História SummerSun (Adaptação G!P) - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Visualizações 63
Palavras 1.696
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Harem, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite!! O que vocês fariam se estivessem atraída por uma pessoa hetero da sua faculdade, alguém que não sabe que você existe, e que em um mês você nunca mais irá ver?? Me contem, ajudem a tomar coragem pra puxar papo com a guria do 2* período rsrsrs Espero que gostem do capítulo!! Bjs

Capítulo 17 - Não sou boa para você


Fanfic / Fanfiction SummerSun (Adaptação G!P) - Capítulo 17 - Não sou boa para você

Anteriormente:

Fora isso o que ela lhe dissera depois da primeira vez, aquela única vez em que haviam feito amor. Seu rosto estava sério e ansioso.

Camila fitou-a, com lágrimas cintilando em seus olhos.

— Nunca fiquei envergonhada, Lauren. Estava… estava assustada.

— Assustada? — Ela a beijou na testa, com ternura. — Por que, Camila?

— Sua tonta, porque estou apaixonada por você!

Um olhar de assombro transfigurou o rosto de Lauren.

— Apaixonada? Você…

— Já chega de conversa, Lauren Jauregui.

— Mas, eu…

— Agora é o momento de agir.

Ela deu um sorriso largo e rumou para a escada que levava ao seu quarto.

— Como preferir, baby. Não quero que tenha queixas da sua sócia.

Atualmente:

Lauren olhava pela janela de seu quarto, vestida só com um short. Depois virou-se e olhou para Camila, que acabara de despertar.

— Você não fugiu. — Havia um indisfarçável alívio em sua voz.

Camila se sentou, cobrindo-se com o lençol. O sol que entrava pela janela estampava um padrão colorido no chão e realçava os cabelos revoltos dela.

— Eu estava… Estava… satisfeita demais para fugir. — Abraçou-se ao lençol para ter certeza de que lhe cobria completamente os seios.

— Não precisa se esconder — Lauren falou, com ternura.

— Acho que fico tímida à luz do dia. Além do mais, você está em pé e vestida…

— Ora, é o mesmo um short. E continuo sem camisa, apenas com um top e sem sapatos, como antes.

— De qualquer jeito, ao menos está… apresentável. Eu ainda estou aqui, nua e sem fazer nada. — Camila ajeitou os travesseiros atrás de si e refugiou-se neles alegremente.

— É assim que gosto de você. — Lauren se sentou na borda da cama. Mais uma vez, notou que ela puxava o lençol para se cobrir. — Camila, não pode ficar envergonhada na minha frente. Não depois da noite passada.

Ela se inclinou e beijou-lhe o ombro nu. Camila era encantadora. Chegara a dizer que a amava na noite anterior. Sim, era uma mulher bela e apaixonada… que não devia se apaixonar assim, tão cegamente. Não sabia nada sobre ela. E havia muito a saber.

Lauren virou a mão dela e beijou-lhe a palma. Então se lembrou:

— Trouxe o café da manhã. — Na mesinha de cabeceira havia uma bandeja. — Café. E bolo do casamento.

Camila riu.

— Claro! Por que não comer bolo de casamento no café da manhã?

— Coloquei açúcar e um pouco de leite no seu café. — Ela estendeu-lhe a xícara. — Foi um palpite. Talvez prefira preto.

— Não. Gosto assim mesmo, com “açúcar e um pouco de leite”. — Abriu a boca, enquanto ela lhe levava uma garfada de bolo aos lábios. — Você bem que podia estar sempre comigo, para servir o café na cama.

— Gostei da idéia. — Lauren ficou observando-a saborear o café da manhã.

— E você, não come nada? — perguntou ela, entre duas garfadas.

— Já tomei um cafezinho. Por enquanto, é o suficiente.

— Você parece saber muito sobre mim. — Camila deu um gole no café. — Como gosto do meu desjejum, por exemplo.

— Alejandro me contou muita coisa a seu respeito. Isso não inclui bolo no café da manhã, é claro, mas sinto como se a conhecesse. Com certeza, bem melhor do que você me conhece.

Camila viu algo em seu rosto que não compreendia.

— Qual é o problema, Lauren?

— Precisamos conversar.

O maxilar dela cerrou-se e seu rosto pareceu contrair-se. Levantou-se de súbito e foi até uma cadeira ao pé da cama.

Ela largou a xícara na mesa, com uma expressão preocupada.

— A noite passada… houve algo de errado?

Lauren sacudiu a cabeça com veemência.

— Não. Camila, não houve nada de errado. Tudo foi muito bem. Esse é o problema.

Camila sentiu uma pontada no estômago. Lauren não lhe falara de amor naquela manhã e nem mesmo na noite anterior, quando estavam tão envolvidas uma com a outra. Mas ela lhe falara da sua paixão e agora tinha medo de que Lauren não a quisesse mais por causa disso.

— Estou assustada, Lauren. Por favor, me diga o que está pensando.

— Estou pensando... — Ela hesitou, mas em seguida as palavras irromperam: — Estou pensando que você não sabe nada sobre mim, Camila. Não sou o tipo de pessoa pelo qual você deveria se apaixonar.

— Não ligo para o seu passado, Lauren. Isso não importa.

— Meu passado é parte de mim, como o seu é parte de você. O passado atua sobre o presente, e algumas sombras do meu lado negro ainda são visíveis. Não quero que as veja.

— Oh, Lauren, é claro que posso conviver com o seu passado. Ele não tem nada a ver com o momento que estamos vivendo. Venha, venha até aqui para que eu possa segurar sua mão.

