História Supernatural - BTS - Capítulo 8


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Supernatural
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys (bts), K-idols, Supernatural
Visualizações 15
Palavras 1.654
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi pessoal.
Eu estou tentando mudar um pouco o meu modo de escrita para dar uma facilitada.
Eu realmente sou nova nisso, então a cada dia eu tento melhorar, mas eu sei que até eu aprender vai levar um tempo, então eu peço a compreensão de vocês.
E por favor, continuem lendo... Muitas coisas ainda estão para acontecer na fic. Isso é só o começo.
Espero que estejam gostando, por favor, comentem o que estão achando.
;)

Capítulo 8 - Espelho, espelho meu - Parte 3


Fanfic / Fanfiction Supernatural - BTS - Capítulo 8 - Espelho, espelho meu - Parte 3

*Namjoon ON*

Olho para os lados e espero os carros pararem de passar. Mais a frente, precisamente do outro lado da rua, se encontravam Tae e Jin, que me esperavam com uma expressão nada boa. Ótimo, o que aconteceu agora?

Finalmente, os carros cessam e eu me permito atravessar a rua, me aproximando deles.

- Mal posso saber o que aconteceu agora. - ironizo.

Tae olha Jin, que retribui o olhar.

- O cara vendeu o espelho – o mais novo explica em alto tom, num sopro de voz.

Olho para o V preocupado. Eles haviam me contado sobre a historia, mas eu realmente estava acreditando que uma simples visita a loja fosse a resolução do problema. Bem, eu havia de estar errado.

O fato era que se fosse mesmo o espelho, novamente outras vidas estavam correndo um sério perigo. Isso era o que importava.

-Como vendido?! – pergunto novamente tentando ter certeza que havia escutado certo. Eu ainda tinha um fio de esperança.

-Sim, vendido. A poucas horas de chegarmos - e lá se vai minha esperança.

Suspiro passando a mão pelo cabelo.

Olho para Tae que agora, apenas observava tudo silenciosamente como uma criança. Ele não se pronunciava, mas seu ato de morder o canto dos lábios o entregava, ele estava nervoso.

Jin não tentava ao menos disfarçar, ele estava preocupado e nervoso, por alguma coisa que eu ainda estava ansioso por saber.

-Pra quem foi vendido? – indago.

-O caro deu o endereço. – o mais novo faz questão de responder.

Ele pega um papel em seu bolso e levanta o braço, me entregando e voltando a guardar a mão no casaco.

-É... Deu depois que o pagamos. - completa Jin com as bochechas de uma cor pálida em transição para uma mais vermelha. Esta claro agora o motivo de sua irritação. Ele realmente odeia perder dinheiro – Eu estudei a cidade, sabe, para não correr o risco de me perder – continua – e eu sei onde é a casa, vamos lá agora, mas eu vou sozinho. – Afirma, chamando ambas atenções de Tae e minha.

-Por que sozinho? – V me faz o favor de perguntar.

-Será mais fácil para conseguir informações, não se preocupe, eu já tenho uma idéia – reafirma, com confiança.

*Jin ON*

-Olá senhora... Fiscal da saúde. Posso entrar? - já me auto convidando para entrar, peço a mulher sorrido gentilmente, mostrando meu crachá.

A mulher, que eu diria ser ainda bem jovem, me olhava com a sobrancelha levantada, talvez confusa e se perguntando do porque de um fiscal estar na frente de sua porta do nada. Ela ligeiramente inclina a cabeça tentando fazer com os pequenos fios da franja do curto cabelo castanho claro na altura dos ombros, saíssem da frente de seus profundos olhos castanhos escuros.

Depois de mais alguns segundos me olhando, ela encara o céu vendo que o mesmo se encontrava com um tom escuro, anunciando que as nuvens não demorariam a liberar sua precipitação. Sem querer estender muito a conversa na porta, ela me da passagem, enquanto arruma a blusa branca de mangas largas em seu o ombro.

-Eu não entendo o porquê disso, mas tudo bem – diz simpática, mostrando seus dentes brancos em um sorriso doce – Vamos lá então.

-Obrigado. Eu tenho apenas algumas perguntas, não será nada muito cansativo – esclareço e pego minha prancheta, pronto para começar o falso formulário.

A moça me olha curiosa, parecia estar ansiosa para responder cada pergunta, ou talvez, para me ver fora de sua casa.

-Qual seu nome? Ah, completo, por favor.

- Kwon Yuri – Responde olhando minha prancheta.

- Idade?

- 27 anos - inclina a cabeça novamente, revelando longos brincos em linha.

-Casada? - a olho.

Yuri me encara em silencio, me deixando constrangido, Será que não foi uma boa pergunta?

-Não – diz num tom mais serio e uma expressão mais fria.

-Membros da família? – continuo, tentando sair daquele clima.

-Uma filha.

Anoto tudo como se realmente todas aquelas informações fossem úteis. Algumas como membros da família seria de uma importância mais elevada, mas o que eu realmente queria saber era sobre o espelho.

Um leve e disfarçado sorriso surgiu em meus lábios. Em minha mente o plano estava seguindo seu curso, como as águas de um rio. Em pouco tempo eu poderia colocar as mãos no espelho.

-Certo. preciso dar uma olhada nos quartos. - digo me levantando do sofá em que estava - Pode me mostrar a casa?

-Claro... - se levanta e passa a mão pelo cabelo, o jogando para trás e arrumando novamente a blusa em seu ombro desprotegido.

Prosseguindo a minha frente, ela sobe as escadas laterais da casa, degrau por degrau.

