História Supernatural - Capítulo 3


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Categorias Supernatural
Personagens Dean Winchester, Sam Winchester
Tags Supernatural
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Palavras 7.817
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi. Mas um capítulo. Espero que gostem. Aproveitem <3

Capítulo 3 - T01EP3 - Morte na água.


Fanfic / Fanfiction Supernatural - Capítulo 3 - T01EP3 - Morte na água.


Lago Manitoc, Wisconsin
Vítima ON 
Mas uma manhã normal para uma família que morava perto do lago, Soph vai para a cozinha depois de acordar e fazer sua higiene, descendo as escadas que levava para o segundo andar da casa, Soph ver seu pai sentado na mesa, lendo o jornal daquela manhã e seu irmão sentado em cima da bancada da pia, comendo. 
Soph: Bom dia, pai. - Beijando o topo da cabeça do mesmo. 
Pai: Bom dia, querida. - sem tirar os olhos do jornal.
Soph vai até a geladeira e começa a procurar por uma garrafinha de água, quando escuta o irmão falar.
???- Não sei pra que tanta malhação, Soph. - olhando o corpo da mesma. - Garotos não gostam de garotas fortes. - vendo-a encontrar a garrafinha e fecha a geladeira e em seguida olhar para o mesmo.
Soph: Garotas não gostam de garotos que ainda moram em casa. - vendo o irmão terminar de comer o serial e descer da bancada da pia.
Eles se olham e começam a rir sarcásticamente um do outro. 
Soph passa pelo irmão e vai para a porta, abrindo-a, então escuta a voz do pai, falando:- Tenha cuidado.
Soph: Está bem. - fechando a porta e saindo de casa.
Saindo de casa, Soph vai para o lago para nadar, mas sempre que ela mergulhava, escutava meio que vozes, então ela subia para a superfície e olhava ao redor, mas não via nada ou escutava as "tais" vozes, no entanto, essas vozes acabaram se tornando piores e davam para ser ouvidas na superfície dessa vez; Soph começa a ficar assustada olhando ao redor, até que é puxada pelo pé para o fundo do lago e em seguida morrer afogada.
Vítima OFF

