História Summertime Night in Paris - Capítulo 1


Escrita por: e krishoflowers

Postado
Categorias EXO, Kris Wu
Personagens Kim Jun-myeon (Suho), Wu Yifan (Kris Wu)
Tags Khf4, Krisho, Krishoflowers, Kristarrynight, Kriswumonth, Suhotus, Sukris
Visualizações 77
Palavras 2.879
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Fluffy, LGBT, Shonen-Ai, Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Capítulo Único


O verão acendia Paris até durante o dia, quando a cidade luz não necessitava de energia elétrica para parecer viva. Os turistas aproveitavam os dias mais longos para visitar os pontos mais famosos, fazer compras e aproveitar do clima agradável em família.

No entanto, para Wu Yifan, a beleza estava nas coisas pequenas que a vista do Champ de Mars podia lhe oferecer. O jardim aos pés da Torre Eiffel com certeza estava na lista de qualquer um que visitasse o país, ou mesmo alguém como ele, que já morava ali há alguns anos. O Campo de Marte agradava a todos os públicos de igual forma. Além da vista privilegiada do mais emblemático ponto turístico da cidade, ele ainda oferecia um espaço para relaxar e apenas aproveitar o clima ao ar livre. 

Ou, como o chinês que há cerca de dois anos morava na capital francesa, a grande área verde servia como um verdadeiro oásis de inspiração para seus desenhos. Quando chegou naquele país com intenção de conseguir um emprego estável para custear sua faculdade de artes, não cogitou que tudo pudesse simplesmente dar errado — o que acabou acontecendo de uma forma ou de outra —, mas nada que fosse o bastante para desanimá-lo. 

Agora, ele trabalhava em uma floricultura localizada em meio à grande movimentação turística. A proprietária, uma senhora gentil e viúva, ofereceu o quarto que havia nos fundos do estabelecimento para que o jovem pudesse ocupar até que conseguisse outro lugar para ficar, algo que ainda não havia acontecido, mas nenhuma das partes reclamava. Era um bom cantinho para Yifan, seus desenhos e seus sonhos. Ao menos por ora.

Costumavam fechar as portas às 19:30. Em noites de verão, o pôr do sol se iniciava aproximadamente às 21:00 e ainda lhe restava um bom tempo de luz natural para fazer o que mais gostava: experimentar os traços de desconhecidos em seus blocos de desenho.

Ganhava alguns trocados por sua arte, o suficiente para bancar seus materiais e guardar um pouquinho para emergências, mas nada se comparava aos elogios e sorrisos que recebia sempre que finalizava um trabalho. A satisfação pessoal sempre o fazia dormir melhor no final de dias como aquele.

No entanto, parecia que o verão possuía um presente para ele dessa vez. 

Não sabia dizer ao certo quando pôs seus olhos nele, mas agradecia aos céus por ter colocado uma criatura tão bela em seu campo de visão. O sol já se punha, dando lugar às famosas luzes de Paris, que subiam até o topo da Torre Eiffel como vagalumes. O homem que roubara a atenção do desenhista sorria vislumbrado com cada detalhe, assim como uma criança em um parque de diversões.

Foi inevitável não iniciar um esboço, que logo se transformou em um verdadeiro retrato daquele que parecia brilhar mais do que todas as luzes parisienses juntas. Nada que pudesse se comparar à beleza original, mas ainda assim, fez Yifan sorrir satisfeito. 

Deu alguns passos em direção ao rapaz assim que guardou seus materiais em uma bolsa transversal que sempre carregava consigo, já estava um tanto gasta e desbotada, mas possuía um apego imenso no objeto. Não sabia o que dizer para ele, sempre abordava as pessoas com naturalidade para falar sobre sua arte, mas aquela era a primeira vez que se sentia nervoso para fazê-lo.

No entanto, antes que precisasse sequer abrir a boca, os olhos brilhantes que ele possuía encontraram os seus e sorridente ele disse:

“Olá! Te vi desenhando agora pouco, quanto você cobra?” O francês dele não era dos melhores, mas parecia tão certo quando ele falava com um biquinho fofo nos lábios. “Me chamo Junmyeon, a propósito.”

“Yifan.” Cumprimentou de volta com um aceno de cabeça, não evitando sorrir quando ele se interessou espontaneamente por sua arte. “Na realidade, eu vim aqui exatamente para lhe oferecer um retrato.” Sem enrolar mais, virou o bloco de desenho que tinha pressionado ao peito para que ele visse a própria imagem gravada no papel, com seus olhos bonitos e sorriso brilhante.