Secretamente, pego meu medidor de presença espirituais e o aciono.

-Sem querer ser rude, mas o senhor perdeu seu tempo vindo aqui – sorri soprado - minha casa esta longe de ter qualquer problema. É uma casa simples eu admito, mas problemas com higiene, isso não.

-Com certeza não... – concordo, sem prestar muita atenção, ainda olhando o medidor.

Finalmente, já no topo da escada, guardo o aparelho sem que Yuri o visse depois de ver as vibrações medianas do mesmo.

A mais velha me olha com um sorriso nos lábios, recebendo um olhar confuso da minha parte. Por que ela esta me olhando?

Depois de quase um minuto, me dou conta que ela aguardava as novas perguntas.

- A senhorita tem algum objeto comprado recentemente? – Tento chegar a algo mais concreto – Sabe, alguns objetos novos podem ser prejudiciais – invento.

Ela leva a mão ao queixo. Pergunto-me se receberia a resposta correta ou apenas mais coisas sem importância para mim.

Dois minutos se passam e ela ainda procurava a resposta em sua mente, mas algo tira minha atenção de Yuri. Uma pequena figura surge detrás das pernas da mais velha. Ela era tão pequena que eu não fui capaz de enxergá-la. Provavelmente aquela pequena pessoa era filha da moça.

Sua pele alva e com as bochechas rosadas davam a ela uma aparência fofa, assim como seu vestidinho vermelho se que escondia no ombro graças aos longos cabelinhos da garotinha.

Yuri se abaixa até a filha e acaricia sua testa, tirando a franja de seus olhos.

-Filha, mamãe esta ocupada agora.

- Eu escutei de novo... - diz em um tom acostumado, mas ocultando uma preocupação.

-Já falamos sobre isso Yang mi – ela diz em tom repreensivo.

Observo tudo com atenção e sem graça. Eu não sabia o que fazer a garota parecia precisar de ajuda e isso chamou minha atenção. Mas do que elas estão falando?

- Mas ela falou de novo – insiste.

-Vá para o quarto... Depois falamos sobre isso – Yuri parecia cansada.

A garotinha a olha desapontada e desanimada, mas obedece a mãe e vai para o quarto, sendo seguida pelos meus olhares, assim como os da mãe.

Eu estava preocupado. Se realmente o espelho estivesse aqui, as duas estariam em constante perigo. Não imaginava o motivo do porquê de nada ter acontecido ainda a elas, mas eu torcia para que continuasse assim até acabarmos com seja lá o que esteja nesse espelho.

 

*Taehyung ON*

 

Com os documentos do espelho nas mãos, eu analisava cada parágrafo. Mantive-me sentado na cama do hotel, sentindo a brisa fresca entrar pela janela. As cortinas dançavam e permitiram a entrada das poucas luzes que venciam as intensas e escuras nuvens prontas para liberar mais chuva.

-Comerciante local... – repeti quando finalmente algo naqueles papeis me chamou a atenção.

Neles estava presente a afirmação de que o primeiro comerciante que havia vendido o espelho se manteve na cidade e isso com certeza seria de grande ajuda.

Nam estava em uma ligação com um caçador. Quem? O folgado que nos entregava casos. Jin por outro lado, estava na casa da compradora do espelho, mas algo me dizia que não seria tão fácil como estávamos pensando. Mantivemos-nos com esperança de que Jin conseguiria pegar o espelho e fugiria para que pudéssemos atear fogo. Mas nada no nosso trabalho é fácil assim. Para via das dúvidas, eu achei que fosse sensato e de grande ajuda me informar mais.

Eu estava atrás das origens do espelho. Caso conseguisse eu poderia saber o que estava preso nele.

Lendas antigas diziam que espelhos poderiam prender espíritos. Este é o motivo de algumas pessoas mais religiosas tamparem seus espelhos quando alguém falece. E eles não estavam errados.

-Bingo! – comemoro ao ver o endereço do comerciante primário – Lá vamos nos.

 

*Jin ON*

 

-Desculpe. – ela pede ao ver a filha fechar a porta.

-Não se preocupe

-Respondendo sua pergunta, sim. – Na velocidade da luz, encaro a mulher. Finamente a resposta tão esperada.

Pego a prancheta novamente anoto tudo, afinal, tinha que me manter no meu papel.

-Posso dar uma olhada? – Pergunto receoso.

Ela me olha desconfiada, algo me dizia que ela não estava muito satisfeita com minha presença lá.

         O telefone toca, chamando nossa atenção.

-Com licença – Diz se virando – O espelho esta na segunda porta – termina e desce as escadas, provavelmente atenderia ao telefone.

Obedecendo as citações do caminho, abro a segunda porta do corredor, entrando em um quarto médio e escuro.

Acendo a luz e dou uma leve olhada por cima, em cada móvel.  O quarto tinha os objetos clássicos de um quarto comum, uma cama, um criado mudo, um guarda roupa de madeira e o que mais chamou minha atenção, um espelho veneziano antigo.

Encaro a peça bizarra por quase um minuto e me aproximo, a passos curtos.

O espelho era bem cuidado e sem demonstrar ter sido maltratado pelo tempo.

-Então é você... – Observo e dou um sorriso ladino, certo de que sairia com o objeto daquela casa rapidamente.

-Ela também fala com você? – escuto uma voz feminina e infantil vindo detrás de mim, me fazendo virar e abaixar o olhar para observar o pequeno ser que se fazia de total corpo presente no quarto.

-Como assim? – Pergunto confuso para filha de Yuri.

-Ela me disse que irá te matar se não for embora.


Notas Finais




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