. — Camila e eu passamos duas horas limpando a cozinha depois da festa, ontem, e coloquei tudo no seu devido lugar.

— Então, onde está a minha faca?

— Bem, estava na gaveta: agora deve estar no chão. — Verônica foi até a pilha de talheres e observou com cuidado.

— Trate de encontrá-la — exigiu Arthur.

Ela se inclinou elegantemente com um gesto dramático. Agitando os ruidosos braceletes em seus pulsos, pescou a faca da pilha e estendeu-a a Arthur.

Ele a pegou sem dizer nada e evitou os olhos da ex-esposa. Um silêncio desconfortável invadiu a cozinha.

Camila pigarreou.

— Hã… Acho que tudo acabou bem, não? Arthur está com a faca de limpar camarão, e Verônica e eu escapamos da forca.

O mestre-cuca cruzou os braços sobre o peito, em absoluto silêncio.

Camila tentou de novo:

— A salada de camarão estava deliciosa, Arthur. Apreciamos muito, não é, Verônica?

Verônica concordou com um gesto de cabeça.

— Senti vontade de fazê-la. Às vezes tenho vontade. Outras vezes, não — disse ele.

— Eu sei, eu sei, todos nós temos nossos dias — falou Camila, conciliadora.

Ela dirigiu-se para a porta. Iria aproveitar aquele momento de paz para fazer uma retirada estratégica. Uma outra observação de Verônica, porém, a fez parar no meio do caminho:

— A salada de camarão do restaurante de Ben Crowley é muito boa, também.

— Como sabe disso? — perguntou Arthur.

— Passei por lá para comprar uma e levar para casa, ontem à noite.

— Eu fiz salada de camarão no SummerSun e você foi comprar a do Crowley? — perguntou Arthur em tom ameaçador.

— A sua havia acabado.

— As mulheres que vieram à festa adoraram, Arthur — interveio Camila. — Comeram tudo num piscar de olhos.

— E aí você decidiu experimentar a do Crowley? — Ele não tirava os olhos da ex-esposa.

— É, decidi — respondeu Vero.

— Mesmo sabendo que aquele fulano não distingue coentro de manjericão?

— Bem, Crowley pode não ser um especialista em temperos, mas no fim das contas, a comida dele não é nada ruim. E ele é um cavalheiro, um homem muito gentil. Enquanto eu esperava, serviu-me um copo de vinho. Falou que eu parecia cansada. Falou que eu parecia estar precisando de uma boa massagem.

— Deixou aquele sujeito lhe fazer massagem? — rosnou Arthur.

— Eu disse isso? Camila, eu disse isso?

Camila decidiu ficar de fora da batalha que se anunciava.

— Ben Crowley é um perfeito cavalheiro em todas as ocasiões. Falou que eu parecia estar precisando de uma massagem. Aqui, onde meus músculos costumam ficar muito tensos. — Verônica esfregou o pescoço, o tempo todo observando a reação de Arthur.

— Sei tudo sobre os seus músculos — ele grunhiu.

— Ora, claro que sabe — falou ela, em tom afetuoso.

— E se precisar de massagem, você…

— O que, Arthur?

— Você… fique longe de Ben Crowley.

— Ficar longe? — Verônica gritou, incrédula, aproximando-se de Arthur com as mãos nos quadris. — Está me dizendo o que fazer? Não me diga o que fazer, e não é da sua conta se…

Arthur ficou plantado do outro lado da pilha de talheres.

— Certas pessoas simplesmente não sabem o que é melhor para elas.

— Ora, se está se referindo à minha pessoa, sei muito bem o que é melhor para mim. Não preciso de seus conselhos. — Verônica chegou até a pilha e olhou para Camila como se nada pudesse detê-la, nem os talheres nem Arthur.

Camila percebeu que era hora de interceder:

— Lembrei de uma coisa, Verônica. Temos um prazo a cumprir e não há um minuto a perder. — Aproximou-se e agarrou o braço da amiga.

