História Summerville - Capítulo 3


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Categorias ASTRO, Bangtan Boys (BTS)
Personagens Eunwoo, Jeon Jungkook (Jungkook), Jinjin, Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Taehyung (V), Moonbin, Park Jimin (Jimin), Rocky, Sanha
Tags Adolescentes, Crianças, Escola, Fantasmas, Parques, Terror
Visualizações 4
Palavras 3.049
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


☃ Primeiramente, oiee, então né, eu seu que disse que iria postar logo o próximo capítulo. Mas como puderam perceber não o fiz. E não tenho nenhuma desculpa pra isso. E eu que lute.

⥁Boas leitura ^3^

Capítulo 3 - Conjectura


Fanfic / Fanfiction Summerville - Capítulo 3 - Conjectura

Summerville 


  02


A garota de cabelos negros, que cascateavam por seus ombros, olhava para seu armário, que já estava cheio de fotos com seus amigos, papéis que deveria ter jogado em algum lixo, cosméticos, e é claro seus cadernos e livros.

Já estava ali fazia quase um minuto, na tentativa de encontrar seu sanduíche com atum que fizera para seu lanche; tinha certeza que o tinha colocado bem ali, do lado de seu caderno de física dois, mas lá só existia papéis e mais papéis de fórmulas, mas nada de encontrar o sanduíche com atum que tanto gostava. 

O vento cortante se alastrou por todo o corredor do colégio, fazendo com que a garota que procurava por seu lanche sentisse seus pelos se arrepiarem.

Quando se virou para olhar o corredor, que até o momento estava cheio de alunos indo e vindo, a única coisa que seus olhos capturaram fora uma folha indicando que um parque de diversões estaria na cidade, no fim de semana, exatamemte no dia seguinte. A garota não sabia como interpretar aquilo, talvez só fosse uma ilusão por causa da distância, sua avó sempre falara que a garota ficaria míope por não desgrudar um segundo do celular, talvez fosse isso mesmo; mas tinha que ter certeza, até porque nunca em sua pequena vida vira algum parque de diversões na cidade.

Seus passos eram quase silenciosos demais, mas ainda assim se escutava um pequeno estalar quando a sola do tênis se chocava contra o chão, a folha estava pendurada no quadro de avisos perto da janela que dava para a entrada da escola. 

O papel que mostrava vários dos brinquedos do parque estava realmente ali, a parte de baixo do papel totalmente solta fazendo com que o vento a dobrace,  Chaeyeon pegou o papel, ainda não conseguia acreditar mesmo, uma pontinha de desconfiança ainda residia sua mente, mas o papel era totalmente real, e se aquilo não fosse real, teria certeza que estava ficando louca. 

O barulho estridente de algo batendo contra o chão chamou sua atenção do papel, a garota já tinha dado um pulinho para trás por causa do susto que levou, seus olhos indo em direção ao lugar de onde o barulho tinha vindo; não havia nada no lugar, mas só por precaução foi até o final dos armários que terminavam nos banheiros, feminino e masculino, respectivamente.

Nada, não encontrara nem uma pequena borboletinha, vazio seria o nome de como estava a situação agora, a palavra combinava perfeitamente com o momento, a garota estava agachada a procura de qualquer coisa que fosse, talvez tivesse caído atrás dos armários mas o breu foi a única coisa que enchergava através da pequena fresta que tinha entre os armários e a parede cor creme que já desbotara pelo tempo que ficara sem uma nova pintura.

Quando levantara sentiu como se o chão estivesse extremamente torto, uma ilusão, era isso, deveras por ter se levantado tão abruptamente.

— Ei, está tudo bem? — Chaeyeon se virou para ver quem a estava a chamando.

— Sim, está tudo bem Yerim — afirmou para a amiga 

— Tem certeza? Você parece meio pálida — a amiga pediu verificando a temperatura da mais nova.

— Sim, tá tudo bem. Não precisa se preocupar — falou à amiga mais velha, dando um falso sorriso.

