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História Super Hero - Capítulo 1


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Notas do Autor


Oi!

Decidi fazer este gênero, primeiramente porque nunca havia lido uma fanfic onde tivesse Super Herói no século 21, achei que seria legal abordar isso. Uma leitura diferenciada.

Se houver erros, por favor avisem, sou aberta para críticas construtivas.

Boa Leitura!

Capítulo 1 - Super Hero 0.1


Fanfic / Fanfiction Super Hero - Capítulo 1 - Super Hero 0.1

Hero 0.1

Philadelphia, atualmente.

Era mais da metade de Janeiro, neve e muito frio. Ótima época para tomar um chocolate quente e ficar de baixo das cobertas. Época de férias e de cachecóis, ou não.

Patinava segurando firme o taco e guiando o disco, o oponente a sua frente estava rígido, preparando-se para o ataque. Ela faz o lance, sendo barrado pelo time adversário. Estava se preparando para o contra ataque quando o relógio digital em seu pulso apitou. Sua hora ali havia acabado.

- Tudo ou nada na terça que vem? -

- Não sei, eu vou te vencer de novo mesmo. - Disse zombando.

- Essa doeu, Maninha. - Rebateu

Apenas riu referente ao comentário, saíram da quadra de Rockey, vestindo-se e pegando seus respectivos pertences.


            - Então... hoje a noite, você vai?

- Aniversário do seu chefe, Sasori. Eu deveria ir?

-  Ele não é meu chefe!- revirou os olhos.- Ele quer que você vá e eu acho que pode ser divertido. - Rebateu Sasori.

- Não posso enviar um presentinho, não? Só conheço de lá você e ele.

- Você pode conhecer outras pessoas, maninha. Não seja tão anti social. - Falou, ela fez careta com o comentário.

- Okay, Okay, está frio e eu vou pensar.

- Saí! Você adora a neve que eu sei. Você não engana seu irmão.

Estavam agora caminhando em uma calçada coberta pela neve. Usavam casacões, touca e luva. - Sua amiga Ino estará lá também. - Nós só fazemos faculdade juntas. - Respondeu.

Rapidamente aconteceu um movimento: um rapaz correndo com algo que parecia ser uma bolsa feminina nas mãos, não muito atrás, uma moça. Era uma cena de roubo. - Socorro! Ele pegou minha bolsa!

Sasori se preparou para ajudar, porem, sendo impedido por uma das mãos de sua irmã. Algum bom homem já havia corrido atrás do pequeno trombadinha, o derrubado e pego a bolsa de volta, devolvendo para sua verdadeira dona.

- Raro ver cenas assim nessa parte da cidade. - Falou Sakura, voltando a andar.

- A criminalidade está aumentando. Me pergunto se alguma coisa teria mudado de se ela não tivesse desaparecido, ela seria um ícone. - Tagarelava o jovem. - Até fanfics criaram dela, Sério, Sakura! Fanfics.

- Fanfics, é... - Não estava dando muita atenção com a tagarelice de seu irmão. - O super herói da população é a própria. - Falou baixo. Não tinha notado que havia parado de andar, estava olhando para suas mãos. O fato é que só se mostrou ao mundo para salvar seu irmão, algo que ele se quer se lembrava. Fechou as mãos, apertou com força.

De qualquer forma, ela não poderia voltar. Muito sangue inocente fora derramado por conta de que não sabia controlar as coisas que fazia: O acidente com o caminhão, os carros capotados, pessoas mortas e feridas. Não poderia ajudar pessoas com as mãos sujas, não dessa forma. Então, manteve isso em segurança e era melhor assim.

As pessoas ainda lembravam de A Feiticeira, mas com o tempo, notícias novas vieram, era um mistério. Em sua cabeça ninguém precisava dela para salvar nada.

- Você vai ficar parada aí como um boneco de neve? - Zombou seu irmão, sua voz lhe fez despertar de seus pensamentos.
 
- Você fala demais. - Debateu, voltando a andar, olhou em seu pulso, o relógio marcava duas da tarde. - Sasori, logo mais eu tenho aula de Box, falo com você depois.