— Espere — ordenou Arthur.

— Temos de levar o anúncio classificado ao jornal — continuou Camila, afastando Verônica do adversário. — O balcão de anúncios fica aberto só até as quatro horas: se não formos hoje, o aviso não vai sair na edição desta semana.

— Espere — repetiu Vero, imitando Arthur.

Camila não estava disposta a obedecer a nenhum dos dois:

— Vamos. Agora.

Enquanto Arthur as observava, imóvel e calado, ela guiou Verônica para fora da cozinha.

— O que está fazendo? — Camila perguntou a Verônica, enquanto atravessavam o salão. — Tentando tirá-lo do sério com essa história de Crowley?

Vero sorriu. Sua irritação anterior desaparecera.

— É mesmo um homem muito ciumento, não?

— E você o está provocando deliberadamente.

— Não preciso me esforçar. Ele é assim.

— vero, sei que está acontecendo algo entre você e Arthur. Você o quer de volta, não é? Foi por isso que retornou a Cypress Key.

Ela sentou-se a uma mesa no meio do salão. Verônica se sentou ao seu lado, ainda sorrindo.

— Digamos que, no que se refere a mim e ao meu ex-marido, a esperança vence a experiência. Mas, o que estamos fazendo aqui? E essa história de prazo?

Camila desistiu de tentar entender aquela situação impossível entre Verônica e Arthur.

— É sobre o anúncio classificado. Para contratarmos um garçom.

— Ah, sim. Um garçom. — Verônica deu um riso malicioso. — Como planejamos, um garçom jovem e bonito… Pena que não dá para escrever isso no jornal.

— Não, mas você deverá ser bem rigorosa na entrevista.

Camila mostrou o anúncio a Verônica.

— Parece bom.

— Ótimo. Podemos incluí-lo no próximo número. Agora precisamos pensar na melhor maneira de anunciar que vamos abrir o Salão do Caribe para almoços. Eis a minha idéia. — Camila estendeu o caderno a Verônica. — Só algumas palavrinhas em negrito. Sem ilustrações. Barato, mas atraente. Acho que vamos fisgar uma boa clientela, não acha?

— Querida, você é um gênio da publicidade. Agora, precisaríamos de um cupom de desconto…

— Aqui está.

— Quando fez tudo isso?

— Bem, as idéias já estavam na minha cabeça, mas coloquei-as no papel hoje.

— Uau! Sua habilidade é espantosa. Posso levar tudo isso ao jornal e eles imprimem como está. Você anotou até mesmo o tamanho do tipo a ser usado.

— É, incluí todas as especificações. Acho que não terão problemas.

— Ora, ora… Você tem talento, garota!

Enquanto Verônica analisava o anúncio, Camila tinha a cabeça bem longe dali. Ainda pensava na cena que acabara de testemunhar. Lauren dissera que as explosões entre duas pessoas podiam significar mais do que um conflito. Segundo Verônica, as explosões que tinha com o ex-marido significavam paixão. Mas, e quanto a Lauren e ela própria? A relação delas era explosiva, mas a afeição que existia entre Verônica e Arthur não existia entre ela e Lauren. Aqueles dois tinham entre eles uma história de relacionamento amoroso. Ela e Lauren, ao contrário, haviam sido adversárias desde o princípio.

E agora, pensou, mesmo a paixão se fora. Sabia que o verdadeiro oposto do amor não era o ódio, mas a indiferença. E fora o que vira no rosto de Lauren ao se afastar dela naquela manhã: fria indiferença.

Verônica interrompeu-lhe os pensamentos:

— Acho ótimo. Quer que eu leve o anúncio ao jornal?

— Boa idéia, Vero. Acho que eles não terão problemas, mas se tiverem, e só me telefonar.

Depois que Verônica saiu. Camila achou que deveria ter ido pessoalmente ao jornal, aproveitando a oportunidade de se afastar do SummerSun e de Lauren. Mas não fora; escolhera ficar no meio do que considerava um verdadeiro turbilhão.

