História Supernatural Academy - Capítulo 28


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Categorias 5 Seconds Of Summer, One Direction
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Luke Hemmings, Michael Clifford, Niall Horan, Zayn Malik
Tags 5 Seconds Of Summer, Candice King, Emeraude Toubia, Jennifer Lawrence, Nina Dobrev, One Direction
Visualizações 6
Palavras 2.411
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 28 - 2 Temporada Parte A


Capítulo 13 

Visão da Nat 

Eu e Zayn entramos pelo fundo, enquanto isso Izzy e Alec ficaram na distração.
— Izzy mandou mensagem, ela já desligou as câmeras. Agora é nossa vez — disse Zayn.
Subimos para o quarto andar seguindo o mapa que tínhamos conseguido com Alec.
— Procura a sala 206 — pediu Zayn.
Estávamos andando com lanternas, já que estava tudo apagado no quarto andar.
— Zayn, eu achei. — O chamei — Por sorte está aberto.
Empurrei a porta.
— Ótimo, vamos logo. Temos que vasculhar tudo — ele disse.
Começamos a vasculhar os artigos que estavam nas prateleiras e nada.
— Nat — chamou. — Olha esse arquivo. 
Se aproximou me dando a pasta, abri-a.
"Suspeitos:
Adolescentes irresponsáveis causam incêndio na plataforma 92 em Chicago. Todos homens.
Ano:1865"
— Será que é uma prova contra nossos pais? Ou contra os pais de alguém do nosso grupo? — Perguntei.
— Sim e sim, eu li uma coisa do tipo no diário do papai — ele respondeu.
— Hey, olha isso — falei dando um tapinha em seu ombro.
Arquivo 268 
"Provas:
Possíveis guerras causadas  por adolescentes irresponsáveis” 
"Suspeitos:
Não ficam velhos; moram em local de difícil acesso." "Garotas geraram mortes de militares. Todas adolescentes "
"Mortes possivelmente geradas por adolescentes
Ano :1865” 
"Novas suspeitas;
Porte de armas ilegal, adolescentes suspeitos de envolvimento com possíveis invasões. 
Grupo grande.
Líderes: Zayn Malik,Alexander Lightwood,Michael Clifford. 
Mandado de prisão para todos os líderes e o resto do grupo".
— Como vamos fazer? — Perguntei.
— Cair fora daqui com as provas, e sem deixar mais delas — Zayn respondeu me puxando para a escada. 
Conseguimos descer e nos encontramos com Alec e Izzy na recepção. 

