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História SuperHeroes - Capítulo 4


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Capítulo 4 - Capítulo 4: Coringa - Parte 1.


Fanfic / Fanfiction SuperHeroes - Capítulo 4 - Capítulo 4: Coringa - Parte 1.

POV-Jon Kent

Assim que chego perto dele, ele vai rápido para perto do Tornado Vermelho fala algo para ele e já desce para o teletransportador.

Agora eu não deixo ele escapar.

Voo rapidamente até o teletransportador, eu iria chegar antes dele, mas deixei ele ir primeiro, para ele não poder fugir, bem assim que ele chega eu vou rapidamente até o teletransportador, teleportando nós dois. Assim que chegamos reconheço a cidade, Gotham, olho para o lado e só vejo o Damian pulando do teto do telhado, voo atrás dele não deixando ele sair da minha visão e claro, nada seria fácil, muita gente me vê e vem pedir autógrafos e fotos, já que estou a alguns anos sem aparecer.

SuperBoy – Ok... Eu tenho que ir – Começo a voar para fugir dessas pessoas e agora sim posso voltar a procurar o Damian.

Passo alguns minutos voando e procurando o Robin, até ouvir uma explosão que vem do Asilo Arkham, eu voo rapidamente até lá e enquanto ia vejo o Damian com sua moto, vou até ele, ele apenas estica uma mão, pego nela e ele me entrega um comunicador, coloco no meu ouvido e voo mais alto.

Robin – Sei que não vai ir embora mesmo, pelo menos seja útil e veja de onde veio a explosão – Ele não me deixa nem abrir a boca e já vai falando. Continuo indo para o asilo, indo mais rápido.

SuperBoy – Você não me deixou nem abrir a boca – Ele não diz nada, ignorando o que eu disse, esse é o Damian que eu conheço – Bom dia para você também – Chego no asilo e começo a voar ao redor dela – Sabe, eu tava me perguntando porque você estava me evitando dês que eu cheguei, voei até você, bati em você, te segurei, te salvando – Continuo voando e acho o buraco que foi feito com a explosão, olho para dentro da sela e procuro alguém não vendo ninguém.

Robin – Está vivo? – Nossa primeira vez que ouso ele perguntar isso, se preocupando comigo.

SuperBoy – Sim estou, só achei o buraco da explosão. Ainda bem que se preocupa comigo – Digo convencido.

Robin – Não me preocupo, você sobrevive a um tiro, não preciso me preocupar com você. E só perguntei por que você se calou e isso não é comum – Agora esse é o Robin que conheço – Só estamos perdendo tempo, quem fugiu?

SuperBoy – Não sei, é quem estava no topo da torre principal, ele parece que fugiu pelo telhado e depois eu acho que pulou no rio fugindo por ele – Vou até o rio procurando vestígio – Quem fugiu? – Pergunto curioso já que estava no topo deve ser quem mais querem evitar que fuja.

Robin – Coringa era quem estava nessa sela – Eu vou mais rápido agora, já que sei que é ele – Eu vou ir pegar a bat-lancha e vou avisar o restante da batfamília.

Ele vai fazer o que disse, indo com sua moto até a mansão Wayne/Batcaverna, começo a procurar Coringa e provavelmente a Arlequina também, ela sempre ajuda ele, na verdade de vez em quando ela tá com a Hera Venenosa, e odeia o Coringa, mas ele sempre engana ela, coitada, sinceramente.

Mas bem, eu continuo procurando eles utilizando até mesmo minha super-audição e visão raio-x, e não achei eles. Não deixo isso me abalar já que não procurei em todos os lugares de Gotham.

Robin – SuperBoy – Ele me chama me tirando do meu transi.

SuperBoy – O que foi Robin? – Falei animado como sempre.

Robin – Está vendo o batsinal? – Começo a procurar ele no céu.

SuperBoy – Sim achei – Digo já olhando para o prédio aonde ele está.

Robin – Vai até lá – Ele manda e eu obedeço, tá isso ficou muito sexual, mas tudo bem. Bem, eu obedeço ele e vou voando até lá, chegando lá vejo aquele cara que me sequestrou, o Batman, o Robin e o Comissário Gordon.

Batman – SuperBoy, o Robin consegui me convencer da sua utilidade, então é melhor não me decepcionar – Agora eu entendo o porque ele deixa a voz rouca, eu esmago aço, voo, tenho super-sentidos e tenho medo dele, então é melhor obedecer ele, peraí eu sou muito trouxa, tô obedecendo todo mundo sem reclamar.

SuperBoy – Tudo bem – É realmente eu sou trouxa.

Comissário Gordon – Eu colocarei a policia em alerta para pegar esse terrorista – Quando olho de volta para o Batman, só vejo o cara que me sequestrou.

 

POV-Robin

Começo a procurar nos rios e mar de Gotham (Sim Gotham tem um mar, pelo menos pelo o que eu vi nos mapas ela tem um) usando a bat-lancha, passo até que bem perto de alguns esgotos olhando se alguém passou por ali há pouco tempo, já que muitas vezes os vilões se escondem nos esgotos, acreditem é mais difícil de achar eles do que parece.

Dragão Imperial – Finalmente eu te achei – Ele diz pulando no barco – Demorei para te achar.

Robin – Por que veio atrás de mim? – Pergunto seco e insensível, algo que eu sempre tento passar, mesmo que eu tenha mudado um pouco, pelo menos é o que dizem para mim.

Dragão Imperial – Eu não conheço o Batman e pelo o pouco que conheço já me da calafrios, o SuperBoy nós não tivemos uma boa primeira impressão, além dele voar. Ficar com o comissário seria uma perca de tempo, e eu não conheço Gotham o suficiente para ficar sozinho, provavelmente eu me perderia – Tudo bem ele ficar comigo.

Continuamos a procurar pelo Coringa e nada, por isso decidi ir para a Batcaverna e procurar ele por terra. Chegando à Batcaverna guardo a bat-lancha, e claro, o Mikhael fica abismado com a caverna, enquanto mexia nos computadores vejo o SuperBoy pousar e vim caminhando até mim.

SuperBoy – Posso te fazer uma pergunta? – Ele diz com a cara de mongo e fofa, quer dizer, mongo e idiota que ele sempre fez, mas mesmo sendo mongo e idiota eu senti falta, isso eu tenho que admitir.

Robin – O que foi? – Olho neutro para ele, sem mostrar sentimentos claros.

SuperBoy – Sentiu minha falta? – Meu coração acelera, e também perguntas veem em minha cabeça.

Por que ele fez essa pergunta? O que ele quis dizer com isso? Será que ele sentiu minha falta? E se ele não tiver sentido?

SuperBoy – Eu senti sua falta... – Eu deixo um sorriso escapar que só não foi visto por que ele tinha desviado o olhar – Do meu pai, da minha mãe – Ele cortou o clima, maldade.

Antes que eu pudesse responder, uma grande explosão acontece e um grande cartaz no Asilo Arkham aparece com o rosto do coringa com uma gargalhada. Pode ser ouvida uma gargalhada do vilão.

 

Continua...



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