História Supernatural Academy - Capítulo 25


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Categorias 5 Seconds Of Summer, One Direction
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Luke Hemmings, Michael Clifford, Niall Horan, Zayn Malik
Tags 5 Seconds Of Summer, Candice King, Emeraude Toubia, Jennifer Lawrence, Nina Dobrev, One Direction
Visualizações 2
Palavras 2.526
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 25 - 2 temporada parte A


Capítulo 10 

Visão da Nat 

Os momentos seguintes foram de um turbilhão de emoções; tudo aconteceu tão rápido por causa de uma simples pergunta de um jogo idiota. Mas com um estrago extraordinário. 
— Não precisa ficar com vergonha, amor; eu sei que foi bom... Tanto que você aproveitou, lembra? — Disse Mike, completamente bêbado, respondendo por mim a pergunta sobre… — O tanto que gritou, também… — A minha primeira vez. Ele continuou, me deixando mais sem graça do que tudo. Os meninos riram.
— Michael, para — pedi, escondendo meu rosto.  
— Parar o quê? Você não pediu para eu parar na hora — perguntou Mike, acrescentando no final de sua fala minha intimidade sobre aquela noite.
— Foi bom, então, hein? — Perguntou Calum, provocando.
— Foi maravilhoso — continuou.
— Mike, para… — Continuei pedindo; senti que iria chorar.
— Melhor ainda foi ela chamando o meu nome... Foi como uma música para os meus ouvidos — disse Mike.
— CHEGA! — Gritei — Não quero mais jogar isso — disse saindo da sala. 
Peguei minhas anotações na cozinha e fui para o quarto. Os pais de Mike tinham um remédio que ajuda a curar a ressaca no mesmo dia, então não demorou para Mike tomar o remédio e dormir. Os meninos ainda estavam na casa; passei por eles quando fui pegar água na cozinha.
Não quis nem olhar na cara deles, estava tão estressada que dei gelo em todo mundo.    
Os pais do Mike ainda não tinham chegado, e é claro que não vou dar gelo nos dois. Por que que o Mike tinha que abrir a boca? Estou muito chateada, mas eu ainda amo esse idiota. 