Visão da Lawrence

Bato a porta do carro e escolho uma mesa na parte externa do pequeno restaurante em que iremos passar o tempo. Sinto a brisa balançando meu cabelo e fazendo-me arrepiar os pelos do braço, enquanto o sol da tarde aquece minha pele, quase sumindo no horizonte. Chris se senta na minha frente. Entrelaço meus dedos nos dele por cima da mesa de madeira escura.
— Só você para me convencer a sair hoje — solta, parecendo chateado com algum coisa.
— Deveria me agradecer por te tirar daquele confinamento que chamamos de escola — falo. Um atendente aparece, perguntando se desejamos alguma coisa. Peço uma bebida fraca, afinal não quero causar uma impressão ruim logo no começo de nosso relacionamento-quase-sério, enquanto Chris pede um copo de água. Um pedido sem graça que combina perfeitamente com seu ânimo hoje.
— Então — começa, tossindo para aliviar a garganta. — Vocês têm treinado? — pergunta sem demonstrar curiosidade.
— Sim, bastante. Mas não é sobre isso que quero conversar com você.. — Não satisfeito, Chris me olha por cima do cardápio que pegou para ver. 
— Então já fizeram táticas de guerra — comenta, retomando o assunto.
— Por que está tão interessado nisso, em? — pergunto elevando uma de minhas sobrancelhas e tirando minha mão de seu alcance.
— Por quê? Porque eu gosto dessas coisas — responde, simplesmente.
— Imagino o quanto — comento com uma pontada de ironia na voz. Ele parece não perceber enquanto chama de volta o atendente e faz um pedido.
Como com maestria os sushis que chegam em nossa mesa. Voltamos para o carro depois de conversarmos sobre qualquer coisa que não envolvesse o próprio Chris. 
Ao entrarmos no quarto de Chris, o mesmo põe suas mãos em minha cintura e me puxa com cuidado para seu corpo.
— Me desculpa, garota? Não te dei muita atenção nem lá no restaurante. — Suspiro, dando a entender que concordo com sua afirmativa.
— Ainda há tempo de me recompensar — digo. E essa foi a deixa para que ele se aproximasse e tomasse meus lábios em um beijo quase tímido de mais. Não satisfeita, passo minhas mãos por suas costas. Enquanto me agarro a ele, percebo uma marca profunda em seu ombro esquerdo e, sem que percebesse, tiro o tecido de sua camisa de cima da ferida. 
— Chris. — Chamo sua atenção. Ele me olha, meio aturdido. — O quê é isso? — Pergunto, contornando o recente machucado avermelhado marcado no ombro.
— Me machuquei na aula de caça. — Responde rápido de mais. Ele não me convence. Eu mesma já usei essa desculpa antes.
— Ainda pode infeccionar — digo, mas Chris segura minha mão que estava prestes a analisar o estrago.
— Não precisa. Eu vou à enfermaria, okay? Que tal você ir descansar? — Analiso por um momento seu quarto, tentando encontrar alguma pista do que pode estar acontecendo com ele. Como não encontro nenhuma, apenas olho de soslaio para Chris e saio de seu quarto sem me voltar para trás. Bato a porta e sigo caminho. 
Alguma coisa ele esconde de mim.

Visão da Izzy 

Estava indo para meu quarto, cansada da tarde de hoje. Como só chegamos à noite, perdemos uma tarde quase inteira de aulas; não que isso fosse ruim. Abri a porta e parei quando ouvi um barulho de passos rápidos na minha direção. 
— Niall, oi — eu disse me aproximando. Ele estava sério. 
— Ainda bem que você chegou, precisamos de suas habilidades. Venha, é importante — ele disse me puxando até o jardim, onde estavam todos de nosso grupo. 
— O que houve? — perguntei sem entender.
— O muro. — Apontou Law, olhando preocupada. Meus olhos cravaram-se no muro, absorvendo os símbolos lá escritos com um sangue espesso que não era normal, era um sangue escuro. Quase preto. 
— Então...? — perguntou Mike se aproximando de mim. Era muita informação que eu havia aprendido lendo os diários, e era uma mensagem grande. Cerrei os olhos, buscando no fundo de minha mente a ordem correta das palavras. Feito isso, senti uma tontura e me apoiei na pessoa mais próxima, não olhando quem era.
— Isabelle! — exclamou Niall envolvendo seu braço em minha cintura, me puxando para si. 
Sentei no banco, sentindo os olhares de todos em mim.
— Está escrito: “Guardiões, percebemos que tens procurado respostas e jeito de derrotar-nos. Não conseguirão, são adolescentes incapazes de lutar corretamente. Mas, se quiserem a prova de que fracassarão, nos enfrentem. Estaremos atrás do Rio banhado por sangue, pela manhã do dia 17. 
Se não aparecerem, concluiremos que ganhamos e sairemos à caçada. Assinado: Armada da Destruição” — revelei, soltando o ar que eu estava prendendo. 
— Não é só isso que a assusta, não é, Isabelle? — perguntou Mike me observando. 
— Tem razão. Quanto mais escuro for o sangue, mais importante é o aviso e nesse caso, mais ameaçador. É uma ameaça real. Irão vir atrás de nós se não lutarmos — respondi.
— Mas dia 17... hoje é dia 14, significa que... — Começou Nat se aproximando do muro.
— Significa que só temos até o final de semana para nos tornarmos letais. Só temos até sexta feira. — Mike completou, seus olhos em plena fúria. 
— Esse sangue, você disse que quanto mais escuro, mais importante é, e... e esse sangue ele é... — começou Law.
— Preto. Esse sangue é preto — Zayn completou encarando o muro. 
— Mas o que diabos seria "banhado por sangue”? — perguntou Niall.
— O Rio da floresta de Brocelind. Atrás da casa dos Malik e dos Lightwood — Alec e Zayn responderam juntos. 
— Por que é "banhado por sangue"? 
— Porque foi ali que a última batalha ocorreu. Onde os nossos inimigos ganharam. — Alec respondeu, com um olhar indecifrável. 
— E agora? 
— Amanhã vocês irão acordar mais cedo, pois vamos treinar a manhã inteira. Não importa se terão de matar aula. Vocês vão sair de lá sabendo o triplo do que já sabem — Alec respondeu, as mãos fechadas em punhos. 
— Agora, precisamos dormir. Amanhã eu, Alec e Mike faremos nossos comunicados — Zayn disse se levantando. Aos poucos todos foram se dissipando e indo para os quartos, enquanto eu continuava sentada no banco.