“Oh! Meu Deus, ficou incrível!” Ele pegou o desenho de suas mãos e aproximou do rosto, seu sorriso parecia reluzir enquanto analisava cada detalhe retratado tão fielmente pelas mãos habilidosas do Wu. “Quanto eu devo ao artista?”

“Na verdade... É um presente.” Levou a mão até a nuca e massageou o lugar, levemente sem graça, Junmyeon parecia surpreso com sua fala. “Seu sorriso sincero é um pagamento inestimável.”

E lá estava ele sorrindo daquela forma calorosa mais uma vez, tornando a noite de verão ainda mais quente e acolhedora. 

“Posso ao menos te pagar um café? Eu insisto!” Ele pediu, abraçando seu bloco de desenhos como se já pertencesse a ele. “Vamos, é minha primeira noite aqui, adoraria uma companhia.”

O desenhista não conseguiu recusar o pedido, seguiu o homem de sorriso radiante para um café próximo. Ele permanecia admirando o presente por todo o caminho sem falar nada, o que Yifan agradecia. Apesar de ser muito bom em detalhes, não sabia reagir a elogios tão diretos e acabava perdendo-se em gaguejos.

Sentaram-se numa das mesas externas para esperar seus pedidos e aproveitar da brisa suave, foi quando Junmyeon pousou as folhas sobre a mesa redonda e apoiou o rosto sorridente em uma de suas mãos para encarar o outro.

“Você mora aqui mesmo?” Perguntou, sua voz soava tranquila enquanto os olhos pareciam despir cada movimento de Yifan. “Digo, não é um turista?”

“Moro há alguns anos, vim para estudar...” Suspirou antes de prosseguir, remexendo-se na cadeira, ato que não passou despercebido dos olhos atentos do homem na outra extremidade da pequena mesa. “E você? Está aproveitando as férias por aqui?”

“As coisas não aconteceram como o planejado?” O artista assentiu e Junmyeon suspirou antes de sorrir pequeno e voltar a falar. “Imagino... Bom, sim, estou de férias do trabalho.” Ele se remexeu animado quando o garçom deixou as xícaras cheias de café sobre a mesa, sendo o primeiro a provar do líquido fumegante com um suspiro de apreciação.

Permaneceram em silêncio durante alguns segundos, apenas apreciando a companhia um do outro e o sabor forte, porém doce, do café. Mesmo no calor, Junmyeon não conseguia rejeitar a tentação de sentir a cafeína correndo por seu corpo.

“E o que está achando de Paris?” Yifan perguntou depois de um tempo, atraindo a atenção das orbes reluzentes. 

“Mais do que eu esperava.” Ele sorriu, apoiando o cotovelo sobre a mesa e posteriormente pousando o rosto sobre a mão. “Veja bem, eu sei que um adulto de 38 anos viajando sozinho parece uma situação entediante, mas sinceramente, acho que nunca me senti tão vivo! Digo, olha essa vista! Desde que cheguei, venho aqui todas as noites para apreciar essas luzes; se pudesse, largaria toda a minha vida na Coréia só para admirar essa beleza.” 

Por um momento, Yifan se distraiu com a empolgação que o homem demonstrava, vendo um pouco de si mesmo refletido no sorriso bonito. 

“Você não aparenta ter essa idade.” Foi a única coisa que conseguiu comentar, arrependendo-se logo em seguida diante da possibilidade de tê-lo ofendido, entretanto, o que chegou aos seus ouvidos foi a mais pura risada que já tivera o prazer de ouvir. “Perdão.”

“Perdão pelo quê? Por me elogiar?” O coreano sorria divertido, finalizando o café em uma só golada antes de voltar a se apoiar sobre a mesa, olhando o jovem diretamente nos olhos com toda a atenção do mundo. “E você, quantos anos tem, artista?”

“Tenho 26, faço 27 em breve.” Falou rápido, envergonhado pelo modo como ele o chamava. Observou a boca do outro abrir alguns milímetros, mas ele nada disse, então o Wu continuou meio sem jeito. “Falei algo de errado?”

“Jamais! É que você é tão jovem... Veio estudar artes, não?” Yifan assentiu, também esvaziando a xícara de café em poucos goles. “Não desista. De verdade, tens um talento impressionante para isso! Gostaria de ver mais dos seus desenhos, se puder me mostrar...” 

O jovem de origem chinesa podia sentir as bochechas esquentando com o pedido, corado e nervoso; mas novamente, não pôde recusar algo a ele, como se Junmyeon possuísse algum tipo de encanto que o impossibilitava de tomar decisões por conta própria.

De qualquer forma, mesmo em Paris, onde se localizava um dos museus mais famosos do mundo — o Museu do Louvre —, nem sempre todas as formas de arte eram devidamente valorizadas, então, ter a atenção de alguém voltada completamente às suas obras tornava aquele fim de noite ainda mais empolgante, se possível.

