História Sunflowers - Capítulo 14


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Palavras 1.380
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


- Nimura Furuta (tg) x leitora
- romance
- leiam as notas finais por gentileza.
Boa leitura.

Capítulo 14 - Falling for you


Fanfic / Fanfiction Sunflowers - Capítulo 14 - Falling for you

 

Por mais que nunca se falassem, ele prestava a atenção na investigadora de 1ª classe que sempre fugia quando ele se aproximava como se fosse um ghoul de classificação SS+. 

Se Nimura entrava na cafeteria próxima ao CCG, ela dava um jeito de escapar rapidamente. Se tinham uma reunião em que as equipes dos dois estavam juntas, ela sentava em cadeiras que os dois lados já estavam ocupados. E se só havia a cadeira ao lado de Furuta vazia, era como se (s/n) estivesse sendo torturada para sentar-se ali. 

A tarde caiu lentamente, Nimura olhou em seu relógio e viu que faltava pouco tempo para o expediente acabar, e tudo que ele mais queria era poder ir para casa e tomar um banho quente. Seus músculos estavam duros de tão tensos que estavam, ele precisava relaxar. 

Ele passou pelo portão de RC e saiu do prédio, precisava comprar um café ou acabaria dormindo em cima da pilha de relatórios. E o pior, Kijima havia pedido um café que Nimura nem se lembrava mais qual era; e ainda por cima para ele pagar com o próprio dinheiro. Furuta franziu os lábios, era difícil trabalhar com aquele superior de merd- 

Passou a mão nos cabelos e abriu a porta da cafeteria, o cheiro do café invadiu seu olfato e de algum jeito, ele se sentiu um pouco melhor. Seus olhos encontram uma figura que provavelmente trabalhava no CCG também, por causa das roupas que vestia. Por que Kijima não tinha pedido a droga do café a aquela moça? 

Ele se aproximou do balcão e olhou para o lado, então seus olhos encontraram a fugitiva (s/n).

— Boa tarde, (s/n)-san. — Furuta quebrou o silêncio com sua voz melodiosa, fazendo com que a moça olhasse para o lado e encontrasse os olhos castanhos dele.

— Boa tarde, Furuta-san. — ela o cumprimentou também, seu coração saltou uma batida e ela desviou o olhar. 

Antes que Furuta pudesse pensar em qualquer outra coisa para manter o assunto, a fila andou e era a vez de Nimura fazer o pedido.

— Boa tarde, o que vai querer? — a atendente perguntou, o sorriso dela era demasiadamente grande e ela não sorriu assim para os outros clientes. 

— Um café preto e um baunilha latté. — ele respondeu. — Para viagem. — acrescentou.

— Claro, aguarde alguns minutos ali. — ela apontou para o outro lado do balcão. 

— Obrigado. — ele pegou o dinheiro na carteira, pagou e aguardou o troco. Então foi para seu local de espera. 

Ele viu quando (s/n) pegou seus pedidos e saiu sorrateira, pensando que ele não tinha visto. 

— Louca. — Furuta murmurou e aguardou até que pegou seu pedido e voltou rapidamente para o CCG. Depois de entregar o café de Kijima com seu melhor sorriso falso, ele voltou para sua mesa e sentou-se, bebendo um pouco de sua bebida quente. 

— Furuta-san, será que tem um minuto? — ele ouviu uma voz desconhecida e olhou para o lado.

— Ah, claro Shirazu-kun, o que foi? — perguntou.

— Eu não sei se devia falar mas... — o garoto coçou a nuca e olhou para Furuta de novo. — É que a (s/n)-chan é minha amiga e ela...

— O que tem ela? — Nimura não deixou transparecer sua falta de paciência, ele era ótimo em disfarçar suas emoções e não seria agora que ia falhar. 

— É que ela gosta de você, mas não conta que fui eu que te falei, ok? — Shirazu pareceu um pouco culpado no final da declaração. 

Nimura abriu um pequeno sorriso e assentiu.

— Manterei segredo. 

— Mas, Furuta-san, será que você poderia ir falar com ela? Sei lá, tipo, chamar para tomar um café. — o mais novo deu de ombros. 

— A (s/n)-san vive fugindo de mim, Shirazu-kun. — ele deu uma risadinha, lembrando do papelão que a outra investigadora passava só para fugir dele. 

— Mais uma vez, eu vou te contar mas não diz que eu te disse. 

— Tudo bem. — Furuta riu mais uma vez da frase embolada do líder dos Quix. 

— Ela não se acha bonita o suficiente para você. — explicou.

Nimura juntou suas coisas e saiu pelo portão do CCG logo depois de (s/n), ele deu uma pequena corrida para alcançá-la e a moça olhou para o lado assustada. 

Estava de noite, e ela estava sozinha; era natural se assustar por esse tipo de coisa.

— Furuta-san, você me assustou. — ela pôs a mão sobre o peito, sentindo o coração acelerado. 

— Me perdoe por isso, mas precisava falar com você. — ele disse.

— Sobre o trabalho?

