História Sun and stars - Capítulo 13


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Categorias Hetalia: Axis Powers
Personagens América (Estados Unidos da América), Canadá, China, Coréia do Sul, França, Hong Kong, Inglaterra, Islândia, Japão, Rússia, Seychelles
Tags Ameripan, Drama, Fruk, Hetalia, Hongice, Romance
Visualizações 38
Palavras 4.479
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 13 - Cuidado com os espinhos das rosas parte 2


Fanfic / Fanfiction Sun and stars - Capítulo 13 - Cuidado com os espinhos das rosas parte 2

Um mês depois

 

P.O.V Kiku 

Acordei já pronto para ir trabalhar, Alfred-san e meu irmão estavam jogados no sofá assistindo TV, os iginorei e fui fazer meu café. Como um cachorrinho, Alfred veio atrás de mim me abraçando por trás, sorrio para ele e em volta recebo um beijo na bochecha. 

 

 

- O que irá fazer? - Ele pergunta. Leon chega na cozinha sentando na mesa e abaixando a cabeça a protegendo. 

 

 

- O que houve, Leon? Dor de cabeça? - Pergunto. O menor concorda com a cabeça. - Por quê? 

 

 

- H-Hm...A-Acho que forcei muito a vista ontem. - Ele coça a nuca. 

 

 

- Afinal, onde você foi ontem? - Alfred perguntou. 

 

 

- Kiku, seu namorado está sendo muito intrometido. - Antes dos dois começarem a discutir o celular de Alfred-san começou a tocar. Ele o pegou e saiu para atender. 

 

 

- O que foi isso, Leon? 

 

 

- E-Ele que estava sendo intrometido. - Ele diz nervoso. 

 

 

- Onde você foi ontem? E o que é isso no seu pescoço garoto? - Pergunto. Ele tinha marcas roxas no pescoço. Antes de começar uma discussão Alfred chegou sorrindo em minha direção. - Qual a justificativa para esse sorriso? - O seu sorriso me contamina. 

 

 

- Vamos sair esse sábado juntos. - Ele diz me pegando pela cintura e logo depois dando-me vários beijos no rosto e por último nos lábios. Fiquei feliz com a notícia. - O café está pronto? - Alfred sentou-se para tomar seu café, porém meu irmão estava comendo o do mesmo. 

 

 

- Leon! - Digo com raiva.  Depois de servir o de Alfred comemos e fomos para o carro. Eu e o loiro íamos para o trabalho, quanto Leon, ele iria para a faculdade. 

 

 

- Irmãozinho, posso ir para a casa de um amigo mais tarde? - Perguntou Leon. 

 

 

- Quem é esse amigo? 

 

 

- É um amigo...Nós vamos estudar juntos. - Ele insistiu.

 

 

- Tudo bem mais não volte muito tarde, e vou querer o endereço dele. - Digo. Não soube onde ele ficou ontem a noite, claro que confio nele mas... é apenas para confirmar.

 

 

Horas depois de chegar e terminar meu trabalho, fui para o mercado com Sakura, pois não havia muita comida em casa, resolvi então passar no mercado para fazer compras, principalmente para comprar as coisas da dieta de Al-san. Pegamos um mesmo carrinho e o dividimos, eu fui para o setor de frios e minha amiga para o de cereais. Peguei alguns e continuei a caminhar quando de repente avisto Alice, a mãe de Alfred-san, vou em direção à ela para cumprimenta-la, no caminho porém, antes que pudesse chegar, seu marido chegou com algumas sacolas.

 

 

- O-Olá. - Foi o máximo que falei e o que consegui. Os dois me responderam educadamente, porém Francis não olhava para mim, de vez em quando desviava o olhar enquanto eu cumprimentava sua esposa com um aperto de mão. Depois de um tempo a mulher deixou o marido e a mim com seu carrinho e foi para fila de pães. Foi um momento muito constrangedor, ele me olhava culpado e sem graça, então para não atrapalhar ou o constranger me retirei. - Foi um prazer falar com vocês, até mais.  

 

 

- Espere. - Ele diz. Sinto meu corpo gelar de medo. Viro minha cabeça em sua direção sorrindo meio forçado. - Sobre o que você viu no avião...