Não importava. Do salão, tinha visto Lauren sair para uma caminhada na praia com Bob. E, quando ela chegara ao terraço e fitara a praia, os dois já estavam fora de vista. Que ironia! Embora tivesse sido ela quem sugerira que cada uma seguisse o seu caminho, Lauren Jauregui fora a primeira a fazê-lo.

Ótimo. Ótimo mesmo. Podia cuidar sozinha do Salão do Caribe e, mesmo com alguns devaneios ocasionais, fazer tudo o que precisava ser feito. Verônica tinha razão: os anúncios haviam ficado muito bons e ela conseguira elaborá-los apesar de seu estado emocional instável. Era evidente que Lauren não a perturbava tanto quanto imaginara.

Sentindo-se mais segura de si, dirigiu-se ao bar, onde sabia que encontraria Buck. Estava na hora de testar o clima, ver o que ele e o pessoal do bar pensavam a respeito de seus planos.

— Venha, Camila, tome um drinque. É por conta da casa — saudou Buck, com o bom humor de sempre.

Ela sentou-se ao balcão e pediu a costumeira água mineral.

— Ouvi dizer que anda muito atarefada — comentou ele, depois de lhe servir a bebida, acrescentando uma rodela de limão.

— Hã? — perguntou Camila. Como esperara, eles andavam comentando no bar sobre a festa do dia anterior.

— Pois é. Soube que inaugurou o salão e trouxe um bando de mulheres para cá.

Camila não gostou do modo como ele disse aquilo, mas tentou ignorá-lo.

— Então, deve saber também do incidente com o vestido da sra. Perry. A esta altura, a cidade toda deve estar sabendo que derrubei chá gelado em seu peito. — falou ela, após uma pausa.

— Um alvo difícil de errar. — Buck fez uma careta. — Não comente com ninguém, mas a velha bem que podia fazer um pouco de regime. — Ele pôs-se a polir o balcão com seu pano limpíssimo.

— Fora isso, foi tudo bem. — Camila tentou mostrar-se orgulhosa.

— Planeja dar outro almoço na segunda-feira que vem?

— Claro, se houver encomenda. De qualquer modo, vamos abrir para o almoço todos os dias.

— É, alguns homens andam falando que logo vai haver uma porção de mulheres por aqui.

— E daí?

— Ah, nada.

Buck poliu o balcão com mais vigor.

— Ora, Buck. O que é que eles falam?

— Que… que todas essas mulheres talvez… sabe como é, atrapalhem a liberdade deles.

— Ah, é? — Camila quase derrubou o copo no balcão. — E o que acontecerá, se a liberdade deles for impedida?

— Ora, eles podem simplesmente ir almoçar em outro lugar. — Buck olhou de soslaio para Camila, esperando pela reação.

Uma reação que aliás, surpreendeu a si mesma. Com toda a calma, ela retrucou:

— Isso é ótimo! Se forem embora, então as mulheres podem tomar todo o lugar, o salão e o bar também. Vamos fazer desfiles de moda e demonstrações de cosméticos. Talvez, até chás de Panela. — O sarcasmo jorrava de suas palavras. — Ah, teríamos inúmeras atividades aqui na hora do almoço, se não houvesse homens por perto!

— Eu não quis irritá-la, Camila. Só estava prevenindo você a respeito de como os homens se sentem.

— Quem disse que fiquei irritada? — Ela sabia que não poderia sustentar aquilo por mais tempo, porque as lágrimas começavam a brotar de seus olhos.

Por sorte, um dos remanescentes do almoço pediu outra cerveja e Buck foi servi-lo. Camila respirou fundo. Lauren não a queria por perto. Agora parecia que Buck e seus camaradas sentiam o mesmo. Lideradas pela sra. Perry, as mulheres provavelmente assinariam uma petição para expulsá-la da cidade!

