História Supreenda-me - Capítulo 2


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Categorias Sou Luna
Personagens Gaston, Luna Valente, Matteo
Tags Sou Luna
Visualizações 74
Palavras 2.830
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Cross-dresser, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Capítulo...

Desculpa a demorar, mas estava com alguns problemas pessoais; mas bom aqui esta o cap tão esperando por todos... Espero que gostem...

Boa Leitura...

Capítulo 2 - Capítulo Dois




Muitas pessoas se perguntam por que escolhie ser Piloto Militar,  e Porque não quis uma carreira como a maioria das outras mulheres; pelo simples fato de ser o oposto de todas outras muheres...

Sou Maliene Parker... Tenente das forças especiais do exercito Militar Americano e amo o que faço, mesmo que isso pertube alguns, ou até mesmo afaste homens.

Hoje estou em mais um dia comum de rotina, e isso significa que estou em mais uma misão, e me sinto honrada em poder a ajudar o meu país.

Mas, o que realmente importa, é saber que depois dessa mais nova aventura, poderia voltar pra casa... E só em pensar que logo, logo estarei lado a lado com minha pequena príncesa me deixa imensamente feliz.

Sou tirada dos meus pensamentos por Neil e sua pergunta que me faz mais feliz ainda. Já estava mais que ansiosa em ver novamente minha filha, e para isso acontecer falta apenas mais um dia.

- A que horas partimos  para Milão? - Pergunta Neil.

- Na primeira hora - Respondo.

- Nem ouse  decolar sem mim. Não posso esperar pra ver minha família.

Apenas concordei pra Neil... Ele era mais que um colega de trabalho, era um bom amigo e também um ótimo Piloto.

- Tenente, lembre-se que desta vez vou com vocês para Milão. 

- Alguém especial esta esperando?

Fraser que esta ao meu lado susssurrou, pra mim.

- Uma bela aeromoça de pernas longas, e boca deliciosa.

Neil não aguentou e soltou uma gargalhada e eu não tive como não deixar de zombar da situação.

- Idiota.

- Tenente, não só de pão vive o homem e eu não sou feito de pedra.

Não tive como não deixar de rir. Eu não era de pedra, mas meus colegas pensavam assim; olhei pra Fraser e disse.

- Desta vez eu não posso oferecer meu sofá... Minha mãe esta lá.

Ele me olhou com um sorriso sacana e me respondeu.

- Não se preocupe. Monica me oferece sua cama.

- Wow... Aqui há assunto - Neil zombou.

- Doce e tentadora, assim é Monica... Meu caro Neil. - Disse Frase pra Neil em pura bricandeira.

Depois de horas e horas batendo papo.. Era hora de diminui a potência e levantar o nariz do avião... Eu puxei os freios aério ao máximo e ativei os do trem de aterrozagem enquanto a aeronave reduzia  gradativamente entre sua velocidade. Quando baixou até 40 ou 50 nós, reduzi a potência dos motores e o avião foi parando até que eu, retornei ao controle... Guei para o hangar que indicavam meus companheiros de terra.

Uma vez que os motores pararam abri a porta transeira do avião e começamos o desembarque...

Neil e Fraser ao descer do avião, começaram logo á preencher todo relátorios necessarios para mim entregar ao Comandante.

Logo após eles eles terem terminado; me dirigir até ao escritório do Comandante... Ao chegar diante da porta batie com determinação, e ouve voz profunda do comandante e sem hesitação entrei.

E lá estava ele, o homem, militar de apróximadamente quarentas anos, alto e forte... Ao me ver, levanta-se.

- Senhor, apresenta-se á você a Tenente Parker.

- Tenente Parker. - Me cumprementar em seguinda.

Esboçei um sorriso. Joguei os papeis sobre a mesa e enquanto fechava o trinco da porta e baixava o zíper do meu macacão Militar, disse:

- Temos vinte minutos. Vamos aproveitar.

Sem demorar, o comandante apróxima-se de me, e enquanto passeava sua boca pelo meu pescoço, e se entregava ao prazer do sexo.

Nada de Beijo...

Nada de Carinho...

Nada de Amor...

Quando suas mãos começaram pecorrer o meu corpo, parando nos meus seios, murmurrei:

- Tempo é dinheiro, comandante.

Nesse momento ele rudemente, colocou os meus seios na boca para chupá-los, enquanto me pegava entre seus braços e mim colocou sobre a mesa. E todos os papeis que se encontravam em cima dela cairam no chão assim como nossas roupas quando me deitei sobre nela.

