História Supercorp - o impossível - Capítulo 55


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Categorias Blindspot, Once Upon a Time, Supergirl
Personagens Alex Danvers, Cat Grant, David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Henry Mills, Jane Doe, J'onn J'onzz "John Jones" (Caçador de Marte), Kara Zor-El (Supergirl), Lena Luthor, Maggie Sawyer, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Patterson, Regina Mills (Rainha Malvada), Samantha Arias (Reign)
Tags Supercorp
Visualizações 224
Palavras 1.771
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Migx. A fic terá duas temporadas. Estava lendo desde o início e percebi que fugi muito do final que queria dar, então para não deixar uma fic de muitos capítulos, vou parti-la em duas. Na próximo às VA não estarão.

Capítulo 55 - NC - SB - VA VII


Alex Danvers.


Estou deitada na cama com os olhos fixos no teto tentando assimilar tudo o que está passando. Tudo aconteceu tão rápido! Eu sei que o mundo em que vivo é diferente e que milhões de possibilidades podem acontecer, mas se parar para observar tudo o que está acontecendo nesse exato momento é coisa demais para minha cabeça.

A princípio eu era apenas uma menina super dotada com um grande futuro pela frente, depois me tornei a irmã mais velha de uma alienígena, depois meu pai morreu, eu quase surtei e pus todo meu futuro a perder, então J'onn veio e me ajudou e eu entrei para uma organização onde o alvo são alienígenas, minha irmã passou a trabalhar nessa organização e se tornou uma super-heroína que usa capa. Eu me assumi lésbica quando percebi estar apaixonada por uma linda policial que eu achei que seria a mulher da minha vida, terminamos, eu sofri, comecei a ter interesse por Sam, descobri que ela era Reign - quem quase matou minha irmã, a pessoa que mais amo no mundo. Me tornei diretora oficial do D.E.O. Me apaixonei por um robô feito por Lena, mas então descobri que ela não era um robô e agora tenho duas sogras e um cunhado, até mesmo conheço seu avós, que inclusive, são personagens de contos de fadas, que chegaram quando eu iria propor a Jane. E depois desse longo resumo, tenho que fazer de tudo para ajudar uma mulher que veio de outro mundo, intitulado de "mundo real" a conseguir tocar no amor de sua vida sem machucá-la, ainda tendo que dar atenção a minha namorada e agradar minhas sogras.

EU PRECISO DE UM DESCANSO!

Me levanto e coloco meu uniforme do D.E.O. Jane está dormindo abraçada a Emma, a cena é tão linda que me pego admirando por um longo tempo.

Pego as chaves de minha moto e saio em direção ao estacionamento. Pego minha moto e sigo caminho ao D.E.O. Estou dirigindo quando meu celular vibra. Continuo seguindo caminho até um sinal vermelho me fazer parar e eu me permitir conferí-lo, Lena mandou uma mensagem:

"Venha assim que acordar, acho que encontrei uma solução" 

Ao ler a mensagem e o sinal abrir, vôo o mais rápido que consigo com minha moto. Chegando na base do D.E.O., vou direto a sala em que Lena está trabalhando. Ela está colocando algo dentro de um pequeno frasco. Percebe minha presença.

- Estávamos com o foco errado: Katie - ela fala antes que eu pergunte algo, pega o frasco e balança fazendo a mistura antes branca ficar em uma tonalidade azul. - Melissa - ao menos nesse mundo - é kryptoniana, e existem variações de kryptonitas que podemos usar com ela.

- Mas kryptonita a enfraquece - digo rapidamente - deixá-la muito tempo perto pode causar danos em suas células, até mesmo podemos matá-la!

Ela derrama o conteúdo do frasco dentro do um molde redondo onde contém uma corrente de ouro pendurada, vai até o refrigerador e o coloca fechando em seguida.

- Essa kryptonita não é a verde, é a azul - ela explica - ela tira os poderes de um kryptniano enquanto ele mantém contato com ela, mas quando longe, os poderes voltam normalmente.