Hotel Lynnwood
Acordando cedo, Dean vai para o restaurante do hotel e toma o seu café da manhã, enquanto procura por algum caso sobrenatural, em vários jornais. 
Garçonete: Quer mais alguma coisa? - pergunta chamando a atenção de Dean, que começa a sorrir todo bobo quando ver a garçonete gata na sua frente. 
Alex: Vou querer um copo grande de café para viajem. - chega cortando o clima e sentando ao lado de Dean no balcão.
Sam: E a conta em seguida, por favor. - sentando ao lado de Alex. 
Garçonete: Certo. - saí sorrindo para Sam.
Dean abaixa a cabeça desapontado quando perdi uma chance com a garçonete, então ele olha para Sam falando: - Sabe, Sam, podemos nos divertir de vez em quando. - olha e aponta em seguida para a garçonete que estava na cozinha. - Isso é diversão. 
Alex: Talvez eu procure por algum homem então... - olhando ao redor.
Dean: Você não. - apontando para Alex. - Você tem namorado e mesmo se não tivesse, não precisaria de um homem. 
Alex: Valeu, Dean. Por ter mexido na ferida. - levantando-se e saindo do restaurante em seguida. 
Dean ver que tinha falado algo ruim e olha para Sam que também não estava com uma cara muito boa, então apenas pega o jornal e resolve falar do caso que ele tinha encontrado.
Dean: Dê uma olhado aqui. Acho que encontrei um. - dando o jornal para Sam. - Lago Manitoc, Wisconsin. Semana passada, Sophie Carlton, 18… entrou no lago e não saiu. A polícia analisou a água. Nada. Sophie Carlton é a terceira afogada no Lago Manitoc esse ano. Nenhum corpo encontrado. O funeral foi há dois dias.
Sam: Funeral? - olhando Dean com cara de algo estranho.
Dean: É estranho. Enterraram um caixão vazio. Efeito psicológico, sei lá. 
Sam: Efeito psicológico? Como assim? - olhando Dean pesquisar novamente nos jornais. - As pessoas não somem assim, Dean. Os outros deixam de procurar. - sorrindo sarcástico e fazendo Dean olha-lo.
Dean: Quer dizer alguma coisa? - virando-se completamente para Sam no balcão. 
Sam: A busca pelo papai. Está cada dia mais fria. - fala estressado.
Dean: Exatamente. O que vamos fazer? - esperando alguma ideia do irmão.
Sam: Não sei. Qualquer coisa.
Dean: Cansei desta atitude. Quero achar o papai tanto quanto você e Alex.
Sam: Eu sei.
Dean: Vivi com ele direto nos últimos dois anos… enquanto vocês estavam na faculdade. Vamos achá-lo. Mas até lá, vamos acabar com todo o mal que encontrarmos. Certo? - olhando Sam e fazendo o mesmo baixar a bola.
A garçonete passa por trás deles e Dean desvia o olhar de Sam para a mesma, Sam olha para onde Dean estava olhando e depois de saber oque era, volta sua atenção para o caso.
Sam: Está bem. Lago Manitoc. Ei.- chama a atenção de Dean que ainda estava na garçonete. - É longe?
Dean: Algumas horas de viagem. 
Sam: Então invés de ficar olhando para a garçonete, devia se desculpar com Alex. - se levantando e saindo do restaurante.
Dean pega o café de Alex e depois para o Impala onde Sam e Alex estavam. 
Dean: Aqui. - entregando o café. 
Alex: Valeu. - pegando o café e bebendo em seguida.
Dean: Desculpa pelo oque eu falei lá dentro.
Alex: Deixa pra lá... - olhando ao redor, menos para Dean. - Pra onde iremos agora? 
Dean: Lago Manitoc, Winconsin.
Alex concorda com a cabeça e fala: Me conte os detalhes no caminho. - entrando no carro.
Dean: Claro.
Todos entram no carro e pegam a estrada para o Lago Manitoc.
Chegando no Lago Manitoc, Dean para o Impala na frente da casa da última vitima que tinha morrido no Lago, todos saí  do carro e vai até a porta da casa, batendo e em seguida sendo recebidos por um homem.
Dean: Will Carlton? 
???: Sou eu mesmo.
Dean: Sou o Agente Ford, este é o agente Hamil e a agente Niki da sociedade protetora dos animais. - mostrando o falso distintivo.
Depois de se apresentarem, Will Carlton leva todos até o Lago e começam a conversar sobre oque interessa. 
Will: Estava a uns 90 metros da margem. Foi onde ela foi puxada.
Alex: Ela não se afogou? 
Will: Não. Ela era nadadora da escola. Praticamente cresceu no Lago. - olhando o Lago. - Estava segura lá, como em uma banheira. - voltando o olhar para os "agentes".
Sam: Nenhum barulho? Nenhum sinal de luta? 
Will: Não, foi o que eu disse.
Sam: Viu sombras na água? Alguma sombra escura na superfície? 
Will: Não, eu… Ela estava longe.
Dean: Viu marcas estranhas pela margem?
Will: Não, nunca. Por quê? Por quê? O que acham que tem lá?
Dean: Diremos assim que soubermos. - voltando para o Impala, mas parando quando ouvi Alex fazer outra pergunta.
Alex: E o seu pai? Podemos falar com ele? - vendo o homem sentado numa plataforma no lago.
Will: Se não se importam… Ele não viu nada. E está muito abalado.
Sam: Compreendemos. - fala ao lado de Alex, em seguida virando-se de costa junto com a irmã e indo embora.
Saindo da casa da vítima, Sam, Dean e Alex resolvem ir até o departamento de Polícia mais próximo para conseguir mais informações sobre o caso.
Xerife: Desculpem, mas por que a Sociedade protetora de animais quer saber de um afogamento acidental? - abrindo a portinha do balcão de entrada e acompanhando os falsos agentes para sua sala.
Sam: Tem certeza de que foi acidental? Will Carlton viu algo pegar a irmã. - olhando o xerife enquanto andava um pouco atrás do mesmo.
Xerife: O que, por exemplo? - entrando na sala para conversar. - Sentem-se. - apontando para as cadeiras na nossa frente. - Não há animais carnívoros no Lago. Não há nada grande o bastante para puxar ninguém...a menos que seja o monstro do Lago Ness.
Dean: Sei. - rindo, mas para quando Alex e Sam o olham sérios. 
Xerife: Will Carlton ficou traumatizado, às vezes a mente nos engana. O lago foi dragado. - sentando em sua cadeira de frente para os irmãos. - Até fizemos busca sonar, para garantir. E não tinha nada lá. 
Dean: Mas é estranho. É o terceiro corpo que some neste ano. - apoiando-se com os cotovelos nas pernas. 
Xerife: Eu sei. - olhando Dean. - São pessoas da minha cidade. Eu me importo com elas. 
 Dean: Eu sei. 
O xerife suspira, levantando os braços, falando: - Mas… tudo isso não vai ser problema por muito tempo. 
Dean: Como assim? 
Xerife: A represa, é claro. - fala sobre um assunto que todo mundo deveria saber.
Dean entra na conversa, concordando: - É claro. A represa. - Sam e Alex faz a mesma coisa, concordando com a cabeça. 
Dean: Tem um vazamento. 
Xerife: Está rachando. E ninguém nos dá dinheiro para consertar. Abriram o desaguadouro. Em seus meses, este lago não vai existir mais. - apoiando-se na mesa. - Nem a cidade. Mas vocês são de um órgão federal, deviam saber.
Dean: Exatamente. - rezando para que nada desse errado.
???: Desculpem, estou interrompendo? - entrando na sala e pegando a atenção de todos que se levantam em seguida. - Posso voltar depois.
Xerife: Senhores, esta é a minha filha. 