Visão da Izzy 

Eu descia as escadas como um furacão, correndo até o porão para chegar a Alec antes de minha mãe; Max havia me perguntando o que havia acontecido, mas eu ignorei, lutando contra as lágrimas. Alec estava lá, dando golpes em seu saco de pancadas com seu bastão preferido estilizado com sparks que perfuravam qualquer um. 
— Me promete que não vai seguir em frente com isso, me promete que não vai aceitar — eu disse descendo as últimas escadas. 
— Do que você está falando? Não aceitar o quê? — Ele perguntou.
— Eles vão fazer você se casar. 
Eu disse lutando contra a última lágrima e comecei a derramá-las por minhas bochechas, acabando com minha maquiagem.
— Eles quem? — Ele perguntou.
— Nossos pais estão fazendo planos para nós dois — eu disse.
— Não. Você ouviu errado — ele disse voltando a dar golpes no saco.
— É verdade, Alec — eu disse segurando firme o bastão. Sabia que minha mão estava cortada e que estava pingando sangue no chão, mas não me movi — Eles precisam de uma aliança rápida para restaurar o nome da família e a influência com o conselho — eu continuei. 
— Espera. Se eu vou me casar, você vai fazer o quê? — Alec perguntou.
— Eles precisam que eu convença o conselho a acalmar as coisas com o povo dos capangas — respondi. 
— Está bancando a diplomata? De novo? Esse é o _meu_ trabalho, eu que deveria estar fazendo isso — ele disse irritado. 
— Eu sei disso, mas sou eu que tenho laço com eles — eu respondi.
— É assim que você chama agora?! — Perguntou ele cínico. 
— Alec, eu estou do seu lado — Eu argumentei. 
— Sério? Eu segui todas as regras. Eu abri mão de tudo! — Ele começou.
Coloquei a mão em seu ombro em sinal de apoio. Ele olhou para minha mão com um olhar sarcástico e empurrou-a.
— Dane-se a regra. Dane-se todos. Dane-se tudo isso — ele disse e saiu em velocidade híbrida até seu quarto em um borrão. Enxuguei uma lágrima e fui falar com minha mãe. 
— É a cara do seu pai tentar me atingir através de você — ela disse depois de uma risada.
— O que está acontecendo entre você e meu pai? Vocês acham que eu não percebi — eu disse acompanhado o andar dela para seu escritório. 
— Fale baixo! — Ela ordenou apertando meu braço enquanto passávamos pelo quarto do Max — Isso não se trata de mim e de seu pai, isso se trata do Alec — ela continuou.
— E eu vou protegê-lo de qualquer jeito — eu disse. 
— Você não pode fazer isso. Você e seus amiguinhos idiotas destruíram parte de nossa reputação. Você não consegue atrair o calibre de marido que precisamos para restaurar a honra da nossa família — ela atacou. 
— A honra vem da ação — eu disse.
— Quando você realmente compreender o que aconteceu, vai me entender! 
— Você está falando de política, eu estou falando da vida do Alec! — Eu argumentei.
— É tudo a mesma coisa para um guardião. Como podemos proteger os outros se não protegemos nem nossa família? Alec entende isso... Ao contrário de você. 
Eu queria jogar todas as palavras que estavam na minha cabeça a anos na cara dela, mas não consegui. Abri a boca, mas as palavras não saíam. Balancei a cabeça e me virei, saindo para meu quarto. 
Deitei na cama e lutei contra o choro, em vão. Depois de um tempo, Max bateu na porta e tentou me animar, fazendo dancinhas e contando piadas. Depois de um tempo, comecei a rir; estávamos brincando quando minha mãe bateu à porta. 
— Max, pode nos dar um minuto? 
— Eu nunca posso ouvir as coisas interessantes! — Max saiu reclamando. 
— Desculpe, eu não queria ter sido tão dura — ela começou.
— Já estou acostumada — respondi.
— Eu queria que entendesse como é difícil ser comandante dos próprios filhos — continuou.
— Você deixa bem claro quais são suas prioridades — rebati.
— Em tempos de guerra...
— Sempre estamos em guerra, mãe. Então me poupe das suas desculpas, está bem?— eu pedi, levantando.
— Isabelle, estou tentando proteger todos nós; estou tentando proteger você — ela disse.
— E como, exatamente, o que você está fazendo com o Alec vai me proteger? 
— Você me lembra tanto a mim mesma… — Ela disse.
— Se isso fosse verdade, ficaria impressionada — rebati.
— Não ficaria. Quando eu tinha sua idade, eu achava que sabia de tudo. Achava que eu poderia mudar o mundo quebrando as regras — ela continuou.
— Você quebrava as regras? E pra onde foi essa pessoa? — Perguntei, sarcástica.
— Ela era idiota. Ela confundia "paixão" com "força" — ela disse.
— Então, a paixão te enfraquece? 
— Não; a paixão te torna perigosa. É por isso que não está pronta para a responsabilidade para a qual acha que está. 
Ela me encarou por uma última vez e saiu.
Tomei um banho quente para me acalmar, coloquei meu roupão e me sentei a escrivaninha para mandar uma mensagem de fogo a Meliorn.
“ Meliorn, 

Me desculpe, mas não posso mais ver você. 
 
- Isabelle” 
Fui até meu guarda-roupa, peguei um vestido tubinho azul marinho com listras pretas, que em vez de ser curto como os meus vestidos normais, esse ia até em cima do joelho. Coloquei um Scarpin preto. Me olhei no espelho e prendi o cabelo em um rabo de cavalo baixo, como... Como minha mãe. 
Me virei para meu quarto, cheio de brilhos, vestidos de purpurina, cachecóis brilhantes… Meu quarto era alegre, com muito, muito brilho. 
Comecei a pegar os vestidos brilhantes, os cachecóis e tudo em que havia brilho e coloquei dentro do baú. 
Estava quase cheio, e agora meu quarto parecia de alguém de trinta anos. Mas era preciso, era necessário. 
Relutante, guardei minha perucas, a azul e a platinada, que eu usei no dia do meu “stripper”. Depois guardei  um porta-retrato com uma foto do Niall no baú. E o fechei, tentando conter as lágrimas. Coloquei-o debaixo da cama e fui para o corredor, quando ouvi meu pai tentando chamar Alec. 
— Está tudo bem? — Ele perguntou, me medindo de cima a baixo.
— Melhor do que nunca. 
— Quer conversar sobre alguma coisa?— Ele perguntou.
— Não, está tudo bem — respondi.
— Você viu o Alec? 
— Não. Por quê? 
— Ele ficou devendo um relatório...
— Eu posso fazer.
— O conselho...
— Não vai se incomodar se eu fizer isso — eu disse pegando a pasta de sua mão.
— É claro que não.

