História Sunshine - Capítulo 28


Escrita por: ~

Postado
Categorias G-Friend
Personagens Eunha, SinB, Sowon, Umji, Yerin, Yuju
Tags Eunha, Gfriend, J Unnie, Sinb, Sinrin, Sowon, Sunshine Fanfic, Umji, Wonha, Yeju, Yerin, Yuju
Visualizações 319
Palavras 5.705
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: FemmeSlash, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


My Babies! ❤
Cheguei com mais um capítulo para vocês! E espero que aproveitem esse capítulo! ;)
Quero desejar felicidades para os babies aniversariantes do dia (os que eu sei, pelo menos): Brunno & GoddessSinB parabéns, babies! ❤
Nos falamos nas notas finais porque tenho novidades!
Boa leitura!

Capítulo 28 - Capítulo 27: intimidade


Eu não podia acreditar no que meus olhos viam. Bufei irritada ao terminar de pendurar o arco no suporte e não demorei a me despedir das minhas colegas de time e da professora. Eu estava com pressa para alcançar a teimosa figura de minha namorada. Semicerrei meus olhos enquanto me aproximava de SinB, porque eu não podia crer que ela já estava testando os limites das recomendações médicas. Depois de alguns dias, ela finalmente estava livre da tipoia e ouviu do médico que apenas não forçasse demais o ombro. E minha namorada aparentemente não levou aquela recomendação a sério, porque para estar praticando arremessos de beisebol, ela só podia estar se sentindo mesmo bem ou apenas estar se desafiando.

Um suspiro escapou dos meus lábios há alguns passos dela e mordi meu lábio em seguida ao observar o lançamento dela. Eu estava preocupada com SinB forçando o ombro daquele jeito, mas eu também não podia negar que estava orgulhosa ao ver o quanto ela havia melhorado no beisebol. Os lançamentos estavam mais precisos e fortes. E eu também não podia negar o quanto ela ficava extremamente sexy no uniforme do time, aquela postura de atleta.

Sorri quando a vi comemorando o acerto do arremesso e recebendo elogios da técnica do time. SinB acenou brevemente antes de fazer uma pequena dança de comemoração, deixando a área de arremessos. De onde eu estava parada via o perfil de minha namorada, vi o modo como SinB ajeitou o boné do time na cabeça, jogando os cabelos para trás e sorrindo lindamente. Umedeci meus lábios ao vê-la, porque ela me enfeitiçava facilmente. Apenas despertei daquele transe quando a vi alcançar por mais uma bola de beisebol e começar a arremessá-la para o alto.

Maneei a cabeça antes de enfim voltar a me aproximar dela. SinB não percebeu a minha aproximação, apenas notando quando eu agarrei a bola de beisebol antes dela. Tinha parado suavemente às costas dela, quando ela enfim me olhou.

YR: “Você ouviu o médico dizer para não forçar o ombro, certo?” Arqueei a sobrancelha para ela.

Minha namorada apenas sorriu travessa e deu de ombros antes de me empurrar suavemente com o ombro dela.

SB: “E você o ouviu dizer também que eu já estava bem, certo?” Murmurou ao piscar para mim. “Eu estou bem agora, Yenni.” Ela apertou minhas bochechas.

Maneei a cabeça para SinB enquanto segurava uma das mãos dela, e continuava a encarando.

YR: “Eu sei que está e quero que continue assim, amor.” Apertei a mão dela. “Então, por favor, não força muito. Não quero ver você machucada de novo, SinB.”

Um beicinho se formou em meus lábios e vi o sorriso de minha namorada aumentar. SinB se aproximou de mim, passando os braços pela minha cintura e deixando nossos rostos próximos, a ponto de sentirmos a respiração uma da outra.

SB: “É fofo você cuidando de mim, amor.” Ela apertou minha cintura e eu senti meu rosto ruborizar um pouco, o que fez SinB rir. Eu rolei os olhos para ela, mas não consegui evitar o sorriso que se espalhou por meus lábios. “Prometo não forçar demais, não se preocupe. E, além disso, o treino já acabou.”

YR: “Acho bom.” Deixei um beijo na testa dela. “Tenho mais uma coisa a dizer também.”

SB: “O que é?” SinB mordeu o lábio e aquele movimento chamou a atenção dos meus olhos.

YR: “Você melhorou bastante no beisebol, SinB-ah. Estou orgulhosa.” Pisquei para ela e foi minha vez de sorrir divertida para o tom rosado que alcançou as bochechas da minha namorada, que agora exibia um sorriso satisfeito.

SB: “Você viu que eu acertei o arremesso?” SinB acenou orgulhosa e eu confirmei. “Eu sou boa nisso.”

