História SuperCorp - Capítulo 27


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Categorias Supergirl
Personagens Alex Danvers, Cat Grant, Eliza Danvers, James "Jimmy" Olsen, J'onn J'onzz "John Jones" (Caçador de Marte), Kara Zor-El (Supergirl), Lena Luthor, Maggie Sawyer, Winslow "Winn" Schott Jr.
Tags Lenaluthor, Supercorp, Supergirl
Visualizações 352
Palavras 1.876
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, LGBT, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu sei que demorei, me perdoem por isso ok? Mas aqui está um capítulo novinho e espero que vocês gostem! Não esqueçam de comentar o que acham e olhem as notas finais pls...

Capítulo 27 - Invasão


Fanfic / Fanfiction SuperCorp - Capítulo 27 - Invasão

Eu ainda estava lá com minhas mãos ao alto em um claro sinal que não estava ali para briga. Enquanto eu ouvia J’onn ditar ordens para todos no DEO eu também analisava o interior das naves e para a minha não tão surpresa assim, ali estavam parademônios e só de lembrar deles meu sangue começou a ferver.

-Supergirl o que está havendo?

-Não sei, eles apenas estão parados me cercando. Parecem esperar que eu de o primeiro passo. – Respondi a Alex prontamente.

Não tive tempo para me defender, um raio laser me acertou no peito e eu caí alguns metros no céu enquanto rodava como um paraquedista maluco fazendo manobras no ar. Senti meu peito arder, mas meu fator de cura já tratou de aliviar a sensação rapidamente. Oh então será assim?

- Kara não revide! Não podemos ter uma batalha em pleno céu da cidade. – J’onn falava sério. Enquanto isso, as naves me seguiam e disparavam sem parar contra mim, eu desviava da melhor forma possível, mas alguns raios acabavam me acertando.

Voei até estar longe do centro da cidade, eu agora estava sobre o mar o que me dava certo alívio já que não teria risco aos civis. Eu levava raios e mais raios nas costas e aquilo estava me deixando cansada além de, bastante irritada. Ao fundo pelo comunicador eu pude ouvir Lena discutindo com J’onn para que eu revidasse e os destruísse de vez.

- Ela vai ficar até quando sendo machucada desse jeito? Alex pelo amor de Deus é sua irmã lá fora! Façam alguma coisa ou eu irei fazer! – Ela bradava e eu sorri ao ver seu jeito preocupado.

-Espero que eu não me arrependa, mas Kara...você está livre para revidar. – Ouvi a frase do marciano e parei de voar em frente apenas para dar uma meia volta e prosseguir com o pulso firme na direção da primeira nave. A acertei com toda minha força e o vidro se estilhaçou, arranquei o parademônio de lá e o queimei com minha visão a laser. Eles gostavam de laser não é? Pois é, eu também tinha os meus! Assim eu fiz com cada nave, me livrei de um parademônio e peguei sua nave para jogar na última nave restante. As duas se chocaram no ar e explodiram, não deixando sobreviventes.

- Kara! Kara você está bem? – Ouvi a voz aflita de Lena pelo comunicador. Olhei para meu traje e vi os rasgos, mas eu não diria aquilo a ela nesse momento.

- Estou bem, eu acabei com eles.

- Kara algo está se aproximando de você e rápido. – Alex me avisou, olhei para traz e vi um ponto vermelho se aproximando. Era rápido, mas não tanto quanto eu.

Era um homem, um rapaz na verdade, ele possuía uma barba rala e cabelos castanhos. Ele me encarava com fúria e eu estava preparada para o possível combate. Seu traje era vermelho e azul marinho, parecido com o do Superman porém sem o símbolo da casa de El. Afinal quem era aquele rapaz? Parando a metros de mim ele me encarou e falou sério.

- Sou Mon-El, General de Daxam. – Ouvir o que ele tinha a dizer senti minha espinha gelar! Afinal de contas, o que eles queriam aqui? Os daxamitas eram conhecidos por sua crueldade, tirania e por escravizar mundos. Pensar nisso estava me deixando extremamente tensa e preocupada.