— Tá bom. Vamos, eu já estou com fome — pegou o pulso de Chae a puxando para irem ao refeitório do colégio.

Já no refeitório, as amigas se sentaram na mesa ao lado da porta de saída. Chaeyeon só observava pela janela a corrente de ar espalhar as folhas secas da estação que se passara.

— Chae, não vai comer nada? 

— Não, não estou com fome 

— Tem certeza? Hoje você não me parece estar muito bem — fala Yerim pegando a mão da amiga e abocanhando um pedaço de uma bomba de chocolate.

— Sim, eu já disse que estou bem Yerim — afastou a mão da amiga, em sua cabeça só se passava um coisa, o folheto do parque — Sabe que neste fim de semana algum parque  de diversões vem para a cidade? 

— Amiga, você sabe que desde aquilo, nenhum circo ou parque de diversões venho para a cidade — fez uma tentativa de olhar nos olhos da amiga, que ainda prestava atenção nas folhas do lado de fora do vidro que dava para a parte central da escola.

— Só me diz se você sabe se algum parque de diversões  vem para a cidade esse fim de semana — já se notava um ponta de irritação na voz da garota.

— Não, não que eu saiba — falou, levando o olhar triste para as unhas mal pintadas de um vermelho escarlate.

— Hum...valeu, já vou ir, pegarei minhas coisas para a próxima aula, te vejo na aula de literatura está bem? 

— Tá — levantou o olhar vendo Chae se levantar saindo do mesa em que estavam —  Ei, Chae, não esqueça da reunião na casa do Eunwoo.

Chaeyeon não virou para trás para confirmar que tinha ouvindo o que a amiga disse, mas ela ouviu e muito bem.

Estava imersa demais em seus pensamentos, se o que Yerim tinha falado era verdade, porque vira  aquele folheto falando sobre aquele parque.

Porque aquilo tinha ficado em sua cabeça, porque aquilo lhe trazia uma sensação tão ruim, e porque aquilo estava a fazendo ficar tão distraída, provavelmente era só alguma piada dos alunos ou coisa do tipo.

Àquela sensação do arrepio que sentiu no corredor vazio voltou a sua mente, tinha sido estranho, muito estranho, ou talvez simplesmente estivesse ficando louca e aquilo tudo fora uma paranóia de sua cabeça.

A aula se passou tediosa, como todos os outros dias, a aula de literatura fora a mais interessante, já que podera conversar praticamente toda a aula com a amiga, a tensão entre as garota havia se passado como o vento pelas areias do deserto.

Na casa de Eunwoo, praticamente todos tinham chegado. Chaeyeon estava sentada no canto da sala, praticamente deitada. Coberta pelo moletom cinza, que ficava muito maior à sua própria proporção do corpo. Quase poderia se dizer que uma outra pessoa cobria a parte superior de seu corpo.

Chaeyeon sentia uma coisa estranha. A cada minuto que se passava sentia seu peito apertado. Era quase como se pressentisse que algo iria acontecer. Mas isso seria bom? Ou seria ruim? 

Isso já estava a enlouquecendo. Essa sensação matutava em sua cabeça desde aquela hora no corredor. Fora uma sensação bizarra que sentira.

Seu cérebro estava totalmente desligado às coisas que estavam acontecendo ao seu redor. Seu olhar perdido direcionando para o nada indicava que aquilo estava a incomodando de alguma maneira. 

Como poderia explicar aquilo? Parques de diversão nunca vinham para a cidade. Mas, talvez, finalmente tivessem deixado pra lá toda aquela história de antigamente. Mas se fosse verdade isso, toda a cidade não deveria estar sabendo? 

A preocupação era nítida nos olhos de Chayeon. Yerim pareceu perceber isso na amiga. Se aproximou da garota, que continuava imersa em seus pensamentos, passando a mão por seu ombro. Queria mostrar que mesmo que tivesse ficado um clima estranho quando Yerim a encontrou no corredor, eram amigas, sempre foram, e estaria ali para o que Chae precisasse.