Ela tomou a bola de beisebol da minha mão e a arremessou mais uma vez para o alto, segurando-a firme em seguida. Enquanto ela fazia aquilo, eu não evitei que meus olhos corressem pelo corpo dela. Eu não podia evitar, nem quis, o pensamento que ela realmente estava certa. SinB se encaixava muito bem naquele perfil de jogadora.

YR: “Não posso negar que realmente é.” Sussurrei sobre o rosto dela e pisquei para SinB, antes de mandar um beijinho para ela no ar. “Inclusive esse uniforme fica maravilhoso em você.”

Ela me apertou em seus braços brevemente, antes de estender uma das mãos e mexer na minha franja.

SB: “Você acha?” Murmurou com a voz rouca e tudo que pude fazer foi fechar meus olhos e acenar concordando. “Yenni” Sussurrou e a senti deslizar a mão para minha nuca, apertando levemente o local. “Estou com saudades de você.”

SinB tinha sussurrado na minha orelha e pude sentir um arrepio gostoso percorrer minha pele. Sensação que só se intensificou quando minha namorada mordeu suavemente o lóbulo da minha orelha. Foi minha vez de segurá-la pela cintura, apertando o corpo dela contra o meu, antes de voltar a encará-la.

E pude ver que o brilho do olhar de SinB refletia o meu, assim como os arrepios que compartilhávamos com a proximidade dos nossos corpos. O tom de voz que ela usou somado ao brilho intenso e o sorriso íntimo que ela direcionava a mim apenas me mostravam que aquela saudade a qual ela se referia, eu também sentia.

Notei os olhos de SinB fitando meus lábios, antes de eu mesma espelhar o gesto dela. Percebi que nossas respirações estavam pouco mais aceleradas, e sorri de lado com aquilo.

YR: “Eu também estou, amor.” Murmurei ao encostar brevemente nossas testas. Nossos lábios se roçaram brevemente, até lembrarmos que não estávamos em um local reservado. “Podemos ir agora? Eu realmente quero voltar a ficar a sós contigo.”

SB: “Tudo que mais quero, Yenni.” SinB beijou o canto dos meus lábios, antes de se afastar. Ela deixou nossas mãos juntas mesmo quando começou a me puxar para a saída do campo. “Desde que tudo ocorreu, nós não tivemos muitas oportunidades de sermos apenas você e eu.”

Um biquinho se formou nos lábios de SinB e eu me esforcei para não beijá-la ali mesmo. Tudo o que fiz em troca foi puxá-la um pouco mais para perto. Suspirei quando ela envolveu minha cintura e tirei o boné dela, colocando-o em mim.

YR: “Você tem razão, amor. Honestamente tem sido difícil dividir sua atenção com todo mundo.” Murmurei divertida, provocando risos em SinB.

SB: “O mesmo eu digo para você.” Ela murmurou ao apertar minhas bochechas novamente, fazendo com que um biquinho se formasse em meus lábios. “Por isso hoje seremos só você e eu, na minha casa.”

Sorri para o que ela havia dito, mas não pude deixar de me surpreender com a última sentença daquela frase.

YR: “Sua casa?” Arqueei a sobrancelha para ela e SinB apenas sorriu concordando. “Você tem certeza?” Mordi meu lábio.

SB: “Claro que sim, amor. Nós não precisamos mais nos esconder lá.” Ela sorriu largamente para mim. “E, além de tudo, você sabe que meus pais nunca estão em casa à tarde.” SinB piscou travessa para mim.

Retribui ao sorriso dela, concordando com o que ela havia dito. SinB tinha razão quando dizia aquilo, porque eu sabia bem que os pais dela nunca ficavam à tarde em casa. Lembrava-me de todas as tardes que passamos no quarto dela, fosse trocando confidências, risos descontraídos ou beijos furtivos. Quando SinB apertou novamente minha cintura, eu suspirei porque não podia negar que estava ansiosa para tê-la ainda mais perto. Minha namorada não só tinha me orgulhado com a melhora dela no beisebol, mais que isso SinB tinha me orgulhado por ter sido forte por nós.

Diante de tudo, SinB estava bem e ainda estávamos juntas. E aquilo precisava ser comemorado. E nós iríamos. Mal podia esperar para sermos apenas nós duas mais uma vez, em um lugar que tinha se tornado íntimo para mim, devido a mais um dos encantamentos daquela garota sobre mim.

※※※※※※

Eu não queria que ninguém nos atrapalhasse, por isso tinha arrastado minha pequena para o auditório, porque queria um pouco de privacidade naquele colégio com ela. Mas Eunha, aparentemente, não tinha percebido a intencionalidade daquele gesto, porque ela não calou a boca por alguns bons minutos. A pequena vinha falando sobre a recente relação entre Yuju e Nayoung, mas honestamente eu não estava interessada em discutir aquilo com ela no momento. E mesmo as minhas tentativas de interromper o assunto tinham sido falhas.