Visão da Nat 

Depois de descobrir que só vamos ter até o final de semana para treinar fiquei desesperada. Eu não sou boa o suficiente para isso . 
— Nat? Amor? Você está bem? — perguntou Mike surgindo atrás de mim, o que me fez tomar um susto.
— Calma, sou eu — respondeu me puxando para perto dele.
— Eu sei, só levei um susto — falei colocando a mão no peito.
— Desculpa — disse tirando uma mecha do meu rosto e colocando atrás da minha orelha. — Eu te ajudo amor, não se preocupa — ele continuou, me olhando direto nos olhos.
Às vezes me pergunto como ele consegue me entender através das minhas expressões.
— Você é incrível, sabia? — perguntei.
— Só tenho uma namorada incrível — falou e me puxou para um beijo.
— Acho que vou treinar — falei rompendo o beijo.
— Nat, agora precisamos descansar. Confia em mim, eu vou te ajudar, okay? — perguntou.
— Okay — falei meio insegura.
— Vamos, vou te levar até o quarto — disse me puxando pela mão.
Mike me deixou na frente da porta.
— Boa noite, eu te amo — eu disse.
— Eu também te amo — falou me dando um selinho. — Boa noite. Vou esperar você entrar no quarto. 
Quando entrei, Izzy ainda não havia chegado. Percebi que preciso parar de ser fraca, e a mudança começa agora. Separei logo minha roupa para amanhã, como a Izzy tinha me falado. Ela disse para me vestir com esse conjunto. Então fui dormir, ou melhor, tentar dormir.

Visão da Izzy 

Acordei e vi que Nat já estava no banheiro, acho que tentando se preparar mais para a batalha que se aproxima. Coloquei um conjunto legging e topper preto e esperei Natasha sair do banheiro. Quando saiu, vi que ela seguia minha recomendação; trajava uma bota preta, uma calça jeans verde escura, uma blusa cinza por baixo de uma jaqueta preta aberta, e estava com o cinto militar que eu havia lhe dado. 
— Parabéns, vejo que está seguindo minha recomendação — eu disse entrando no banheiro. — Aliás, boa ideia ir com a roupa de combate para o treino, vai te ajudar a se acostumar. 
Ela me esperou e saímos para o treino 
— Fique tranquila, você vai se sair bem — eu disse pegando sua mão.
— Não sei... Tenho medo de não estar preparada até lá — ela disse olhando para seus punhais. 
— Você consegue. Supere isso. Faça isso por seus pais. — Eu encorajei.
Ela olhou para mim e sorriu, firmando os dedos no cabo de seu punhal. 
— Muito bem, eu e Alec estávamos discutindo, e como lá em casa não tem espaço para todos, nós vamos para a casa dos Lightwood — Zayn começou.
— Fiquem tranquilos, lá tem espaço para todos e um lugar para poderem treinar a vontade — Alec continuou.
— Iremos para lá na sexta, Isabelle passará o endereço — Mike disse por fim. 
— Duplas, comecem a treinar. 
Nat e eu levantamos, mas fomos para lados opostos. Peguei um saco de pancadas e pendurei. 
— Pra que isso? — Nat perguntou.
— Você já sabe como lutar com seus punhais cara a cara, mas eles também têm outra função — comecei pegando os punhais de sua mão para demonstrar. 
— Você pode derrotar seu adversário de longe, lançando-os — disse por fim.
— Como assim? 
Me afastei do saco de pancadas e girei, lançando o punhal na direção do saco. O punhal ficou cravado lá. 
— Assim, ou... — comecei levantando a mão com o outro punhal e o lançando no saco. — Assim. 
— Acho que entendi... — ela disse pegando os punhais do saco.
— Agora tente — pedi. 
Depois de um tempo Nat foi pegando o jeito.