 

 

- E-Eu não quero problemas.

 

 

- Não tudo bem, entendo mas...eu amo Alice, fiz aquilo por bobagem, talvez carência. - Ele se justifica. - Mas eu realmente preciso da sua ajuda. - Mantenho-me calado por um tempo e suspiro. 

 

 

- Senhor, eu não quero me meter na sua vida pessoal, mas o que fez foi errado e... Você tem a obrigação de contar a verdade. 

 

 

- Mas assim ela irá me matar. 

 

 

- E se ela descobrir será pior ainda. Além disso não quero vê-la sendo enganada. - A coragem bateu em mim. - Ela irá ficar triste se descobrir por si só. Quer ver sua esposa triste? - Digo meio revoltado e alto.

 

 

- E você??? Quer ver Alfred triste. 

 

 

- C-claro que não! 

 

 

- Então fique quieto. - Ele disse rude em um tom ameaçador, fiquei em silêncio e abaixei a cabeça. - Não iria fazer isso com meu filho não é? Ele já deve ter contado a você que nós não tínhamos uma relação muito boa né? - Ele levanta sua mangá e mostrando sua cicatriz no braço. - Escute, vamos deixar isso passar, eu não ligo mais para aquela mulher do avião, nós dois esquecemos, não contamos e tudo fica bem como está agora. 

 

 

- É-é por Alfred...E você não trairá mais sua esposa. - Digo ainda com medo. 

 

 

- Sim, sim, não irei mais fazer agora...- Ele iria continuar se não fosse pela chegada de Alice. 

 

 

- Cheguei atrasada, vi que tinha pão doce então parei para pegar uns também. - Ela diz sorrindo de orelha à orelha. - O que estavam falando? - Eu e Francis nos olhamos uma última vez. 

 

 

- Apenas colocando um "papo" em dia. - Digo.

 

 

- Que bom. Ah, e você está convidado para nossa festa de comemoração da promoção do cargo de Francis. - Ela olha para mim ainda sorrindo. - Alfred já deve ter mencionado. 

 

 

- Sim, já estarei lá e... opa já devia ter ido pagar as compras. - Sorrio forçado e me despeço rapidamente. Voltei as compras e encontrei Sakura, nós dois compramos o necessário e fomos direto ao caixa. 

 

 

- Está tudo bem kiku? Está meio pálido. - Ela pergunta calma. 

 

 

- Estou...ótimo. - Sorrio nervoso pegando as compras e indo direto ao táxi. Cheguei em casa, e fui a cozinha preparar o jantar, Leon me entregou o endereço e o nome do garoto anotados em um papel sem me olhar nos olhos. 

 

 

- Não vai ficar para o jantar? 

 

 

- Não, além disso não estou com fome. - Ele diz olhando para o relógio com o rosto sério. 

 

 

- Tudo bem, me mande mensagem quando terminar. - Suspiro cansado. Ele me olha meio preucupado. 

 

 

- Está bem? - Perguntou, desviei o olhar e concordei com a cabeça. Ele então foi embora fechando a porta vagarosamente. Minutos depois eu já havia quase terminado de fazer jantar quando Al chegou me abraçando por trás e como sempre me dando um beijo na bochecha. 

 

 

- Está pronto? Estou morrendo de fome. - Ele diz olhando para a panela. Concordo novamente com a cabeça sem falar nada. Depois de jantarmos fomos direto para cama eu estava exausto. Não tive aquele dia bom, pelo menos a noite estava tranquila, com um clima frio perfeito para dormir principalmente com Alfred ao meu lado. Deitei-me bem próximo a ele e fechei os olhos, senti o cobertor combrindo-me seguido de um beijo no topo na cabeça. Um "Boa noite" ele disse a mim calmo. Estava prestes a dormir quando lembrei-me de Leon.  

 

 

- Terei que acordar para pegar Leon, mas não se preucupe ele ligará, não será preciso ficar acordado. - O loiro sorri e volta a se deitar, desta vez  me abraçando, ajustei meu celular no criado mudo e o abracei de volta, minutos depois caímos no sono.  