Até eu resolver interromper Eunha de uma maneira mais eficaz. E foi exatamente o que fiz quando puxei a pequena pela cintura, fazendo-a sentar-se em meu colo e ataquei os lábios dela com os meus, efetivamente a calando. O gritinho surpreso dela foi reprimido por nossas bocas movendo-se juntas em um ritmo intenso, enquanto meus braços a mantinham presa a mim.

SW: “Você fala demais.” Murmurei sobre os lábios dela, antes de morder o canto inferior do mesmo.

EH: “Cala a boca e me beija.”

Um sorriso se formou em meus lábios antes de juntar minha boca a de Eunha novamente. As mãos pequenas seguraram firme meu pescoço, enquanto as minhas apertavam as grossas coxas dela. As línguas disputavam o controle daquele beijo, e eu apenas suspirei me entregando ao ritmo que ela colocou quando prendeu meu lábio entre os dela, puxando-o. Meu corpo reagiu àquilo, deixando pequenos tapas nas coxas dela, arrancando um baixo gemido dos lábios de Eunha.

Quando as mãos de Eunha arranharam a pele do meu pescoço, eu não impedi que as minhas unhas fizessem o mesmo pela parte interna da coxa dela. A pequena mordeu meu lábio antes de inclinar a cabeça para trás, o que eu aproveitei para depositar beijos na base do pequeno pescoço.

Sorri contra a pele dela ao perceber que aquela era realmente uma boa forma de calar a boca da pequena. Uma pena que durou pouco, porque nós nos sobressaltamos quando a porta do auditório voltou a se abrir. Eunha se assustou e por pouco não pulou do meu colo para o chão, mas felizmente tinha sido rápida o bastante para segurá-la.

Eu estava prestes a abrir a boca para amaldiçoar quem quer que tenha nos interrompido, mas antes que o fizesse, a pequena colocou um dedo sobre minha boca, me silenciando, antes de inclinar nossos corpos levemente para que não fôssemos vistas.

Nós estávamos sentadas em uma das fileiras do meio do auditório, e Eunha se grudou ainda mais a mim para conseguir ver quem tinha chegado ao lugar. Parte de mim ainda estava apreciando a sensação de ter a pele da pequena grudada a minha, mas a outra parte estava irritada com quem tinha nos atrapalhado.

Fora por isso que segui o olhar da minha namorada para ver de quem se tratava, e me surpreendi ao perceber que a ideia de utilizar o auditório para ter um pouco mais de privacidade com a minha namorada não havia sido só minha, uma vez que claramente as duas figuras silenciosas também estavam ali em um beijo intenso. Diferente de mim e Eunha, elas sequer tinham ocupado alguma poltrona do lugar. Podia ver que uma das garotas tinha se apoiado em uma das poltronas, enquanto a outra tinha o corpo levemente inclinado sobre ela, braços ao redor uma da outra.

SW: “Tanto lugar nesse colégio e tinham que vir justamente para o auditório?” Resmunguei ao semicerrar os olhos para as garotas.

EH: “Shiu, So!” Eunha me deu um selinho, antes de voltar a franzi a testa para as recém-chegadas. “Quem são?” Sussurrou.

Voltei a encarar as garotas e assim como a pequena, também franzi minha testa para poder vê-las melhor. Senti minha sobrancelha arquear e minha boca se entreabriu levemente quando percebi de quem se tratava.

SW: “Wow! É a Nayoung –”

EH: “Yuju-ah!”

Antes que eu pudesse completar minha frase fui interrompida por Eunha. Minha namorada tinha se levantado do meu colo rapidamente e murmurado em alto e bom som o nome de Yuju, assustando a mim e as garotas. Eu sorri divertida ao ver Nayoung e Yuju pularem com o susto, finalmente soltando uma a outra, enquanto minha namorada tinha as mãos na cintura e os olhos semicerrados na direção das duas.

YJ: “Eunha? Sowon unnie? O que fazem aqui?”

Eu me levantei, ficando também ao lado de Eunha, enquanto encarava minhas duas amigas. Tanto Yuju quanto Nayoung tinham as faces rosadas, e eu cruzei meus braços ao encará-las.

SW: “O mesmo que vocês estavam fazendo.” Dei de ombros antes de receber uma cotovelada de Eunha.

EH: “Sowon!” Soltou um muxoxo.

SW: “Só a verdade, pequena.” Roubei um selinho dela.

Eunha maneou a cabeça e ouvi Nayoung escondendo o riso com a mão, enquanto Yuju maneava a cabeça também para nós. Vi as duas se olharem de lado cúmplices, antes de enfim se aproximarem de onde estávamos.