Dean: Prazer em conhecê-la. Sou Dean. - sorrindo bobo.
Alex: Lá vai ele de novo. - sussurra para si mesma.
???: Andrea Barr. Oi. - sorrindo e apertando a mão de Dean.
Dean: Oi.
Xerife: São da sociedade protetora dos animais, vieram falar do Lago.  
Andrea: Oh… 
Em seguida vimos um pequeno garoto aparecer atrás de Andrea.
Dean: Oi. Qual é o seu nome? 
Mas o garoto apenas se vira e saí andando, sem responder, Andrea fica meio sem jeito, então saí da sala atrás do menino e o xerife fala no lugar de Andrea.
Xerife: O nome dele é Lucas.  
Sam: Ele está bem? 
Xerife: Meu neto sofreu muito. Todos nós sofremos. - fala enquanto Sam, Alex e Dean olhavam Andrea brincar com Lucas do lado de fora da sala. - Se eu puder fazer mais alguma coisa por vocês, digam. - fala indo até a porta para se despedi dos agentes.
Dean: Obrigado. - despedindo-se do xerife e saindo da sala, mas para perguntando perto de Andrea. - Já que ofereceu… pode nos mostrar onde fica o hotel mais próximo. - olhando Andrea que olhava Dean também. 
Andrea: É o Lakefront. Vá até a esquina e suba dois quarteirões. - sorrindo.
Dean: Dois… - pensando. - Pode nos levar lá? - tentando fazer um clima.
Andrea: Quer que eu vá com vocês por dois quarteirões? 
Dean: Se não for incômodo. 
Andrea: Vou para lá mesmo. - virando-se para o xerife em seguida. - Volto para apanhar o Lucas às 15h. - depois se despedi de Lucas. - Vamos ao parque, certo, querido? - dando-lhe um beijo na cabeça. 
Sam: Obrigado. - agradecendo o xerife antes de ir embora.
Depois todos seguem Andrea até o hotel.
Dean: Seu filho é uma graça. - andando na rua.
Andrea: Obrigada. - sem olhar Dean.
Dean: Crianças são demais, não? - atravessando a rua e fazendo Alex e Sam rir com a pergunta. 
Andrea: É aqui. - parando e mostrando o hotel em sua frente. - Como eu disse, dois quarteirões. - olhando Dean
Dean: Obrigado.
Andrea: Deve ser difícil com seu senso de direção. Não consegue nem dar uma cantada que preste. - indo embora e deixando Dean com a cara no chão. 
Alex não consegue se conter e começa a rir da cara de Dean. 
Andrea: Divirtam-se. - atravessando a rua. 
Sam: "Crianças são demais"? - chamando a atenção de Dean que ainda estava em Andrea. - Nem gosta de crianças. 
Dean: Adoro crianças. 
Sam: Diga os nomes de três crianças que você conhece. 
Dean tenta pensar em alguns nomes, mas demorando para responder Sam e Alex apenas vão para o hotel.
Dean coça a cabeça e segue os irmãos falando: - Estou pensando. 
Alex: Apenas admita que você não conhece nenhuma. 
Dean: Droga. 
Meia hora depois, quando conseguem um quarto, Sam começa a pesquisar no computador sobre outros casos no Lago, enquanto Dean estava arrumando suas roupas e Alex estava jogada em uma das camas.
Sam: São três vítimas de afogamento no ano. 
Dean: E antes disso? 
Sam: Sim. Mas seis. Nos últimos 35 anos. - olhando arquivos de jornais antigos. - Os corpos também não foram encontrados. Se tem alguma coisa lá, está acelerando o ritmo. 
Dean: Então temos um monstro indo à forra? - olhando para Sam.
Sam: Não gosto da teoria de monstro. 
Dean: Por quê? - indo até Sam e apoiando-se na cadeira do mesmo, olhando o computador.
Sam: Lago Ness. Lago Champlain. Há centenas de testemunhas. Mas aqui, quase nenhuma. O que quer que esteja lá, ninguém vive para contar.
Dean: Espere aí. Barr. Christopher Barr. Onde ouvi esse nome antes? 
Sam: Christophe Barr, a vítima de maio.
Alex: Andrea Barr. Filha do xerife. - fala lembrando os irmãos. 
Sam: Aqui. Christopher Barr era o marido da Andrea. Pai do Lucas. - fazendo Dean afastasse de Sam. - Parece que levou Lucas para nadar. Lucas estava em uma plataforma de madeira quando Chris se afogou… duas horas antes do garoto ser salvo. Vai ver temos uma testemunha.
Alex: Uma testemunha que precisará de confiança para falar. Aquela criança deve ter ficado traumatizada, assim resolveu nunca mais falar. - olhando os irmãos.
Dean: Não me admira que ele estivesse tão apavorado. Ver um dos pais morrer não é fácil superar. 
Mas tarde naquele mesmo dia, Dean, Sam e Alex resolvem ir até o parque no qual Andrea tinha dito que levaria Lucas para brincar ás 15h e resolvem se juntar a mesma para conversar.
Sam: Podemos se juntar a você? - pegando a atenção de Andrea. 
Andrea sorrir vendo os "agentes" novamente e fala: - Estou aqui com o meu filho. - fazendo Dean olhar para onde estava a criança.
Dean: Oh… Posso falar com ele? - indo até a criança e fazendo Andrea rir. 
Andrea: Diga a seu amigo que esse lance de Jerry Magaire não cola. - avisa Sam. 
Sam: Não acho que seja bem isso. - olhando Andrea e sentando ao lado da mesma.
Dean e Alex vão até Lucas que estava no meio do parque desenhando, então Dean chega falando: - Como vai? - agachando-se na frente de Lucas, mas não recebendo nenhuma resposta do mesmo. Dean olha os soldadinhos de brinquedos de Lucas e continua tentando puxar assunto, enquanto Alex observava, sentada perto de lucas.
Dean: Adorava estas coisas. - pegando um dos soldadinhos de brinquedo e criando uma cena de guerra, fazendo sons de tiros e bombas para chamar a atenção de Lucas. - Gosta mais de desenhar? Legal. As garotas gostam de artistas. - fala olhando os desenhos finalizados de Lucas no canto do banco. - Gostei destes. - Dean ver Alex pegar uns giz de cera, uma folha e começar a desenhar, junto com Lucas. - Podemos desenhar um pouco com você? - olhando o garoto. - Não sou tão ruim. - pegando um giz de cera, uma folha e sentando-se ao lado de Alex no banco perto de Lucas. - Acho que pode me ouvir… mas não quer falar. - começando a desenhar. - Não sei o que houve com seu pai… mas sei que foi algo horrível. Acho que sei como se sente. Quando eu tinha sua idade, eu vi uma coisa. - relembrando o passado e sentando-se desconfortável por falar sobre. - De qualquer formar… talvez não pense que ninguém vai ouvi-lo… nem acreditar em você. Quero que saiba que eu vou. Não precisa dizer nada. Pode desenhar o que viu naquele dia… com seu pai, no Lago. Está bem. Tudo bem. Fiz isso para você. - mostrando o desenho que tinha acabado de fazer para Lucas. - Está é minha família. Este é meu pai, está... Está minha mãe. Este é meu irmão estudioso. Está é a princesa da família, minha irmã. E este sou eu. - mesmo assim, não recebe qualquer resposta de Lucas. - Está bem, sei que desenho mal. Até mais, Lucas. - levantando-se e voltando para onde estava Andrea e Sam, deixando Alex para trás junto com Lucas ainda desenhando. 
Depois de Dean ir embora, Lucas pega o desenho de Dean e o olha e Alex percebe o interesse do garoto por desenhos.
Andrea: Lucas não tem falado, nem comigo. - Dean escuta Andrea falar para Sam. - Não deste o acidente do pai. - olhando Dean aproximando-se. 
Dean: É, nós soubemos. Lamentamos muito.

