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História Sunshine Riptide - Capítulo 1


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Notas do Autor


Primeiramente, olá, turupom?

Segundamente, feliz aniversário pro amor de minha vida, Kim Junmyeon! Continuando com minha tradiçãozinha de postar fanfic no aniversário deste senhor, aqui estamos nós. Vou deixar meus votos e chororô em comemoração ao aniversário dele para as notas finais. Essas notas iniciais talvez também fiquem um pouco longas, então se não se importa com nada do que vou falar aqui, sinta-se livre para pular direto para a história!

Se está lendo uma história minha pela primeira vez, olá, boas vindas! Se você já lê minhas fanfics há um tempo, muito obrigada, do fundo do coração, pelo apoio. Significa muito e eu >sei< que eu sou uma autora difícil de acompanhar por causa desses meus sumiços, bloqueios, chororôs, enrolações, problemas de autoestima, etc, por essa razão, meu agradecimento fica ainda maior. Obrigada mesmo, não sei como por isso em palavras, mas acho que consigo resumir tudo em gratidão.

Depois que eu terminei codename eu decidi parar de escrever longfics porque, vamos ser sinceros, eu sou péssima pra manter uma regularidade nas atualizações. Tudo começa lindo e flores, aí no meio do caminho minha vida sempre me dá uma rasteira, eu acabo ocupada ou com bloqueio e tudo começa a desandar. Isso me deixa muito desmotivada porque eu me pressiono demais a atualizar e quando não consigo, fico frustrada o que costuma também piorar meu processo criativo, mesmo quando tenho um planejamento bem feito da história. Apesar disso, minhas ideias fluem melhor com longfics, porque me limita menos, então decidi usar o nanowrimo pra dar um start num plot que eu queria muito escrever e começar a produzir ele inteiro antes de começar a postar, o problema é que descobri que desanimo fácil dessa forma.

Esse prólogo da fanfic está escrito desde novembro de 2019 e tava juntando poeira nos meus arquivos. Eu tinha outras OS semi-prontas que poderia postar no aniversário do Junmyeon e deixar por isso mesmo, mas quando achei esse prólogo, percebi que realmente queria dar andamento nele, isso nos leva a atual situação:

- Sim, isso vai ser uma longfic de sabe deus quantos capítulos kk

- Eu não vou prometer atualizar regularmente, mas prometo ao menos uma atualização por mês. Sim, eu sei, vai demorar, mas não quero me pressionar a ponto de tornar o processo ruim pra mim, eu quero terminar essa fanfic sem arrependimentos e me divertir no processo. Então se você só lê fanfic terminada, volte daqui um ano (tô rindo, mas é sério kk).

Eu tenho outras fanfics começadas que quero postar também nesse meio tempo, inclusive outras sulays e de outros grupos, mas esse deve ser meu projeto principal/mais ambicioso, então tenham paciência com essa pobre autora que gosta de escrever, mas se enrola toda kkk

Se alguém chegou ao final desse textão, tome aqui sua estrelinha ☆, tem outro textão no final kk. Espero que gostem da história. Vamos lá para mais uma jornada sulay, esse ship que segue meio morto, mas extremamente vivo no meu coração.

>>>>ALERTA<<<<<<

Essa fanfic tem um SHIP HÉTERO!!!!! TÁ NAS TAGS, PELO AMOR DE DEUS, NÃO DIGAM QUE EU NÃO AVISEI. Se vocês não gostam, por favor, não leiam!!!!!!

No mais, é só. Boa leitura!

Capítulo 1 - Prólogo


O monitor do computador do detetive Kim enfim havia se apagado após um longo dia de trabalho. Ele se espreguiçara e dera uma espiada em como seus colegas da delegacia estavam se saindo. Caótico, como sempre.

Por mais estressante que fosse, a delegacia era seu lugar favorito no mundo para estar. O detetive Kim Junmyeon amava seu trabalho, não conseguia se imaginar fazendo qualquer coisa que não fosse investigar casos e ajudar pessoas. Desde criança, aquele fora seu sonho. Claro, também era um trabalho burocrático, havia enfim finalizado o relatório sobre seu caso mais recente, que lhe custara alguns bons dias sentado na frente do computador reunindo todas as informações que até então estavam espalhadas em diferentes papéis sobre sua mesa.

