História SuperWolf - Viveme - Capítulo 1


Postado
Categorias Supernatural, Teen Wolf, The Maze Runner
Personagens Alan Deaton, Bobby Singer, Breaden, Chris Argent, Claudia Stilinski, Cora Hale, Corey Bryant, Dean Winchester, Derek Hale, John Winchester, Lydia Martin, Malia Tate, Mary Winchester, Mason Hewitt, Melissa McCall, Minho, Newt, Personagens Originais, Peter Hale, Sam Winchester, Scott McCall, Sheriff Noah Stilinski, Stiles Stilinski, Teresa, Thomas
Tags Caçadores, Deanxniih, Demonios, Derek Vira Alpha, Fantasma, Noah É Um Winchester, Soulmate, Sterek, Thomas, Trigêmeos, Vampiros
Visualizações 101
Palavras 1.488
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Self Inserction, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Luiza Pausine - Viveme

Capítulo 1 - Prolongue


Fanfic / Fanfiction SuperWolf - Viveme - Capítulo 1 - Prolongue

POV – Niih Winchester

A parte mais difícil do luto é chegar e vê que não é um pesadelo que simplesmente não vamos ver mais quem tanto amamos, que sempre haverá aquele vazio horrível que consome a gente por dentro, o desespero toma conta de tudo quando percebemos que não vamos mais ver-lo sorrir que não vamos mais escutar sua voz ecoando pela casa. A falta de ar, a vontade de chorar sufocando, os olhos ardendo com as lágrimas brotando, o coração a mil. Não pode ser, ele não pode ter morrido, é como se a qualquer momento ele fosse entrar por aquela porta, mas não é verdade, ele não vai. Deus por que com a gente? Logo ele. A casa morreu, é como se ela não tivesse vida. Eu olho pela janela e vejo as casas vivas, apesar de cada um terem seus problemas. Todos seguiram suas vidas depois do enterro, claro é sempre assim sobra somente para a família sofrer, todos aqueles até os amigos mais próximos sofrem naquele momento, mas depois seguem suas vidas, como se tivessem vendo um filme triste e assim que se cansam de sofrer param de ver o filme e volta para suas casas. Mas isso é impossível para a família. Thomas era o mais velho dos irmãos, cinco minutos mais velho que eu e 12 minutos mais velho que Stiles. Eu e ele éramos os mais ligados, estamos planejando fazermos faculdade em Nova Jersey de Medicina, agora esse sonho foi por agua abaixo. Não consigo mais me ver la sem ele. Nem consigo mais sorrir, estou completamente vazia, ele morreu e levou minha vontade de viver junto. Eu o vejo em cada canto dessa casa, é impossível não chora ao passar pela porta do quarto dele, ele não deixava ninguém entrar lá além de mim. Dói saber que vou entrar lá e não vou o ver, dói saber que quando eu descer para jantar o lugar dele vai está vazio, dói saber que na sala de aula não vou me sentar junto com ele, dói saber que não vou ter com quem discutir por coisas fúteis, dói saber que nunca mais vou ver meu irmão. Não dou conta de olhar para o Stiles sem chorar, quando o olho sempre me lembro do Thomas, às vezes por um segundo me esqueço que ele morreu e por um segundo eu vejo o Thomas em vez do Stiles, então logo caio em um choro doloroso, eu sei que não é culpa do Sti, mas eu não posso me controlar. Na escola eu troquei meus horários para não poder ver o Sti, não almoço e nem janto junto com a família. Passo os dias trancado no meu quarto. Trancamos o quarto do Thomas e eu guardei a chave no fundo da minha gaveta. Nosso pai so fica na delegacia e todas as vezes que chega estaciona seu carro na garagem e fica lá por horas chorando sozinho, às vezes tenho medo dele fazer o mesmo que o Thomas. Quando recebi a mensagem dele eu entrem em desespero “Me desculpa, Niih, mas eu não aguento mais, Te amo” eu o procurei feito louca, mas a polícia o encontrou na preservá já sem vida. Ele atirou na cabeça com uma arma do nosso pai. Eu sinto a culpa que meu pai carrega. Dês da notícia da morte dele, nossa mãe não é a mesma, ela vive tomando remédios para dormi e vive jogada pelos cantos com a aparência horrível ela parece um zumbi pela casa, justo ela uma pessoa tão alegre. Ela e meu pai quase não trocam uma palavra. Stiles parece está sendo o melhor a lidar com a situação. Eu me distanciei de muitos amigos meus, hoje só converso com a Isabelle, eu sinto que ela é a única que não me olha com pena. Os professores sempre me tratam com todo carinho e compreensão, como se aquilo fosse me fazer sentir melhor. Odeio ser tratada assim. Na formatura fui obrigada a ir, la fizeram uma grande homenagem ao Thomas, o que me deixou extremamente irritada, nem metade das pessoas que fizeram as homenagens conhecia o Thomas de verdade. Na verdade dos gêmeos eu era a que mais tinha amigos e ele o que tinha menos. Os únicos amigos dele mesmo era Newt, Teresa, Minho e a sua namorada Marilyn Silver. Diferente dele eu tinha quase todos de Beacon Hiils de amigos. Me sinto culpada por não ter percebido que ele estava morto por dentro, me sinto culpada por ser uma pessoa tão fútil, uma pessoa tão ocupada com a vida social, do que adianta ser tão querida na sociedade se não tenho meu irmão mais. Posso está sendo egoísta por decidir ir embora dessa casa, mas eu não consigo mais viver nessa prisão de tristeza e dor, não posso mais ver minha mãe morrendo aos poucos, nem meu pai se culpando. Não posso mais ficar aqui morrendo aos poucos, se eu ficar mais um segundo aqui, vou acabar fazendo o mesmo que Thomas e eu não quero essa dor para minha família, eles não vão suporta mais esse baque. Nunca gostei dessas coisas de sobrenatural, mas decidi viajar o mundo com meus primos Sam e Dean para matar todos os sobrenaturais. Essa não era a vida que eu queria, eu sonhava em me torna médica, me casar com o Chase e ter dois filhos e viver em uma casa de cerca branca. Mas depois da morte do Thomas eu terminei com o Chase e desisti de fazer a faculdade. Agora está eu aqui indo viver num mundo totalmente diferente. Desculpa, mãe por esta te abandonando, desculpa pai por não conseguir ficar ao seu lado, desculpa Sti por não ser forte como você, desculpa por te deixar sozinho nessa. Espero que todos vocês me perdoem por isso. Espero que o Thomas me perdoe por ser essa menina fraca. Mas eu realmente não consigo mais ser a mesma e o melhor lugar para mim é ao lado do Sam e do Dean. Desculpa família.