Chaeyeon pareceu nem perceber o toque da amiga. Sendo, acordada, de seus pensamentos pelo som dos passos de Eunwoo descendo as escadas.

Finalmente. O garoto tinha passado quase vinte minutos no banho, e olha que sua contagem só começou depois que tinha chegado. Mas Sanha confirmou para ela, e os outros que também o esperavam, que Eunwoo já estava trancado no banheiro à um bom tempo desde que chegaram.

Céus...quando viu os pés de Eun já estava a ponto de agradecer aos deuses pelo garoto finalmente estar descendo para a sala. Como podiam as pessoa demoraram tanto no banho enquanto tinham que falar sobre um assunto sério?

Que Cristo a poupasse de mais uma ocasião dessas. Nem mesmo ela demoraria tanto daquele jeito.

— E aí, gente — Eunwoo, falou já no final da escada.

— Finalmente. A princesinha acha que eu tenho tempo pra perder? — Chae finalmente pode descarregar sua raiva. Se tinha uma coisa que a garota não gostava era atrasos. Aquilo a estressava de um jeito, que nem mesmo a coisa que mais amava poderia a acalmar.

— Eunwoo, parece que arrumou um problema, nunca é bom deixar a Chaeyeon brava — Jin Woo se pronunciou pela primeira vez na tarde. Um arrepio correu pelo corpo dele. O olhar da garota citada era de arrepiar a pessoa mais corajosa.

— Que nada. Ela me ama — o garoto caminhava como um gatuno, em direção a menina sentada no canto da sala.

Os pensamentos rolavam pela cabeça de Chaeyeon. A cada questionamento, um novo aparecia em sua mente. O que realmente tinha acontecido? Era real ou não? Será que estava ficando louca? 

Poderia não ter percebido quando o garoto deixou um breve selar no topo de sua cabeça. Mas a surpresa que estampava a face da garota se sobressaiu a todos os seus pensamentos. Não esperava aquilo. De qualquer maneira não esperava aquilo. Eles não eram assim. Eunwoo nunca demonstrava afeto. Sim, eles até se encontravam às vezes, mas no final eram só transas, sem sentimento. Nenhum dos dois nunca levara o relacionamento a sério mesmo. 

— Ora. Não fique tão chocada Chae, foi só um beijinho — disse o garoto de cabelos escuros com um sorriso ladino nos lábios. Oh, ele sabia que aquilo a chocara, e estava gostando. Estava gostando muito mesmo. Podia ver nos olhos dele que aquilo era uma provocação. E ele adorava provocações do tipo.

Mas Chae não ligava. Não tinham nada de concreto. Talvez fosse isso que a deixara tão surpresa pelo ato. Mas era o suficientemente esperta para saber que se não desse bola ele ficaria irritado. E podia muito bem gostar de vê-lo irritado, por ser indiferente ao seu gesto.

Chae tratou de tirar logo a expressão de surpresa que estampava sua face.

— Normal. Não estou chocada. Só um pouco surpresa, você nunca demonstrou afeto assim a ninguém — sentiu sua sobrancelha subindo um pouco. Sua cara de se você vai jogar eu também vou,  tomava conta de seu rosto. E o garoto pareceu perceber.

— É porque prefiro ser assim em lugares mais íntimos  — Eunwoo deu uma piscadela para Chaeyeon. Poderia ter feito ela se arrepiar se não o conhecesse bem, e sabesse que não era apenas mais uma de suas provocações.

— Eu sei muito bem o que você faz em lugares mais íntimos, e garanto que você não é assim tão carinhoso Eun — disse, mesmo sabendo que todos os outros os olhavam atentamente.

— Já chega. Cansei dessa briguinha tosca do casal — disse Myung Jun, evidentemente, cansado da briga dos dois — Viemos até aqui para discutirmos sobre uma coisa importante, não para vocês ficarem implicando um com o outro. 