Voltei a me sentar puxando Eunha, quando Yuju e Nayoung fizeram o mesmo.

NG: “E por que pararam mesmo?” Minha amiga arqueou a sobrancelha para mim.

SW: “Justamente porque vocês nos assustaram.” Rolei os olhos para ela, e Nayoung fez uma expressão culpada antes de dar de ombros e sorrir para nós.

YJ: “Então você achou justo nos atrapalhar também?” Yuju semicerrou os olhos para Eunha. Minha namorada apenas sorriu debochada para a mais nova, dando de ombros. “Você não tem jeito, unnie.”

Com o comentário de Yuju, tanto eu quanto Nayoung não controlamos os risos, mais ainda quando minha namorada apenas piscou ao confirmar o que Yuju havia dito. As duas suspiraram antes de sorrir uma para a outra. Nós continuamos conversando e trocando provocações, até o momento que mais uma vez fomos interrompidas pela chegada de alguém ao auditório.

NG: “Isso aqui supostamente deveria estar vazio.” Nayoung murmurou ao ouvir o barulho das portas se abrindo.

SW: “Exatamente.” Concordei acenando para ela, antes de suspirar com a voz divertida que nos alcançou. Maneei a cabeça antes de encarar a figura sorridente de Sana.

SN: “Ora, ora, isso aqui virou ponto de encontro de casais agora?” A garota comentou ao se aproximar de nós.

EH: “Quase isso aparentemente, Sana.” Minha namorada sorriu divertida para a amiga.

SN: “É uma ideia muito boa, pequena.” Sana piscou para Eunha antes de trocarem um high five.

Minha expressão estava levemente enciumada com aquela interação, e olhei torto para Nayoung e Yuju que se encolhiam em seus lugares.

SW: “Yeah, realmente foi uma boa ideia a que tive.” Murmurei ao encarar Sana e recebi mais uma leve cotovelada de Eunha. “Mas o que você veio fazer aqui, Sana?”

SN: “Na verdade estava procurando vocês mesmo.”

SW: “Nós?” Arqueei a sobrancelha para ela e a vi acenar confirmando. “Você tem certeza?” Franzi a testa para a garota.

EH: “Sowon” Eunha bronqueou o meu tom de voz e Sana apenas riu.

SN: “Yeah, tenho um convite para vocês.” Sana bateu palmas animada enquanto revezava o olhar entre todas nós. “Vou fazer uma festa lá em casa para comemorarmos o fim do semestre, e adoraria que todas vocês aparecessem.”

Enquanto Sana estava animada e exibia um sorriso orgulhoso para a ideia da festa, eu pude sentir certa tensão no olhar que Eunha, Yuju, Nayoung e eu trocamos. Mordi meu lábio ao pensar no que a festa anterior que Sana tinha promovido gerou em todas nós. E pelos olhares que minhas amigas exibiam, eu sabia que elas também estavam pensando naquilo.

YJ: “Hum, eu não tanta certeza se essas festas são uma boa ideia.” Yuju murmurou incerta atraindo a atenção de Sana.

SN: “Por que não?” Ela tinha uma expressão confusa no rosto quando o inclinou para minha amiga.

Eu rolei meus olhos para aquilo, porque não era possível que já tinha esquecido os acontecimentos daquela bendita festa.

SW: “Porque a última festa que você deu foi no mínimo tensa para a grande maioria aqui, lembra?” Semicerrei os olhos para Sana que tinha voltado a me encarar.

SN: “Oh! Yeah, claro.” Deu de ombros. “Mas aquilo passou, nós todas estamos em momentos diferentes agora.” Ela piscou para mim. “Vai ser divertido.”

Eu pisquei incrédula para o quão relaxada aquela garota era. Pelo canto do olho vi Yuju e Nayoung se olharem e sorrirem discretamente com a ideia da festa e minha namorada sorrir de volta para Sana.

EH: “Acho que dessa vez vai ser divertido sim. Nós aceitamos o convite, Sana.”

Eunha e Sana trocaram mais um high five e Yuju e Nayoung acenaram concordando. Olhei incrédula para todas elas, antes que os olhares delas se concentrassem em mim.

NG: “Vamos lá, garota, vai ser divertido.”

YJ: “Yeah, unnie. Nós estamos mesmo precisando de uma festa para descontrair.”

EH: “Vamos lá, So, vai ser diferente dessa vez.” Eunha apertou minha mão e eu suspirei antes de me dar por vencida.

Os sorrisos de Yuju e Nayoung aumentaram, enquanto Eunha deixou um beijinho na minha bochecha, antes de voltar a sorrir para Sana, que batia palmas animada.

SN: “Ótimo! Avisem as outras meninas, ok?” Eunha acenou concordando. “Tenho que chamar mais algumas pessoas agora.”