 

 

Horas se passaram e acordei com mensagens, eram quase 3 da manhã, olhei elas e nenhuma vinha de Leon. Esse garoto só arranja problema, levantei-me com raiva e peguei o primeiro casaco que vi, não era meu e sim de Alfred-san pelo tamanho. O loiro se remexeu na cama e sentiu minha falta logo acordando e sentando-se na cama. Ele coçou os olhos e espalhou os cabelos. - Onde vai? - Perguntou. 

 

 

- Leon ainda não voltou, e já são quase 3 da manhã! - Ele levantou-se ainda cansado e foi a procura de seu casaco, olhou para mim e sorriu. 

 

 

- Você ficou bonitinho. 

 

 

- Vamos logo. - Dei seu casaco e peguei o primeiro do armário. Peguei meu celular enquanto entravamos no carro, já ligando para o de Leon, este não atendia a nenhuma das ligações o que começou a me deixar preucupado. Lembrei do endereço. Mostrei a Alfred e nós seguimos para a casa, cheguei, toquei a porta e minutos depois uma mulher loira, cansada, atendeu. 

 

 

- Olá, o que levou você a bater na minha porta a essa hora? - Perguntou ela rudemente. 

 

 

- Meu irmão está aí com um tal Emil. 

 

 

- Não tem ninguém aqui. - Depois dessa fala fui preenchido com raiva e preucupação. 

 

 

- Você conhece pelo menos um Emil? - Ela concordou com a cabeça, a mulher havia dito que era seu filho e tinha saído com amigos para uma festa. - Sabe onde é este lugar? - Ela entrou em casa e quando voltou me deu um cartão com um endereço de uma casa de show. Era o único lugar onde ele poderia estar. 

 

 

Entramos rapidamente no carro e fomos o mais rápido possível para o local. Ele estava cheio, haviam muitas pessoas na frente, então logicamente estava lotado. Sai do carro e antes de entrar senti meu braço ser segurado. Fiquei meio confuso, porém era apenas Alfred me puxando para falar algo em meu ouvido.

 

 

- Olhe. - Ele apontou para um segurança. - Não podemos entrar, está lotado, ele não está deixando ninguém passar, e nem vai. - Ele sussurrava, era possível ver o ar quente saindo da sua boca.                   

 

 

  - O que faremos?

 

 

- Vou distrai-lo e você entra, mas seja breve. - Concordei. Me aproximei das pessoas na entrada fingindo querer esperar. Alfred andava lento com as mãos no bolso perto das pessoas e se aproximava do segurança. Ele avistou uma garrafa de vidro, o loiro então a pegou e a jogou na parede do lugar, quase pegando no segurança. As pessoas ao redor se abaixaram com medo e começaram a entrar, fiquei chocado com o que ele fez. O segurança não tinha noção para onde olhar, ainda chocado fiquei encarando o loiro com um olhar de "Que porra você fez?", ele veio correndo em minha direção. 

 

 

- Rápido, kiku! Vamos logo. - Ele me puxou. Era impossível enxergar alguém, haviam pessoas dançando, bebendo e as de fora que estavam correndo. - Vamos procura-lo juntos, se não podemos nos perde e eu posso ser preso por vandalismo. - Ele disse sorrindo.

 

 

- Você ficou maluco para fazer aquilo??? - Disse sério. Ele começou a rir. 

 

 

- Foi muito engraçado, deveria ter visto a sua cara. - Ele gargalhava. 

 

 

Puxei Alfred com raiva para procurar o meu maldito irmão, porém várias pessoas estavam passando e empurrando a gente. Depois de muito tempo tentando passar olhei para trás e não avistei Alfred, gritei seu nome porém o som alto abafou meus gritos. Não podia parar, tinha que continuar a procurar meu irmão. Pedia a licença para as pessoas educadamente, entretanto muitas iginoravam. Continuei procurando por muito ele e finalmente o encontrei, ele estava jogado em uma poltrona cor-de-rosa, com uma garrafa de cerveja na mão e os pés em cima da mesa. Fui correndo em sua direção e o puxei pela gola da camisa.

 

 

- Você está encrencado. - Gritei muito irritado. - Ele começou gaguejar e tentou se explicar mas preferiu ficar calado depois de eu o encarar seriamente. - Vamos para casa.

 

 

- O que é isso? Não vai levar ele! - Um garoto loiro cambaleando disse a mim. 