- Tenente... - Ele sussurrou duro como pedra, quando me oferecie sem nenhum pudor á ele.

Sorri, porque era aquilo que eu tinha indo procurar, olhei e exigie dele:

- Vamos fazer. O tempo passa e meus homens me esperam.

Ele me pegou em seus braços novamente e levou-me até o banheiro do escritório... Por que os nossos suspiro não seriam ouvidos alí. Ao fechar a porta, ele me olhou e me colocou no chão, murmurrou:

- Vire-se.

Eu, provocando, sussurei.

- Vire-se... O Senhor.

O comandante sorriu, e bruscamante virou-se . Ele puxou sua ereção contra minha bunda, esfregando-a contra-me, e disse enquanto pegava um preservativo do armário do banheiro e abriu.

- Abra suas pernas e abaixe-se. - eu protalmente obedecie. - Segure-se na borda da banheira.

Então ele colocou o preservativo e eu estou exatamente como ele queria; aproximou sua boca do meu ouvido e sussurrou:

-Lembre-se Tenente, não suspire ou todos vão saber.

- Lembre-se você também. - rebatie.

Eu queria sexo... Urgente, então deixei ser manipulada como uma boneca, permite que abrisse mais as minhas pernas, separasse os úmidos lábios vaginais e me penetrasse. 

O ataque foi devastador que tive que morder os meus lábios inferior para não gritar. Uma vez que estava dentro, ele massageou minhas nádegas e perguntou:

- Você gosta assim, Tenente?

- Sim... Senhor.

Ele voltou a mim penetrar de novo e de novo...e novamente. Isso foi ótimo... Era o que queria, então desfrutei e quando finalmente recuperei o controle do meu corpo, com um movimento rápido me afastei do comandante, virei-me e exigie:

- Sente-se... - eu disse.

Ele estava tão excitando, que fez o que eu pedir sem reclamar, então sentou-se no vaso sanitário. Eu prontalmente coloquei-me sobre ele para introuzir o seu pênis  duro totalmente em meu interior. Sem deixa-lo falar levei um dos meus seios até sua boca, que rapidamente  mosrdiscava.

- Assim...; Chupe-os

Nossos movimento tornaram-se mais intensos. Os meus quadris dançando pra frente e pra atrás, então ele introduziu o seu pênis outra vez a um ritmo devastador, enquanto o Comandante segurava os meus quadris e eu lhe ajudava em seus movimentos louco. Os nossos suspiro aumantavam e eu enloquecida agarrava seus ombros e metia os meus seios em sua buca para abrandar o som.

Um prazer devastador  chegou ao meu corpo e finalmente explodie.

Quando acabamos, permanecemos um no braço do outro... Não falamos, não nós beija-mos, não nos caricia-mos.

Então, resolvie me levantar e me limpar, e sair pra o escritório sem olha-lo, onde peguei minhas roupas e começei a mim vestir...

Eu sorrir e murmurei á ele:

- Como sempre, foi um prazer, Comandante Lodwud.

Ele sorriu, deixando o formalismo, se apróximou e perguntou:

- Achei que você chegaria antes. O que aconteceu?

- Problema na coleta.

Ele apenas confirmou. Passeou os seus olhos castanhos sobre todo meu corpo e pergumtou de novo:

- Ficará está noite aqui?

- Sim.

- Tenho uma reseva para um hotel hoje... Bom jantar, boa companhia... Sexo. O que você diz Mel?

Estende a minha mão com todo atrevimento. O comandante sorriu abrindo a gaveta de sua mesa e tirando a chave, disse:

- Hotel Bristol. Quanto 168, as 20:30.

- Estarei lá.

Lodwud sorriu... O sexo, os jogos eram sempre viciante entre nós dois, e quando ele me viu fechar o macacão Cáqui, disse:

- Até breve, Tenente.

- Adeus, Senhor.

Encaminhe-me até porta, abrie o trico e simplesmente sai da sala, e voltei para meus homens e meu avião de onde ele não se moveu, enquanto não estiver completamente vazio.

Quando sai do quartel fui direto pro hotel, tomar um banho e me preparar para noite de sexo... Com a chave que comandante havia me dado, abrir a porta e protamente me despi. Precisava urgentemente de um belo banho.

Quando sai do banheiro, pus uma música do meu celular. Gostava de um ouvir um grupo musical espanhol chamado La musicalité. Especialmente a música Quatro elementos... e simplesmente começei a cantar.

