História Super Psycho Love - Capítulo 1


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Categorias Lendas Urbanas
Personagens Personagens Originais
Tags Creepypasta, Imagine, Lendas Urbanas
Visualizações 43
Palavras 585
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Olá meus caros ! Essa é a minha primeira história, então espero que gostem ! Desculpe por qualquer erro de gramática !

Capítulo 1 - 1- O Começo


Fanfic / Fanfiction Super Psycho Love - Capítulo 1 - 1- O Começo

1-O começo

 

Bom, eu sou uma estudante do ensino médio de 17 anos, que mora em uma pequena cidade em Kentucky, nos Estados Unidos com meus pais. Eu recentemente fui diagnosticada com psicopatia, e óbvio que alguém daquela maldita escola descobriu e espalhou para todo mundo, fazendo com que todos se afastassem de mim por medo, me fazendo ficar totalmente solitária.

Nesse meio-tempo eu tenho me sentido estranha, como se alguém estivesse me observando, mas provavelmente apenas estou ficando louca por causa da solidão, já que nem meus pais eu ando vendo, bem, meu pai não é novidade, já que não vejo ele faz 10 anos, quando ele e minha mãe se separaram, e dês de então minha mãe trabalha em dois empregos para nos sustentar, e agora ela está viajando por causa do trabalho, me fazendo ficar totalmente sozinha. Minha mãe se separou do meu pai por conta dele ser um completo bêbado; minha mãe aturou por muito tempo aquele verme, até o dia em que ele passou do limite, e bateu nela.

 

Agora vivemos assim, ninguém nem fala com ninguém. Por causa disso acabei desenvolvendo uma personalidade anti-social, observadora  e agora, psicopata.

 

P.O.V. s/n

12:32 AM, 14 de dezembro de 2016, quarta-feira

 

São sei lá que horas da manhã, e eu ainda estou acordada. Eu simplesmente não consigo dormir, e eu odeio quando isso acontece. Pelo menos nos próximos 3 meses eu sou a lei dessa casa, então posso sair a hora que eu quiser e fazer o que quiser, então, já que não vou dormir agora de qualquer jeito, eu vou dar uma volta pelo bairro. Então eu levanto e coloco uma roupa quente que não seja uma blusa velha manchada de café e um moletom e calço o primeiro tênis que vejo, pego as chaves e saio trancando a porta.

 

Enquanto ando observo a neve caindo, pois, e inverno, e as casas já enfeitadas para o natal, que realmente estava próximo, mas eu nem sequer lembrava, já que nunca enfeito minha casa para nenhum feriado. Enquanto caminho tranquilamente pelo bairro, pois é considerado extremamente seguro, sinto novamente a sensação de estar sendo observada, só que mais forte, apenas ignoro pelo mesmo motivo de antes e continuo a caminhada. Vendo que já estava muito tarde, volto para absolutamente nada faltando, até que eu entro no banheiro e fico abismada com o que havia em meu espelho. Havia uma espécie de sinal, minha casa. Assim que chego percebo que a porta está aberta, e logo começo a entrar em desespero, achando que havia sido roubada. Após entrar e conferir as coisas, vejo que não há nada faltando em nenhum do meus cômodos, até entrar no banheiro. Fico completamente abismada com o que havia em meu espelho. Era uma espécie de símbolo, um círculo com um X dentro, e o fato que mais me assustou, foi que estava escrito com sangue. Imediatamente vou até meu celular para ligar para a polícia, mas antes vejo uma sombra ao meu lado, e imediatamente depois, uma dor alucinante, e tudo ficar escuro. Eu apaguei completamente.

 

Eu acordo sentindo minha cabeça latejar de dor, onde eu estava? Tinha dormido por quanto tempo? Eram muitas perguntas, mas a maior de todas era: quem havia feito aquilo e porque? Eu estava em uma sala escura e não via absolutamente nada. Até que a porta se abre, revelando duas silhuetas masculinas, e um deles, que aparentemente estava com uma máscara branca cobrindo seu rosto, disse:

- Era ela quem ele queria. 


Notas Finais


Eu continuo ?


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