 

 

- Emil...Por favor. - Leon dizia baixo. 

 

 

- Então você é o Emil? Sua mãe vai gostar muito de saber que você está indo para festas com bebidas alcoólicas, olhe em volta só tem adolescentes aqui. Saia da minha frente que já estou puto com tudo isso. - O empurrei com os ombros tentando passar. Quando de repente uma multidão de jovens começou a correr e nos empurrar. Sinto minha mão livre ser puxada. Olhei para trás e era Alfred, ele estava todo amarrotado e seus cabelos jogados para trás. 

 

 

- Vamos correr daqui a polícia foi acionada. - Ele começou a nos puxar e correr para o carro. Ele abriu as portas rapidamente, no desespero joguei meu irmão bêbado no banco de trás, rapidamente nós dois entramos no carro e Alfred desesperadamente ligou-o e correu o mais rápido possível, me segurei no carro, Leon caiu no chão dele, ele estava muito veloz, fiquei com medo. Estavamos muito longe de casa então notei ele indo em direção das árvores, entramos em um beco escuro, uma entrada de algum sítio. Ouvimos a sirene da polícia e só descansamos quando ela parou de soar. 

 

 

Fechei os olhos respirando pesadamente. Leon saiu e foi vomitar no mato. Olhei para Alfred e notei que ele estava um pouco atrapalhado.

 

 

- Está tudo bem? - Ele perguntou se aproximando de mim, senti o cheiro de álcool vindo de sua boca.

 

 

- Você bebeu? - Pergunto me desaproximando. Ele ficou calado. 

 

 

- Gilbert estava lá e...me desafiou ah...

 

 

- Você poderia ter nos matado!!! - Gritei. Sai do carro e fechei a porta com bastante força, o maior me seguiu. 

 

 

- Me desculpe, kiku...Por favor. - Ele se aproximou de mim. Ficamos nos olhando por alguns segundos, o bastante para ouvir sua respiração irregular, por impulso fiquei na ponta dos pés e lhe dei um beijo simples e calmo. O maior a minha frente demorou para colocar as mãos sobre minha cintura, porém não demorou muito para transformar nosso beijo em uma coisa mais complexa. Senti-me quente e muito envergonhado, mas...de certa forma estava gostando muito. Meu querido explorou minha boca completamente, fazendo-me ficar um pouco mais relaxado em seus braços. Iginorei completamente Leon que estava vomitando ainda. Por força do hábito e por conta do frio noturno me escondi em seu peito. 

 

 

Tudo estava tranquilo por conta do abraço e do cheiro das árvores, no entanto, foi destruído quando senti um arrepio provocado pelo maior que encaixou seu queixo em meu ombro e começou a tirar meu casaco. 

 

 

- Alfred, está frio, irei precisar dele. - Digo o colocando novamente calmamente. Senti uma pequena mordida no pescoço seguida de beijos gélidos. Me arrepiei novamente, deviando o pescoço. 

 

 

- Se está frio por que não transformamos em quente? - Ele me olha dos pés à cabeça. O empurro muito envergonhado. 

 

 

- Você está bêbado! - Afirmo.

 

 

- Você se importa? - Ele ri debochado com aquele sorriso sedutor...o quê estou dizendo? Vou em direção a Leon e o puxo pelos ombros, Alfred me segue. 

 

 

- Vamos Leon, você está encrencado. Mamãe irá ficar muito feliz em saber que o filho está a enganando. - Leon ria de mim. O desgraçado estava bêbado também.

 

 

- Você fala como ela. - Ele ria como uma iena. Depois de dito o puxei para o carro praticamente o jogando dentro. Alfred entrou em seguida levando a mão ao rosto, entrei logo depois. 

 

 

- Você vai conseguir dirigir? - Pergunto. Ele concorda e quando vai ligar o carro erra a chave. - Não vai mesmo. Vamos deixar o carro aqui e de manhã voltamos para pega-lo, não quero correr o risco de ser preso ou pior, de morrer. - Alfred apenas concorda ajeitando a cadeira do carro para inclinar-se para trás na tentativa de deitar. Peguei meu celular e reservei um Uber, iria demorar para chegar pois o maldito do meu irmão nos fez correr igual a fugitivos. 

