História SuperCorp - Capítulo 27


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Categorias Supergirl
Personagens Alex Danvers, Cat Grant, Eliza Danvers, James "Jimmy" Olsen, J'onn J'onzz "John Jones" (Caçador de Marte), Kara Zor-El (Supergirl), Lena Luthor, Maggie Sawyer, Winslow "Winn" Schott Jr.
Tags Lenaluthor, Supercorp, Supergirl
Visualizações 567
Palavras 1.770
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, LGBT, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey!

Mais um e espero que vocês gostem <3 Não esqueçam de comentar o que acharam hein.

OBS: Deem uma olhada nas notas finais.

Capítulo 27 - Visita Sombria


 

Eu podia ouvir os gritos das pessoas na cidade, que por sinal estava um caos. Eu ouvia claramente carros freando bruscamente, vidros sendo quebrados e crianças chorando. Uma coisa era os humanos saberem da existência de alienígenas na cidade, outra coisa seriam naves gigantes sobrevoando o centro além de o rosto de uma mulher aparecer nos céus. Isso chegava a ser aterrorizante! Não preciso dizer que os agentes estavam alucinados aqui também, cada um fazendo seu trabalho da melhor forma para resolvermos o problema, já que a presidente não saia da nossa cola. 

 

-Bem agora nós sabemos o que eles querem. Essa aparição sem nenhuma forma de ataque foi muito bem pensada. É disso que eles precisam, gerar o caos completo para a dominação ser mais fácil. Toda essa fala mansa de apenas trocas de tecnologia e insumos é papo furado, precisamos tomar cuidado. - Alex disse séria enquanto estávamos reunidos em uma grande mesa discutindo estratégias. 

 

-Alex tem razão. - Agora foi a vez de Lena dar sua opinião. - Uma população desunida, com medo e histérica seria de uma dominação mais fácil. Nós precisamos de um jeito para acalmar a população. Winn e eu estamos analisando algumas informações, queremos descobrir o ponto fraco deles, mas precisamos de material genético para isso. 

-Kara você lutou com ele, deixe-me ver sua mão. - Alex se aproxima com aquela cara de quem teve alguma ideia brilhante e com pose de médica, e eu não entendi o gesto até que ela pega uma luva e um bastão para colher o sangue seco de Mon-El que ainda estava nos nós dos meus dedos.  - Pronto, aqui temos uma pequena porção de material genético do general deles, acho que deve bastar para vocês. 

-Ótimo Alex, isso deve bastar com certeza. - Lena falou empolgada, pegou o bastão e sumiu de nossas vistas sendo acompanhada por Winn.  

 

Não sei por quanto tempo ainda ficamos ali discutindo algumas questões e ideias, mas pelo menos avanços estavam sendo feitos e J’onn ainda seria nosso diretor. Minha barriga roncou em certo momento e todos olharam para mim, sorri amarelo e envergonhada, mas todos ali pareciam estarem famintos assim como eu. Decidimos dar uma pausa na reunião para que todos se alimentassem devidamente, portanto cada um se dirigiu a área comum da cozinha onde alguns empregados de Lena já faziam sanduiches. Eu dei uma rápida olhada pelo local e não vi a morena dos olhos verdes, logo pensei que ela ainda deveria estar trancada em seu laboratório. Segui pelos corredores bem decorados, podia-se ver alguns quadros ali pintados e eu parei em frente a um específico. Lex Luthor.  

 

Mesmo com meu primo agora de volta dos mortos, pensar em Lex me trazia lembranças dolorosas de dias em que eu havia perdido a minha própria esperança e deixei uma parte importante minha de lado. O luto havia me dominado e se não fosse por Lena, talvez minha recuperação tivesse sido mais demorada. Aquela pintura me causou calafrios, ele parecia me observar com aqueles grandes olhos azuis gélidos. Balancei a cabeça como se quisesse espantar aqueles pensamentos dolorosos e segui em frente buscando Lena. Ao abrir a porta de seu laboratório vi que ela ainda se mantinha concentrada em algo no microscópio, cheguei a passos lentos e silenciosos a fim de pegá-la de surpresa. 

