História Sunshine Flowers - Capítulo 3


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Categorias Undertale
Tags Flowerfell, Underfell
Visualizações 41
Palavras 2.104
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Magia, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Linguagem Imprópria, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OLA PESSOAL!
então..mudança de planos... hehe ao invés desse ser o ultimo capitulo NÃO É! TBM N É O PENULTIMO!!
PODEM FICAR FELIZES OU CHORAR.. hehe como eu ...
Espero q a demora tenha valido a pena !
BOA LEITURA

Capítulo 3 - Death of the sun


Fanfic / Fanfiction Sunshine Flowers - Capítulo 3 - Death of the sun

JESSY ON

 

Pude enfim conhecer o irmão mais velho do senhor Papyrus só não esperava que fosse tão pequeno, quem os observa de longe vão pensar que ele é o irmão mais novo.

    Ficaram se encarando em silêncio, à expressão do dono da casa era de alguém confuso, assustado e surpreso tudo isso junto o resultou em congelamento, não sabia o que falar.

 

Queria quebrar esse clima pesado de silêncio constante e troca de olhares afiado __ Então você é o irmão do senhor Papyrus __ Dei uma cutucada no braço de Paps __ Não vai abraça-lo ou deixar ele entrar?

 

__Eu disse que tinha sido uma má ideia __ Disse o mais velho para à pequena flor presa ao seu braço direito.

 

__ Hey! À ideia não foi mi-

 

__ Meu deus uma flor falante !! __ Fiquei tão surpresa que sem querer interrompi à flor dourada. __ Como isso é possível? Que legal !

 

__ Sans… Flowery… __ Pasp falou __Vocês vieram mesmo… __ Parecia que estava feliz mas logo se lembrou que tínhamos uma missão __ Mas agora não é uma boa hora para reunião de família, estou no meio de uma investigação pode vir nos ajudar irmão.

 

Esse era um comportamento muito estranho, Papyrus dizia que visitava o irmão todos os dias e que sans não saia de casa e agora depois de dois anos naquele lugar e agora que aparece não faz nada? Parece que não estava feliz em ver o irmão.

 

Fomos para o lago onde o tapete foi jogado, levei um guarda chuva para mim pois os irmãos não se importavam, só o farol do carro não ia ajudar muito então papyrus levou alguma lanternas.

 

__ É aqui.

 

__ Você tem certeza Jessy?

 

Afirmei com a cabeça.

 

__ Não deveríamos esperar à chuva passar? __ Perguntou à flor.

 

__ Quanto mais cedo resolvermos isso, mais rápido Asgore e os humano vão nos deixar em paz. Sans consegue criar aquelas coisas? __ O irmão confirmou.

 

__ Qual à ideia?

 

__ Vamos procurar qualquer coisa que esteja boiando nesse lago de preferência um tapete ou um corpo.

 

__ Mas como? O lago é muito grande.

 

    Sans s afastou em silêncio querendo sumir em meio ao escuro e à chuva, seu olho esquerdo era o único que aparecia sua tonalidade era vermelha sangue, chegava à brilhar.

    O brilho de seus olhos era o que permitia ativar seus poderes invocando três cabeças gigantes flutuando atrás dele, fiquei assustada então corri para atrás de Papyrus querendo me esconder do que quer que fossem aquelas coisas, aos poucos olhava para as criaturas para tentar identificá-las. Cabeças ossais do que pareciam ser caninas ou chegavam perto olhos assustadores mirando em nós, os vendo de primeira realmente eram assustadores.

 

__ Fique calma __ Disse o mais novo __ Eles estão sob total controle só avançam se você ficar encarando muito.

 

__ Para de assustá-la! __ Gritou à flor

 

Sans que antes não havia dito uma palavra até o momento __ Não precisa ficar com medo, eles são controlados por mim só atacam se eu mandar __ Duas as criaturas se aproximam de nós __ Eles são Gaster Blaster. __ Eu pisquei e Sans já estava em cima de um.

 

__ Espere! Nós vamos montar nisso? Mas eu não vou ter onde me segurar.

 

__ Não se preocupe, vai saber assim que montar.

 

    Papyrus não teve nenhuma dificuldade em subir no seu Blaster já eu… digamos que fui “agarrada” ao meu. Nos três começaram à flutuar sobre o lago usando as lanternas para iluminar o caminho, tínhamos que prestar atenção para separar do que era lixo e o que procurava-mos, muitas vezes erramos e ficava mais difícil por causa da chuva, pois deixava as águas agitadas. Passou-se trinta minutos e nada do corpo ou to tapete, à chuva tinha dado uma trégua facilitando um pouco à nossa busca avistei algo à beira da areia presa entre alguns galhos que de lá estavam crescendo, meu blaster se aproximou e era o tapete que estava preso.