Ela tomou outro gole da água e tentou não pensar nas últimas vinte e quatro horas, as piores de sua vida. E não havia nenhum sinal de que o dia fosse melhorar.

Nem chegou a notar que Dinah se sentara a seu lado.

— Qual é o problema, Camila? Parece um pouco deprimida.

— Quem, eu? — Camila tentou sorrir.

— É. Acho que as coisas não vão indo muito bem. E eu não gostaria de acrescentar outro problema aos que você já tem, mas…

— Oh, vá em frente, Dinah. Acrescente outro, sim — insistiu Camila.

— Bom, algumas das garçonetes me pediram que falasse com você.

Camila não tinha a mínima idéia do que viria a seguir, mas algo lhe dizia que não eram boas notícias.

— Não gosto nem um pouco de lhe dizer isso…

— Já ouvi isso hoje… Todo mundo chega e diz que não quer me falar alguma coisa, mas acaba falando. Vá em frente, Dinah.

— Soubemos que vai contratar garçons para o almoço e algumas de nós… algumas das garçonetes… acham que isso não seria correto.

— E era correto Lauren encher o lugar de mulheres bonitas?

— Creio que isso não vem ao caso agora. Estamos aqui, e ninguém jamais reclamou. Mas, como você sabe, não é legal especificar o sexo dos candidatos em anúncios que oferecem emprego, Camila.

— Para grandes empresas, talvez, mas não para o SummerSun — argumentou Camila.

— Para qualquer negócio com mais de quinze empregados. E estamos perto desse número. Estou fazendo um curso de direito comercial, e tento me manter informada.

Camila começou a se sentir completamente derrotada.

— Então Lauren pode contratar mulheres para usar esses uniformes ridículos sem nenhum problema, mas eu não posso contratar um homem para servir os fregueses no salão? — Ela ergueu os olhos para o teto. — Não existe justiça no mundo?

— Não é assim tão importante, Camila, mas achei que devia saber.

— Oh, é muito importante, Dinah, como todo o resto que acontece por aqui. Imagino que se eu contratar um homem, alguém vai me processar.

— Não falei isso. Não creio que ninguém vá realmente processá-la, mas as garotas estão descontentes. Uma das garçonetes falou em fazer greve e outra disse que escreveria uma carta ao jornal…

— Não acredito! Tudo o que faço se volta contra mim!

— Sei que trabalha duro, mas há certos aspectos envolvidos na direção de um restaurante que…

— E hoje estou trombando com os “aspectos”. — Camila deslizou para fora do banco. Pensava num jeito de se recuperar do último desastre. A idéia lhe ocorreu antes que seus pés tocassem o chão. — Nos dias de hoje, creio que concordará que a palavra “garçom” pode se aplicar a uma pessoa de qualquer sexo. Estamos anunciando no jornal que precisamos de um garçom. Vou entrevistar qualquer um que apareça, inclusive qualquer uma das mulheres que queira trocar de turno. Depois, então, tomarei a decisão.

— Oh, sei que tomará a decisão certa, Camila. Detestaria que você desanimasse e fosse embora.

— Desanimar? — Camila deu um riso sem graça. — Acho que essa não é a palavra mais adequada… Mas não se preocupe. Vou ficar, Dinah. — Ao se virar para sair do bar, gritou por cima do ombro: — E se alguém perguntar por mim, vou à cidade comprar um condicionador de ar. Depois vou para casa ligar o aparelho e tomar um pouco de ar fresco.

Camila saiu ao terraço. Havia prometido reservar um tempo todas as tardes para ver o pôr-do-sol. Forçou-se a fazer isso, mas os belos matizes não a atraíam naquela tarde. Só serviam para lembrá-la do que acontecera no curto espaço de tempo desde o último pôr-do-sol.

Desceu as escadas, atravessou o estacionamento e chegou ao carro. Fizera só uma coisa sábia entre aqueles dois entardeceres: falara com Harry Stiles. De certo modo, isso equilibrava a balança.


Notas Finais


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