Alex ON
Minutos depois de Dean ir embora, Alex acaba o seu desenho e o entrega a Lucas falando: - Foi sobre isso que ele falou. Tentei fazer o meu melhor. - em seguida se levantando e indo de volta para perto dos seus irmãos. 
O desenho de Alex foi bem mais profissional do que o desenho de Dean e também pelo oque estava desenhado na folha, chamou muita atenção de Lucas.
Alex OFF

Sam: O que os médicos dizem? - olhando Alex se aproximar, assim como os outros.
Andrea: Que é pós-traumático.
Sam: Não deve ser fácil para você. 
Andrea: Moramos com o meu pai agora. Ele ajuda muito. - tentando ser forte enquanto fala e em seguida olhando para Lucas. - Mas é que… quando penso no que Lucas sofreu, no que viu…
Dean: Crianças são fortes. Eles lidam com coisas surpreendentes.
Andrea: Ele era uma criança cheia de vida. - sorrindo.- Para ser sincera era difícil de acompanhá-lo. Agora ele só fica ali… desenhando e brincando com os soldadinhos. Queria… Oi querido. - muda de assunto vendo o filho se aproximar e estranha quando o mesmo entrega uma folha para Alex. 
Alex pega a folha e olha, em seguida fala: - Obrigada. Obrigada, Lucas. - em seguida ver o garoto voltar para onde estava no parquinho.
Dean, Sam e Andrea se olham, sem entender a situação e depois olham para Alex que estava olhando o desenho de Lucas. 