- O que faz aqui? – Eu disse rude.

- Nós viemos para tomar este planeta, e nem você, muito menos o seu primo, irão nos parar!

- E o que faz você pensar isso daxamita? Vocês são podres e cruéis! O povo da Terra jamais se deixará abater por vocês!

Pude vê-lo trincar o maxilar e fechar seus punhos em sinal de ira. Seus olhos cerrados indicavam o ódio que ele estava sentindo nesse momento. Rapidamente, o general daxamita veio em minha direção tentando desferir socos contra mim, dos quais eu desviei com habilidade e logo em seguida, o acertei facilmente com um golpe na costela. Ele uivou de dor, mas não parecia que iria desistir tão fácil, ele não deixaria eu rebaixar tanto assim seu ego.

Daxam era um planeta vizinho de Krypton, e era governado pelas mãos de ferro do rei e rainha que possuíam. Eram um povo marcado pela tirania de seus monarcas. A monarquia era gananciosa, e iludia seus súditos com pão e circo, se você der diversão e comida dificilmente um povo iria se rebelar contra um governo, e era exatamente isso o que faziam. Mas não eram apenas de festas e farras que eles viviam, eles também escravizavam outros planetas, um negócio extremamente lucrativo para o povo de Daxam, mas que ceifava a vida de muitos inocentes. Primeiro invadiam e tomavam as pessoas a força. Mantinham sempre os mais fortes para serem vendidos como escravos, enquanto as mulheres eram usadas para servirem de domésticas e outras atividades repugnantes. E nessa cadeia hedionda e asquerosa os mais fracos, bem...ninguém sabia ao certo qual era o destino deles.

O rapaz possuía muitas técnicas de combate, porém sua força não era comparada a minha e muito menos sua velocidade. Perdi as contas de quantos golpes eu bloqueei, e também de quantos socos eu desferi contra ele, assim como os que levei. Nós estávamos cansados e com a respiração errante. Entretanto, eu estava preparada para mais uma rodada e foi isso que eu fiz, avancei e lhe acertei um soco certeiro no rosto. Ele voou para trás meio sem jeito e levou a mão direita ao local onde eu havia acertado, mas para minha surpresa ele sorriu. Um sorriso irônico e frio.

- Lena...- Ele disse e eu arregalei os olhos, então seu sorrio cresceu mais ainda. – É ela não é?

- Ela o que? – Eu fechei os punhos e perguntei descontente.

- Seu ponto fraco! É ela a quem você ama! – Seu sorriso era diabólico. Senti medo, jamais poderia conceber a ideia de algo ruim acontecendo a ela.

- Sabe Kriptoniana, em Daxam isso não seria tolerado. Duas mulheres juntas era algo inadmissível e repugnante, mas eu darei um jeito em Lena. – Seu sorriso era sacana e eu fervia de raiva. – Irei tomá-la para mim e ela casará comigo, depois iremos tomar a terra e reinaremos aqui mesmo.

- Já chega! – Gritei e ele gargalhou.

- Ora, vejo que você não é das mais pacientes. Garanto a você que deixarei você assistir minha noite de núpcias com Lena...

Aquilo foi a gota d’água para mim, eu não o deixei terminar a frase. Avancei sobre de modo feroz, segurando-o pelo pescoço, senti meus olhos ardendo como lava, enquanto meu punho esmagava os ossos de sua traqueia. O joguei no monte mais próximo e ali ele afundou contra a pedra.

- Você... – Eu aceitei um soco em seu rosto. – Nunca mais fale assim. – E mais outro soco. – De Lena!!

O soquei o mais forte que pude e ele se afundou ainda mais na montanha, ele desmaiou e ficou ali mesmo. Quando eu pensei em carregá-lo para levar até o DEO, escutei barulhos de naves ao fundo e olhei para trás. Elas eram muitas e eu não conseguiria voar rápido o suficiente com ele nas costas, então eu escutei o primeiro som do raio laser disparando e desviei. O raio passou tão rente à minha face que me cortou uma mecha de cabelos. E assim sucessivamente vieram os outros raios, contrariada eu saí voando o mais rápido que pude e quebrei a barreira do som, no fim eu reparei que nenhuma das naves havia me seguido, mas sim elas estavam lá para resgatar aquele infeliz. E bem, deu certo. Eu voei direto para o DEO e quando pousei lá dentro Lena veio correndo até mim com uma expressão chocada.