Após bons minutos folheando seus rascunhos e perguntando a história por trás de cada um deles, Junmyeon não estava satisfeito, queria mais. Seu coração clamava por isso, não apenas a arte, mas o artista por um todo. Yifan possuía um brilho no olhar que não se apagava mesmo quando ele exibia sua expressão costumeiramente séria.

Nenhum dos dois pensou nas consequências de saírem do café juntos e caminharem lado a lado pelas ruas ainda movimentadas, não sendo necessário andar muito até chegar aonde queriam: uma floricultura de dois andares com ar vintage, emoldurada por uma bela fachada de cores claras. 

Yifan explicou que trabalhava e morava ali, antes de entrarem em silêncio pelo corredor adjacente ao prédio principal. Ao final deste, ficava o quarto ocupado pelo chinês. Não era grande coisa, um quarto simples onde jazia a cama de solteiro, um espaço para que ele pudesse pintar e um banheiro na outra extremidade. Não havia cozinha. Costumava fazer suas refeições na casa de sua empregadora, localizada no andar de cima da floricultura; a senhora sempre insistia para que ele a acompanhasse no almoço e também no jantar, assim ela poderia conversar um pouco, já que não possuía filhos e seu marido morrera há mais de dez anos.

“Que lugar adorável”  Junmyeon sorria como se estivesse entrando em uma suíte de luxo, deixando os sapatos na soleira da porta para caminhar com os pés envolvidos por meias finas sobre o chão de madeira. “Me sinto em casa.” Ele se virou para o cavalete próximo à cama levemente bagunçada, ali havia uma tela retratando o céu noturno sobre um lago, uma imagem já naturalmente bonita e que Yifan conseguiu retratar com uma naturalidade e ao mesmo tempo uma pitada de fantasia que arrancou um suspiro profundo do turista. “É uma das coisas mais lindas que já vi em minha vida...”

“Pode ficar, se quiser... Era apenas um teste...” Wu falou baixinho, sentando-se no colchão enquanto observava o outro. “Nunca sorriram tanto para minhas pinturas ou desenhos como você está fazendo. Digo... Não sou ingrato, muitas pessoas compram meus rabiscos, mas mesmo assim... Não é pela arte em si, e sim para ter a própria imagem refletida em um pedaço de papel.”

“Como não sorrir admirando algo tão belo?” A pergunta soava incrédula, sentimento este intensificado pelas sobrancelhas franzidas e a boca entreaberta. “Eu entendo sua frustração, mas... não consigo engolir suas palavras sobre a sua própria arte! Não é algo banal, você colocou esforço nisso, não?” Ele assentiu, meio envergonhado por estar recebendo um sermão de um quase desconhecido. “Eu realmente quero pagar por esse quadro, não irá rejeitar meu dinheiro desta vez!”

Sem ter como escapar da insistência alheia, Yifan apenas concordou e com um sorriso se prontificou a mostrar o que mais havia guardado em seus diversos cadernos de desenho.

Assim passaram o restante da noite e também os dias que se seguiram, sempre combinando de se encontrar em algum ponto para dar uma volta, conversar sobre suas vidas e sonhos, finalizando a noite no quartinho aos fundos da floricultura, onde Junmyeon assistia o Wu pintando até próximo do amanhecer, quando recolhia suas coisas e voltava ao hotel.

Descobriram mais um do outro. Agora o chinês sabia que o outro trabalhava como jornalista em uma rede de televisão, que não gostava de gengibre e que sua cor favorita era amarelo. Assim como Junmyeon descobrira que Yifan possuía uma família na China que o apoiava incondicionalmente em seus sonhos, mesmo que isso o fizesse ir para um país tão distante, e que, apesar de ser meio desajeitado em alguns aspectos, era muito bom com basquete.

“Quando você volta para a Coréia?” Yifan abordou o assunto que estava tentando esquecer. Pouco mais de duas semanas foi o suficiente para se apegar a Junmyeon, sentia-se à vontade com ele, gostava da conversa fácil e do modo como ele apreciava sua arte.

“Sexta-feira.” Ele murmurou, ajeitando o corpo sobre a cama de Yifan. “Só mais três dias...”

“Tão rápido?!” Wu até então estava sentado no chão finalizando um quadro que retratava a paisagem do Campo de Marte. Pretendia presentear Junmyeon, já que foi ali que se conheceram e queria que ele levasse consigo uma lembrança significativa, mas não esperava que ele fosse tão cedo. “Poxa...”