 

 

Depois de tudo descanso em meu banco e fico olhando o loiro ao meu lado, ele estava olhando as estrelas com um sorriso bobo de sempre, quanto a Leon...ele estava dormindo, vagabundo.

 

 

- Não são tão bonitas? - Perguntou Alfred interrompendo-me olhando as estrelas. 

 

 

- Sim, bastante 

 

 

- Sabe quem é mais bonito? - Seu olhar desvia-se das estrelas e direciona-se a mim. Sorrio bobo já esperando a resposta. 

 

 

- Quem? 

 

 

-...Eu. - O loiro começou a rir de minha expressão, ri em seguida dando-lhe um pequeno soco leve nos ombros. - Estou brincando, Keeks. Você sabe disso. 

 

 

- Sim, eu sei. - Digo em meio às risadas. Ele volta a olhar para mim, na verdade era mais para meu corpo. - Você bêbado é muito pervertido. - Ele me puxa pelo braço e me pega pelos quadris fazendo-me sentar em seu colo. Desvio meu olhar para não sentir tanta vergonha. Porém ele não ajudou muito já que ficou puxando-me para beijos o tempo inteiro, até que certo momento parou e seu olhar foi diretamente as minhas vestimentas, o mesmo até tentou tirar minha camisa, contanto o impedi de continuar. 

 

 

- O que pensa que está fazendo? - Pergunto com um pouco de raiva, nunca vi esse seu lado tão atiçado.  

 

 

- ...Sexo? - Ele responde meio óbvio. Cerveja certamente deixa as pessoas mais verdadeiras, ele normalmente iria mentir ou desviar a conversa. 

 

 

- Pois pare, nossa carona para casa pode chegar a qualquer momento, além disso meu irmão está bem ali. - Sussurro. 

 

 

- Sou cuidadoso, ele não irá ouvir nada... a não ser você. - Ele sorri sem jeito pronto para me dar um outro beijo, porém eu o afasto com raiva, saio do seu colo e volto ao meu banco cruzando os braços negativamente. - Desculpe então...- Ele tira o óculos e se deita. Ficamos calados por alguns minutos que pareciam que haviam durado horas. Olhei para o relógio e haviam passado 7 minutos. Suspiro. 

 

 

- Alfred, está acordado ainda? - Pergunto.

 

 

- Estou, não estou com sono, só quero ir para minha casa e talvez descansar um pouco, tenho que aproveitar hoje pois amanhã minha cabeça ficará horrível por conta da ressaca e da maldita música alta que aquela festa tinha. Não passava pela minha cabeça que o seu irmão era assim. 

 

 

- Nem pela minha. - Estou decepcionado com ele na verdade. - Mas quer ir para a sua casa? Não quer ir para a minha?

 

 

- Para que? Você não aceita meus carinhos. - Ele se vira de lado para eu não ter acesso ao seu rosto. 

 

 

- É claro que quero, só não quero fazer sexo aqui. - Digo com um pouco de raiva, odeio chantagem. - Além do mais é muito fácil para você, não é em você que irá doer.

 

 

- E quem disse que vai doer? - Ele se vira. Essa conversa é realmente constrangedora. 

 

 

- E-Eu ouvi falar. 

 

 

- Já fez isso alguma vez com um homem? - Perguntou. Acenei negativamente com a cabeça. - Então, não sabe. 

 

 

- M-Mas esse não é o problema, é que eu não quero fazer isso aqui e agora! - Gaguejei nervoso. 

 

 

- Então você quer fazer? 

 

 

- Sim. - Gritei por impulso com uma mistura de raiva e vergonha. Ficamos ambos vermelhos olhando para qualquer canto do carro. - N-Nós poderíamos fazer em casa? - Pergunto sem graça e sem olhar em seus olhos. 

 

 

- S-Sim, tenho o que precisamos. - Ele me olha ainda vermelho, me aproximo do loiro e lhe seguro o queixo o dando um beijo, o mesmo segura minha mão com uma e com a outra minha cintura, puxando-me para seu colo novamente, sento porém, justamente em seu volume nas calças fazendo o loiro gemer abafado. Nos olhamos vermelhos.

 

 

- M-Me desculpe. - Falo muito envergonhado. 