POV. Stiles

Todos acham que estou superando, que as vezes não tenho sentimentos, isso escutei do meu próprio amigo.

O que eles não entendem que o meu jeito de mascarar essa dor que sinto é dessa forma, Thomas e eu, éramos irmãos gêmeos idênticos e não só isso, somos, quer dizer, éramos gêmeos espelhados.

Ficar dentro de casa e vê a sua mãe dopar de remédios e esquecer que tem dois filhos vivos, ver o meu pai se culpando e a Niih por toda as vezes que me olha, ela vê ele, todos quando me vê é ele que todos vêem, Thomas Winchester, o garoto que cometeu suicídio na preserve, não sei porque, mas essa dor aumenta a cada dia mais, quem diz que você se acostuma com a dor e que ela diminuí, é puramente mentira.

O espelho do meu quarto está quebrado, não consigo me olhar no espelho, quando me vejo no espelho é ele que eu vejo. As vezes penso em desistir de tudo e fazer o mesmo que ele, mas não tenho coragem, não por hora, mas quem sabe crio coragem e faço o mesmo que ele.

Neste instante a Niih está indo embora com os irmãos Winchester’s, nossos primos.

Não sei porque, mas acho que ela está abandonando todos, que no fundo ela só está sendo covarde.

Neste exato minuto sem o que o Thomas está sentindo, todos os meus amigos me abandonaram, nenhum deles veio me procuraram, nem para saber o que está acontecendo comigo, ninguém se importa com o dor do pequeno bastardo hiperativo.

Escutei um dia desses do meu pai dizendo que quem morreu foi o filho errado, que o Thomas que era para está vivo, minha mãe vive dopada de calmantes.

Neste momento um certo lobisomem está me perseguindo, um ômega, as garras dele atravessa o meu peito, a minha faísca explode e o lobisomem morre.

POV. Derek

Estou no meu loft quando sinto uma dor no peito, e de imediato soube que era o Stiles. Sai correndo e fui para a preserve.

Ao chegar no local vejo um lobisomem morto e Stiles escorado em uma árvore, sangrando.

Não sei como consegui, mas quando vejo já estou na porta do hospital e os medico estão o levando para a cirurgia.

POV. Narrador

Uma semana se passou e Stiles acorda com o Derek segurando a sua mão:

- hey, Der.

- como você está?

- um pouco dolorido.

- que bom.

Derek dá um selinho em Stiles e suga a dor que o seu companheiro está sentindo. Depois de um tempo Scott entra e vai até o Stiles, com uma carranca:

- você precisou mata-lo?

- sim… se não eu estaria morto.

- ótimo, você está expulso da matilha e você também Derek.

Scott sai do quarto e Stiles começa a chorar, Derek abraça o seu companheiro e diz que tudo ficará bem.

Continua…



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...