- Então se Melissa usá-la enquanto estiver perto de Katie, não irá machucá-la... - concluo, ela balança a cabeça em concordância. - Mas o que é isso que você misturou com...

- Uma solução que fiz para que o efeito da pedra espalhe por todo o corpo de Melissa - ela fala pegando novamente a mistura dentro do refrigerador - se não ela teria que andar segurando uma pedra gigante a todo momento. Agora... o que acha de chamarmos ela para conferir? - ela balança o colar com a pequena pedra azul pendurada.

Pego meu celular e mando mensagem para Melissa sem muitas explicações, apenas o necessário. Cinco segundos depois de ver a confirmação de leitura ficando azul, vejo a loira passar pela porta do laboratório.

- Onde está? - ela pergunta com urgência.

Lena me troca um leve olhar com um sorriso de lado e vai até ela colocando o colar em seu pescoço.

- Tente usar sua visão a laser - aconselho.

Melissa vira seu rosto para a parede mais distante e foca seu olhar para o local por longos instantes, mas nada acontece.

- Funcionou?! - pergunto incrédula me lembrando de todas nossas tentativas falhas, Lena tinha razão, estávamos focando na solução errada.

Os olhos de Melissa estão marejados enquanto me encaram, sua expressão é de total emoção. Ela limpa uma lágrima solitária que escorreu em seu rosto, tira o colar e põe em minhas mãos, a olho interrogativamente.

- S-Só um segundo - ela diz se afastando - eu só preciso de um segundo.

É o que diz até desaparecer. Corremos tentando alcançar o vulto que se distancia rapidamente e some no ar. Ficamos na sacada do D.E.O encarando o grande céu azul a procura de Melissa, quando escutamos gritos altos e vemos de longe seu corpo passando em alto velocidade enquanto ela dá altas piruetas e cambalhotas no ar.

Lena sorri com a cena, a acompanho.


Katie McGrath.


- EU NÃO CONSIGO ACREDITAR NO QUE ESTOU VENDO! - Jennifer grita olhando para todo meu corpo queimado. - VOCÊS ESTÃO FICANDO LOUCAS!?

- É que... - tento me explicar, mas seu olhar avermelhado para mim me faz calar.

- Vocês tem noção de que você poderia ter morrido!? - ela pergunta séria - você tem noção do quanto essas queimaduras vão doer se eu não te curar nesse exato momento?

Sim, eu tenho, meu corpo está doendo tanto que estou sentada pela graça, mas não demonstro.

- Então me cura - soluciono o problema.

- "Então me cura" - ela repete imitando meu sotaque. - Não é tão simples assim Katherine!

- E porque não?

- PORQUE EU TERIA QUE TE BEIJAR - Ela grita novamente, abaixo minha cabeça como um cachorro culposo. Jen respira fundo e desenha suas sobrancelhas com a ponta de seus dedos com os olhos fechados. - vou preparar um banho de chá de penas, deve amenizar a dor e melhorar um pouco os machucados - ela semicerra os olhos como se tentasse lembrar de algo - se não me engano, hoje é noite de lua cheia, ficamos mais fortes nessas noites, então você deve melhorar quando ela aparecer no céu, caso isso não aconteça, serei obrigada a te beijar. Vou fazer seu banho, e não saia até que eu te chame, as cortinas estão abertas e o sol está forte.

Jenn se afasta. Deito meu corpo na cama sentindo cada parte dele reclamar, fecho meus olhos e deixo o sono me tomar.



Jennifer.



Saio do quarto de Katie, vou até a cozinha e abro minha asas. A luz do sol bate em minhas pernas as fazendo brilhar, o que dói mais ainda ter que tirar algumas para o chá.

Deixo uma àgua fervendo com um tanto bom de penas. Vou até o banheiro e encho a banheira com água fria, volto para a cozinha e desligo o fogo.