- Não foge, não, hein... - Gritou num tom zombeteiro, era tarde, ela já havia se afastado. - Eu sei onde você mora! - Ela riu baixo com esse comentário.

---*

Já fazia horas que estava ali. Não ligava com a neve e o vento gelado em seu rosto, o nariz já vermelho e os lábios meio duro. Gostava do inverno, muito. Sentada no chão de seu quintal, pernas dobradas como índio, as mão apoiadas no joelhos.

- Você é uma garota muito estranha. - Não reconheceu a voz e pouco lhe importava, então apenas ignorou.

- Hey, Rosada! - Ele havia pulado sua cerca. - Eu acho que ela morreu. - Gritou.

- Eu não morri. - Falou.

- Tu vai ficar aí até quando?

Abriu os olhos e olhou para cima. - Caí fora! - Fechou novamente os olhos. Cinco segundos de silêncio. Tocaram seu cabelo. - Você é mesmo a pessoa mais estranha que eu conheci.

Se levantou. - Quem é você?

- Naruto Uzumaki, sou o novo vizinho. Aquele pivete ali é meu primo, Konohamaru. - O garoto estava pendurado no muro.

- E você cuida dele? - Sakura perguntou

- Só olho ele quando estou em casa.

- Está fazendo um péssimo trabalho. - Zombou, ouviu o pivete rir. - Cadê o Sasori, vamos a uma festa fiquei de passar aqui pra ir com ele.

Quando Sasori havia dito tempo para conhecer gente? Desde quando aquele loiro morava ali?

-  Já se conheceram, então. - Falou Sasori atrás dela. - Pô, Sakurinha, você não se arrumou ainda. Você disse que iria.

- Eu não disse que iria - Rebateu

- Tanto faz! Nós vamos primeiro e você trate de ir. Estou falando sério, Sakura, você tem que respirar mais. - O que isso tinha haver com ter que sair?

Cinco minutos olhando para o nada, até finalmente decidir subir e se arrumar. Já pronta e banhada, em frente ao espelho olhando seu reflexo, tocou seu cabelo. Ele nem sempre tinha essa tonalidade. Colocou a touca, pegou a chave de sua moto e desceu as escadas, foi em direção a porta de entrada. Antes de ir, tinha que comprar algum presente.

Pois bem que seria uma ótima desculpa para não comparecer. Ela poderia dizer "Não achei um presente perfeito", não soaria rude, certo? Poderia dizer também que sentia dores no pâncreas, ninguém iria perguntar sobre.

Ela sabia, eram péssimas ideias. Ainda tinha dois tagarelas que ficaria lhe perturbando as paciências, três agora, com o novo vizinho. Quatro, contando com o mini vizinho.

De qualquer forma, Sakura não podia sentir fortes emoções, sendo boas ou não, depois de tanto tempo escondendo o que chamam de poder, alguns anos para frente, coisas aconteciam e ela não podia controlar, depois de muito pensar constatou que suas emoções ajudavam e para parecer normal, precisava se manter normal.

Okay!

Parou a moto. Estava definitivamente perdida. Como podia ter errado o caminho?

- Burrice! - Se xingou. Não era uma estrada completamente deserta, mas em vista do horário e do clima, pouquíssimas pessoas andavam há essa hora. Também não era uma rua que continha casas, somente alguns prédios, já fechado. Pouca iluminação.

Era um lugar que o sexo feminino certamente evitaria em passar sozinha e ainda mais a noite. Viu dois pontos brilhantes se aproximando dela, era um carro, sabia que coisa boa não viria, mas esperou só para ver.

- Está perdida, gracinha? - Parou a caminhonete ao seu lado esquerdo. Três homens no total, eles desceram, pareciam alcoolizados  - Vem com a gente, nós te ajudamos - Um dele falou rindo, segurando seu braço

- Se manda, Panaca! - Ligou a moto.

- Muito mal educada, hein. Por que a gente não lhe da uma lição. - Mostrou a arma no cós de sua calça.