Will Carlton ON
Chegando em casa, Will encontra o seu pai, sentado na poltrona da sala, assistindo TV, sem qualquer reação por causa do choque que teve ao perder a filha.
Will: Pai? Devia comer alguma coisa. Vou fazer a janta, certo? - fala, mas não recebe nenhuma resposta do pai, então Will apenas segue o seu caminho para a cozinha.
Enquanto limpava os peixes que usaria para a janta, o mesmo percebe que a cor da água da torneira da pia estava diferente, então Will resolve fechar a torneira, mas uma água bastante suja, começa a subir pelo ralo, assim enchendo a pia, quando a pia estava totalmente cheia a água para de subir, achando que a pia estava entupida, Will levanta a manga do casaco e enfia a mão dentro da água, na primeira tentativa o garoto apenas tira a tapa do ralo, na segunda tentativa, Will é surpreendido quando é puxado para dentro da água, começando a se afogar, o mesmo começa a se debater com a sorte de conseguir respirar, mas minutos depois morre e a tal água desce pelo ralo indo embora, deixando apenas a cabeça de Will dentro da pia, sem qualquer pista. 
Will Carlton OFF

Depois de ter saído, Sam volta para o hotel e entra no quarto falando: - Descartamos o Nessie. - entregando um lanche para viagem para Alex e sentando ao lado de Dean, numa das camas.
Dean: Como assim? - olhando Sam, sem entender sobre o que ele estava falando.
Sam: Acabei de passar pela casa do Carlton. Tem uma ambulância lá. Will Carlton morreu. 
Alex: O quê? 
Dean: Afogado? 
Sam: Sim, na pia.
Dean: O que diabos é isso? Não é uma criatura, é outra coisa.
Sam: Sim, mas o quê?
Dean: Sei lá. 
Alex: Algum fantasma na água? Algum demônio? - tenta alguns palpites, enquanto comia. - Algo que controle a água.
Dean: Água que vem da mesma fonte.
Sam: O Lago.
Dean: Yeah…
Sam: Por isso o número de vítimas aumentou. O lago estará seco em meses. Seja o que for esta coisa, seja qual for sua meta, está sem tempo.
Alex: E se ela pode passar pelos canos… pode chegar a qualquer um, em qualquer lugar.
Dean: Isso vai acontecer de novo, e logo. - levantando-se da cama e do lado de Sam e sentando-se na cadeira perto de uma mesa.
Sam: E sabemos de mais uma coisa. Tem algo a ver com Bill Carlton.
Dean: Levou seus dois filhos. - colocando os tênis. 
Sam: Andei perguntando por aí. O pai de Lucas, Chris? Ele era afilhado de Bill Carlton.
Alex: Vamos falar com o Sr.Carlton dessa vez. - levantando-se da cama ainda comendo e indo junto com os seus irmãos atrás de Bill, pai de Soph e Will. 
Quando chegaram na casa de Bill, o encontraram sentado na plataforma de madeira, olhando para o Lago.
Sam: Sr.Carlton? - em seguida recebendo o olhar do homem. - Gostaríamos de fazer algumas perguntas. 
Dean: Somos da sociedade…
Bill: Não quero saber quem os mandou. - interrompe Dean, sem olhar para o mesmo.
Dean fica meio mal por ter levado um fora, mas logo se recupera.
Bill: Já respondi perguntas demais hoje.
Sam: Seu filho disse que viu algo no Lago. E o senhor? Viu alguma coisa? Sr.Carlton, o afogamento da Sophie e a morte de Will... podem provar ligações com o senhor e sua família.
Bill: Meus filhos morreram. É... Isso é pior do que morrer. - olhando Sam com os olhos marejados. - Vão embora. Por favor. - pedi sem olhar para os irmãos.
Sam, Dean e Alex fazem o que o homem pedi e voltam para perto do Impala.
Sam: O que vocês acham? - olhando os irmãos, enquanto caminhava.
Dean: Acho que o coitado sofreu muito. Também acho que está escondendo algo.
Alex: É... Mas não podemos tortura-lo até falar. - enconstando-se no carro, assim como os irmãos.
Sam: E agora? - Sam percebe Alex diferente e pergunta. - O que foi? - fazendo Dean olhar para a mesma também. 
Alex dá um sorriso e fala: - Talvez Bill não seja o único que saiba de algo. - fala pegando o desenho que tinha recebido de Lucas, no bolso do casaco e o examinando com a casa que tinha em sua frente e vendo que era a casa do desenho, em seguida Alex olha para os irmãos que olhavam para o desenha e a casa também. 
Então os três vão até a casa do desenho, que na verdade, era a casa onde Andrea e Lucas viviam.
Andrea: Não acho uma boa ideia.
Alex: Preciso falar com ele. Só alguns minutos.
Andrea: Ele não vai dizer nada. De que vai adiantar? 
Sam: Andrea, mas gente pode se machucar. Algo está acontecendo lá. 
Andrea: Meu marido e os outros se afogaram. Só isso.
Dean: Se acredita mesmo nisso, vamos embora. Mas se acha que existe a possibilidade de haver algo lá. Deixe-a falar com o seu filho. 
Conseguindo ganhar a confiança de Andrea, a mesma leva Alex e os outros até o quarto de Lucas, onde o mesmo se encontrava desenhando.
Alex vai até o garoto e tenta conversar, mesmo sabendo que não receberia nenhuma resposta. Sam, Dean e Andrea ficam na porta observando.
Alex: Oi, Lucas. - agachando-se na frente do menino. - Lembra de mim? - Alex ver outros desenhos finalizados no chão, perto dela, então ela os espalha um pouco para poder vê-los, mas percebe que a maioria das folhas tinham uma bicicleta vermelha desenhada, depois retorna sua atenção para Lucas. - Sabe, eu… - sentando-se no chão totalmente. - Queria agradecer pelo seu último desenho. Mas preciso de sua ajuda outra vez. - em seguida pegando o desenho que Lucas tinha dado para ela e o abrindo. - Por que desenhou isso? - colocando o desenho na frente de Lucas, o garoto olha o desenho. - Sabia que algo de ruim aconteceria? Talvez pudesse dizer que sim ou não com a cabeça. Está assustado. Tudo bem. Eu entendo. Quando eu era mais nova que você, vi uma coisa ruim acontecer com à minha mãe e fiquei assustada também. Você deve ter visto o meu desenho naquele dia do parque. Eu sou a princesa da família e aquele era o meu irmão mais velho. Eu também não tinha vontade de falar, igual você.  Mas a minha mãe... queria que eu fosse corajosa e cuidasse dos meus irmãos no lugar dela. Penso nisso todos os dias. Faço o que posso para ser corajosa. Talvez o seu pai… queira o mesmo de você. - falando isso, Lucas para de desenhar e em seguida olha para Alex a sua frente.
Andrea fica surpresa pelo interesse do filho e olha para Sam e Dean que estavam ao seu lado. 
Lucas pega um outro desenho que já estava feito e o entrega para Alex.
Alex: Obrigado, Lucas. 
Depois de conseguir outra pista para o caso, os irmãos vão embora da casa de Andrea e no meio da estrada, discutem sobre o novo desenho.
Dean: Ela(Andrea) disse que ele começou a desenhar assim, deste que o pai morreu.
Sam: Existem casos em que vive um trauma… pode tornar as pessoas mais suscetíveis a premonições.
Dean: E se Lucas estiver sentindo o que tem lá? Outra vítima se afogar é questão de tempo. Se tem uma pista melhor…
Sam: Está bem. - batendo na perna. - vamos achar outra casa. 
Dean: O problema é que são mil sobrados amarelos na região. 
Alex: Está vendo a igreja? Aposto que tem menos de mil iguais pela região. 
Dean: Ah, a universitária. Ela se acha a esperta. - fazendo Sam e Alex rir.
Alex: Sempre fui dos dois lados, dos inteligentes e dos brigões.
Sam pensa por um momento se deveria falar ou não, até que se resolve: - Sabe… o que disse sobre a mamãe… nunca tinha me dito antes. - olhando Alex no banco de trás. 
Alex: Não é nada demais. - querendo não tocar no assunto novamente e em seguida recebendo um sorriso de Sam. - Meu Deus! Nada de abraços, nem nada agora, está bem? - fazendo Sam rir novamente.
Sam: Está bem. 
Tempo depois procurando pela tal igreja, os irmãos saem do carro. Dean estava com o desenho de Lucas na mão e o olha para ter certeza que era a mesma igreja, em seguida olha o portão de uma casa ao lado da igreja no desenho, então Dean começa a procura o tal portão fora do desenho, e o encontra do outro lado da rua, Sam, Dean e Alex se olham e resolvem fazer uma visita ao dono da casa amarela.
Dean: Desculpe o incômodo, senhora, mas aqui mora algum garoto? Talvez use um boné azul e tenha uma bicicleta vermelha.
Senhora: Não, senhor. - olhando para o chão. - Faz muito tempo que não. Peter se foi há 35 anos. A polícia nunca… Eu nunca soube o que houve. Ele simplesmente desapareceu. - conta a história depois de convidar as visitas para dentro da casa. - Perde-ló. - Sam nota os soldadinhos de brinquedos iguais do Lucas e cutuca Dean para vê-los também, em seguida volta a atenção para a senhora. -  Sabe eu… É pior do que morrer. 
Dean: Ele sumiu daqui? Quero dizer, desta casa? 
Senhora: Ele deveria vir de bicicleta direto para casa, depois da escola, mas foi e nunca voltou. 
Sam, Dean e Alex se olham e depois dão uma volta pela casa e encontram uma foto de Peter com um amigo, pregada no espelho, Dean pega a foto e dá uma olhada, em seguida olha no verso e ver algo escrito.
Dean: "Peter Sweeney e Billy Carlton, 1970".