 

__ Pessoal eu encontrei o tapete! __ Gritei animada.

 

Papyrus e Sans chegaram rápidos onde estava, o Blaster do mais novo usou à boca para pegar o tapete.

 

__ Vou levar isso para o laboratório, vocês dois procurem pe-

 

__ Achei. __ Sans iluminou onde o corpo estava, boiando embaixo da ponte.

 

Após à recuperação do corpo e do tapete  voltamos para o carro.

 

__ Tenho que voltar para à delegacia levar as evidências para serem pesquisadas.

 

__ Mas e nos? __ Flowey resmungou.

 

__ Vocês vão para minha casa e jessy vai cuidar de vocês até eu voltar.

 

    Sans não estava se interessando na conversa ou com qualquer coisa que falávamos, estava olhando para o lago em direção à ponte como se estivesse hipnotizado.

 

Olhei para a mesma direção de onde ele olhava e vi alguém, estava muito escuro para ver o rosto mas essa pessoa nos observava também. __ Conhece?

 

__ Frisk.... __ À pessoa da ponte vai embora seguindo a direção oposta, flowey não disse nada.

 

Papyrus foi para à delegacia e eu fiquei na casa dele com seu irmão e a flor falante.

 

__ Então seu nome é Asriel é filho do rei dos monstro Asgore e da sua rainha Toriel?

 

__ Isso mesmo.

 

__ Que legal alteza __ Tentei fazer reverência, mas o mesmo não deixou.

 

__ Não precisa disso! Eu não sou mais Asriel à muito tempo, agora sou Flowey!

 

__ Tudo bem. __ Olhei para Sans que não tirava os olhos da televisão __ O que houve com ele?

 

__ Está pensando nela…

 

__ Nela? Frisk? Papyrus me disse que ele abriu mão de tudo por causa dela.

 

__ Sim… Antigamente Sans, Papyrus, todos faziam coisas horríveis, matavam todos os humanos que apareciam, então… ela caiu no nosso mundo… não importava o quanto ele à machucava ela não reclamava, não revidava, não brigava apenas vivia dizendo “sempre seja gentil” e “às vezes a bondade é suficiente”, depois de muito tentar ele passou à protegê-la porque ela queria todos os monstros livres. Quando ela morreu ele se sentiu culpado por tudo o que fez. Se isolou e ficou esperando que ela voltasse e uma coisa não parava de sair da cabeça dele, à voz dela dizendo “Seja gentil, sempre seja gentil às vezes a bondade é a única coisa que você pode dar”.

 

__ Nossa eu não sabia disso. À versão do Papyrus é um pouco diferente __ Tive uma ideia __ Que tal eu levar vocês à um lugar onde os humanos e monstros trabalham juntos, para ele ver como estão todos depois do que ela fez.

 

__ Como assim?

 

__ Vou levar vocês à uma feira!

 

__ O que é uma “feira”?

 

__ É um lugar cheio de barracas com várias coisas para vender, nessa onde vamos vendem frutas! Vamos amanhã mesmo !

 

JESSY OFF

***

PAPS ON

 

Cheguei à delegacia ansioso para saber dos resultados da jovem encontrada no lago, queria saber de qualquer coisa que nos levaria para o assassino, fui para sala de autópsia.

 

__ O que tem pra mim Duck?

 

Doutor Donald Mallard é o humano responsável pela autópsia humana e se considera dono da sala. Apesar de não gostar muito de brincadeiras todos da delegacia o chamam de DUCK por causa de um desenho com um pato falante.

 

__ Papyrus. Tenho que agradecer por estragar meu almoço romântico.

 

__ Desculpe, mas estava certo sobre o corpo não é? Se tivesse dado mais tempo provavelmente estaria no fundo do lado.

 

__ Não é à mim quem você deve desculpas sabe.

 

__ Depois eu ligo para ela. O que tem?

 

__ primeiro que ela ficou pouco menos que 2 horas na água compatível com o q você me disse antes, ela tem algumas perfurações nos braços compatíveis com agulhas.

 

__ Então ela é uma drogada? Ou o assassino a drogava enquanto à tortura?

 

__ Está mais para à segunda opção. Encontrei cortes e cicatrizes entre as laterais do rosto, na barriga e nas pernas, parece que o assassino tirou, colocou e depois tirou novamente alguma coisa __ O cabelo da jovem começava à se descolar do topo da cabeça, ao se soltar por completo ele cai e seus fios ficam presos entre à mesa e o corpo da jovem, era nojento ver aquela pele pendurada entre seus cabelos.

