História SummerSun (Adaptação G!P) - Capítulo 16


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Visualizações 156
Palavras 3.215
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Estamos em reta final! Provavelmente três a quatro capítulos para o fim de SummerSun! Espero que apreciem o capítulo!

Capítulo 16 - Apaixonada?


Fanfic / Fanfiction SummerSun (Adaptação G!P) - Capítulo 16 - Apaixonada?

Anteriormente:

Todos gritaram ”viva” e se juntaram em torno de Arthur e Verônica. Todos, exceto Lauren, que ficou à parte. Camila notou que Lauren não olhava para o casal feliz. Olhava para ela. Deliberadamente, virou a cabeça e olhou para o outro lado.

Atualmente:

Alguns dias depois:

Lauren praguejou e ajeitou a gravata-borboleta.

— Sei que é o dia do seu casamento, Arthur. Mas tinha de sugerir traje a rigor?

— Foi idéia de Verônica, que queria um casamento formal. Também não gosto destas frescuras.

— Podíamos usar só terno preto.

— Lauren, você não tem terno preto. Nem eu. — Arthur riu. — É melhor nos rendermos ao formal do que sair para comprar um terno.

— Isso é verdade. Mas, com um terno simples, eu poderia usar uma gravata normal. Não consigo ajeitar esta coisa direito. — Parou em frente ao espelho, tentou de novo e falhou. — Vocês não podiam se casar no cartório?

— Foi o que fizemos da primeira vez. Acho que Verônica pensa que se fizermos algo diferente hoje, vai durar para sempre.

— E o que está achando, Arthur? Somos amigos há bastante tempo. Qual é a verdadeira história?

— Olhe aqui, deixe que ajeite isso para você. Vai ficar aí o dia todo. — Arthur afrouxou a gravata-borboleta de Lauren e deu um nó perfeito. — Pronto. — Recuou e admirou o seu trabalho. — Quer mesmo saber o que acho?

— Foi o que lhe perguntei, amigão — confirmou Lauren.

— Bem, uma mulher como Verônica é como uma droga para um viciado. Não dá para viver com ela, mas também não dá para viver sem ela. Ela me deixa louco.

— Não parece muito recomendável.

— Mas é, Lauren. É o tipo de loucura de que preciso. Sou louco por ela. Sou perdidamente apaixonado por essa mulher.

— Talvez os dois devessem tentar viver junto por uns tempos.

— De jeito nenhum. Para Verônica é casamento ou nada. E para falar a verdade, para mim também. — Arthur estendeu a Lauren um cravo vermelho. — Você é a minha "padrinha". Ponha isto na lapela.

— Ah. Tudo bem.

Lauren tentou enrolar o cabo da flor no falso botão da lapela, sem sucesso. Arthur correu para ajudá-la novamente.

— Ainda bem que é o meu último casamento. Arrumar você não é fácil. Isso se chama bontonnière e é assim que se coloca. — Fixou-a na lapela de Lauren. — Ainda parece preocupada, o que é?

— Nada.

— Acha que vai haver problemas na cozinha entre mim e Verônica? Esqueça. Ela faz o almoço e eu faço o jantar. Não vai mais haver desentendimentos.

— Espero que esteja certo. As coisas têm andado já bem agitadas desde que… Bem, neste último mês. Ou melhor, nos últimos dois meses. Mas não é isso o que me preocupa, na verdade.

— Mesmo?

— Não, estou preocupada com algo muito mais sério.

— O que é, Lauren?

— Durante a cerimônia, quando chegar a hora de eu lhe entregar a aliança, o que acontecerá se eu a derrubar?

Arthur soltou uma risada melodiosa.

— Oh, nada. Eu apenas a mataria. — Veio um som de piano lá de baixo. — Vamos descer. Estou pronto para me casar.

Camila escutou a música com um arrepio de ansiedade. Com os dedos trêmulos, ajeitou a grinalda de flores de seda nos cabelos escuros de Verônica pela décima vez.

— Está ótimo, Camila. Não fique remexendo.

— Não posso evitar. Estou tão nervosa. — Camila deu uma risada. — Você é quem vai casar e eu é que estou nervosa!

— Nunca estive tão calma.

— Não é possível!