- Hm... Já entendi. - Sakura falou. - Olha, vamos fazer o seguinte: Você me deixam passar e fica tudo bem, sério! - Foi empurrada, contra a moto, havia doído. Um deles tentou puxa-la pelo braço, ela botou força, ele se quer conseguiu move-la do lugar.

Com a outra mão livre, segurou o pulso da mão do cara que segurava em seu outro braço, apertou ao ponto dele soltar. Foi agarrada por trás, pisou no pé dele se soltando, batendo a cabeça do mesmo contra o retrovisor de sua moto.

O outro armado, tentou sacar seu revolver mas foi impedido, seus movimentos eram rápidos e dolorosos para alguém do tamanho dela. Tacou o objeto na cabeça o outro que ela mesmo havia quebrado o pulso. Segurou na gola da camisa do último, se preparou para lhe dar um soco, mas parou.

Por fim, soltou ele.

Poderia dizer que não valia a pena, mas já havia batido nele. Ainda assim, se fosse qualquer outra pessoa normal, outra mulher por exemplo, estaria em perigo, isso era certeza.

Não importava se estavam alcoolizados, pessoas como eles deveriam ser punidos!
Olhou para uma árvore um pouco maior que as outras. Havia tido uma ideia.
No final, acabou por perder a hora e não conseguiu ir ao encontro de seu irmão e os outros.

--*

" Somos molestadores e estupradores"

Notícia nova, o jornal estava uma loucura. Haviam encontrado três homens desacordados presos a uma grande árvore e arame farpado. Estavam feridos e em cima, escrito no tronco da árvore, uma caligrafia ao que parecia ter sido feita de qualquer jeito propositalmente.

Brigadeiro.

Dieta? Não existia, gostava de doces, muito. Assistindo segurando sua panela e colher, jogada no sofá. O jornal dava moral para coisas insignificantes.

- Parece que tem um justiceiro na cidade. - Sasori se jogou em cima dela. - Eu vou sair, quer vir?

- Passo... - Mexeu na panela.

Ele se levantou. - Okay, okay. - Pegou as chaves e sua carteira. - Te mando mensagem... E, acende a luz. Tá um breu aqui dentro!

Ouvi os passos de seu irmão e logo após, o barulho da porta fechando.

Fechou os olhos. Estava sozinha, finalmente. Apreciou o momento por alguns cinco minutos.

Se levantou, o dia era cheiro e tinha muitas coisas para fazer.

Não demorou muito para se arrumar, calça preta, jaqueta vermelho vinho e botas de inverno, colocou em sua cabeça uma touca escondendo todo o cabelo num coque dentro da mesma. Pegou sua chaves, capacete e óculos escuros.

O Portão automático se levantou e ela acelerou para longe.

Neve, se lembrava de casa, ou casas...

Era exata, e exatos dez minutos e quarenta e sete segundos parada do outro lado da rua, observava as pessoas com luvas e toucas, cachecóis e botas, fugindo do clima frio. Elas se sentiam incomodadas, mas Sakura não. O clima baixo não afetava ela.

Finalmente se levantou, retirou o capacete, arrumou a touca em sua cabeça e colocou o óculos escuro. Atravessou a rua entrou no prédio.

Depois de três anos o ambiente ainda era o mesmo. o cheiro de lavanda era suave, ela gostava dele.

Sem parar, caminhou até os elevadores, sendo barrada antes de entrar.

- Mocinha, você tem autorização? - Um dos seguranças pronunciou-se. Sakura apenas retirou os oculos escuros, revelando melhor seu rosto. - Desculpe nossa imprudência, Senhorita.

Não respondeu, apenas entrou no elevador e colocou novamente os óculos.

Após selecionar o andar desejado, saiu do elevador, caminhou até chegar em uma das portas. Sem bater, abriu. Não havia ninguém.

Olhou seu relógio de pulso: meio dia e vinte e sete. - Horário de almoço.

Jogou o capacete em um dos sofás e caminhou até a mesa central. Notebook com senha, suspirou, estava cansada demais para isso e seus olhos ardiam.