Chaeyeon soltou um muxoxo, visivelmente, incomodada. Ela, que era tão calma, sempre se tornava provocativa e ousada quando estava ao lado de Eunwoo. E não era assim. Nunca foi. Mas ele a fazia perder a cabeça muitas vezes.

Mesmo que Chae pensasse que estava no controle da situação.

— Okay. Então, vamos começar.

O garoto se virou para os outros amigos, que os olhavam com malícia, sem nem mesmo ter saído do lugar.

— Primeiramente, quando nos vamos? — perguntou Yerim. Ela era uma das que não queriam ir. Ela, realmente, acreditava em espíritos e não queria incomodá-los indo a um lugar onde muitas pessoas morreram.

Diferente de Chaeyeon que pouco se importara com isso. Todos ali, sabiam que Chae era cética sobre tudo o que não pudesse ver. Era a mais desacreditada do grupo.

— Amanhã. Amanhã já estaremos indo para lá — respondeu Eunwoo, entediado. Ele era o mais próximo de um líder, que o grupo tinha. E também, ele foi quem tivera a ideia de irem ao lugar.

— Espero que ninguém nos veja por lá — disse Sanha. Era o mais novo entre eles. Ainda estava no primeiro ano do ensino médio. O garoto só concordara de participar por insistência dos amigos.

— Está com medo, Sanha? — Moonbin provocou o garoto de cabelos loiros. Sabia que o garoto sempre questionado sobre sua coragem, seria bem mais arrisco. Mas Moonbin sentia um imenso prazer de fazer isso com o calouro.

— Não. Não estou — vociferou o garoto de cabelos recém loiros.

— Já chega. Eu não vim aqui pra ver vocês todos se provocando — a voz imponente de Rocky se apossou do cômodo. Fazendo com que todos, se calassem.

Chaeyeon não prestara muita atenção no que os outros falavam, estava mais concentrada em seus próprios pensamentos, do que nas palavras jogadas que ouvia, uma vez ou outra quando Yerim chamava sua atenção, para que ouvisse a conversa com atenção. O que não era feito pela garota.

Mas já estava quase anoitecendo e cada vez mais Chae sentia um pressentimento estranho. Uma coisa que a atormentava. Fazendo sua cabeça quase explodir e seu coração se apertar, como se estivesse prestes a ter um infarto.

E chamando a atenção de todos, a porta se abriu com um estrondoso barulho. 

Eunwoo já sentia suas pernas tremerem.

E Chaeyeon percebeu. Se aquilo estava acontecendo, se Eunwoo, estava com medo de algo. Então ela não poderia esperar uma coisa boa, que estaria vindo daquela porta. 

Mas quando Chae viu os olhos da coisa, entendeu muito bem, o porquê da reação de Eunwoo.

Ele era voraz. Mostrava toda seu ódio pela vida, em um único olhar. Um olhar que Chaeyeon pretendia não encontrar novamente. Nunca mais.

— O que estava acontecendo aqui, Eunwoo? — rugiu a fera que se escondia através daquele corpo humanoide. Que, com toda a certeza, faria até o pior dos demônios, arrepiarem até o último fio de seu corpo.

— É só um encontro, com os meu amigos  — a frase saiu em um sussurro. Sendo terminada logo depois — senhor.

Senhor? Não pai? 

Era inegável que eles não fossem pai e filho. A semelhança que estampava seus rostos os denunciava. Mas então por que o chamar de senhor ou invés de pai? 

— Eu quero que todos saiam, agora — disse o homem. Parecia uma besta, ainda mais com a pouca iluminação que mostrava só parte de seu rosto — Seja útil pelo menos uma vez na vida, Eunwoo. Não Quero mais ver esses delinquentes na minha casa, entendeu.

Como poderia um pai chamar seu próprio filho de inútil. Era seu filho. Por Deus, nunca imaginou que Eunwoo passasse por isso.

— Mas…

— Nem um mas, garoto — disse o senhor — se me questionar mais uma vez, você sabe o que lhe irá acontecer — seus olhos brilhavam em um ódio alegre ao falar tais palavras ao próprio filho.