 

Eu e o doutor ficamos abismados __ Isso é uma peruca?

 

__ Não! Posso garantir que isso é cabelo humano.. alias.. pele e cabelo humano __ Se aproximou para ver melhor __ O assassino cortou o couro cabeludo dela e o pôs de volta. Vou colher alguns fios para analisar. Encontrei debaixo das unhas dela uma substância preta meio gosmenta deve ser do assassino e as digitais já mandei para à Sara.

 

Voltei para à minha sala para analisar o fio de cabelo e os resultados chegaram em questão de minutos

    O nome da vítima era Angela Santos, 17 anos, morava nas redondezas de onde foi desovada e morava com sua mãe quem deu à queixa de seu desaparecimento à três meses.

    O resultado do fio de cabelo foi o q me assustou, pertenciam à Lina Pereira Alves, 18 anos morava com os pais um pouco mais distante que Angela, ambas eram estudantes de escolas diferentes tem que haver alguma conexão com elas para serem escolhidas assim.

 

Sara veio à minha sala __ Ola Papyrus! __ À respondi do mesmo jeito __ Eu vim aqui porquê recebi as fotos das duas vítimas, Angela que está na sala de autópsia e Lina à dona do cabelo __ la colocou as fotos lado à lado em cima da minha mesa __ O que essas duas têm em comum? NADA! Angela é morena e tem cabelo preto já Lina é branca de cabelo castanho claro. As nossas outras vítimas eram morenas de cabelo castanho claro natural e tinham as mesmas perfurações e cortes.

 

__ O que isso tudo quer dizer?

 

__ Eu acho que ele está criando alguém com a aparência das vítimas anteriores.

 

PAPS OFF

***

FLOWEY ON

Muitas vezes ser flor é difícil e tedioso, fico aqui parado fazendo nada só olhando pela janela as pessoas e o monstros indo e vindo, alguns com rumos sabendo para onde ir e outros que não sabem o que fazer andam por andar, ainda acho difícil que estejam em “harmonia”.

 

__ Bom dia flor. ___ falou friamente o dono da casa.

 

__ bom dia Papyrus. Não vi chegar ontem.

 

__ Muitas vezes chego bem tarde em casa e em outras nem durmo em casa. Já estou indo.

 

__ Como assim? Sem tomar café?

 

__ Tomo no caminho. __ Ele saiu as pressas como se estivesse atrasado quando na verdade estava indo mais cedo.

 

Sans acordou logo em seguida, diferente do irmão ele é mole para tomar café, Jessy havia dormido aqui então foi à próxima.

    Fomos para à “feira” conhecer um pouco da cultura humana -”trinta ovos dez reais”- Gritava um feirante -”Venha freguesa temos as melhores frutas para sua sobremesa!”- Gritava o outro.

 

__ Nossa quantas cores e cheiros! Muitas dessas frutas nós já conhecemos, o que é aquele amarelo?

 

__ Aquilo é uma “banana” e é muito gostosa também __ Ela foi à barraca.

 

__ Nossa é realmente muito bom não é Sans?

 

__ É sim… __ Apesar de estar sorrindo suas palavras foram fracas.

 

Alguns humanos olhavam para nós assustados com à nossa presença, principalmente do esqueleto que parecia impaciente e incomodado.

 

__ Vou na barraca de flores __ Olhou para mim de cabeça baixa __ sozinho… __ Sai de seu braço sem falar nada e fui para o chão que era feito de terra, o observei se afastar e se espalhar entre as pessoas.

 

__ Ué cadê o Sans? __ Jessy não demorou muito, já estava com à sacola da tal fruta.

 

__ Ele foi para à barraca de flores.

 

Ela olhou __ Não. Ele não está lá e à barraca está sem ninguém.

 

Estranhei porquê não fazia nem três minutos que ele saiu __ Temos que encontrá-lo!

 

__ Calma não é difícil perder um esqueleto vivo usando usam blusa vermelha, mais um cachecol por aí.

 

Começamos à procura do nosso esqueleto pela feira mas ele não estava em lugar nenhum então pensei em procurá-lo fora, acertei em cheio, estava em um beco frio e horrível parado de frente à florista que escondia seu rosto em um manto azul.

 

Me aproximei de Sans ficando do seu lado __ o que houve? __ Olhei para à moça a frente e congelei também. __ Não pode ser… FRISK!

 

A menina sorriu para nós… era ela.


Notas Finais


eu sempre deixei o link pra veremmeu face mas.. to com preguiça kkkkk então, pra quem quiser saber o q esta acontecendo com as fanfics e some procurarem KAIRI MAZUTAKI.COM assim mesmo kkk bom! ate mais !!!


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