História Sunday Mornings - Capítulo 2


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Categorias Voltron: O Defensor Lendário
Personagens Keith, Lance
Visualizações 69
Palavras 679
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoas, aqui está o capítulo revisado, espero que gostem.

Capítulo 2 - Perdido


•Lance

 Estava completamente perdido, apesar de ter mudado apenas de rua, sou um tipo de pessoa muito lerda, parei e me xinguei de todos os nomes, por cogitar ter que pedir informação, me dei por vencido e logo me dirijo a uma casa aleatória, e toco a campainha, escutei alguns passos e logo a porta foi aberta.

- Oi, Bom...-Interrompi minha fala, e disfarcei olhando para o relógio, já que a beleza do menino me causará um choque, e não era tão bom em disfarçar quando o assunto era pessoas bonitas.
- Boa Tarde na verdade. - olhando melhor para o ser em minha frente, vejo ainda melhor sua beleza.
- Boa Tarde. - ele diz meio seco, mas ignorei esse fato.
- Sabe onde fica a rua Macleymore?
- É virando a esquina.
- Okay, obrigado.

{Quebra de Tempo}

 Odeiava tudo isso, ter que acordar cedo e ir para escola, mas já que não tinha opção e tinha que estudar, me encorajei e me levantei da cama me dando por vencido, tomo um banho, que nunca consegue tirar meu cansaço por inteiro, me arrumo, coloco uma roupa julgada por mim perfeita, e logo desço as escadas, e chego na cozinha.


- Bom Dia filho, quer tomar café? - Meu pai diz com pratos nas mãos. 
- Não pai, obrigado, preciso ir logo. - minha casa nunca funcionou na base do machismo, já que até mesmo meu pai odiava a ideia.
- Tenha um bom dia de aula filho. - diz minha mãe sorridente.

Pego a chaves do carro e vou logo para a escola, acelero um pouco ao som da música que tocava no rádio, algumas ruas, esquinas e logo me deparo com a escola em minha frente, me preparo mentalmente e logo saio do carro, vejo um Hunk bravo me esperando com cara emburrada.

- Olá, sr. Atrasildo. - diz ele batendo o pé.
- Hey, foi mal, acordei tarde. - digo coçando a cabeça involuntariamente.
- Percebi, você ficou sabendo do novo aluno? Nem tão novo assim já está na escola faz uns 3 dias mas só perceberam agora. - Hunk era assim, sempre me atualizava de tudo, já que era super popular.

 Não me interessei muito, e o convenço a entrar na escola pois nossa aula de geometria ia logo começar. Sabe essa escola não é uma das piores mas também não é uma das melhores - apesar de ser particular - já que fecham os olhos pra muitas coisas que acontecem aqui. Chegamos na frente da sala, xingo mais uma vez o universo e decido entrar, sento em uma mesa com o Hunk e começo a prestar atenção na aula, e meu dia me resumiu nisso, várias aulas com uma quantidade de conhecimento, que na minha opinião, era massiva, mas finalmente chegamos na minha aula favorita, ciências - mais especificamente cosmologia - Hunk não tinha a mesma aula e teve de ir embora.
Melhor assim, já que gostava de ficar sozinho e me concentrar na aula, logo meus planos foram arruinados quando um menino de mullets e uma roupa questionável se dirigia a mim:

- Posso sentar aqui? - pediu sério e frio, já o tinha visto em algum lugar.
- Ah, sim, pode sim. - logo percebi que era o mesmo que tivera pedido informação a uns dias atrás.

Ele se sentou e a aula começou, foi a primeira aula de ciências, que não consegui prestar atenção, estava curioso sobre ele, sua beleza, seu estilo questionável, aquilo despertava minha curiosidade, ignorando esses fatos, fingi prestar atenção na aula e continuei estático. Finalmente o dia acabará, me despedi de Hunk, e fui em direção ao carro, pisquei algumas vezes para confirmar minha visão, e me perguntei o que aquele ser fazia do lado do meu carro me encarando.

- Hey, você está na cidade a muito tempo? - ele me pergunta com um leve ar arrogante.
- Sim, que ajuda com algo? - odeio minha educação.
- Na verdade sim. - no primeiro instante vacilei, mas logo lembrei que minha curiosidade não fora embora.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, ainda estou revisando, então qualquer erro que vocês virem podem deixar nos comentários, XOXO.


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