Sana acenou brevemente para nós e deu um passo para trás, mas parou em seguida, voltando a nos encarar. Especificamente, a me encarar.

SN: “Quase me esqueci! Você pode ficar tranquila que o único jogo envolvendo tequila dessa vez que vamos ter é para ver quem consegue virar os shots mais rápido.” Sana tinha um sorriso largo no rosto. “Vai ser divertido, So!” Ela empurrou levemente meu ombro antes de piscar para mim e em seguida realmente caminhar para a saída do auditório.

Eu permaneci estática, e apenas conseguir me mexer quando ouvi os risos de minhas amigas e da minha namorada. Eu não podia acreditar naquilo. Fiz uma careta para Nayoung e Yuju, antes de me virar para Eunha.

SW: “Quando eu dei intimidade para ela me chamar de So?” Minha testa estava franzida ao perguntar aquilo e eu apontava para a direção por onde Sana tinha ido.

Eunha deu de ombros enquanto Yuju e Nayoung se divertiam com a minha expressão incrédula. A pequena apenas beijou minha bochecha novamente, antes de apoiar a cabeça em meu ombro e murmurar que já estava divertindo com aquilo. Bufei com a resposta de Eunha e revirei meus olhos para as gargalhas das minhas amigas. Respirei fundo tentando me convencer que aquela festa seria realmente uma boa ideia, e que pudéssemos nos divertir. Por mais que eu sentisse o receio de que, talvez, eu seria o motivo de diversão para elas.

※※※※※※

Eu definitivamente estava com saudades de estar daquele jeito, a sós, com minha namorada. Felizmente meus pais não estavam e me alegrava ter Yerin só para mim no meu quarto novamente. Eu adorava o tempo que dividíamos com nossas amigas, mas eu também adorava e sentia a necessidade de estar exclusivamente com ela. E fora tudo o que havia acontecido, as discussões e eu ter me machucado... Nós duas vínhamos sendo um pouco mais discretas, mesmo nas trocas de carinho.

E eu gostava daquilo. Mas também gostava da intimidade que dividíamos, e eu não podia negar que estava com saudades de sentir a pele dela grudada a minha, as respirações e líquidos dos nossos corpos se misturando, das mãos dela deslizando pelo meu corpo e as minhas fazendo o mesmo nela, marcando-a como minha... Da mesma forma que eu era dela.

E eu sabia que Yerin também estava com saudades de tudo aquilo pelo modo como ela correspondeu quando eu a beijei assim que alcançamos meu quarto. Mal tínhamos posto os pés no lugar, eu tinha firmado minhas mãos na cintura dela, fazendo com que Yerin se recostasse à porta do meu quarto, fechando-a. Ataquei os lábios de minha namorada em seguida, abrindo caminho com minha língua para a boca dela. As mãos de Yerin se emaranharam em meu cabelo, deslizando firmemente por minha nuca enquanto a língua dela deslizava contra a minha, arrancando roucos gemidos de nossas gargantas.

Minhas mãos percorreram o caminho da cintura pelas laterais do corpo dela, puxando o tecido da blusa de minha namorada junto. Yerin puxou um pouco os fios de meu cabelo antes de levantar os braços e permitir que tirasse a blusa dela. Mordi o lábio dela depois que joguei o tecido no chão e senti minha namorada sorrir contra minha boca.

Meu olhar caiu sobre o abdômen de Yerin e umedeci meus lábios quando vi o peito dela subindo e descendo pela respiração acelerada. Não demorei a levar minha boca pela região do busto dela, sugando a pele branquinha enquanto meus dedos arranhavam a barriga dela. Sorri satisfeita quando senti as mãos da mais velha deslizarem por minhas costas e alcançarem a barra de minha blusa, puxando-a em seguida. Deixei que Yerin a tirasse de mim e a puxei novamente para um beijo necessitado e urgente quando nossos corpos seminus voltaram a ficar pressionados juntos.

Não soube dizer se foi meu ou dela o gemido que ficou preso entre nossas bocas quando nossos seios se roçaram. As mãos de Yerin desceram para meu quadril e cravei minhas unhas na pele dela quando a sentir apertar meu bumbum, pressionando nossos centros. Senti os beijos dela percorrerem minha bochecha, antes de alcançar meu pescoço e ombro. Um pequeno sorriso se formou em meus lábios quando a senti deixar um beijo mais delicado sobre meu ombro que foi deslocado.

Deixei que minhas mãos caíssem sobre a barra do short dela e não tardei a retirar a peça dela, deixando-a apenas com a roupa íntima, nossos sutiãs logo também foram descartados e puxei Yerin em direção a minha cama. Minha namorada tentou inverter nossas posições, mas eu não permiti aquilo, fui mais rápida em empurrar o corpo dela no meu colchão. Yerin se deitou apoiada nos cotovelos, erguendo o corpo levemente e me encarando, enquanto eu estava em pé de frente a ela, observando cada detalhe do corpo de minha namorada.