— É sim, querida, porque desta vez sei o que estou fazendo. Estou me casando com o homem que amo e não poderia me sentir mais segura. Nunca devia ter me divorciado de Arthur. Senti falta dele desde o primeiro dia de separação. É o que acontece com alguns homens e mulheres: nasceram para viver juntos. — Com mãos notavelmente firmes, Verônica tocou na grinalda. Depois, deu um sorriso tímido. — É o que acontece com você e Lauren.

— O quê? Não seja ridícula, Vero. Lauren e eu nem devíamos ser mencionadas numa situação destas. Agora vire-se e deixe-me ver as costas.

— Minhas costas estão ótimas, não mude de assunto. Vejo como ela olha para você. Vejo como você olha para ela.

— Não é o que parece. Lauren e eu somos parceiras comerciais. Não, nem mesmo parceiras. Somos sócias e, se eu fico observando-a, é para ver se não me rouba às escondidas. Ela fica na dela e eu fico na minha.

O riso de Verônica transformou-se numa sonora gargalhada.

— É, eu sei. Exatamente como Arthur e eu. — Escutaram o pianista iniciar a marcha nupcial. — Vamos lá, madrinha. Estão tocando a minha canção.

O sol brilhava e uma pálida brisa acariciava o cabelo de Camila. Ela caminhava solenemente pelo tapete vermelho colocado sobre o terraço, e os convidados se viravam para admirá-la. A distância, as ondas lambiam calmamente as areias da praia.

Arthur parecia muito sério ao lado do padre. Um leve sorriso pairava em seus lábios, e Camila pensou ver-lhe no rosto um ar de aprovação quando ela chegou ao fim do terraço e tomou lugar ao lado de Lauren. Durante toda a caminhada, esforçara-se para acompanhar o ritmo da música e não olhar para Lauren. Mas agora precisava cumprimentá-la. Dirigiu-lhe um sorriso, ao qual ela retribuiu meio contra a vontade. Verônica dissera que ela a observava o tempo todo e isso lhe pareceu verdade naquele momento. A intensidade daquele olhar a deixava desconfortável; mesmo assim, não conseguia tirar os olhos dela. Tentou sorrir de novo. Seus lábios estavam secos e trêmulos. Seria absurdo imaginar, como Verônica havia afirmado, que tinham nascido uma para a outra.

Lauren realmente a observava com atenção. Notou o azul-cobalto de seu vestido, a seda suave roçando-lhe as pernas, as flores em seu cabelo. Camila estava tão bonita, jovial e vibrante que chegava a lhe doer. De perto, quase podia sentir a energia que emanava dela. Atraía-a como um imã.

Só desviou os olhos dela quando a música mudou de ritmo e Verônica surgiu. Todos se viraram para vê-la sair do SummerSun de braços com Buck, solene e sofisticada em seu vestido rosa-claro de renda. Buck nem tentava esconder o entusiasmo. Parecia um pai orgulhoso.

O padre deu um passo à frente. Verônica, deslumbrante, sorriu para Arthur e a cerimônia começou.

Horas mais tarde. Lauren tirou o paletó, afrouxou o nó da gravata e apoiou-se no balcão com uma taça de champanhe na mão.

— Que diabo fez com o meu cachorro?

Bob estava sentado nas patas traseiras, com a língua cor-de-rosa de fora. Em volta do pescoço do cachorro havia um vistoso buquê de flores.

Camila enrolou cuidadosamente o resto do bolo de casamento em papel alumínio. Todos os outros restos tinham sido jogados no lixo, os pratos empilhados para o pessoal da limpeza lavar na manhã seguinte, e os últimos convidados haviam partido.

— Refere-se a esse colar? Achei que seria bem festivo.

— Parece um maricas. Como fez isso?

Ela guardou o bolo no refrigerador.

— Flores artificiais e um pouco de cola. Gracinha, não é?

— Bob é muito macho, não é nenhuma gracinha.

Camila notou o ar zombeteiro no rosto de Lauren e relaxou um pouco. Era a primeira vez em que ficavam sozinhas nas últimas três semanas. Ela ainda vibrava de euforia pela cerimônia de casamento e via que Lauren também estava de bom humor, talvez porque finalmente pudera tirar o paletó e afrouxar a gravata-borboleta. O que era uma pena, porque ela, que era do tipo short-e-camiseta, fazia uma bela figura de paletó, calças pretas, gravata-borboleta e boutonnière.