Visão da Lawrence

— Você até que aprende rápido — comento com Elena.
— Eu olho para todos os lados e vejo pessoas lutando muito bem e eu aqui, aprendendo o básico — diz irritada. Eu a entendo. Agora é clara a proximidade da batalha e não lutar direito é sinônimo de quase morte, no menor dos casos.
— Você já passou do básico. E desde que esteja com sua arma na mão, você arrebentará qualquer um que aparecer na sua frente — animo-a. Ela revira os olhos e voltamos ao treino.
— Muito bem. Vamos fazer uma pausa. — Ordena Alec. Porque quase tudo que sai de sua boca são ordens.
Saio do ginásio. Flashbacks do sonho que tive à noite voltam a minha mente. Vários símbolos dos quais eu era incapaz de entender estavam marcados em muros que formavam uma espécie de labirinto com as mais diversas tonalidades de sangue. Desde o mais vívido, que se assemelha a cor do batom de Izzy, até o mais escuro, como o da tarde anterior. Não sei como ela não fica louca estudando esses traços estranhos que podem mudar a direção de nossas vidas.
Desde o aviso, aguardo ansiosamente o dia 17. Não só porque será uma prévia do que virá mais para a frente, mas eu pareço estar esperando por isso há muito tempo. Com todo o tédio que sinto, acho que é isso que falta na minha história. Uma batalha. Ou mais.
— É isso o quê Alec chama de pausa? — reclama Elena, andando em direção a entrada do ginásio.
— Já acabou? — pergunto. Devo ter me concentrado tanto em meus pensamentos que não vi o tempo passar.
— Já! — exaspera. Sorrio e volto ao ginásio atrás dela, que pisa de maneira exagerada e com força no chão.


Visão da Nat 

Izzy me ensinou algumas coisas e eu consegui pegar o jeito, mas mesmo assim continuo preocupada.
— Muito bem — disse Alec. — Vamos fazer uma pausa. 
Todos foram saindo do ginásio. Eu fiquei, pois preciso treinar mais.
— Hey Nat — me chamou Mike. — Deixa eu te ajudar — continuou e pegou sua katana. — Me ataca — pediu.
Fui para cima dele e ele desviou.
— Precisa elaborar sua defesa — Mike começou. — Você consegue planejar o ataque para a guerra, então use isso para a defesa também. 
Mike veio para cima de mim e eu desviei, erguendo meu punhal e indo para cima dele, que se defendeu e continuamos um atacando o outro. Ele tentou me atacar, mas me defendi de uma maneira que até eu me assustei, pois fui muito rápida. Ele tentou de novo, mas defendi e ataquei ele de volta. 
Me encarou e logo se defendeu, tentei ir para cima dele de novo e dessa vez consegui derrubar sua katana.
— Muito bem, você só precisa de agilidade. Não é chegada nas armas, mas é boa na luta corporal... — ele falou sorrindo.— Agora sem armas. — Ele disse e veio para cima de mim, que consegui escorregar para debaixo das suas pernas. Achei engraçada a cara do Mike, que ficou que nem tacho. Dessa vez ele veio de novo para cima de mim, tentando me acertar com um soco, só que eu segurei a sua mão e dei um chute fraco nele, que caiu. Claro que fiquei com dó. 
— Desculpa — falei.
— Tudo bem — ele se levantou. — Foi fraco, você já deu mais fortes. Viu só, você é capaz Nat — ele falou fazendo carinho no meu rosto.
— Estou gostando de ver, parabéns Nat. Seus pais ficariam orgulhosos — disse Alec, voltando ao seu posto no ginásio.



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