Sua atenção foi tomada ao ouvir ao longe passos rápidos, era salto alto e o barulho que o mesmo fazia te incomodava como um sino gigante. Ela abriu a porta com pressa olhou Sakura e depois a fechou.

- Então hoje é dia de comida japonesa. - Disse Sakura, olhando o envelope sem nome na mão da mulher em sua frente. - É nojento. - completou.

- Não sabia que tinha voltado para a cidade - Falou caminhando até Sakura.

- Tem uns meses. - Sakura foi abraçada. - Tsunade, meus olhos ardem. - Falou quando a mulher lhe soltou.

- Por isso está de óculos escuros?

- Se só fosse esse o problema...

- Minha querida... Vamos conversar no laboratório.

Laboratório particular da Tsunade. Que na verdade era de seu pai. Algumas decorações diferente, mas nada muito chamativo. Ouviu os dígitos da placa de senha trancando todo o local. Passou os dedos em suas orelhas, massageando ali.

- Seus ouvidos também estão doendo?

- É mais um incômodo. Barulhos normais me incomodam agora. - Se sentou em um leito que tinha ali.

- Tire os óculos. - Falou a loira. Tsunade posicionou a lanterna em frente ao rosto de Sakura, avaliando seus olhos. - Suas pulpilas estão normais, aparentemente...

- Sinto que meus sentidos estão mais fortes agora.

- Isso não tem haver com aqueles caras presos na árvore, tem? - Rebateu a loira, Sakura nada disse, apenas lhe olhou. - Quer conversar sobre isso?

- Eu... Não sei por onde começar... - Respirou fundo. - Eu faço várias atividades físicas e psicológicas, tento eliminar essa energia mas parece que nada funciona. - Respirou novamente. - Não posso ficar perto das pessoas. - Falou olhando suas mãos

- Sakura, minha filha...

- Quero um exame de sangue. - Cortou Tsunade.

Ficar perto dela era o único momento que não se sentia uma aberração. Por que havia parado de visitá-la? - Sasori também está na cidade, vai voltar para a faculdade semana que vem.

- E você? - Perguntou a loira, mas foi ignorada. Colocou as luvas, se preparando para colher o sangue dela. - Não pensa em voltar para a faculdade também?

- Não. - Fechou os olhos. - Não me sinto confortável.

- E fez o que com as faltas?

- Comprei...

- O professor?

- A faculdade. - Corrigiu. - Quem compra um professor? - Zombou. Tirou os óculos finalmente. - Será que estou ficando cega?

- Nós duas sabemos que isso é impossível. Seu organismo é perfeito, não tem qualquer sintomas de doença, nem gripe. Você é imune a qualquer tipo de vírus ou doença existente no planeta.

- Muito motivador...

Havia finalizado a coleta. - Sakura...

- Tsnuade... - Retrucou brincando.

- Sei o que pensa sobre isso, mas foi graças a isso que existe em você que salvou o Sasori. Nós ainda temos ele por conta do que você é. - Uma pausa. - E você só vive agora por conta disso, sempre te disse que isso pode ser uma bênção, se você souber usar, Sakura. Seu sistema imunológico é ótimo, eu nunca havia visto um sistema assim... Não! Talvez não exista ninguém como você. Isso que você é agora curou o seu câncer.

- Eu sei... Eu sei...

- Os médicos te deram meses e depois anos você ainda está aqui, talvez seja a pessoa mais saudável desse mundo. - Respirou, tomando fôlego. - Minha querida, você precisa encontrar seu propósito.

- Penso nela, sabe, A Feiticeira. Como dizem?... Com grandes poderes vem grandes responsabilidades. - Falaram juntas. - É... O Homem Aranha...

- Se for o que você quiser, se quiser voltar lá e ser ela. Por mim tudo bem, eu estarei aqui para você.

Sakura sorriu. - Eu ainda falo com as plantas.

- E faz muito mais.

- Não sei se consigo, não tenho forças.

- Isso é uma coisa somente você pode fazer.