— Senhor… 

Eunwoo, foi interrompido por Chaeyeon. Que, para lhe mostrar solidariedade, entrelaçou os dedos a mão do garoto. E sibilou um tudo bem calmo, indicando com a cabeça a porta, para que o grupo saísse logo dali. Esperando não arrumar mais problemas para o garoto de cabelos pretos como um furacão.

Logo também saindo. Não sem antes dar um leve sorriso para o garoto que fechava a porta sem a menor pressa.

— O pai do Eunwoo é bem...bem — Jun Woo falou ainda pensando em uma palavra que se adeque-se ao pai do amigo — Ah, vocês sabem.

— Sim, nós sabemos — Falou Chaeyeon. Sabendo que sua voz estava trêmula. Mas iria fazer o que, estava sentindo medo. E daí. O único problema era que esse medo não era por ela e sim por Eunwoo.

Mesmo que não tivessem um relacionamento romântico, ele ainda era seu amigo. E Chae sempre se emportara demais com aqueles a quem gostava.

Ninguém falou nada durante a caminhada até suas casas. Até que se pode ouvir o barulho do celular de um deles tocar.

Era o de Yerim.

Mais uma coisa ruim no dia. Chaeyeon sabia que se fosse a mãe ou padrasto da amiga, não seria uma coisa boa.

— Oie? 

Chaeyeon só pode ouvir um murmúrio em resposta. Mas pela cara que Yerim fizera, poderia apostar que não era uma coisa boa.

— Tá bom. Tá bom. Eu já estou indo 

A voz que veio do aparelho ficou mais alta. Era o padrasto de Yerim. E pelo jeito que o homem falava, ele não deveria estar muito sóbrio. 

Desde sempre o homem teve problemas com bebidas alcoólicas. Ou pelo menos era isso que ouvira sua mãe falando muitas vezes para a amiga, mãe de Yerim.

— Okay 

Chae podia ver as lágrimas de amontoado nos olhos da amiga. Que, evidentemente, estava segurando as lágrimas para não chorar ali, bem na frente de todos.

Passou os braços em volta nos ombros da amiga, tentando acalmá-la. Talvez, não fosse de muita ajuda, mas, era o que poderia fazer no momento para reconforta-la.

Já em casa, no conforto do próprio lar, Chaeyeon pode descansar. Yerim fora pra casa, alguns metros depois da de Chaeyeon. 

Chae até se ofereceu para levá-la até a porta de casa, mas, a amiga se recusara e a única coisa que a garota fez foi concordar. E entrar para dentro da própria casa enquanto via a melhor amiga partir.

A casa estava vazia, sem o  menor barulho sendo feito, exceto por sua respiração. E novamente estava sozinha em sua casa. Sem nem saber o que fazer.

Encontrara um bilhete da mãe, pendurado na geladeira, dizendo que a filha não a esperasse. Iria ficar de plantão mais uma vez. 

Brilhante. Mais um dia em que ficaria sozinha durante a noite. Mais um dia em que a própria mãe não queria a vê-la. Isso já acontecia há quase um ano e a mãe ainda não queria vê-la. Sempre que conseguia, pegava algum plantão para poder se manter longe da própria casa.

A mulher podia até não querer demonstrar isso, porém, sempre que lhe davam oportunidade a mulher se via longe, bem longe, da própria filha.

Se pelos menos seu pai estivesse ali. Se pelo menos ele lhe fizesse companhia. Talvez, mas só talvez, ela não se sentisse tão indesejada pela mãe.


Notas Finais


☃ Então gostaram? To ansiosa por um feedback de vocês. Eu gosto muito dessa fic e ela é bem pequenina. Só faltam mais 5 capítulos para terminar.

⥁ Espero que tenham gostado e aproveitem pois logo, logo, ela estará terminada.

⥁ Próximo capítulo já vai ser começado a escrever para eu poder posta-lo o mais rápido possível.

⥁ Beijos e obrigada de verdade.

°• - Cakees - •°


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