 

 

- E-Está tudo bem, Keeks. - Alfred abraça-me descansando os olhos. - Keeks

 

 

- Sim?

 

 

- V-Você ainda está sentado. - Ele diz altamente envergonhado, saio rapidamente pedindo desculpas. Ficamos alguns segundos ali parados olhando para o além, não tinha coragem para olhar-lo nos olhos. Uma luz veio em nossa direção, era o Uber, um pouco atrasado. Nós saímos juntos e ele me ajuda a tirar Leon do banco de trás depois desligando o carro e guardando sua chave, meu irmão sai meio zonzo, mas quando o deixamos no veículo ele volta a dormir. Logo depois Alfred entra no banco da frente e o motorista me olha. 

 

 

- O quê aconteceu? - O homem pergunta. 

 

 

- Longa história que ainda irei lhe explicar. - Entro no carro. Depois de contar a história inteira o motorista ficou comentando que nosso caso não era o único, e que a maioria do seu dinheiro vinha desses casos. Percebi também que Alfred-san andava meio calado, o tempo inteiro desviava o olhar para a janela e mordia seu dedo enquanto fechava os olhos, demorou para entender mas quando vi suas pernas cruzadas já obtive uma ideia. Quando finalmente chegamos carreguei com a ajuda do loiro, meu irmão e ah...como ele iria se fuder ao amanhecer. Logo o deixamos na cama e o cobri ainda irritado. Alfred riu um pouco. 

 

 

- Não se preucupe, adolescentes fazem essas coisas, ele lembrou-me de como eu era nessa época. Fazia as mesmas idiotices, tanto que comecei a fumar e beber. - Ele sorriu ao lembrar-se. 

 

 

- E depois?

 

 

- Depois eu conheci um baixinho maravilhoso com o qual eu estou comprometido agora. - Ele me olhou sorrindo, aquele sorriso lindo que contagia. Nós saímos do quarto e nos direcionamos ao meu. Ambos deitamos na cama e nos entre olhamos quietos. 

 

 

- Sobre o que você disse no carro...que não ia doer. - Digo. Ele cora.

 

 

- T-Tudo depende de como serei...Não se preucupe eu serei gentil. E não precisa se quiser, ficará tudo bem. 

 

 

- Não foi o que vi no carro. - Alfred-san abaixou a cabeça. Tomei coragem, impulso que me ajudou também. O empurrei fazendo-o ficar de barriga para cima e um pouco chocado, logo depois sentei em seu colo novamente em cima de sua ereção por acidente. 

 

 

- AH, KIKU. - Ele gemeu alto levando seu dedo à boca o mordendo. 

 

 

- P-perdão, eu não tive a intenção. - Levanto-me devagarmente, mas para a minha surpresa ele me segura pelos braços fazendo-me sentar novamente, desta vez me agarra e me puxa para um beijo quente. Solto alguns suspiros baixos no meio e quando menos percebi ele começou a tirar minha roupa, devagarmente tirei seu casaco e desabotoei sua camisa.

 

 

- Você está indo mais rápido do que pensei. - O loiro sussurrou no meu ouvido e depois mordeu-me no pescoço. Tiramos a parte de cima de nossas roupas, fiquei um pouco de frio, mas o maior a minha frente não parava de atacar meu peito com beijos. 

 

 

- A-Alfred-san? 

 

 

- Sim, querido? - Ele parou e olhou fixamente para mim com um olhar e um ar sexy, que eu não sei o que me deu na hora. O beijei, mas como não sou bom em dominar fui dominado. Trocamos de postos, ele ficou por cima de mim e desceu, abrindo minha calça deixando exposto meu volume saliente. Sem pedir ele continuou, tirou minha cueca e pegou meu membro o masturbando bem devagar sorrindo para mim, cobri a boca para abafar meus gemidos, o que foi  meio impossível.

 

 

-  A-Ah, h-Hm... droga. - Tentava me controlar para não gemer mais alto e acordar Leon ou meus vizinhos. - H-h-hum, n-não pode ir mais A-Ah...devagar? - Ele parou por alguns segundos e direcionou-se a mim me fazendo carinho na cabeça. 