— Está saindo cedo hoje, detetive. – Kim Taeyeon, sua vizinha de mesa, voltava da copa com um pequeno copo de isopor fumegante, cheio de café. As olheiras ao redor de seus olhos revelavam o óbvio: Estava acordada a tempo demais.

— Sim, não vou poder ficar até tarde aqui hoje, vou ser obrigado a sair na hora certa, é uma data importante.

— É aniversário de Yeon Soo?

— Quase isso. – O detetive abriu um pequeno sorriso. – Aniversário de casamento.

— Oh, é mesmo? Já fazem quantos anos? Dois? Parece que foi ontem que estávamos vendo você se casar.

— Três. Já fazem três anos.

— Oh, ainda é um tempo curto, aposto que ainda estão na fase da constante lua de mel. – O sorriso de Junmyeon tremulou um pouco em seus lábios, mas não o suficiente para que uma Taeyeon sonolenta notasse. – Mande um abraço meu a sua esposa! Você deveria ir indo antes de o capitão apareça com alguma demanda de última hora.

Junmyeon concordou em silêncio enquanto via a detetive se jogar na própria cadeira, seria uma longa noite para Taeyeon, ela estava trabalhando duro para descobrir o rastro de um assassino.

Era seu aniversário de casamento, mas diferente do que a amiga supunha, ele pouco se parecia com uma constante lua de mel. Na realidade, Junmyeon estava nervoso. Seu olhar buscava diversas vezes o relógio na parede, apenas para se assegurar que não estava perto de se atrasar. Yeon Soo odiava que ele se atrasasse, especialmente se fosse por conta de seu trabalho.

“É uma data importante, não estrague tudo”, o detetive mentalizara enquanto terminava de juntar seus pertences e se preparava para ir embora. A delegacia estava agitada por conta de alguns arrastões que estavam acontecendo em diversas partes da cidade de Seoul, o fluxo de criminosos sendo fichados era grande e estava certo de que seus colegas de profissão não dispensariam uma ajuda oferecida, mas Junmyeon, naquele dia, não tinha permissão para ser camarada. Precisava ir.

Tão logo entrara no carro, um suspiro longo escapara de seus lábios. De alguma forma causava um pouco de culpa sair daquela forma em um dia de movimento tão grande, mas ele já havia falado aquilo com seu superior dias antes, o pedido de sua esposa fora bem claro: “Esteja aqui”.

Pegara o trânsito para casa e tentara manter a mente relaxada, o trânsito estava lento, mas ele ainda estava com um saldo de tempo bem positivo. Ainda tinha meia hora e sua casa era a apenas 15 minutos da delegacia. Tudo estava indo bem. Ou quase.

Um tumulto anormal havia se formado ao redor da Guryeong Village, um bairro extremamente pobre de Seoul. Junmyeon viu uma única viatura passando depressa naquela direção poucos minutos antes, mas as coisas não pareciam estar indo muito bem, já que muitas mulheres corriam rumo à avenida com crianças no colo, acompanhadas de crianças um pouco maiores e jovens.

Junmyeon estava à paisana, devia ir para casa, mas sabia que o pessoal estava reduzido naquele dia, com tantos crimes pequenos acontecendo em toda a cidade. Sem pensar demais, ele sacou seu comunicador do porta luvas e usou para perguntar sobre a situação na vila Guryeong.

Um traficante perigoso havia sido encurralado dentro da vila e feito uma criança de refém, estava armado com uma arma branca, mas parecia transtornado e perigoso demais para agir bruscamente. Naquele momento os policiais tentavam negociar com o criminoso, mas eles eram poucos em número e a prioridade era conseguir resgatar a criança. Junmyeon deu uma última olhada no relógio de pulso e suspirou. Se atrasasse no máximo 15 minutos, Yeon Soo não ficaria muito zangada. Tinha 25 minutos no total.

— Estou próximo à área. Me digam a localização, estou a caminho.