Se levantou, colocou novamente a jaqueta. Desviou o olhar para o lado, viu o tablet de Tsunade em cima da mesa no canto do local. - Danzou o novo presidente da BioSis?

- Algumas coisas estão mudando.

- E você?

- Quando seus pais morreram você me pediu para ficar e cuidar, eu fiz, mas a empresa de sua família é grande, o conselho decidiu que seria bom dividir as ações.

- O conselho? E Danzou?

- Um dos filhos está focado em terminar os estudos, a outra filha some por anos. Eu fiz tudo que estava ao meu alcance mas não dá para cuidar de tudo. Achei que sabia, Danzou confirmou sua presença na festa de comemoração.

- Festa? Que festa?

- A comemoração sobre as ações, será amanhã a noite.

Respirou fundo, sentiu seu corpo tremer. Colocou os óculos. - Preciso ir.

- E vai fazer o que? Um escândalo?

Sakura parou de andar. Precisava pensar.

- Vou pensar em alguma coisa. Mesmo que eu não esteja no comando, o legado do meu pai precisa ser protegido.

"--"--"

O som de violino era alto, sabia disso pois mesmo do lado de fora do salão de festa, o som incomodava seus ouvidos.

Outra vez se pegava observando o céu, a neve caindo e o clima gelado.

Conhaque. O cheiro era forte e não gostava de beber.

Colocou a bebida em cima de umas das esculturas de pedra. O espartilho do vestido apertava sua cintura, fazia tempo que vestia algo tão formal. Usava sapato brilho de salto, o vestido num tom verde menta com mangas longas de tecido fino, o mesmo chegava até os pés e tinha dois decotes, um entre os seios e outro que pegava da porta até a metade da coxa.

Logo mais Danzou faria seu glorioso discurso, Sakura estava pronta para fazer sua surpreendente entrada.

Ouvido Danzou ser chamado ao palco, ouviu também os passos do mesmo. Sakura estalou o pescoço e se posicionou na entrada principal do salão.

- Está linda, Senhorita Sakura. - Segurança falou.

- Obrigada, eu me sinto radiante!

- Certamente. - Concordou. Enquanto acompanhava a jovem subindo os três degraus. Agradeceu Sakura e caminhou para dentro.
 
Vários olhares curiosos voltados sobre si. Comentários e comentários: "Quem é ela?" "É a senhorita Sakura". Passou por todos, quando finalmente conseguiu a atenção dele, Sakura sorriu pegou um drink e voltou a caminhar até o palco.

- O que está fazendo? - falou baixo, somente ela conseguiu ouvir

- Como dona da BioSis e filha do criador, não poderia perder a festa de comemoração da minha empresa, da qual eu não fui convidada, mas cá estamos! - Zombou, bebeu seu drink e foi até o microfone.

- Boa noite! Boa noite! - Cumprimentou. - Espero que estejam a vontade. - Respirou. - Eu queria muito vir hoje e parabenizar o conselho por manter essa empresa maravilhosa.

Aplausos.

- Sabem... Meu pai era um grande homem, minha mãe também, uma grande mulher. A BioSis Tecnology foi feita em triunfo de beneficiar nossas vidas, como sabem, eu tive cancer e em estado terminal, quando os médicos haviam desistido de meu tratamento, meu pai nunca desistiu. - Olhou para Danzou, ele parecia furioso. Olhou para seu irmão e Tsunade, ambos balançaram a cabeça sinalizando para que continue. - Porém, essa noite não é sobre mim, é sobre o futuro da BioSis, por isso eu gostaria de chamar ao palco... - Olhou novamente para Danzou. - A nova Presidente desse milagre: Senju Tsunade.

Aplausos e mais aplausos. Riu falsamente, Danzou parecia que iria infartar.

Abraçou a loira. - Você é uma menina muito terrível- Tsunade Sussurrou.

- Não tem pessoal melhor que possa fazer isso, se não você, Tia. - Sussurrou de volta.

Desceu do palco e foi até Danzou. - Acho que deseja conversar, certo? - Sakura falou, seu tom era de ironia.