Bill Carlton ON 
Bill: Levou tudo. - sentado na plataforma de madeira enquanto olhava para o Lago. - Todos. Não me resta mais nada. Eu não entendia. Eu não acreditava. Agora acho que acredito. Acho que finalmente sei o que quer. 
Bill Carlton OFF

Depois de irem embora da casa da senhora, todos começam a discutir sobre as novas informações que conseguiram.
Sam: Ok. Peter Sweeney, o garoto, some… e tudo isso está ligado a Bill Carlton.
Dean: É. Parece que Bill está escondendo algo. - sem tirar os olhos da estrada.
Sam: E quem ele ama é punido. E se Bill fez algo com Peter? 
Alex: E se Bill o matou? - dando outro palpite.
Dean: O espírito de Peter estaria com sede por vingança. É possível. - chegando novamente a casa de Bill e estacionando o impala. 
Sam: Sr. Carlton! - chama pelo homem depois de sair do carro.
Dean: Ei, vejam! - chama Sam e Alex depois de ver Bill num barco no lago. 
Todos correm até a plataforma de madeira e começa a chamar por Bill. 
Sam: VOLTE COM O BARCO!
Dean: SR. CARLTON! 
Bill escuta vozes o chamando, ele olha na direção dos gritos, mas finje que não escuta e volta a sua atenção para oque estava pensando em fazer, minutos depois Sam, Dean e Alex levam um susto quando o barco de Bill é arremessado para cima, fazendo Bill cair na água, assim desaparecendo por completo junto com o barco, sem deixar qualquer pista. 
Andrea estava com Lucas esperando por seu pai na delegacia, quando a mesma percebe o filho agoniado. 
Andrea: Querido, o que houve? - passando a mão no cabelo do filho.
Lucas não responde, mas Andrea ver seu pai e algumas pessoas conhecidas entrando pela porta da delegacia.
Andrea: Sam, Dean, Alex, não esperava vê-los aqui. - levantando-se e indo falar com os mesmos.
Xerife: Já são íntimos, agora? O que faz aqui? 
Andrea: Trouxe o seu jantar. 
Xerife: Desculpe, querida. Não tenho tempo. - olhando as comidas que Andrea trouxe em cima da cadeira e em seguida tirando o casaco.
Andrea olha para Sam, Dean e Alex e fala em seguida: - Soube sobre Bill Carlton. - chamando a atenção do pai. - É verdade? Tem alguma coisa errada no Lago? 
Pai de Andrea, olha para os irmãos e responde a filha em seguida: - Agora, não sabemos qual é a verdade. - Dean olha para Lucas e percebe que o mesmo estava agoniado. - Mas acho melhor que você e Lucas vão para casa. 
Quando Lucas escuta o avô falar para eles voltar para casa, Lucas se levanta da cadeira rapidamente e pega o braço de Alex e começa a puxá-lo como se tivesse pedindo ajuda. 
Alex: Lucas, espere, o que é? - tentando ajuda o garoto. 
Andrea ver o menino agindo estranho e vai ajudar.
Andrea: Lucas. - segurando Lucas e tentando fazê-lo se soltar de Alex.
Alex: Lucas. Tudo bem. Está tudo bem. - conseguindo fazer Lucas soltar seu braço e acalmando o mesmo, enquanto falava e passava a mão na cabeça do mesmo.
Depois disso, Andrea leva Lucas embora, enquanto o mesmo olhava para Alex e todos olhavam para ele indo embora, preocupados com a reação que ele teve a alguns minutos. Depois de Andrea ir embora com a criança, o pai da mesma, fica meio irritado e vai para sua sala e Sam e Dean percebe o comportamento diferente do mesmo, enquanto Alex estava olhando para porta pensando em Lucas, minutos depois todos entram na sala e começam a conversar. 
Xerife: Só pra ver se entendi… vocês viram alguma coisa atacar o barco de Bill no lago… e mandar Bill, que a propósito é um ótimo nadador…para o fundo no lago… e não o viram mais? - sentado em cima da mesa.
Dean: É. Foi isso mesmo. - sentado na cadeira de frente para o xerife, assim como Alex e Sam.
Xerife: E querem que eu acredite nisso... apesar de já ter analisado o lago inteiro… e saber que o que descrevem é impossível? E vocês não são da sociedade protetora dos animais. - fazendo os irmãos ficarem nervosos. - É isso aí. Eu verifiquei. A sociedade não sabe de vocês. 
Dean: Podemos explicar… -apontando para os irmãos. 
Xerife: Já chega. Por favor. Vocês só estão livres… porque um dos vizinhos de Bill viu o mesmo que vocês. Têm duas opções. Posso prendê-los por se passarem por oficiais… e usá-los como testemunha do desaparecimento de Bill… ou podemos deixar tudo isso para lá. Vocês pegam seu carro, dão o fora desta cidade… e nunca majs voltam aqui para me assombrar. - apontando para os meninos com raiva e os encarando bem nos olhos. 
Sam: A segunda opção é ótima. - Alex e Dean concorda com a cabeça. 
Xerife: É a que eu escolheria.

Lucas ON 
Andrea estava indo tomar banho, quando passa na frente do quarto do filho e encontra o mesmo desenhando, ela abre mais a porta que já estava aberta e vai até o garoto.
Andrea: Querido… o que ainda faz acordado? Venha, vamos dormir. - levantando o menino do chão e o levando para cama. 
Lucas OFF. 

Depois de serem completamnete expulsos pelo xerife, Sam, Dean e Alex voltam para o hotel para arrumar as coisas e irem embora, até acabarem de arrumarem tudo, já era a noite. 
Quando eles vão embora, Alex pedi pra dirigir e Dean a entrega a chave.
Chegando na saída da cidade, Alex para no sinal, e espera o mesmo ficar verde, mas nessa espera Alex fica pensativa, até que Sam corta a sua linha de pensamento.
Sam: Verde. - olhando o sinal pela janela.
Alex: O quê? - olhando a estrada.
Sam: O farol está verde. - olhando para Alex.
Alex pensa mais um pouco e acelera o carro.
Sam: A interestadual é para lá. - vendo Alex virar para o lado errado.
Alex: Eu sei. 

Andrea ON 
Depois de colocar o filho na cama, ela vai para o banheiro e começa a preparar o banho, tampando o ralo da banheira e em seguida ligando a torneira.
Andrea OFF 

Sam: Acho que essa missão acabou.
Dean: Sam está certo, Alex. - banco de trás. 
Alex: Não tenho tanta certeza.
Sam: Se Bill matou Peter Sweeney, o espírito dele se vingou… caso encerrado. Ele está em paz.
Alex: Ok. E se fomos embora e não for o fim? E se deixamos algo passar, e se houve mais vítimas? - olhando Sam do seu lado.
Dean: Mas por que acharia isso? 
Alex: Por que Lucas estava assustado.
Sam: Voltou por isso? 
Alex: Não quero ir embora sem saber que ele está bem. 
Sam: Quem é você? O que fez com minha irmã? Eu pensei que quisesse achar o papai logo.
Alex: Eu quero, Sammy. 
Dean: Parem com isso, vocês dois. - acabando com a conversa que poderia acabar em uma discussão. 
Depois disso Alex segue dirigindo para a casa de Andrea e Lucas para ter certeza que tudo estava bem.