— Detetive Kim, ouvi dizer hoje é seu aniversário de casamento... – o inspetor do outro lado falara depois de lhe dizer a localização.

— Ah, sim...

— Sua esposa não vai gostar se souber que nós o roubamos dela mais uma vez.

— Ainda tenho algum tempo, a vida da criança é mais importante. – E realmente era. Talvez Yeon Soo ficasse muito irritada, mas sua consciência ficaria em paz.

Não havia passagem para carros depois de alguns metros da entrada da vila, o detetive encostou o carro e desceu, checando rapidamente a pistola que carregava consigo no coldre logo em seguida. Decidiu seguir por outro caminho, diferente daquele em que os colegas policiais estavam, na tentativa de encurralar o criminoso pelo lado oposto e emboscá-lo. Boa parte da comunidade da vila havia corrido, mas o Kim sabia que haviam muitas famílias amedrontadas, escondidas dentro das casas precárias dali.

Diferente da maior parte de Seoul, a Guryeong Village era um bairro insalubre, com escassez de serviços básicos, habitada por famílias em extrema situação de pobreza, trabalhadores e trabalhadoras que viviam da própria força para sobreviver. Era quase injustiça do destino que o criminoso tivesse escolhido se esconder justamente ali, num bairro que já tinha pessoas com tantas dores da vida que ainda precisavam lidar com o medo e o perigo de forma tão crua.

O olhar de Junmyeon acidentalmente se cruzou com um par de olhos que espiava pela fresta de uma das janelas, o detetive imaginou que fosse uma criança ou adolescente curioso, mas assustado. Calmamente, ele apontou pra o distintivo pendurado em seu pescoço e pediu silêncio, pousando o indicador sobre os lábios.

Junmyeon pode ouvir o som de passos se aproximando e sabia que eles eram urgentes demais para serem de outra pessoa que não fosse o criminoso, em fuga.

Havia duas possibilidades: uma abordagem surpresa para tentar soltar a criança ou a barganha. Entretanto, como a criança tinha em torno de 8 ou 9 anos, era perigoso que uma abordagem surpresa acabasse agravando a situação e ferindo a criança refém. Acabou optando por barganhar, ao menos para ganhar tempo para que os colegas chegassem até ali.

Para a surpresa do detetive, o criminoso era muito jovem, não aparentava sequer ter mais de 18 anos, mas parecia extremamente nervoso, com uma faca em mãos. Seus olhos se arregalaram tão logo ele avistara o detetive surgir no seu campo de visão.

— Pare aí! – Seu grito saíra esganiçado. A criança que ele trazia consigo era uma garota, seu semblante era de absoluto pânico e ela chorava sem cessar, mas em silêncio. Tinhas os pés sujos e os joelhos machucados, provavelmente de ser arrastada com violência na fuga do rapaz.

Junmyeon ergueu os braços em um sinal de que não queria confronto.

— Por favor, solte a garota.

O rapaz agitou a cabeça em uma negativa frenética. Ele obviamente não soltaria sua única carta para sair dali sem ser preso. Naquele instante se iniciaram os minutos mais longos da vida de Kim Junmyeon.

Ele se esforçara para dialogar calmamente com o rapaz. Diferente de boa parte de seus colegas detetives, paciência e eloquência eram duas qualidades que ele tinha de sobra. Compreendia que o rapaz também estava assustado e fizera questão de lhe assegurar que a prioridade naquele momento não era prendê-lo, mas sim soltar a garota. Ele poderia sair, precisava apenas soltá-la.

— Como vou saber que isso não é uma emboscada? Há outros dois policiais logo mais abaixo... eu não vou entregar ela para você. – A voz do rapaz saíra trêmula e ele pareceu apertar mais ainda garota contra o próprio corpo.

— Não vou prender você, eu só quero a garota, você pode correr depois de soltá-la. – Repetira calmamente.

Levou uns bons minutos para que o rapaz mostrasse o menor sinal de que estava ouvindo o que o policial dizia, apesar disso, ainda era apenas um garoto inseguro e Junmyeon transparecia muita confiança. Ele olhou por sobre o ombro rapidamente, se soltasse a garota, poderia chegar até a avenida em poucos minutos, tinha certeza que poderia correr mais rápido do que aquele policial, que já parecia beirar os 30 anos de idade.