Quem sabe, mas quem sabe mesmo, não brigassem dessa vez.

— Tome um pouco de champanhe comigo — ofereceu ela.— Não há mais nada a fazer por aqui.

— Bem…

— Vamos, Camila. Não tem motivo para voltar ao barco, a não ser que queira ver o rio correr. Além disso, precisamos brindar aos recém-casados.

— Já brindamos.

— Este é um brinde especial, mais pessoal.

— Mas eles nem estão aqui para apreciar.

— Não tem problema. — Lauren serviu-lhe uma taça de champanhe. — Sabem que estamos pensando neles. — Fez com que ela tocasse sua taça na dela e anunciou: — A Verônica e Arthur!

— E ao verdadeiro amor…

— Pela segunda vez.

Lauren esvaziou a taça num gole. Camila se apoiou no balcão e sorveu o seu champanhe devagar, comentando:

— Este é o meu primeiro momento de descanso desde a cerimônia.

— Você esteve mesmo muito ocupada. Ocupada demais para dançar.

— Dancei uma vez com Arthur. Não, duas vezes. E dancei com Buck.

— Mas não comigo.

— Você não me convidou.

Camila imitou o tom dela, leve e brincalhão. Ambas estavam cansadas demais para manterem a guarda levantada, pensou ela. Talvez ainda estivessem envoltas na aura de felicidade que irradiara dos recém-casados.

— É, não convidei — concordou Lauren. — Mas pensei nisso.

Camila riu.

— Não posso ler a sua mente.

— E eu não sabia se você ia querer dançar, não sabia nem se ia gostar que eu me aproximasse. Além disso, tive medo de que meu convite a deixasse de mau humor. E sei como isso é perigoso.

Camila se lembrou, com um pouco de remorsos.

— Não atiro vasos em público, principalmente em casamentos.

— Foi o que pensei, mas não quis arriscar. Agora, entretanto, como não há ninguém por perto… — Lauren foi até a máquina de música, procurou uma moedinha e enfiou-a no aparelho. Então voltou-se para ela, estendendo-lhe a mão. — Venha. Uma dança. Para Verônica e Arthur. Pelo espírito do amor e do perdão.

— Bem…

— Pense nisso, Camila. Se aqueles dois podem se casar, então com certeza podemos dançar juntas. Venha, não há nenhum vaso no bar.

— E eu não o atiraria em você, se houvesse — retrucou Camila. Ninguém iria morrer por causa de uma dança: na verdade, seria bom para varrer as mágoas para longe. Ela já dera um passo nessa direção com seu jeito jovial. A dança faria o resto. Aproximou-se de Lauren e segurou sua mão.

— Vamos aproveitar o clima bom do casamento.

A música que ela escolhera era suave e romântica, um saxofone com acompanhamento de cordas e sopros numa melodia sensual. Mas, quando encostou em Lauren, Camila percebeu que cometera um erro. Seria muito difícil não se deixar envolver pelo calor do corpo dela, pelo olhar penetrante, pelo tom suave da voz que pronunciava seu nome com intensa delicadeza.

Ficaram frente a frente, e Lauren pôs a mão livre nas costas dela, enquanto começava a mover-se ao som da música.

Os seios firmes encostaram-lhe no seu peito, seus quadris se tocaram. Começaram a dançar, muito juntas, quase agarradas.

Camila recuou um passo abruptamente.

— Oh, esqueci — murmurou ela, brincalhona. — Um braço de distância.

Camila tomou fôlego e tentou relaxar.

— Desculpe.

— Foi assim que lhe ensinaram na escola de danças em Atlanta, srta. Cabello?

— O professor insistia, de fato, em que houvesse um espaço prudente entre os parceiros — Camila admitiu.

— Eu sabia.

Continuaram a dançar, seus corpos um pouco mais separados.

— Mas agora você cresceu, Camila. E está dançando comigo, não com o seu parceiro de doze anos.

Ela sorriu e chegou mais perto. Então, como aprendera na aula de dança, tentou manter uma conversa polida.

— E você, aprendeu onde? No colégio?

— Não. Nunca fui a bailes de colégio.

— Nem mesmo o de formatura da classe?