Lauren sacudiu a cabeça.

— Acho que a distância me dará mais coragem.

Camila a observou. Os cabelos negros, ainda molhados do banho, caíam-lhe sobre os ombros e a pele bronzeada parecia reluzir sob o sol da manhã. Para ela, Lauren era uma mulher especial. Camila havia percebido que a amava demais, independentemente do que ela estava a ponto de lhe contar.

— Meu pai saiu de casa quando eu tinha três anos. — Lauren reclinou-se na cadeira, de olhos fechados. — Minha mãe ficou muito magoada, e acho que descarregava o ressentimento sobre mim, às vezes. Ela vivia doente, com problemas respiratórios e quando eu tinha treze anos, morreu de pneumonia. As coisas já eram bem ruins antes disso. Ficaram piores. Ninguém na família me queria, porque eu era uma arruaceira. Então fugi. Comecei a trabalhar em ginásios de boxe, primeiro na limpeza, depois como assistente dos lutadores pesos-leves. Deixavam-me dormir num quartinho nos fundos. Comecei a lutar profissionalmente aos dezessete anos.

— Você era boxeadora? Achei que o seu nariz parecia ter sido quebrado, mas não imaginei…

Lauren abriu os olhos e olhou para Camila.

— Aconteceu no ringue. Tive sorte de sair só com o nariz quebrado, porque eu não era mesmo uma grande lutadora. Terminei minha carreira em Miami, disputando lutas preliminares de categorias inferiores. Uma fracassada, que aceitava suborno para perder. Não é um passado muito glorioso, Camila.

— Tenho certeza de que dava o melhor de si — sugeriu ela.

— Não, acho que não dava. É provável que eu nem soubesse qual era o meu melhor. Finalmente, viajei para a costa oeste da Flórida e certa noite, vim dar no SummerSun. Comecei a conversar com o seu pai enquanto tomava cerveja. De repente, sem mais nem menos, ele me ofereceu um emprego como barman e quando necessário, leão de chácara. Este lugar era violento naquela época. De qualquer modo, aceitei o emprego. Acho que Alejandro reconheceu em mim uma “summerdowner" como ele próprio.

— Uma “summerdowner”? — Camila estava intrigada. — O que quer dizer?

— É uma gíria que Alejandro usava para se referir a si próprio. Foi assim que o barganhou esse nome. Quer dizer um vagabundo, um andarilho. Uma pessoa que chega ao pôr-do-sol, querendo hospedagem. Alejandro viu isso em mim, mas felizmente, viu mais do que isso.

Inclinando-se para a frente enquanto ouvia com atenção as palavras de Lauren, Camila não ligou para o lençol que caíra de seu peito.

— Alejandro era tudo para mim, Camila. Aprendi tanto com seu pai… Ele me ensinou a ler. — Lauren notou a expressão dela e explicou: — Claro, eu sabia como ler, mas não sabia o que ler. Comecei a ler o jornal da primeira à última página, para saber o que se passava no mundo e poder comentar com as pessoas. Passava meu tempo de folga na biblioteca municipal e tirei o diploma do segundo grau. Nada disso teria acontecido sem Alejandro.

— Eu não sabia… — a voz de Camila era suave.

— Isso não é tudo. O mais importante foi que ele confiou em mim e me deixou assumir algumas responsabilidades. Acabou deixando que eu comprasse parte do negócio. Fiquei satisfeita, não só pela possibilidade de possuir alguma coisa minha, mas porque alguém acreditava em mim. Ele me ofereceu a sociedade. Ninguém jamais me dera uma oportunidade dessas. Alejandro era mais do que um pai para mim, Camila: era toda a minha família. Ele me salvou. Sem o seu pai, eu estaria na cadeia ou até mesmo morta. Ele me queria como parceira… mas duvido de que me quisesse como uma possível nora.

— Lauren…

— Não, Camila, é verdade. Ele te chamava de “a minha menininha” e sempre quis o melhor para você. Alejandro gostava de mim, mas sabia quem eu era, de onde viera e não creio que quisesse isso para você. Iria querer alguém à sua altura.

— À minha altura? — Camila esqueceu que estava nua, saiu da cama e atravessou o espaço que havia entre elas. — Lauren, está falando como alguém do século passado! — Sentou no colo dela, e então os braços de Lauren a envolveram instintivamente.

— Não, não estou. Eu…

Ela pôs o dedo nos lábios dela.

— Escute. Alejandro era meu pai, então deixe que eu julgue o que ele iria querer para mim. Certo?

— Eu o conhecia melhor do que você, Camila.

— Então sabe que ele queria me ver feliz.

— Claro! Foi o que acabei de falar.

— Estou feliz, Lauren. E isso é tudo o que importa. Estou feliz a seu lado. — Aconchegou-se em seus braços, no calor de seu corpo. — Além disso. Alejandro não conhecia a magia.

— Magia? — Lauren beijou o pescoço dela. Estava começando a esquecer seus argumentos.

— Sim, a magia que existe entre duas pessoas que se pertencem. — Beijou Lauren na boca. — Meu pai não sabia como gosto de beijá-la. Ou abraçá-la… — Envolveu-lhe as costas nuas com os braços, apertou seu rosto contra o dela. — Alejandro não sabia nada disso. Não sabia como foi maravilhoso passar esta noite com você. — Ouviu-a prender a respiração. — Nem como é maravilhoso para você também. É maravilhoso, não é?


Notas Finais


Reta final meu povo! 😭😭😭😭 Comentem, favoritem, compartilhem, divulguem!!!!


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