— Não, sobre você. 

(s/n) estreitou os olhos. 

— Sobre mim? — perguntou, cautelosa. Suas mãos começavam a suar e seu coração batia mais rápido do que na hora que levou o susto. 

— Por que sempre foge de mim? — ele perguntou, mesmo já sabendo a resposta. 

— Não estou fugindo. — ela aumentou a velocidade dos passos.

 — Está sim, e está fazendo isso agora. 

— N-não estou... — ela parou de andar, envergonhada. 

— Eu ouvi que você gosta de mim. — ele disse, seu tom de voz leve e calmo. Ele saboreava cada momento de incerteza de (s/n).

— Q-quem di- — ela não ia negar, interrompeu a frase no meio e desviou os olhos. — Sim, mas, você gosta de pessoas bonita e eu... 

Furuta esticou a mão e levantou seu queixo com o dedo, ele via as lágrimas se formarem em seus olhos. 

— E quem te disse isso? — a pergunta não passou de um sussurro.

Os dois estavam parados embaixo de uma árvore, Furuta estava mais perto do que ela um dia imaginou que ele fosse estar. 

— Eu estou vendo. — murmurou, uma lágrima solitária caiu por suas bochecha quando piscou. 

— Não pense assim. — ele sorriu, aos poucos, se inclinou na direção de (s/n) e pôs a mão em sua bochecha. A respiração dela aumentou o ritmo e Nimura abriu os olhos, ela permanecia com os mesmos fechados, então ele fechou-os também e beijou-a delicadamente. 

Seus lábios eram quentes e macios, e ela deixava que ele dominasse o beijo sem nenhuma resistência. Seus cabelos eram muito mais sedosos do que ele havia imaginado e seu cheiro era relaxante. E só de pensar no que ele poderia fazer depois- 

Ele se afastou rapidamente e viu a expressão chocada de (s/n).

— Furuta-san, (s/s)-san, vocês estão bem? — Take Hirako perguntou, ele estava saindo do CCG e viu os dois ali.

— Sim Hirako-san, a (s/n)-san só está com um pouco de dor de estômago. — Furuta respondeu. 

— Entendo. — a expressão monótona do outro não mudou por nenhum segundo. — Você deve tomar um remédio e descansar (s/s)-san. 

— C-claro, obrigada, Hirako-san. — engoliu em seco e sentiu o rosto corar em diferentes tons de vermelho. Por sorte os galhos da árvore faziam sombra em seu rosto, então não era possível para o homem ver que ela estava corada.

— Até amanhã! — Furuta acenou para Hirako, mas sua outra mão permanecia no ombro de (s/n).

Havia sido por pouco. Quando o outro investigador estava longe o suficiente, Nimura segurou a mão de (s/n) e olhou para ela.

— Acho que devemos tomar um café qualquer hora dessas. — ele sugeriu. 

— C-claro. — ela assentiu, sentindo seu rosto esquentar mais uma vez.

Por que tinha que ficar como uma boba toda vez que estava perto de Nimura? Na verdade, ela não sabia muito bem como agir, mas junto com ele vinha o nervosismo e sensação de primeiro amor de quando se está no ensino médio. 

Ela estava cansada de fugir dele e do sentimento que ele provocava e despertava a cada segundo. 

— Você vai parar de fugir de mim agora? — um sorriso distorceu os lábios de Furuta. (s/n) nunca conseguia desvendar se ele estava falando a verdade ou não, mas naquele pequeno instante ela não se importou. 

— Sim, mas... O que você vê em mim? Eu não sou bonita nem-

— Sim, você é bonita, inteligente e uma ótima investigadora. Além disso, — ele acariciou seu lábio inferior com o dedão. — não tem direito algum de discordar do que eu acho bonito ou não. 

Ela sentiu o coração saltar uma batida mais uma vez. Não tinha palavras para dizer e quebrar o silêncio que pairava entre os dois, a única coisa que importava era a forma que Nimura olhava para ela; mesmo que fosse momentâneo.

— Venha, vou te levar para jantar. — ele saiu andando e deixou uma (s/n) congelada. Ela teve que correr um pouco para alcançá-lo. 

— E-ei...

— Isso é por fugir de mim por todo esse tempo. — ele riu.  


Notas Finais


Essa fic tem a possibilidade de uma parte 2, então se quiserem, comentem aí em baixo ~~~

[PEDIDOS FECHADOS]
- próxima: Tooru Mutsuki
- Fila: + 14

Então, agradeço muito pelos pedidos mas por favor, não façam mais de 3 pedidos por vez. Se não eu tenho que fechar os pedidos muito rápido e outras pessoas não podem pedir, entendem?

Gente, estou tão feliz! Vocês são os melhores, sou a autora mais feliz do mundo. Se quiserem visitar meu tumblr de cenários e fazer pedidos lá também, ficarei feliz e pretendo realizar o mais rápido possível.
Mas oneshots só aqui, ok? Lá só cenarios e outros.
---> http://h-i-z-a-s-h-i.tumblr.com

Xoxo <3


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