— Larguei a escola bem cedo, não sou uma intelectual. — Lauren ficou em silêncio por um instante, antes de continuar: — A vida era dura quando eu era pequena. Tinha de trabalhar, ajudar em casa. Não havia muito tempo para bailes de formatura.

Camila sentia a respiração dela de encontro aos cabelos e, quando apoiou a cabeça em seu ombro, ouviu a batida firme de seu coração.

— Você perdeu um monte de coisas que todos os outros garotos e garotas têm.

— Algumas, sim. Fiquei sozinha quando era ainda bem pequena e tive de cuidar de mim mesma.

Ela se deixava guiar por Lauren e um calor delicioso começou a envolvê-la. Ela a puxou mais para perto, apertando-a firme com os braços. Era como se fossem as duas únicas pessoas no mundo. Camila se rendeu àquele belo momento.

Lauren fitou-a com os olhos semicerrados.

— Estamos indo bem, não é? — Parecia um pouco surpresa.

— Podemos conseguir, se tentarmos. Mesmo que você nunca tenha tido lições de dança — brincou Camila. — Aliás, você dança muito bem.

— Há mais coisas que nos separam além da escola de dança, Camila. Temos histórias totalmente diferentes, viemos de mundos diferentes.

— Não é por isso que brigamos. Nossos desentendimentos não tem nada a ver com a nossa formação. Começamos com o pé errado, só isso.

— Eu que o diga!

— Não é bom para os negócios.

— Nem para o prazer.

— Agora é hora de nos desculparmos e começar tudo de novo — A expressão de Camila estava séria, decidida.

Lauren parou de dançar e ficou imóvel. Passou os dedos pelo cabelo dela de um jeito distraído, terno.

— Gostaria que isso acontecesse. Queria que nos beijássemos e fizéssemos as pazes.

— Não quis dizer…

— Mas disse.

Ela sabia que Lauren tinha razão e isso lhe dava um arrepio na espinha. Olhou para ela. Seu rosto estava muito próximo e parecia vulnerável. Queria beijá-la, lançar uma ponte de conciliação entre elas.

Lauren a envolveu com os braços. A música terminara e o silêncio tomou o bar. As portas estavam fechadas e nem mesmo o murmúrio das ondas invadia a sua privacidade. Havia apenas um som: a batida dual, irregular, frenética, de seus corações.

Camila tocou na face dela, preparando-se para dizer que queria aquele beijo, que queria os lábios dela sobre os seus.

— Lauren…

Não precisava pronunciar as palavras. Lauren sabia. O coração dela se precipitara ao toque da mão dela, ao seu cheiro e à sua proximidade. Tê-la tão perto deixava-na louca.

Talvez tivesse sido uma tola em convidá-la para dançar. Talvez fosse loucura abraçá-la. Mas era uma loucura da qual não conseguia escapar. Os lábios dela estavam apenas a alguns centímetros de distância. Tinha de beijá-la.

Nervosa, ela roçou a ponta da língua no lábio superior: esse ato inconsciente excitou-a a tal ponto, que Lauren não podia mais se conter.

— Camila…

Seus lábios uniram-se num beijo estonteante, faminto. Ela derreteu em seus braços, abriu-se como uma flor. Ela sentiu o calor das curvas delicadas contra si, os seios macios, os quadris redondos, as coxas firmes. Passou-lhe as mãos pelo corpo todo, puxando-a ainda mais para perto.

O beijo foi ficando mais arrebatado até Camila sentir que ia enlouquecer de desejo. A visão dela e de Lauren na cama, de seus corpos úmidos fazendo amor, perseguia-a, cheia de promessas de prazer. A única maneira de realizar aquele desejo seria essa visão tornar-se realidade.

Lauren interrompeu o beijo bruscamente. Ela sentiu o coração disparar e a respiração vir em arquejos rápidos e fortes.

— Diga-me agora, Camila, se quer que eu pare. Se não me disser agora, não serei capaz…

— Não… Não pare.

Lauren abraçou-a com força.

— Quero você tanto… Não posso esperar até chegarmos lá em cima.

— Não precisa. Olhe atrás de nós.

Junto ao balcão, havia uma tapeçaria colorida. Num gesto rápido, Lauren arrancou-a da parede, colocou-a no chão e deitou Camila sobre o algodão macio. Depois sorriu, admirando-a.