 

-Nem pense em me assustar Kara Danvers. - Ela disse sem tirar seus olhos do que estudava e eu bufei indignada. 

-Como você sabia que eu estava aqui? - Cruzei meus braços e a vi se virar para mim enquanto sorria. 

-Seu perfume. Eu o reconheceria em qualquer lugar. - Eu me aproximei e ela se levantou ficando próxima de mim. Rodeei sua cintura com meus braços e ela logo levou suas mãos para minha nuca, acariciando a região. 

-Você é incrível. - Selei nossos lábios em um beijo singelo. - Mas eu vim aqui para levar a senhorita para comer, aqueles sanduíches estão com uma cara ótima e você não comeu nada até agora. 

-Eu aceito o convite, mas só se depois você prometer descansar um pouco. Pensa que não notei que você mal tem pregado os olhos depois da chegada deles? - Eu fiquei atônita, eu estava tentando disfarçar minha falta de sono, mas pelo visto eu não era tão boa nisso. 

-Ok, você venceu. - Revirei os olhos e ela riu. 

 

Em algum lugar em National City, nave principal dos daxamites... 

Mon-El estava descontrolado, o então General descontava sua raiva na sala de treinamentos que a nave possuía. Ele socava sem parar alguns bonecos de aço para ele preparados. Assim como os kriptonianos, ele também havia sentido o poder do Sol em seu corpo, mas nada se comparava aquela à qual toda sua raiva agora era centrada. 

 

-Kara Zor-El...- Ele repetia enquanto socava o objeto. - Você irá pagar caro. 

 

O material já estava todo retorcido quando um soldado real entrou na sala de treinamentos e chamou a atenção para si enquanto pigarreava. 

 

-Senhor, a rainha o espera em seus aposentos. - O rapaz mantinha a postura séria e viu quando Mon-El parou de socar o aço para depois secar seu suor com a própria camiseta que vestia. 

 

-Diga a ela que irei ao seu encontro.  

 

O general e príncipe disse rude ao soldado que em poucos segundos, já havia deixado a sala de treinamentos. Rhea esperava impacientemente por seu filho que demorava a chegar, ela andava de um lado para o outro pensando em alternativas para conquistar o povo terráqueo. Quando já estava prestes a ela mesma procurar pelo filho, o mesmo entra por sua porta com cara de poucos amigos. 

 

-Já não era hora Mon-El. - Ela disse irritada olhando para o filho que se sentou na poltrona mais próxima. 

-Eu estava treinando, vim assim que terminei. Diga, o que está pensando? 

-Nosso primeiro passo deu certo, veja, a população está em pânico. - Ela riu debochada enquanto o rapaz mantinha-se quieto. Rhea percebeu a quietude do filho e o questionou. - O que há com você? 

-Kara Zor-El.  

-Ora Mon-El deixe seu ego e essa garota de lado. Isso só irá atrapalhar nossos planos! 

-Ela me venceu em frente aos nossos homens! - O rapaz levantou rapidamente da poltrona e socou a parede mais próxima. - Ela precisa pagar por isso ou você acha que os soldados irão me respeitar depois de toda humilhação que ela me fez passar? 

-Não seja tolo meu filho, pense como um estrategista e não como um brutamontes! Pegue o que ela mais ama e use contra ela, você a verá se ajoelhar aos seus pés. - Mon-El sorriu, pois era isto mesmo que ele iria fazer e o agradou que sua mãe pensasse de mesma maneira. - Agora tenho outras coisas em mente, vejo grande movimentação dos governos tramando contra nós. Precisamos das outras caixas. 

-Você sabe que as outras duas estão muito bem protegidas, não temos como consegui-las. 

-Então iremos pensar em um ótimo plano, guerreiras e peixes falantes não devem ser páreos para toda nossa força junta. A Terra será a nova Daxam!  

