História Sunshine on a cloudy day - Capítulo 1


Escrita por: e noyoung

Postado
Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Chenle, Haechan, Hendery, Jaehyun, Jaemin, Jeno, Jisung, Johnny, Mark, RenJun
Tags Angst, Baby!jeno, Comedia, Doctor!jaemin, Fluffy, Jaesung, Johnjae, Kid!donghyuck, Kid!mark, Mona, Namo (radinhos), Single Parent!jisung
Visualizações 44
Palavras 1.541
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


notas finais

Capítulo 1 - Cotidiano de um pai desesperado



Você pode pensar, trabalhar com seu filho pequeno ao lado seria uma coisa fácil. Estar com ele praticamente todos os dias do início de sua vida, e estar lá sempre que precisasse, era fácil. Mas, ninguém preparou Jisung para ter de sair correndo da creche New Day com um Jeno tossindo seus pulmões para fora, chorando ao mesmo tempo em que fazia seu pai ter um troço ao vê-lo naquele estado.


— Vai, eu cuido de tudo por aqui. — garantiu Chenle, lhe jogando as chaves de seu próprio carro. Intercalava os olhos entre o mais novo e o garotinho choroso em seu colo, que não largava o dedo da boca e tinha os óculos completamente embaçados devido às lágrimas.


Jisung acenou, lançando um sorriso agradecido ao outro. Apertou os passos em direção ao carro do Zhong, apertando o cinto do filho no cadeirão reserva que sempre deixavam no prédio para caso precisassem. 


Colocou a chave na ignição e deu partida no veículo, uma velocidade menor que o limite, mas rápido o suficiente para chegar no hospital com agilidade. E, devido ao convênio que seu tio o ajudava a pagar e o quão ruim Jeno parecia estar, conseguiu ser atendido poucos minutos após ter chegado no local.


— Jeno Lee? — uma voz grave tirou-o de seus pensamentos, ele levantando bruscamente da cadeira em que esperava o médico, lançando um sorriso  nervoso para o outro. — Sou o pediatra Na Jaemin. Por aqui, por favor. 


— Jisung Park. — apresentou-se, sentindo-o colocar a mão em suas costas, os guiando para dentro do cômodo onde a criança seria atendida. 


— O que temos por aqui? — sentou-se na poltrona detrás da enorme mesa com poucos papéis empilhados e um computador a enfeitando. Jisung sentou na cadeira bem a frente de Jaemin, ajeitando um Jeno bem quietinho e curioso em seu colo.


E passaram-se horas de perguntas, explicações e exames físicos para saber o que Jeno aparentemente estava sentindo, Jisung mordiscando as unhas em nervosismo cada vez que o filho soltava algum resmungo em desconforto.


Jaemin riu nasalado, o olhando de rabo de olho. Parecia querer soltar algum comentário sobre o mau hábito alheio, mas permaneceu calado e somente se dirigindo à Jeno.


— Pelo que parece, o garotão aqui está sofrendo com uma crise de bronquite aguda. — apontou para a criança com um sorriso gentil, sinalizando que já poderia ser vestido novamente; havia sido despido para o Na poder examiná-lo com mais precisão, tendo logo chegado em uma conclusão. — Os últimos dias ele tem estado doente? Resfriado, febre…


— Sim, mas… Ele sempre teve a saúde bem frágil. Uma das últimas vezes que o levei a um médico, poucos meses atrás, eles disseram que não era muito com o que deveria me preocupar. 


Ninou o garotinho de dois anos no colo, sendo recebido com um fungar e um aperto na camiseta de seu uniforme de trabalho. Suspirou pesado, acariciando seus fios molhados de suor.


— Bronquite é geralmente causada por um vírus; é comumente usado para denominar a asma. As vias aéreas dele inflamaram, causando tosse, falta de ar, febre e um chiado chatinho no peito.


O médico explicava por cima o que acontecia com o paciente, escrevendo algo em um montinho de folha.


— Vou precisar que ele faça alguns exames, assim como que você marque outra consulta para podermos avaliá-lo melhor. — um sorriso de pérolas branquinhas fora lançado para o pai, que agarrou a folha que estava sendo estendida para si. — Aqui está a receita com alguns dos remédios que podem ajudá-lo. 


— Obrigado, doutor. — o aperto em seu peito se aliviou, por hora. Sabia que não eram as notícias que gostaria de ter ouvido, mas em breve seu menininho estaria melhor. — Não sei nem como agradecer.


— Não se preocupe, é meu trabalho. — gesticulou com uma expressão tranquila, levantando da poltrona para poder abrir a porta para os dois. — Não poderia deixar de ajudá-lo. 


Acenou e agradeceu uma última vez, antes de sair da sala e ir até à recepção agendar as próximas consultas. 


— O que o garotinho tinha que te fez perder uma parte de seu descanso? 


Encostado no batente da porta de sua sala, Jaemin estava os observava com os braços cruzados, agora sua atenção sendo voltada para Chittaphon, um dos enfermeiros do hospital. O tailandês lhe mandou um sorriso, agarrando a prancheta que segurava. 


— Crise de bronquite. Tadinho, parecia quase explodir de tão vermelho em consequência das tosses. — seu tom era triste. Estava acostumado com quadros daqueles, até piores, mas era sempre algo infeliz ver criancinhas como aquelas sofrendo por doenças.


— E o pai? 


— O que tem ele? — franziu o cenho, confuso.


— É solteiro? — balançou as sobrancelhas, pra cima e para baixo como se insinuasse algo, o que de fato estava fazendo. — Posso dar uma olhada na ficha pra… — fora interrompido pelo pediatra. 


