História Supernatural - Midnight. - Capítulo 1


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Categorias Supernatural
Personagens Abaddon, Castiel, Crowley, Dean Winchester, Personagens Originais, Rowena MacLeod, Sam Winchester
Tags Destino, Drama, Luta, Romance, Supernatural, Violencia
Visualizações 28
Palavras 804
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá mishamigos, essa é minha segunda fic, a primeira perdi total a inspiração (desculpa por isso). Bem, essa fic se passa nos acontecimentos da nona temporada, tem muita coisa pra acontecer ainda, esse é o prólogo para vocês entenderem melhor as coisas depois, me perdoem os erros e se a escrita não tiver muito boa, comentem o que estão achando só assim verei se estão gostando. Obrigada <3

Capítulo 1 - Prólogo.


Chicago Illinois, 23:00 P.M.

Era uma noite fria, o vento uivava lá fora, as árvores se moviam em perfeita harmonia, podia se ouvir os carros da cidade em pleno horário de pico, todos saindo do trabalho, ansiosos para chegar em casa, uns com suas famílias e outros para ficar mais sozinhos ainda. 

Tocava uma música lenta, um rock mais suave, mas só ela percebia, os clientes a essa hora da noite, já estavam caindo de bêbados e não ligavam mais para nada ao seu redor. Um grupo que estava tomando cerveja no canto do bar, uns dois amigos caminhoneiros jogando sinuca no outro canto e algumas pessoas bebendo casualmente depois de um dia longo de trabalho. Era uma noite tranquila, nada poderia estragar a noite. Evie estava andando pelas mesas e anotando pedidos dos cliente. Essa não era a vida que ela tinha pedido à Deus, estava longe disso. Mas o trabalho no bar pagava as contas, ela tinha um lugar para morar e isso era o que mais importava no momento, principalmente depois que chutaram a garota de casa. 

— Ei, Evie. Poderia trazer mais uma dessas para mim? — O homem com barba longa e grisalha diz erguendo sua garrafa vazia de cerveja. 

— Claro, Eddie. — A garota concede com a cabeça e se dirige ao balcão, passando por ele e se abaixando para pegar no freezer a cerveja. 

Tudo de repente fica quieto demais, sem risada, sem conversas paralelas, tudo que se ouvia era os passos de alguém entrando no salão, e o silêncio tomando conta do lugar. Evie ergueu sua cabeça para ver através do balcão. Seu rosto ficou congelado, a garota mal conseguia respirar e saiam lágrimas de seus olhos, todos os clientes do bar estavam assim, extasiados olhando para aquela criatura. Evie não sabia descrever o que estava sentindo, era uma presença maligna, algo fora do comum. Em apenas alguns segundos, os amigos caminhoneiros que estavam jogando sinuca caem por cima da mesa com os tacos atravessados em seus peitos. O grupo de amigos que estavam conversando e bebendo, começam a ter sangue saindo por seus olhos e todos se afogam em sua própria poça de sangue. A garota sabia que iria morrer, aquela entidade do mal iria matar todos no bar. Em questão de segundos o homem baixinho, usando terno preto e tinha sotaque britânico estava agarrando a garçonete pelo pescoço, a encostando na parede, ela mal conseguia respirar. Seus pés não encostavam mais no chão. 

— Sabe? Eu demorei muito tempo para encontrar você garota. — O homem começa a falar, em um tom debochado. — A sua pele está valendo muito hoje em dia.

— Do… que você… está falando? — A garota pergunta, tentando ao máximo que as palavras saiam de sua boca. 

— Oh, querida. Você não sabe quem é, isso é triste, quase me faz chorar. 

 O homem solta o pescoço da garçonete, que cai de joelhos no chão. O inglês se vira e vai andando pelo salão do bar, com as mãos no bolso de seu paletó. Dois homens agarram o braço da garota e a levantam, levando até o baixinho. Ele segura o rosto da garota.

Evie nunca foi uma garota fraca, nunca deixou ninguém machucá-la, nunca deixou ninguém se aproximar o suficiente para isso, ela cresceu em um lar adotivo, nunca soube de onde veio ou quem era de fato. Isso só piorava as coisas. 

— Olha aqui, seu inglês imundo, eu não sei do que você está falando. — A garota indaga, e ela realmente não fazia a minha ideia do que se tratava tudo isso.

Evie chuta a perna de uns dos capangas do homem que solta um grito soltando braço da garota. A garçonete choca sua mão no maxilar do outro capanga, soltando um gemido com a dor de seu maxilar trincando. Quando Evie ia de encontro com o inglês seu corpo se paralisou novamente, não conseguia se mexer. 

— Eu admiro sua coragem, querida. Mas isso não vai adiantar, você é minha agora. E isso… — O baixinho toca o ombro da garota, afastando a gola da sua camisa fina de flanela xadrez, revelando até então uma simples marca de nascença na qual a garçonete nunca se preocupou. — … essa marca, tem muito mais valor do que você pensa.

— Eu nasci com isso, é só uma marca de nascença. 

— Querida, você não sabe o quanto está errada. — O homem para, olha ao redor do bar, aperta os olhos e então sorri. — Uns amigos meus estão chegando, terei que ir, guarde isso como um até logo, e mande lembranças ao Alce. — O inglês estala seus dedos e some em frente a garçonete.

O silêncio toma conta do bar novamente, o corpo da garota está sendo tomado pela raiva. Todos que estavam no bar agora estão mortos. E pelo o que Evie sabe ela é motivo disso ter acontecido.

 


Notas Finais


não esqueçam de comentar, obrigada <3


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