 

A mulher sorriu como se já tivesse ganhado a batalha enquanto o filho ficara pensativo diante da ideia ambiciosa de sua mãe.  

-Vamos Mon-El, preciso fazer uma visita a uma de nossas hospedes.  

 

 

De volta a mansão Luthor... 

 

Kara descansava ao lado de Lena na grande cama macia. Nem ela e nem ninguém esperavam pelo o que estava por vir. Apenas alguns agentes estavam acordados de plantão quando notaram que havia alguma movimentação pelo lado de fora da casa. Eles se olharam espantados e se levantaram empunhando suas armas enquanto olhavam para as telas das câmeras de segurança que mostravam um vulto negro em meio ao jardim. Mas como aquilo era possível? Nem mesmo os seguranças externos ou os cães de guarda notaram aquilo. Os dois agentes saíram calmamente pela porta de segurança do subsolo, está que possuía uma escada e uma grande porta alguns degraus acima. Abriram a porta com cuidado e para surpresa deles, a criatura estava ali parada diante deles como se soubesse que sairiam por ali. Orelhas pontudas, totalmente negro, deu um passo à frente e então os agentes viram que se tratava de um homem pelo pequeno pedaço de pele que era exposto pela máscara. Somente seu maxilar era visto. 

 

-J’onn por favor. – Ele disse com a voz firme e grossa. 

- Se apresente! – Um dos homens tentou soar o mais autoritário que pode, mas aquela figura a sua frente lhe causava medo. 

-Agentes isso não é necessário, eu o conheço. – O marciano apareceu de repente atrás de seus subordinados. – Entre Bruce.  

 

Os dois homens se olharam confusos por seu chefe conhecer aquela figura sombria, mas nada contestaram, apenas deram espaço para que o então desconhecido entrasse.  

 

- Eu adoraria dizer que minha visita não é para algo sério J’onn, mas assim como você eu estou preocupado pelo o que esteja chegando. – Sua capa preta arrastava por onde passava atraindo a atenção dos dois agentes que vinham logo atrás. 

- Venha, vamos conversar em algum lugar mais reservado. 

 

J’onn o levou até o laboratório de Lena que estava vazio, sentou-se em uma cadeira e apontou a outra para Bruce, este negou e permaneceu de pé iniciando sua fala. 

 

- Desde que eles chegaram eu tenho os monitorado, eu soube dos atentados contra o DEO. Resolvi deixar Kate no controle de Gotham para vir checar tudo mais de perto. 

- Agradeço a preocupação Bruce, mas acredito que temos tudo sob controle por enquanto. 

-Ora J’onn, vamos ser realistas, somente aquela jovem não conseguirá parar um ataque desta magnitude. Vejo a movimentação deles e acredito que eu saiba o que eles querem. - O marciano o encarava apreensivo, se o próprio Bruce havia deixado Gotham para ajudá-los certamente ele teria informações valiosas. - Eles querem as caixas maternas. 

-Isso é impossível, uma delas está conosco e as outras duas estão muito bem protegidas. 

-Temo que tenhamos que avisá-los para ficarem alertas. Assim como você, eu sinto que algo poderoso e terrível está por vir. 

 

J’onn não poderia deixar de concordar com seu velho amigo. Ele sentia isso há muito tempo e não era à toa que Dimitri havia sido procurado pelos daxamitas, ele estava em poder de uma das caixas maternas. Aquilo fazia todo sentido do mundo, a aparição dos daxamitas ser logo após uma das caixas serem usadas e os ataques ao DEO eram apenas tentativas a fim de, roubá-las. Após alguns segundos pensando, o marciano olhou novamente para o homem parado a sua frente e o respondeu. 

 

-Você tem razão, vamos avisar Diana e Arthur. 


Notas Finais


Quem vocês acham que é essa hospede da Rhea e o que ela poderia fazer? Vocês se ligaram em quem irá aparecer na história? uahduhauhdauhs


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