"Sis, Ana quer conversar com a gente, acho que ela encontrou a solução para voltarmos para casa". - pensa Larissa.

"Mas Katie..."

"Para o que tudo indica, Lena encontrou a solução do problema dela, então, não há problema nenhum em deixá-la poucos minutinhos para resolver o nosso".

"Okay" - concordo.

Pego a panela com o chá e vou até a banheira despejando o líquido dentro. Caminho até a sala e fecho todas as cortinas,não deixando nenhuma única brecha, poderia ser fatal para Katie.

Levito até o quarto para chamá-la e me deparo com seu corpo totalmente imerso em sono, dorme tão lindamente que se não se não a conhecesse, poderia confundi-la com um anjo. Vou até ela, a dispo e a pego em meus braços a levando até o banheiro e deixando seu corpo descansar na banheira já com o chá.

Antes de ir, fico olhando para seu rosto por alguns segundos. Não queria deixá-la, mas tenho deveres em me meu mundo a serem cumpridos. Suspiro e saio em direção a janela mais próxima.



Lena Luthor.



Eu, Melissa, Kara, Alex, Jane, Regina e Emma estamos sentadas no laboratório do D.E.O esperando Jennifer para que Ana e Larissa prossigam. Minha cabeça está encostada no ombro de Kara enquanto ela me faz cafuné.

Jennifer passa pela porta. Me sento normalmente.

- Já que todos chegaram... - Ana fala e arrasta o quadro branco junto a ela. - vou explicar mais ou menos como Barry explicou, daí fica mais fácil de entender.

- Você conhece o Barry!? - Kara pergunta estupefata.

- No meu mundo vocês são séries de TV - ela fala rápido, arqueiro as sobrancelhas. - É o seguinte - Ana vira e desenha vários círculos fazendo uma única linha totalmente embaralhada passar por todos eles. - Essas são as múltiplas terras existentes e esse é o único meio de passar por eles - ela aponta para a linha. - Como Barry havia dito, se você for rápido o bastante, você pode passar por cada um desses mundos. Muitos acreditam que há um portal para cada terra, mas na verdade ele é único, como estão vendo aqui, e se não passar por esse portal da forma correta, haverão complicações.

- Quando Cora procurou o mundo real e esse mundo para deixar Jane, ela abriu uma fenda enorme entre os mundo, pois o tempo em que ela demorou para procurar o "lugar perfeito" foi muito longo - explica Larissa - foi isso que fez com que Melissa e Katie viessem para esse mundo e se fundissem com sua realidade desse mundo, já que elas são, basicamente, a mesma pessoa.

- Olhar por esse lado significa que a razão de vocês estarem aqui somos nós - diz Regina, pensativa - quero dizer, demoramos um ano inteiro para chegar aqui.

- Mas se isso fosse verdade, outras pessoas deveriam ter vindo para cá - diz Jane - Um ano é muito tempo para os efeitos colaterais trazerem apenas vocês.

- Trariam outras pessoas se eu e Larissa não tivéssemos fechado o portal quando descobrimos o real problema.

- Isso tudo é um resumo rápido explicando que, se quiserem voltar para o mundo de vocês como faremos... - Larissa fala para Regina e Emma.

Vejo espanto misturado a medo na expressão de Jane ao voltar sua atenção a elas.

- Não iremos voltar - diz Regina acariciando o rosto de Jane.

- Se StoryBroke algum dia foi nosso lar, isso mudou a partir do momento em que encontramos nossas filha - diz Emma pegando nos cabelos negros de Jane.

- Bom - Ana fala voltando a atenção para ela - o que nos resta é nos despedir e...

- Poderiam esperar até a noite chegar?  - Jennifer pergunta a interrompendo - Quero me despedir de Katie.

- Então tá - diz Larissa - Assim que se despedir, partiremos.





Notas Finais


Esse é o penúltimo capítulo da temporada. Espero que tenham gostado, beijos e até os comentários.


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