Andrea ON
Com a banheira cheia, Andrea começa a tirar a roupa e em seguida entrar na banheira, assim relaxando com os olhos fechados, nesse tempo de relaxamento a água muda de cor, sem Andrea perceber, até que a mesma escuta vozes falando.
" Venha brincar comigo. Venha brincar comigo". 
Andrea abre os olhos a procura da voz e então percebe a água da banheira totalmente escura, ela fica assustada e começa a gritar, a mesma tenta sair da banheira mais algo começa a puxar. 
Do lado de fora do banheiro, Lucas escuta os gritos da mãe e começa a bater na porta tentado abri-la, mas não consegue.
Minutos depois, Andrea perdi as forças tentando fugir de dentro da banheira e é puxada totalmente para baixo da água.
Chegando na porta da casa de Andrea e Lucas, Sam fala: - Tem certeza disso? É muito tarde, cara. - tentando falar com Dean para parar Alex.
Alex leva a mão na campainha a tocando, quando todos se assusta com Lucas abrindo a porta desesperadamente.
Alex: Lucas? Lucas? - levando as mãos nos ombros do garoto, tentando acalma-lo, mas Lucas apenas se vira e sai correndo, Alex, Sam e Dean se olham e em seguida seguem o menino, entrando na casa. - LUCAS! - subindo as escadas que leva para o segundo andar da casa, os irmãos veem água descendo.
Lucas chega na porta do banheiro e começa a bater na porta novamente, tentando abri-lá, Dean pega ele e o joga para Alex que o segura, Sam e Dean arrobam a porta e tentam tirar Andrea de dentro da banheira, assim conseguindo salvar pelo menos uma vítima. 
Horas depois de todos se acalmarem, principalmente Andrea, Sam e Dean sentam com Andrea na sala para conversar sobre o que tinha acontecido.
Sam: Pode me contar? 
Andrea: Não.  
Enquanto Andrea estava sendo interrogada, Alex estava olhando pela casa a procura de pistas. 
Andrea: Não tem sentido. - começando a chorar. - Estou enlouquecendo. 
Sam: Não está, não. Conte-me o que houve. Tudo.
Andrea tenta se acalmar um pouco e começa a falar: - Eu ouvi… Pensei ter ouvido… Era uma voz.
Dean: O que dizia? 
Andrea: Dizia… Dizia: " Vem brincar comigo". O que está acontecendo? - começando a ficar nervosa de novo.
Minutos depois, Alex acha um álbum escrito "Jake - 12 anos" e o abre, quando acha algo interessante, volta para sala, onde Andrea estava junto com seus irmãos e coloca o livro em cima da mesa, na frente Andrea e pergunta.
Alex: Reconhece estes garotos? 
Andrea: O quê? Não. Quero dizer, reconheço o meu pai. - fala apontando o pai nas fotos. - Devia ter 12 anos nestas fotos. 
Alex: O acidente de Chris Barr, a ligação era com o xerife. 
Sam: Bill e o xerife. Os dois estavam ligados a Peter. - olhando Alex.
Andrea: E Chris? 
Alex então percebe Lucas do seu lado, olhando pela janela.
Andrea: Meu pai? O que é isso? - falando com Sam e Dean e querendo respostas.
Alex: Lucas? - chamando a atenção de todos que olham para o menino. - Lucas, o que foi?  - o menino não olha para Alex, apenas vai para a porta e sai de casa. 
Andrea: Lucas? Querido? - seguindo para onde o menino estava indo, assim como Sam, Dean e Alex. 
Tempinho depois, Lucas para de andar e olha para o chão e depois para Alex, entendendo o que o garoto dizia, Alex fala. 
Alex: Fique com o Lucas lá dentro, está bem? - olhando Lucas e depois para Andrea. 
Andrea pega o filho e leva de volta para casa. Dean e Sam olham para o chão e depois procuram algumas par e começam a cavar a terra onde Lucas tinham mostrado, sem precisar cavar muito, os irmãos acham algo, Sam e Dean se abaixa e começa a jogar o resto da area pra fora com a mão e em seguida puxa com força o que estava escondido por baixo da terra.
Sam: É a bicicleta de Peter.
???: Quem são vocês? - chamando a atenção de todos, na direção da voz.
Os irmãos veem o xerife, e o mesmo apontando a arma para eles. 
Sam: Largue a arma, Jake. - soltando a bicicleta no chão e levantando as mãos, Dean faz o mesmo e Alex apenas levanta as mãos. 
Xerife: Como sabiam que isso estava aí? - bastante furioso. 
Dean: O que houve? Você e Bill mataram o Peter? Afogaram-no no lago e enterraram a bicicleta? Não pode enterrar a verdade, Jake. Nada fica enterrado. 
Andrea estava olhando Sam, Dean e Alex da janela da casa e viu que a situação não estava muito boa, depois que o seu pai chegou, então ela se agaicha na frente do filho e fala: - Vá para seu quarto, amor. Agora. Tranque a porta e me espere. Não saia de lá. - Lucas faz o que a mãe pedi e Andrea vai para onde estava o seu pai e as pessoas que a salvaram. 
Xerife: Não sei do que estão falando. 
Dean: Você e Bill mataram Peter Sweeney 34 anos atrás. É isso. 
Andrea: Pai! - chega perto chamando o mesmo, mas ele apenas a olha e volta sua atenção para as pessoas o qual estava apontando a arma. 
Dean: Agora está lidando com um espírito bravo. 
Sam: Vai levar Andrea, Lucas, tudo o que ama. Vai afogá-los e levar seus corpos para não sei onde… para que sinta o que a mãe de Peter sentiu. Depois, o espírito vem buscá-lo. Não vai parar, até então. 
Xerife: É? E como sabem disso? 
Alex: Porque foi isso que ele fez com Bill Carlton. 
Xerife: Ouçam o que dizem. Isso é maluquice. 
Dean: Não me importa o que você pensa de nós... mas para determos este espírito... precisamos achar os restos mortais, salgá-los e queimá-los. Diga-me que enterraram Peter, e não o jogaram no Lago. 
Enquanto eles estavam conversando, Lucas estava olhando-os da casa, mas o mesmo escuta uma voz.
" venha brincar comigo". 
Lucas então decidi ir atrás da voz. 
Andrea: Pai, isso é verdade? - não querendo acreditar que o pai matou alguém no passado.
Xerife: Não. Não dê ouvidos. Eles são perigosos.