Visão da Lawrence

Saio pisando duro do carro de Harry, sem esperá-lo. Seguro forte a alça da mochila, agora mais pesada por conta da caixa que coloquei dentro dela. Entro na escola, ouvindo os passos rápidos de Harry atrás de mim, , me alcançar. 
— Eu vou para meu quarto, tudo bem? Nós nos vemos amanhã, no treino — ele se despede, usando sua velocidade para desaparecer por um corredor.
Continuo seguindo meu caminho, em silêncio. Destranco a porta do meu quarto e a fecho atrás de mim. Coloco a mochila em cima da cama, a abrindo. Olho por alguns instantes a caixa onde guardei minha flecha; abro meu armário, escondendo-a lá, de forma que ficou protegida. Não expliquei nada sobre a caixa e a flecha para Harry, que ficou quase a viagem inteira me enchendo a paciência. 
Vou ao banheiro, tomando um banho morno para me acalmar e conseguir dormir mais tarde. Depois de vestir uma roupa mais confortável, deito-me na cama, olhando para o teto desbotado do quarto.
Talvez eu não tenha agido da melhor maneira com Desmond; ele não era obrigado a seguir o pedido de meu pai, mas o fez de boa vontade. Mesmo assim, não consigo entender o motivo de não ter conseguido ajudar meus pais. Ele também já sabia que alguma coisa ia acontecer. O que mais me dói é em como meus pais foram e levaram Madge com eles; duvido que ela sabia de alguma coisa e isso só me deixa pior. Destruíram uma possível vida brilhante que ela teria pela frente. E me deixaram sozinha.

Visão do Mike 

Me virei para dormir mais um pouco, mas acabei caindo da cama, pois Natasha não estava lá. Estranhei. Meus pais tinham arrumado o quarto de hóspedes, mas não pretendíamos que ela o utilizasse. 
Levantei do chão, incerto se dormia ou falava com Nat. Uma dor de cabeça me atingiu, e percebi que estava de ressaca. Tomei um remédio para parar a dor e fui tomar um banho.
A água quente do chuveiro me ajudou a acordar e a clarear meus pensamentos. 
Eu me lembrava pouco da noite passada; sabia que Calum e os meninos haviam aparecido para estragar minha noite com Nat. Resolvemos jogar "Verdade ou Desafio" e eu bebi quando me recusei a falar sobre meu melhor beijo, que havia sido com ela. Mas eu não queria admitir que qualquer outra garota que eu tivesse ficado não era como Natasha. Depois de me trocar fui até o quarto de hóspedes. Abri a porta com cuidado e deslizei delicadamente para baixo de seu cobertor, a abraçei e a acordei com beijos em seu pescoço. Ela se virou e, quando me viu, se afastou. 
— Por que está dormindo aqui? — Perguntei.
— Não queria incomodar — ela respondeu levantando. 
— Incomodar? — Perguntei me aproximando.
Ela se afastou novamente, pegando uma muda de roupa.
— Preciso tomar um banho — Nat disse se virando e indo ao banheiro. 
— Por que não dormiu comigo? — Perguntei de novo.
— Você estava bêbado e precisava de um descanso, então preferi dormir aqui — ela disse evitando meu olhar, entrou no banheiro e fechou a porta. 
— Mas... 
Vi que ela havia escrito os planos para a guerra. Peguei a página e vi que tinham marcas; marcas de lágrimas.
— Natasha, querida, venha tomar café da manhã! — Gritou minha mãe.
Mas por que Nat havia chorado? O que aconteceu ontem à noite? 