YR: “SinB” voltei a encarar o olhar intenso de Yerin “vem cá, amor.”

Senti minha pele se arrepiar diante o tom suavemente rouco de minha namorada, e sorri para ela. Minhas mãos abaixaram de uma vez as últimas peças do meu corpo e sorri satisfeita ao ver os olhos de Yerin seguirem as peças deslizarem por minhas pernas. Mordi meu lábio ao vê-la umedecer os lábios com a ponta da língua à medida que eu engatinhei até pairar sobre ela. Yerin efetivamente deitou sobre o colchão e acompanhei com o olhar quando uma das mãos dela traçou a lateral do meu corpo, desde metade da minha coxa até pousar na minha bochecha, colocando meu cabelo atrás da orelha.

SB: “Realmente estava com saudades de te sentir assim, amor.” Murmurei sobre os lábios dela, puxando-os para mim em seguida. Senti Yerin suspirar e abrir a boca para dizer algo, mas eu a silenciei com um selinho. “Shiu! Minha vez, Yenni.”

Afastei a franja dela para o lado e sorri depois de sentir a suave mordida que ela deixou em meu queixo. As mãos dela alcançaram por meus seios, massageando os mamilos entumecidos, enquanto minha boca deslizou dos lábios dela para o pescoço. Minhas mãos concentradas em retirar do corpo dela a última peça que separava nossas peles de estarem completamente em contato.

Yerin apertou as mãos em minhas costas quando meus beijos alcançaram os seios dela, mordisquei os seios dela arrancando baixos gemidos de minha namorada. Desci minha boca pelo abdômen dela quando a peça íntima de Yerin já tinha deixado o corpo dela. Minhas mãos se mantiveram firmes nas coxas de minha namorada, apertando-as com força, quando minha boca se aproximou do centro dela. Ergui o olhar brevemente para encarar Yerin e sorri satisfeita ao ver minha namorada com a respiração acelerada, apoiada novamente nos cotovelos sobre a cama, enquanto mordia o lábio. Ela sorriu para mim antes de estender um braço e jogar para o lado algumas mechas de cabelo que estavam em meu rosto.

Fechei os olhos brevemente ao sentir a carícia que Yerin deixou em meu rosto e inclinei minha boca sobre a palma da mão dela, deixando um pequeno beijo e mordida, antes de voltar a olhá-la. Sempre sentia meu peito acelerar quando nossos olhares ficavam presos naquela ligação intensa. Yerin mandou um beijinho para mim e eu pisquei para ela, antes de abaixar minha boca no centro dela.

Vi Yerin morder o lábio e fechar os olhos quando deslizei minha língua pelo clitóris dela, circulando-o. Intensifiquei meus movimentos quando a mão de Yerin agarrou em meus cabelos, pressionando minha cabeça no sexo dela. Minhas mãos agarraram a parte interna das coxas, enquanto chupava a intimidade dela. Minha língua invadiu a entrada dela e senti Yerin tremer em meus braços e arquear um dos joelhos contra minha intimidade.

Nossos gemidos e suspiros preencheram meu quarto com aqueles movimentos, porque assim como eu sentia a umidade do centro dela em meus lábios, tinha consciência que estava deixando a pele da perna dela molhada com a própria umidade do meu centro. Minha namorada continuou pressionando o joelho contra mim, enquanto minhas mãos se firmaram nas laterais das nádegas dela, e o músculo quente da minha língua se enterrava cada vez mais fundo no centro dela, alternando entre chupar os lábios dela e estimular o ponto de pulso.

A cada investida, mais Yerin aumentava o aperto em meu cabelo, até quando eu senti as paredes internas dela pressionarem minha língua e o orgasmo preencher meus lábios. Recolhi com meus beijos a umidade do centro dela, enquanto sentia Yerin acalmar a respiração. Ergui meu corpo sobre o dela, deixando uma trilha de beijos e pequenas mordidas, antes de enfim deitar meu corpo sobre o dela.

Yerin tinha os olhos fechados e um pequeno sorriso nos lábios quando eu me coloquei sobre ela. Os braços de minha namorada circularam meu corpo, me apertando nela, e ela só abriu os olhos depois que eu a beijei nos lábios.

SB: “Hey” murmurei ao afastar os fios grudados na testa dela.

YR: “Hey” ela sorriu de volta e roubei mais um selinho dos lábios dela “SinB”

SB: “Oi amor” arqueei a sobrancelha quando vi um sorriso divertido se formar nos lábios dela, mas antes que pudesse questioná-la, Yerin nos virou na cama, se colocando sobre mim e entre minhas pernas.