Andrea: Alguma coisa tentou me afogar. Chris morreu no lago. Pai, olhe para mim. Diga que não matou ninguém.  
A mesma não recebe nenhuma resposta de seu pai e percebe que era verdade que o mesmo tinha matado alguém.  
Andrea: Meu Deus! 
Xerife: Billy e eu estávamos no Lago. - começando a se confessar. - Peter era o menos, sempre implicávamos com ele. Mas dessa vez a coisa ficou mais pesada. Nós seguramos sua cabeça embaixo d'água. Foi sem querer… mas ele ficou muito tempo lá embaixo, e se afogou. - olha para Andrea e depois para Dean, respondendo a pergunta do mesmo. - Largamos o corpo… e afundou. - os irmão ficam preocupados em como eles iriam parar o espírito, se eles não tinham os restos mortais para queimar. 
Xerife: Ah, Andrea. - olhando para a filha. - Éramos crianças. Ficamos com medo. Foi um erro. Mas dizer qje isso tem a ver com estas mortes, com Chris… Que seriam obra de um fantasma? Não é racional. 
Dean: Está bem, escutem, todos vocês. - chamando a atenção de todos. - Precisamos tirá-los de perto deste lago, levá-los para longe, agora. 
Andrea olha para o lado onde ficava o Lago e é surpreendida quando ver Lucas, todos ver a reação dela e olham curiosos para saber o que tinha acontecido. 
Xerife: LUCAS! - chama pelo garoto e em seguida todos correm na direção do mesmo. 
Lucas estava na beirada da plataforma de madeira, tentando pegar um dos seus soldadinhos de brinquedo que tinha caído na água, enquanto a voz de Peter o chamava para brincar. 
Dean: LUCAS! LUCAS! - correndo para o menino. 
Andrea: QUERIDO, FIQUE AÍ! - correndo atrás dos outros.
Ainda na tentativa de pegar o brinquedo, Lucas é puxado por uma mão para dentro do lago e então começa a se afogar, o xerife parar de correr chagando perto do Lago, quando ver o rosto de Peter o olhando na água, Sam e Dean chegando na plataforma, pulam na água. 
Andrea: MEU DEUS! - chegando na beirada e começando a tirar a roupa para mergulhar também. 
Alex: ANDREA, FIQUE! - segurando a mulher.
Andrea: NÃO! LUCAS? - procurando o filho na água.  
Sam: VAMOS PEGÁ-LO, MAS FIQUE AÍ. - grita da água. 
Alex: SAM, VAI! - grita com o irmão, segurando Andrea.
Sam e Dean começam a mergulha a procura de Lucas. 
Andrea: Lucas, onde você está? - procurando da plataforma. 
Depois do susto, o xerife começa a tirar o casaco e começa a entrar no Lago, sem ser pela plataforma. 
Xerife: Peter, se puder me ouvir, quero pedir desculpas. - entregando no lago e chamando a atenção de Andrea e Alex que estavam na plataforma. 
Alex: JAKE, NÃO! SAÍA DAÍ! 
Andrea: PAI. PAI. NÃO! 
Xerife: Sinto muito. Deixe-me… Lucas é só um menino. NÃO É CULPA DELE, É MINHA. POR FAVOR, LEVE A MIM!
Dean: JAKE, NÃO!! - grita após subir para a superfície para respirar. 
Xerife: VAMOS ACABAR COM ISSO! 
Alex resolve larga Andrea e pular na água para tentar salvar Jake, mas os dois são puxados por Peter, assim começando a se afogar. 
Sam: ALEX! - nadando rapidamente na direção da irmã.  
Dean: ALEX!
Andrea: PAI! PAI! - chama assustada. - NÃO!
Sam e Dean mergulham de novo e Andrea espera por respostas, minutos depois, Sam volta segurando Alex que começa a tossir quando volta para a superfície, conseguindo respirar.  
Sam: Ei, Ei, Está tudo bem. - cuidando da irmã.  
Minutos depois, Dean volta para cima segurando Lucas nos braços, desacordado, mas vivo, mas com nenhuma resposta de Jake. 
Alguns dias depois, quando a situação se acalma e o caso é resolvido, Sam, Dean e Alex se arrumam para pegar a estrada e ir atrás do pai. 
Saindo do hotel, eles vão até o carro e jogam suas malas no banco de trás, fechando a porta com força, Sam percebe o mal humor do irmão e fala: - Escute, não vamos conseguir salvar a todos. - vendo Dean remexe nas chaves do carro. 
Dean: Eu sei. 
Então todos escutam a voz de Andrea os chamando: - Sam, Dean, Alex. 
Dean: Ei! - indo todos até Andrea e Lucas. 
Andrea: Que bom que ainda estão aqui. Nós só... - olhando o filho segurar uma bandeja. - Fizemos o almoço para levarem. Lucas quis fazer os sanduíches. 
Lucas: Posso dar pra eles agora? - olhando a mãe e deixando todos felizes por ele está falando agora. 
Andrea: Claro. 
Alex: Venha, Lucas, vamos pôr isso no carro. - pegando a bandeja das mãos de Lucas e levando-o até o carro. deixando Sam e Dean com Andrea. 
Sam e Dean nos olhar Alex e Lucas por uns minutos e depois volta a atenção para Andrea. 
Dean: Como você está? - cruzando os braços.  
Andrea: Vai demorar até eu compreender bem tudo isso, sabe? 
Sam: Andrea, sinto muito. 
Andrea: Salvaram o meu filho. Não posso pedir mais. Meu pai me amava. Amava Lucas. Não importa o que ele fez, eu tenho… que lembra disso. 

Alex ON
Alex: Está bem. Se vai falar agora, esta frase é importante. - sentando-se no banco do carro com a porta aberta e Lucas na sua frente. - Repita de novo para mim. 
Lucas: Zeppelin é demais. - feliz e colocando força na voz. 
Alex: É isso aí. Nas alturas. - fazendo high five com Lucas e sorrindo. - Cuide da sua mãe, certo? Está bem. - levantando-se com Andrea e os irmãos chegando perto do carro. 
Andrea se vira para Dean e dá um selinho no mesmo e fala: - Obrigada. - sorrindo. 
Dean fica com verganha e leva a mão na cabeça e fala: - Sam, Alex, ande logo. O dia vai acabar antes de chegarmos à estrada. - indo para o banco do motorista. Sam e Alex sorrir com a reação do irmão mais velho, depois olham para Andrea e Lucas e vão para o carro, depois de entrarem no carro, Sam, Dean e Alex continuam olhando Andrea e Lucas abraçados que também os olhavam e em seguida dão tchau, Dean liga o carro e dá partida.
Andrea e Lucas vão pra casa, seguros e felizes.
Fim.
 


Notas Finais


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