— E-eu posso soltar ela, mas precisa se afastar. Três passos largos para trás, mantenha as mãos para o alto, onde eu possa ver.

Junmyeon trocou um olhar breve com a garota, que tinha os olhos arregalados de terror. Acabou concordando com os termos, recuando devagar logo em seguida. O rapaz lentamente a soltou, ela correu em direção aos braços de Junmyeon, mas no movimento que ele fez para recebê-la, o rapaz notou que ele carregava uma arma.

Tudo durou uma sequência breve de segundos, mas o terror do rapaz por acabar sendo atacado o fez agir por impulso, puxando a garota com força para trás pelo vestido, saltando para a frente e deferindo um golpe direto no policial, afundando a faca que trazia diretamente em seu pulmão. Por pouco a garota não fora atingida no ataque brusco, o rapaz correu na direção oposta e Junmyeon caiu no chão.

O detetive pode ouvir a criança gritar aterrorizada, mas se viu incapaz de falar qualquer coisa para tranquilizá-la, estava sufocando. Enquanto buscava por ar, seu sangue manchava a camisa branca de marca que Yeon Soo havia lhe dado de presente para usar naquela data. Acima de sua cabeça o céu começava a ficar cinzento, ou seria sua visão ficando turva? Ouvira o som de uma porta se abrindo.

— Você está machucada? Não? Entre, não abra a porta até ser seguro. – Era a voz de um homem falando com a garota, Junmyeon percebera, mas sua consciência estava se perdendo mais rápido do que imaginara.

Uma pessoa surgira no seu campo de visão, mas ele mal conseguia manter os olhos abertos para dizer como ele se parecia. Apesar disso, conseguia ouvir sua voz com certa clareza. Era gentil, mas urgente.

— A garota... – Perguntara em voz baixa.

— Está segura, não se preocupe. O rapaz fugiu.

— Ah... – Junmyeon suspirara, mas aquilo doeu muito mais do que esperava. Havia um furo em seu pulmão e fazer qualquer coisa parecia doer e lhe sufocar como o inferno.

— Senhor? Ainda está consciente? – Junmyeon emitiu um grunhido incompreensível como resposta, mas fora o suficiente para que ele soubesse seu grau de consciência naquele momento. Muito baixo, o que era até bom, de certa forma. – Oh, ainda bem. Não vou conseguir fazer muito no estado em que estou agora, mas acho que consigo retardar seu ferimento para que seja socorrido. Havia muitos doentes nesse bairro hoje.

Junmyeon não compreendeu o que ele tentava dizer, mas pode sentir sua camisa sendo puxada de dentro da calça e a mão do rapaz entrando por baixo do tecido úmido de sangue, pousando morna sobre o ferimento. Doeu. Doeu pra caralho.

O policial cerrou os dentes e xingaria caso se sentisse capaz de fazê-lo, mas então algo estranho aconteceu. Subitamente, sentira algo morno e frio ao mesmo tempo, como se o sangue estivesse fluindo de forma tangível sob seu corpo.

Estava morrendo? Não. Estava sendo curado.

Para quem o ajudava, aquilo durou cerca de um minuto, mas parecera horas, porque o processo de cura também lhe causava dor, quanto mais grave era o ferimento a ser curado, mais energia lhe roubava. Quando enfim tirou a mão sobre o ferimento de Kim Junmyeon, estava esgotado, as gotas de suor escorriam rapidamente por sua face, mas felizmente, o policial não parecia consciente o suficiente para dar uma boa conferida em seu rosto.

Ser identificado por um policial fora um risco insano que optara por correr, não sabia ao certo por que, mas tão logo o vira cair imóvel no chão, sentira que devia ajudá-lo. Era a única pessoa que podia fazê-lo a tempo, afinal, sabia bem que ferimentos no pulmão podiam se agravar muito rapidamente.

— Seu ferimento ainda está aberto. – Dissera ofegante, com os lábios bem próximos à orelha do policial, para que pudesse entender com clareza. – Mas fechei seu pulmão, acho que está seguro agora. Vou chamar os outros policiais.