YR: “Minha vez!”

Ela piscou para mim antes de afundar o rosto em meu pescoço. Não contive o riso que deixou meus lábios ao ouvi-la e apenas permiti que meus braços circulassem o pescoço dela, porque ainda tínhamos a tarde toda pela frente.

(...)

Já quase anoitecia e Yerin e eu permanecíamos deitadas em minha cama. Não tínhamos nos preocupado em nos vestir ou deixar meu quarto para fazer qualquer coisa, apenas estávamos preocupadas em permanecer o mais perto possível. Por isso ainda tínhamos as pernas entrelaçadas, enquanto descansava minha cabeça no peito de Yerin e a sentia acariciar meu cabelo e deixar um ou outro beijo em minha cabeça.

Apenas nos separamos brevemente quando eu senti a barriga da minha namorada roncar. Eu mordi o lábio para conter o riso, mas quando senti que nem mesmo ela aguentou prender o riso por mais tempo, nós duas explodimos em gargalhadas.

SB: “Vou pegar algo para a gente.” Beijei os lábios dela rapidamente, antes de deslizar meu corpo da cama.

Os olhos de Yerin seguiram meus movimentos quando eu parei de frente ao armário de meu quarto, pegando uma das ex-camisas dela e uma calcinha. Maneei a cabeça quando minha namorada assoviou para mim.

YR: “Você realmente fica linda nesses tipos de blusas.” Brincou.

SB: “Também acho, adoro elas.” Pisquei para Yerin. “Você não saía daí, já volto.”

Minha namorada apenas acenou concordando e eu sorri divertida ao vê-la abraçar uma das pelúcias que havia ganhado dela. Não demorei a deixar o quarto e desci contente a escada em direção à cozinha. O sorriso só foi aos poucos se esvaindo dos meus lábios, dando lugar a uma mordida no meu lábio inferior quando eu encontrei minha mãe na cozinha.

Engoli em seco porque eu não tinha percebido quando ela chegou em casa, porque na verdade eu não esperava que ela chegasse cedo. Minha mãe finalmente percebeu a minha presença ali ao se virar para pegar algo na geladeira.

“Vai apenas continuar aí parada, filha?” Maneei a cabeça para ela e dei mais alguns passos para dentro da cozinha, fazendo uma cara confusa para ela.

SB: “Não imaginei que estaria em casa já, omma.”

“Resolvi deixar o trabalho mais cedo, seu pai só volta mais tarde que tinha ainda algumas coisas a resolver.” Ela me olhou de cima a baixa e arqueou uma das sobrancelhas, antes de suspirar e voltar a mexer no que preparava no fogão. “Hum, SinB?”

SB: “Yeah, omma?” Murmurei.

“A Yerin está aí, certo?”

Ela murmurou ainda de costas para mim e eu mordi meu lábio apreensiva de como ela sabia daquilo. Minha mãe não poderia ter chegado tão cedo a ponto de ter nos escutado, certo? Suspirei tentando me acalmar e me lembrando de que já tínhamos passado da fase de escondermos as coisas uma da outra.

SB: “Yeah, ela está aqui sim.” Vi minha mãe acenar por cima do ombro. “Como a senhora sabe?”

“Quando eu cheguei percebi o par de calçados a mais e as mochilas de vocês estavam jogadas perto da entrada da casa.” Ela deu de ombros e eu soltei um suspiro aliviado que chamou a atenção dela. Minha mãe semicerrou os olhos em minha direção antes de também suspirar. “Imagino que ela esteja no seu quarto, então apenas diga para ela não fazer a besteira de tentar descer pela janela, ok?”

Minha mãe deu um pequeno sorriso divertido antes de voltar a cozinhar. Meu peito ficou leve ao ouvi-la dizer aquilo e eu não contive um sorriso também.

SB: “Claro, omma.” Murmurei. “Desci para pegar algo para comermos.” Aproximei-me dos armários, alcançando por alguns pacotes de salgados. Minha mãe fez uma careta para as besteiras que tinha pego.

“Isso não é comida de verdade.” Bronqueou e eu dei de ombros.

SB: “É apenas um aperitivo, omma.”

“Que seja, mas não comam tudo porque daqui a pouco o rámem fica pronto e eu não estou comendo tudo isso sozinha.” Minha mãe murmurou e eu arqueei a sobrancelha para aquilo. Ela realmente estava chamando minha namorada para jantar conosco? Ela percebeu meu olhar e revirou os olhos. “Yeah, filha, pode avisar a Yerin que ela ficar para o jantar.”

Eu sorri contente com aquilo e até devolvi um dos pacotes para o armário, ganhando um aceno de aprovação de minha mãe. Peguei uma garrafa d’água e dei alguns passos para deixar a cozinha, mas me detive por mais alguns instantes com a ideia que me ocorreu na hora.