- Você tinha dito que estava bem! – Ela me deu um tapa no ombro de raiva, mas logo depois me abraçou. – Eu não sei o que faria se algo de ruim acontecesse a você Kara.

- Eu estou bem, veja são só alguns rasgos no uniforme. – Eu sorri amarelo e lhe beijei a testa. – Está tudo bem.

O clima no DEO estava pesado, afinal não conseguimos nenhum avanço contra aquelas naves e ainda por cima houve uma pequena batalha nos céus de National City. Certamente, os jornais estampariam tudo isso na capa do próximo dia. Alex e Lena me obrigaram a ir até a ala médica antes de J’onn me interrogar sobre tudo que aconteceu. Eu tirei a parte superior do traje e fiquei apenas de top enquanto Alex me avaliava, eram apenas alguns roxos e elas estavam surtando. Quer dizer, Lena estava surtando, então fiquei me perguntando se ela aguentaria ficar nessa comigo, afinal, eu não poderia abandonar a capa e deixar a cidade sem sua heroína. Isso era uma grande responsabilidade, e a vida de muitas pessoas estavam em minhas mãos. Sempre haveria riscos e eu com toda a certeza, me machucaria em algumas missões, mas eu me perguntava se ela suportaria isso ou se eu conseguiria vê-la aflita assim toda vez que eu voltasse das pequenas batalhas. Já devidamente avaliada, eu parti até a sala de J’onn onde ele me esperava com uma expressão nada amigável.

- Então o que houve lá? Quem foi até você?

- Eles são Daxamitas. – Eu engoli em seco ao ver a expressão de J’onn ficar ainda mais séria e tensa.

- Você tem certeza disso? – Quando ele terminou a frase todos olharam para mim sem entender toda aquela tensão.

- Sim J’onn, o general deles foi até mim. – Uma sombra de raiva passou em minha mente, lembrei da maneira como ele havia falado de Lena e meu sangue começou a ferver novamente.

- Alguém pode explicar? – Alex nos olhava confusa, J’onn suspirou antes de começar a falar.

- Os daxamitas são oriundos de um planeta vizinho a Krypton. – Senti os olhares sobre mim agora. – Eles possuíam uma monarquia e eram conhecidos como os escravizadores de mundos. O planeta deles foi destruído pelos destroços de Krypton quando esse explodiu, acho que deve explicar o fato de eles virem até nós. Certamente eles querem a terra.

- Ual então quer dizer que eles querem nos escravizar? – O olhar de terror estampava o rosto de Winn.

- É muito provável que sim. Então vamos ao trabalho, temos naves para derrubar e evitar uma catástrofe mundial.

Todos nós saímos da sala, eu sentia o peso cair sobre meus ombros e eu não sabia se deveria contar a alguém sobre a ameaça contra Lena. Na verdade nenhum dos que eu amava estavam a salvo se ele sabia tanto assim sobre mim. Essa noite eu não dormiria, não sem ter certeza de que Lena estaria a salvo em segurança. Eu estava muito tensa e nervosa, o que não passou despercebido aos olhos de Lena.

- Eu te conheço muito bem. Porque não me fala o que aflige seu coração? – Ela falava enquanto envolvia suas mãos em volta do meu corpo em um abraço aconchegante. Me permiti sentir o toque macio de sua pele e repousar minha cabeça em seu ombro. Como eu a amava!

- Senti medo de perder você... – Foi a única coisa que consegui dizer antes de sentir um forte tremor vindo de uma explosão na área externa do DOE.

 


Notas Finais


Pessoal, vejam a nossa nova FIC. Deem uma conferida...

História: Girl Of Steel - Hope https://www.spiritfanfiction.com/historia/girl-of-steel--hope-13654834


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