Caminharam até uma sala vazia, dois seguranças de Danzou estavam presentes.

- Dez anos... Dez anos, quando seu pai morreu eu me voluntariei para não falir a BioSis, você era uma criança birrenta. É isso que eu ganho? - Estava alterado

- Infelizmente não se póde ter tudo. - Retrucou acariciando uma pequena árvore de vaso.

- Você é uma garota mimada demais. - Retrucou. - Eu reivindico!

- E vai reivindicar o quê? Você não é herdeiro, Danzou, e mesmo que eu esteja fora durante dez anos, não significa que possa ficar como presidente, você sonhou alto, sempre quis o que era do meu pai e não manipulando o conselho fazendo eles retirarem Tsunade do poder só prova.

- Você se acha muito esperta, certo? Então me diz, como Tsunade vai cuidar de todas as ações vendidas pelo mundo.

Sakura retirou uma mecha de seu rosto. - Não estão mais espalhadas pelo mundo. Eu as comprei de volta pelo dobro do valor da qual foram vendidas, foi meio difícil e corrido também, vendo que eu só tinha um dia e meio.

Danzou bravo, derrubou tudo que havia em cima de uma das mesas, Sakura coçou a cabeça. - Seus picos de surtos só provam que não qualificado para ser presidente. Veja bem, não estou te demitindo, você ainda ficará na BioSis, Tsunade pediu, então... Agradeça a ela depois. - Piscou antes de dar as costas a ele e sair da sala.

Voltando ao salão principal, reencontrando seu irmão e Tsunade. Seu trabalho havia terminado, estava na hora de se retirar.

- Não pode ir embora agora. - Parou ao ouvir a voz. Já encontrava-se do lado de fora do salão. - Ino Yamanaka - Falou

- Sakura Haruno. - Tomou um drink - Eu não vejo você tem o que? Dois anos? O que é estranho por que somos colegas de classe

- E meio - Complementou. - Trabalha na BioSis?

- Não, mas meus irmãos, sim. Estou com eles.

- Muito bom. Divirta-se, é tudo pela conta de Danzou, ele é uma pessoa muito solidária

- Sempre me disseram que a irmã herdeira da BioSis viajava muito. - Não reconheceu aquela voz, era uma voz masculina. Logo, a sua frente parou um rapaz, olhou o rosto do mesmo.

- Sakurita, esse é meu irmão Sasuke. Sasukezinho, essa é Sakura. - Estendeu a mão para Sakura.

- Oi, moça.

- Olá! - Segurou a mão do mesmo.

- Seu aperto é bem forte.

- Eu faço Box - Retrucou. Soltou a mão de Sasuke. - Se me derem licença, eu preciso ir. Aproveitem o resto da Noite.

- Vai voltar de carro?

Uma moto parou em frente onde Sakura estava. - Não, pedi que trouxessem minha moto

- Quem pilota moto com salto e vestido? - Sasuke falou

- Quando se é rico, se pode fazer essas coisas. - Retrucou rasgando a barra do vestido e subindo na moto, colocou o capacete. - O vestido era da Tiffany. - Provocou Ino e acelerou.

- Sua safada! - Pode ouvi-la.

Alguns minutos pilotando, teve a sensação de estar em perigo. Olhou o retrovisor, dois carros e três motos. Ela deveria se preocupar?

Mudou sua rota, iria para casa de Sasori, mas decidiu averiguar seus amiguinhos logo atrás. Sem conseguir notar, um carro preto atingiu sua moto, fazendo Sakura perder o controle e voar longe.

Ouviu seus próprios ossos quebrando. O gosto de sangue em sua boca, havia estourado alguma coisa por dentro. Foram em sua direção, eram homens mascarados.

- Ela está quase morrendo, vamos deixar aqui.

- Temos ordens de leva-la ao local. - Falou se abaixando, deu um golpe certeiro em seu rosto, fazendo Sakura desmaiar.


Continua...

 


Notas Finais


Como estou por enquanto?


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