SB: “Hum, omma?” Chamei a atenção dela e continuei assim que ela acenou para mim. “A Yenni pode dormir aqui hoje?” Mordi meu lábio ao vê-la parar de mexer o molho e me olhar por cima do ombro.

“Yeah filha, a Yerin pode dormir aqui hoje.” Eu sorri grandemente para minha mãe e a vi retribuir com um pequeno sorriso antes de voltar a cozinhar. Deixei os alimentos sobre o balcão da cozinha e a abracei por trás, pegando-a de surpresa.

SB: “Obrigada, omma.” Deixei um pequeno beijo na bochecha dela e senti o sorriso de minha mãe aumentar. A apertei no abraço mais uma vez e esbarrei um pouco na panela do molho.

“Aish, SinB, não derrube o molho, por favor, ou vamos ficar sem jantar.” Resmungou, mas mesmo assim ela não me afastou de si. Eu ri antes de enfim soltá-la e voltar a pegar os salgadinhos e caminhar para a saída da cozinha.

SB: “Nós estamos lá em cima, só nos gritar quando estiver pronto, omma.”

Murmurei antes de sair correndo da cozinha, ouvindo minha mãe resmungar algo sobre como deveria ter feito Yerin e eu descermos logo para ajuda-la. Quando cheguei em meu quarto, eu ainda tinha um largo sorriso nos meus lábios. Yerin me olhou divertida quando eu atirei a garrafa d’água e o salgado na cama, antes de me lançar sobre ela.

SB: “Tenho novidades!”

YR: “Yeah? Eu também.” Yerin me apertou em seus braços.

SB: “Você primeiro, amor.”

YR: “Eunha mandou mensagem dizendo que temos uma festa para ir.” Arqueei a sobrancelha para ela. “Festa da Sana.” Minha namorada riu antes de selar nossos lábios.

SB: “Será que isso vai ser uma boa ideia?” Franzi a testa para ela e vi Yerin dar de ombros.

YR: “Acho que vai ser divertido.” Olhei desconfiada para ela. “E bem, da última vez, apesar de tudo, foi na festa dela que nós ficamos pela primeira vez.” Sorriu.

SB: “Você tem razão, meu amor.” Sorri de volta para ela. “A única coisa boa daquela festa.” Beijei os lábios dela quando Yerin acenou concordando.

YR: “Agora sua vez. O que foi?”

SB: “Minha mãe está em casa, disse que você vai ficar para jantar conosco e...” mordi meu lábio ao ver o olhar curioso e atento de Yerin.

YR: “E...?” Ela apertou minha cintura.

SB: “E ela deixou você dormir aqui hoje.” Meu sorriso se alargou ao ver minha namorada deixar a boca levemente entreaberta.

YR: “Isso é sério?” Acenei concordando e deixei uma mordida no lábio dela. “Wow! Isso é bom.” Voltei a deitar sobre o peito dela e murmurei um yeah como resposta enquanto cheirava o pescoço de Yerin. Até que senti o corpo de minha namorada tensionar um pouco. “SinB, sua mãe não nos ouviu, né?” Sorri contra a pele dela ao ouvir o tom levemente assustado de minha namorada. “Hey! Não tem graça.” Yerin cutucou minha cintura e eu realmente não prendi mais a risada.

SB: “Fique tranquila, Yenni, acho que ela só chegou quando nós já estávamos apenas descansando.” Pisquei para ela e beijei o biquinho que se formou nos lábios da minha namorada.

YR: “Aigoo! Que assim seja, não quero perder moral com minha sogra.” Yerin murmurou dramática antes de esconder o rosto em meu pescoço.

Eu sorri divertida com os muxoxos dela e apenas me apertei a ela. Era bom estar assim com Yerin, ainda mais porque não precisávamos nos esconder para meus pais, principalmente para minha mãe, que vinha sendo surpreendentemente incrível com nós. Meu coração estava leve e eu apenas me lamentei por não ter confessado tudo aquilo antes, assim Yerin e eu teríamos mais tempo juntas do que agora tínhamos.


Notas Finais


O que acharam? Gostaram? Me deixem, babies! ^^
Sabem que adoro conversar com vocês e saber o que estão sentindo, pensando e achando a respeito...
Bem, vocês já sabem que Sunshine está na reta final (TT)... Não escrevi o próximo capítulo ainda, mas pretendo atualizar na próxima sexta, mas se surgir algum imprevisto aviso no twitter.
Agora a novidade: talvez hoje à noite ou amanhã eu posto uma nova história, que eu espero que vocês gostem tanto quanto de Sunshine! ❤
Nos vemos por aqui e no twitter (@jamunnie)! Beijos Babies ❤


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