Visão da Izzy 

Eu sabia que meu novo visual seria assunto pelo resto do dia, porém queria que não fosse. Desci do Táxi e vi Mike chegando com a cabeça baixa, a mochila nas costas. Nat andava na frente, com passos rápidos. 
— Michael? — Chamei.
— Para de gritar! — Se irritou ele.
— Eu não estou gritando, você que está maluco! Ou talvez… De ressaca? — Perguntei.
— Sim. Isabelle, você sabe me dizer por quê... — Ele se interrompeu, finalmente olhando para mim. Me mediu da cabeça aos pés, desacreditado. Exatamente a reação que eu previa. 
— Isabelle...? É você mesma? — Mike perguntou com uma sobrancelha arqueada. Nat se virou para ver a cena e também me olhou desacreditada. 
— Izzy? Tudo bem? — Nat perguntou se aproximando. Olhei para mim mesma. Vestia um vestido tubinho vinho que ia praticamente até o joelho, um salto Scarpin vinho e meu colar de sempre. Meus cabelos estavam arrumados em uma trança embutida no alto da cabeça e meu batom vermelho ainda era constante. 
— Melhor impossível — respondi. Percebendo a tensão no ambiente, me virei para Mike — Aconteceu alguma coisa com vocês? 
— Não que eu saiba — respondeu lançando um olhar a Nat. Ela estava fingindo olhar o jardim. 
— Nat — chamei. Ela me ignorou, olhando para baixo — Natasha — chamei novamente, com um pingo de irritação na voz — Natasha Malik! — Exclamei, e com uma lentidão exagerada ela se virou para mim, seus olhos tristes. 
— O que foi, Izzy? — Perguntou ela se aproximando. A puxei pelo pulso até nosso quarto. 
— O que houve no final de semana? 
— Ele bebeu em um desafio a bebida mais forte da casa, e disse coisas sobre nós que... — Ela se interrompeu, abaixando a cabeça e limpando uma lágrima. 
— O que ele disse? — Perguntei me sentando ao seu lado.
— Ele disse... — Nat começou abrindo sua mente, não querendo repetir as palavras. 
— Oh, Nat — eu disse a abraçando. Ela enterrou seu rosto em meus ombros, desabando a chorar. Depois de alguns minutos, se recompôs. 
— Acho melhor nos arrumarmos para o treino — eu disse me levantando. 
— Izzy. Aconteceu alguma coisa? Esse não é seu estilo — ela perguntou, indicando minhas roupas. 
— Sacrifício. Para restaurar a honra da família, é preciso sacrifício — eu respondi indo me trocar. 
Coloquei minha roupa de sempre, sem desfazer a trança. 
— Mas o que significa? — Nat perguntou, mas foi interrompida pela batida na porta. 
— Niall, meu amor — eu disse me inclinado para beijá-lo, ainda segurando a porta. 
— Temos que ir para o treino — ele disse me puxando.
— Nat, te vejo lá — eu gritei enquanto era arrastada.

Visão da Lawrence

Saí apressada do quarto. Havia perdido a hora, pois consegui dormir apenas na metade da madrugada, quando deixei de ser assombrada pelas mesmas imagens do pior dia da minha vida. Terminei de vestir a jaqueta quando já estava chegando ao ginásio. A maior parte dos garotos já estavam na arquibancada, com exceção de Calum.
Andei até a arquibancada, não tão próxima deles e me sentei, esperando alguma coisa acontecer. Acabei cansando de ficar parada e peguei meu celular, até Harry vir na minha direção.
— Bom dia — cumprimentou, sentando-se ao meu lado. 
— Bom... Harry, sobre ontem; acho que.. devo desculpas ao seu pai — desabafei — Ele sempre cuidou muito bem de mim e foi injusto eu o ter culpado pela morte da minha família…
— Você fez o quê? Realmente acha que ele não tentou ajudá-los? — Perguntou grosseiramente.
— Eu sei que tentaram! Mas eu fiquei alterada, sabe como é. Se você soubesse como me sinto — justifico. Harry balança a cabeça, inconformado.
— Não quero discutir com você. Saiba que eu fiquei ofendido com o que fez ontem, agora que me contou — Harry passa o polegar perto do olho — Você acha que meu pai tem a ver com isso? — Pergunta, mudando de opinião e me surpreendendo.
— Não, eu só estava de cabeça quente. Você não está duvidando de seu próprio pai, está? — Ele fica em silêncio.
— Ele é tão bom que não parece ser de verdade. Então eu já cheguei a desconfiar dele. Muitas vezes — diz, encerrando o assunto.



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