— Quem... – Junmyeon tentava abrir os olhos, mas ainda se sentia fraco. Tudo o que pode ver fora uma silhueta embaçada de pele clara e cabelos escuros, mas essa também era a silhueta de 2/3 da população de Seoul. – Quem é você?

O rapaz não respondera, estava ocupado procurando pelo comunicador de Junmyeon nos bolsos e avisando os demais policiais que ele havia sido ferido, mas a refém estava em segurança. Tomara o cuidado de dizer que policial havia conseguido se desviar e felizmente o ferimento havia sido de raspão, não parecia em risco. Ouvindo aquilo, Junmyeon pensava que era absurdo levar uma facada de raspão entre as costelas.

— Não posso responder suas perguntas, mas espero que viva uma longa vida. Você é um bom policial, senhor Kim. – Dissera isso apontando para o distintivo reluzente em seu peito. – Infelizmente eu não posso me apresentar, mas você foi um herói hoje, não vou me esquecer do seu rosto.

— Espere... – O detetive balbuciara, esticando as mãos para segurá-lo pela jaqueta jeans que usava, mas era tarde demais. Seu salvador pousou o comunicador de volta sobre sua mão e em seguida fugira.

Junmyeon estava fraco, havia perdido muito sangue e tinha plena certeza de que muito provavelmente tudo aquilo era uma alucinação de sua cabeça debilitada. Quando os demais policiais chegaram e tentaram se por a par da situação, a única coisa que conseguira pensar antes de desmaiar fora ‘Oh, Yeon Soo vai ficar furiosa’. E ela ficaria mesmo.


Notas Finais


Nosso Junmyeon está fazendo aniversário hoje! Já fazem cinco anos desde que esse homem roubou meu coração e eu sou grata por tanta coisa que acho que não daria nem pra fazer uma lista. Não acho que tenho sido um exemplo de bunny citizen porque acabei preferindo me afastar do fandom por uma série de razões pessoais, sendo a principal delas o fato de não querer que o fandom estragasse o amor que eu sinto pelo grupo. Não me entendam mal, não estou cuspindo no prato, mas acho que compreendem quando digo que o fandom em parte se tornou hostil e agressivo. Isso estava me afetando mentalmente e por conta disso tomei uma série de decisões pra evitar a convivência com certas pessoas distorcesse o sentimento que sinto pelo grupo. Eu realmente amo o EXO, não apenas pela música, como também realmente admiro todos eles como indivíduos, mas sendo sincera, me afastar do drama do fandom me fez bem. Acho que estou em um lugar melhor mentalmente hoje do que um ano atrás e escrevo essa nota desejando um feliz aniversário ao meu ultimate com completa sinceridade. Vai ser um período longo sem os updates frequentes e a presença reconfortante dele como líder, mas espero do fundo do coração que ele tenha um aniversário abençoado, que o pelotão que ele faz parte o acolha bem e que ele volte para nós com orgulho de sua trajetória no serviço militar e, claro, com muita saúde. Eu tenho muito orgulho da pessoa que Kim Junmyeon é, me sinto feliz por ter alguém como ele pra me inspirar como indivíduo e espero que o tempo passe voando para termos ele de volta em breve. Feliz aniversário, meu querido, espero que possamos comemorar muitos outros e com muitas outras fanfics também.

Sobre a fanfic, eu revisei esse prólogo algumas vezes, mas pode ser que alguns erros tenham escapado, ainda mais porque eu penei porque ele antes tava meio mal escrito kkk mas acho que estou bem com como a fanfic está indo no que ja tenho escrito, então vamos ser otimistas.

E VALE LEMBRAR MAIS UMA VEZ:

ESSA FANFIC TEM SHIP HÉTERO!!!!! TÁ NAS TAGS, PELO AMOR DE DEUS, NÃO DIGAM QUE EU NÃO AVISEI. Se vocês não gostam, por favor, não leiam. Eu não quero ter que lidar com desavisados mais pra frente, ok?

Mês que vem eu volto.
Mais uma estrelinha pra você que leu as duas notas ☆, você tá no meu coração.
Abraços!


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