— Toma jeito, Chitta. — colocou a mão em seus ombros para virá-lo e empurrá-lo até a cafeteria para aproveitarem o resto de sua pausa.


...


— Como foi lá? — perguntou seu tio assim que voltou para o trabalho, Jeno sendo cuidado em sua casa por um babá conhecido da creche. 


Ele desejava tanto ficar em casa para cuidar do filho, não sair de seu lado até que ele melhorasse; mas, infelizmente, o cotidiano de um adulto de vinte e quatro anos não era uma das melhores e ele ainda tinha de trabalhar, seu principal objetivo sendo poder dar uma vida boa e confortável para Jeno.


— O médico disse que ele tem bronquite. Receitou alguns remédios e uma pancada de exames. — esticou os braços na mesinha, deitando o rosto entre eles. — Quando o deixei com Hendery, havia dormido a viagem inteira do hospital até lá. 


Ergue a cabeça e apoiou o queixo no bíceps, o décimo quinto suspiro escapando de seus lábios. Estava na hora da soneca das crianças no lugar, então eram abençoados comum repleto silêncio, observando cada canto caso alguma delas acordassem.


— Jeno é forte, Sungie. Não fique com medo, logo ele estará cem por cento e pilhado como sempre. — John, normalmente referido como Johnny pelas dezenas de crianças e pelo próprio Jisung, sorriu para o sobrinho, bagunçando seus fios descoloridos. 


— Espero, tio. De verdade. 


O resto do período foi bem tranquilo, alguns gritos ali, risadas aqui… Em suas pausas ele até conseguia verificar com Hendery como estavam as coisas em casa; tudo ótimo, senhor park. ele está bem, como sempre era respondido, o que o acalmava de certa forma.


Chegou a hora de se despedir das crianças, entregando-as para seus respectivos pais e checando se nenhuma havia sido deixada ou esquecida. Ficou mais alguns minutos, limpando o lugar para o dia seguinte estar tudo nos conformes, despedindo-se de seu tio, Chenle e Yukhei que trabalhavam consigo.


Como seu apartamento não era longe, caminhou o mais rápido que pode, não conseguindo conter a urgência de estar em casa e ver o filho. Não que não confiasse em Hendery para cuidar dele, gostava do garoto tanto quanto Jeno, mas a aflição de um pai preocupado não o deixava sossegar. 


Quando o elevador parou em seu andar e abriu as portas metálicas, teve o vislumbre dos dois mais novos correndo pela sala, Jeno sendo perseguido pelo babá com o sorriso mais gostoso do mundo. 


— Papá! — gritou, ainda gargalhando. Grudou em suas pernas antes que pudesse sair da caixa de metal, Jisung tendo que pegá-lo no colo para não atrapalhar quem quisesse usá-lo. — Hendy! — acenou diversas vezes com a cabeça, fazendo o pai colocar a mão em sua cabeça para ele não acabar se machucando.


— Sim, Nono, o Hendy cuidou de você hoje. — deixou um selar no topo de sua cabeça, jogando a mochila no chão. — Ele deu muito trabalho? — perguntou pela milésima vez ao jovem, sendo recebido por um sorriso tranquilo, salpicado de cansaço. Jeno é uma criança bem agitada normalmente, cuidar dele era um esforço danado. 


— Ele ficou um pouco manhoso e molinho depois de ter acordado. Pelo que eu vi, é um efeito recorrente do remédio que o senhor pediu para eu dar, então sem problema algum. Comeu normal e ficamos brincando pelo resto do dia. — listou, fazendo gracinha para Jeno que agora o olhava, seu sorriso crescendo.


— Muito obrigado por cuidar dele tão em cima da hora, aqui está o pagamento. — agachou, colocando o filho no chão para pegar o dinheiro separado em um dos buracos de sua bolsa. Entregou a quantia para Hendery, que havia dado um abraço apertado em Jeno e já estava com sua bolsa no corpo. 


— Não se preocupe, Jeno é uma criança fácil de cuidar. É sempre um prazer ajudá-lo. — gesticulou do mesmo jeito que o pediatra havia feito, fazendo-o lembrar de seus agradecimentos sendo dispensados. Ele soltou um risinho, acenando um tchau. — Até mais.


Estavam sozinhos juntos, Jisung parado no meio da sala de estar, fitando o pequeno Lee jogando todas as almofadas de seu sofá no chão, colocando de volta e repetindo tudo de novo.


— Só você na minha vida, Jeno Lee. Só você. 





Notas Finais


OIIIII
KSJSJSSKSK

EU TO AQUI COM A MINHA PRIMEIRA SHORT FIC QUE EU TENHDO CERTAEZA QUE FOU TERMINAR EM POUCO TEMPO (assim espero)

ela veio do nada depous de eu ter lido Sprout Baby, uma fic johnyong muito adoravel que eu li no ao3
serio gente e a coisa mais fofa e revoltante do mundo

nao vai ter muito parecido além da ideia da creche e das crianças, é bem algo inspirado mesmo

AHHH O APARTAMENTO DO JISUNG EH IGUAL O DE ICARLY pq esse tipo apartament é mto foda e eu amo sonhar e eu nao sou mediva ok eu nao sei se a maioria das informacoes ali sobre bronquita ta correta mas botei os sintomas que minha irma tem pq ela tem esse treco ai, se tive errado me corrige ou me mata

espero que teham gostado, espero ve-los logo logo

aaaateeeee


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