 

 

- Tudo bem querido, eu serei mais devagar. - Alfred começou a dar mordidas e beijos em meu pescoço me fazendo gemer baixo e segurar sua cabeça para poder deixa-lo continuar. Sinto ele com as mãos em seu cinto, toco nelas o impedindo de continuar. - Algum problema? - Perguntou. O empurro para fazê-lo sentar na cama, logo depois começei a tirar seu cinto, e por último sua calça, fiquei com medo de tirar a última parte. Alfred mesmo tirou sua cueca, agora ambos estavamos nus. 

 

 

Ele deitou-se sobre mim ainda me beijando, se apoiando na cama com um braço, senti suas mãos em minhas coxas, ele as colocou ao redor de sua cintura, o que possibilitou que ele começasse a roçar contra o meu membro, assim me fazendo gemer mais alto. Por fim ele parou os beijos e mordidas, me fazendo sentir sua falta. O maior procurou na carteira um preservativo e o colocou. 

 

 

Então me puxou para seu colo e ficamos nos beijando calmamente, até que meu querido começa a roçar contra minhas partes de trás. 

 

 

- Está pronto? - Ele perguntou. Com medo ainda disse sim. Ele colocou um dedo, o bastante para eu me sentir desconfortável. Ele colocou um outro e começou a fazer movimentos. Descontei minha dor em seu cabelo, eu o puxava. - A-Ai Keeks. - Ele riu baixinho. Finalmente ele pôs seu órgão, dei um pequeno grito de dor. O maior me deu beijos na testa, esperando que minha dor passasse. Lhe dei um sinal e ele começou a fazer movimentos contra mim, entrando e saindo bem devagar. Era possível ouvir ele gemer baixo. 

 

 

- Aa-a... Alfred...- Gemidos saíam abafados. Ficamos naquele ritmo por mais uns minutos até que eu não me aguentei e gemi um "Mais rápido" o loiro me obedeceu e acelerou. Cravei minhas unhas nas suas costas e mordi seu ombro. De vez em quando ele desacelerava para me beijar, estava puxando muito ar, Alfred não me deixava respirar direito com seus beijos. 

 

 

O maior então me tirou de seu colo e me virou na cama, me deixando de costas. Ele fez um trilha de beijos da costa até o pescoço me fazendo rir. Me viro para vê-lo e seus óculos estavam molhados por conta do suor, eu os tirei e Alfred começou outros beijos profundos. Ele entrou em mim novamente, envolvi minhas pernas em sua cintura para dar mais acesso ao mesmo. Ele então começou a movimentar forte contra mim. Gemia alto, fiquei com medo de acordar Leon. 

 

 

- K-kiku. - Ele me chamou. - Qual o meu nome querido? - Ele sorriu. Antes que eu podesse pronunciar ele começou novamente os movimentos rápidos me fazendo gemer. 

 

 

- A-ALFRED, AH. - Não conseguia me conter mais. Senti que já estava vindo. O maior acelerava e gemia cada vez mais. - E-Eu já estou quase...Ah A-ah. - Levei a mão à boca tentando conter os gemidos altos. 

 

 

- E-Eu também já estou. - Ele soltava alguns grunhidos e gemidos altos. O ritmo já estava muito acelerado, a cama estava tremendo. Senti vindo. - A-ALFRED. - Agarrei e o puxei para um beijo quente. Cheguamos aos nossos limites, e meu líquido foi despejado em sua barriga. Paramos para nos olhar e respirar. 

 

 

- Você foi perfeito. - Ele disse me dando um beijo na orelha. 

 

 

- Calado. - Eu o afasto e ganho outro beijo, desta vez no rosto. Me levanto com dificuldade e vou em direção ao banheiro. O loiro se levanta para pegar suas roupas. Me abraçou por trás, me viro e lhe dou um último beijo. - Será que Leon...ouviu? 

 

 

- Eu espero que não. Você foi meio barulhento. - Al riu baixo. 

 

 

- SIM. EU OUVI. - Ouvimos Leon gritar do outro quarto. Eu e Alfred nos olhamos vermelhos, até que ele começou a rir, não aguentei e começei a rir junto, depois me direcionei ao banheiro e o mesmo foi atrás de mim.


Notas Finais


Demorei outra vez :v


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