— Você tem um maravilhoso espírito de aventura. Eu…

Camila interrompeu a frase com um beijo. Beijava-a de modo ousado, como ela a beijara. O rosto e os lábios de Lauren, roçava-lhe no rosto. Sentiu a doçura úmida de sua língua.

As mãos percorriam os corpos, abrindo botões e zíperes até as roupas serem jogadas ao chão, amontoadas.

O corpo nu e quente de Camila vibrava, febril, enquanto as mãos de Lauren o exploravam. Sentia a respiração quente em seu pescoço, seios, quadris. A língua dela acendeu o fogo do desejo entre suas pernas.

Quase não podendo mais se controlar, ela arremessou a cabeça para trás e gritou o nome de Lauren. Os carinhos dela inflamaram todo o seu corpo e criavam um calor insuportável.

— Lauren…

— Eu sei… Eu sei. — Ela ergueu a cabeça e seus olhos se encontraram. — Quero entrar em você, possuí-la por completo, torná-la toda minha…

— Sim… Oooh, sim!

Lauren se ergueu, ajoelhando-se sobre ela. Então a tocou entre as pernas e separou-as, preparando-a para a penetração. Quando esta ocorreu, Camila arquejou de prazer. Assim que seu sexo envolveu o membro de Lauren, sentiu-o crescer ainda mais em suas entranhas. Quentes e úmidos, moviam-se juntas.

Ela não se continha. Do fundo da sua garganta, pequenos gemidos escapavam cada vez que Lauren a penetrava, recuava e penetrava de novo. Os gemidos transformaram-se em gritos de êxtase. Sentiu-a bem dentro de si, segurou-a ali e depois soltou-a, certa de que nada poderia igualar-se àquele instante de paixão. Mas esse momento delicioso repetia-se a cada segundo, a cada espasmo de desejo e excitação.

Lauren a observava. Todo o corpo de Camila parecia tomado pelo calor da paixão. Os grandes olhos castanhos brilhavam de prazer, o cabelo castanho parecia arder em chamas. O êxtase no rosto dela refletia o que ela própria sentia. Então mergulhou dentro dela uma vez mais, excitada pela sua resposta.

Camila reagiu como nunca fizera antes, arqueando as costas e apertando-a com tanta força, que os seus dedos se cravaram nas costas dela. Rendeu-se então, ao espasmo de prazer que a atravessou, explodindo a seguir em mil fragmentos incandescentes.

— Oh, Lauren! — sussurrou. Tombou trêmula em seus braços, sem querer largá-la.

Ela apertou-lhe o corpo molhado de encontro ao seu. Tentava acalmar-lhe os tremores, ao mesmo tempo em que seu próprio corpo tremia todo devido à intensidade do ato de amor.

Por fim, a respiração de ambas começou a se normalizar. Lauren ergueu-se devagar e tomou-a nos braços.

— Para onde estamos indo? — ela perguntou num fio de voz.

— Lá para cima — sussurrou ela. — Para a minha cama. Nossa cama. Quero fazer amor com você a noite toda, Camila. Quero fazer amor até não conseguirmos mais nos mover, nem falar, nem mesmo pensar. — Estava na metade do caminho quando parou. — A não ser que esteja… envergonhada.

Fora isso o que ela lhe dissera depois da primeira vez, aquela única vez em que haviam feito amor. Seu rosto estava sério e ansioso.

Camila fitou-a, com lágrimas cintilando em seus olhos.

— Nunca fiquei envergonhada, Lauren. Estava… estava assustada.

— Assustada? — Ela a beijou na testa, com ternura. — Por que, Camila?

— Sua tonta, porque estou apaixonada por você!

Um olhar de assombro transfigurou o rosto de Lauren.

— Apaixonada? Você…

— Já chega de conversa, Lauren Jauregui.

— Mas, eu…

— Agora é o momento de agir.

Ela deu um sorriso largo e rumou para a escada que levava ao seu quarto.

— Como preferir, baby. Não quero que tenha queixas de sua sócia.


Notas Finais


Eeeeeita! O que acharam? Xablau a noite inteira! Huuum :p comentem, favoritem, compartilhem, divulguem!!!


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