“Eu também não queria ir...” Junmyeon sentou no colchão, pousando as mãos sobre as coxas enquanto pensava em algo para dizer. 

Algo em seu interior se remexia sempre que estava ao lado do outro, um sentimento caloroso que o preenchia por completo e aumentava em si  o desejo de que os momentos juntos durassem mais do que apenas alguns dias de suas férias.

Após alguns segundos de silêncio, Yifan arrastou o corpo para perto da cama até conseguir esticar o braço e tocar o rosto alheio delicadamente, até atrair o olhar curioso e brilhante, mesmo que as luzes ali não fossem muito fortes.

“Você reacendeu minha vontade de lutar pelo meu sonho, sabia? Ainda quero cursar artes e agora vejo isso com clareza.” Falou baixinho, não era como se precisasse gritar, estavam tão perto um do outro. “Havia me esquecido como era... Foi frustrante não passar de primeira no vestibular.” Um sorriso suave moldou os lábios levemente ressecados, nos quais ele passou a língua logo em seguida, antes de falar mais uma vez. “Prometo que quando você voltar, estarei com o diploma em mãos!”

Não era a primeira vez que Yifan surpreendia Junmyeon, mas dessa vez ele roubara completamente sua fala, acelerando seu pobre coração até o limite.

Como poderia ele, já não tão jovem quanto o garoto à sua frente ter se apaixonado em poucos dias? Como poderia retornar para seu país sendo que seus pensamentos só tinham espaço para o artista? Desejava apenas esquecer todas as suas responsabilidades e passar o resto da vida daquela maneira, aos encontros noturnos e horas em silêncio o admirando preencher folhas e telas em branco.

Imerso nos próprios sentimentos, mal notou a aproximação de Yifan até que seus lábios estivessem unidos em um selar terno, aconchegante e quente como uma xícara de café no inverno. 

A ousadia do mais novo o fez perceber o quanto precisava daquele toque, o quanto seu corpo implorava pelo dele a ponto de torná-los mais quentes que aquela noite de verão em Paris.

 

•••

 

A despedida não fora fácil, assim como os anos apenas conversando através de mensagens, ligações e tudo o que a tecnologia poderia proporcionar enquanto o reencontro não acontecesse. 

O jovem chinês realmente cumpriu sua promessa e se empenhou ao máximo para passar no vestibular, para assim conquistar sua tão sonhada bolsa de estudos, já que não possuía dinheiro para pagar a faculdade. Após tanto tempo, agora tinha em mãos o diploma e até houve um aumento de clientes fixos. Sua vida nunca estivera melhor.

Só faltava uma coisa. Na verdade, alguém.

Ali, de pé em frente ao portão de desembarque, Yifan sentia o coração apertado de saudade. Depois de meia década o veria novamente, beijaria a boca macia e sentiria seu cheiro doce.

Agora, com 32 anos recém completados, Yifan não era mais o jovem de sonhos esquecidos que o Kim conhecera anos atrás durante uma viagem de férias. Ele era um homem de sonhos realizados, de desejos ousados e pronto para construir uma vida ao lado de quem amava.

Pensou que o coração sairia pela boca quando encontrou os olhos cansados de Junmyeon, mas que apesar disso, brilhavam como na primeira vez que os vira, assim como o sorriso que logo enfeitou seu rosto. O coreano largou as malas ali mesmo e correu o mais rápido que seu corpo exausto da viagem permitia, mas parou na metade do caminho quando Yifan se ajoelhou no piso claro e tirou do bolso de sua calça uma caixinha de veludo negro, abrindo-a para revelar um par de alianças douradas.

E mais uma vez, seu artista arrancava as palavras de sua boca, isso antes de sequer ter chance de dizer que o amava e que sentiu sua falta. Bom, talvez fosse por isso mesmo que tinha se apaixonado por ele. Yifan era único, espontâneo, como suas obras de arte.

E é claro que a resposta de Junmyeon foi um sim em alto e bom som, alegrando aos curiosos que os cercavam e haviam parado para admirar a cena. E a resposta foi repetida contra os lábios de Yifan enquanto o beijava, murmurando várias vezes “Sim, sim, é claro que eu quero me casar com você, meu amor!”

E mais uma vez, mesmo que o verão já houvesse passado e a estação mudado, a noite em Paris permanecia quente e iluminada pelo sorriso dos dois apaixonados.


Notas Finais


Agradecimentos aos nenéns @des_colonizada pela betagem e a @Ggukiefairy pela capa incrível, e claro, ao @krishoflowers, esse projeto cheirosinho que me orgulha cada vez mais.

Aliás, ficaram sabendo do @mydeer? É um projetinho voltado completamente ao Lu Han! Deem muito amor a eles, viu?


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