Dolor que no queiro ver,

Dolor que nuca se va,

No puedo decir adiós,

Ni quiero decir jamás, 

Tumbado al amanecer,

llorando por que tú vuelvas otra vez.


Cada letra que sai da minha boca, era exatamente o que estava sentido. Dor. Uma dor que não queria ver e muito menos podia dizer adeus. Mike não deixava. O talvez era eu mesmo que não queria dizer adeus.

Agora você se pergunta quem é Mike. Mike era nada mais e nada menos que o amor da minha vida, o homem que fez me sentir uma mulher desejada e também amada, mas isso até o momento que não conhecia o verdadeiro Mike.

O Mike que me engnou durantes anos, que destroiu o amor e chance de voltar a amar novamente... Ele destroe tudo, mas me deixou uma coisa mais que importante, valiosa e que amo e que faço tudo por ela... Minha princesa, minha Samath, isso foi a única coisa boa que restou do que vivemos juntos.

Minutos mais tarde... O comandante chega, e fica imprecionando por me encontrar apenas com uma pequena lingerie e sentada na beira da cama... E então chegou a hora de mais uma rodada de puro sexo.

Vamos fazer que os nossos jogos fiquem mais vivos... Ele sera Mike, meu Mike e eu serie sua Dianna.

Comandante se apróxima de mim com um belo sorriso e pegando o cigarro das minhas mãos  e dado uma tragada e dizendo:

- O dia que você ou eu encontramos alguém que nos interesse, deixaremos de fazer, você não acha?

Dou de ombros ao que ele diz. Não tenho nenhuma intenção de encontrar ninguém.

- Vamos ver. Mas, até que isso aconteça, quero continuar me divertido com você. Nos conhecemos bem. Sabemos que isso é sexo sem compromisso e respeitamos as regras. - respondei.

Abrecei Lodwud e disse:

- Vamos, o que nós dois estamos fazendo. O amor destruiu nossas vidas e só ficam estes momentos bobos que de alguma forma fazemos. Nem Dianna nem Mike merecem isso, mas aqui estamos você e eu...Como sempre.

Lodwud assestiu. Dianna era a mulher cruel que o abandonou por um alemão. Depois de alguns minutos, o comandante assume o jogo e tira um lenço escuro do bolso, então veio me venda, mas recusei. Isso o surpreendou.

- Não quer pensar no Mike?

- Sim. Como sempre, você será Mike e eu serei Dianna. Eu só não quero o lenço. Estou tão chapada que não preciso.

- Tudo bem.

Pegou minha mão e levou até sua virilha para que tocasse. 

- Quero uma Dianna, quente, receptiva e segura do que deseja, quando estiver satisfeito dela, quero que Dianna termine o jogo,, como você sabe. - Sussurro em meu ouvido.

O toquei exatamante como gostava, abeixei minha voz.

- Mike... Vamos jogar.

Aquele era um jogo perigoso para nós dois. Eramos duas almas ressetidas. Duas pessoas carentes de carinho e que de vez enquanto nós encontravamos no quarto de Hotel e imaginavamos que eramos outras pessoas que nós possuiriam.

- Fique de joelhos Dianna.

Eu simplesmente aceitei e sem precisar de ser mais, fez exatamante o que Mike gostaria. Tirei suas calças, cueca e tomei seu pênis em minha boca. Fiz isso durante vários minutos, chupei, proviando-o e provoquei até tê-lo duro como pedra.

- Fique nua e sente na cama.

Quando estava totalmente nua diante dele. Sente-me. Lodwud sorriu e ajoelho-se diante de me, e murmurrou:

- Eu amo seios mamilos, Baby.

Sorrir e sussurrei com a voz rouca.

- Eu adoro que os chupe, Mike.

- Abra suas pernas... Assim... Assim... Muito bem, Dianna. - luxúria tormou seus olhos ao ver brilhar os meus sucos e me pediu. - Abra com seus dedos. Quero ver como me convida para te chupar.

Ao escultar Mike me pedido isso, com um dedo indicador e o anelar fiz o que ele ne pedia e murmurrei enquanto o sentia entre minhas pernas.

- Assim...Você gosta assim.

Lodwud, sentado no chão, agarrou minhas pernas puxando-me, a sua boca foi diretamente para o centro do meu desejo. Gritei porque o ataque foi devastador, enquanto ele modiscava os lábios de minha vagina enloquecendo-me.

- Vamos...se entregue para mim. Coloque suas pernas em voltar da minha cintura e me procure. - Ele exigiu dando-me um tapa na bunda. - Me procure, Dianna.

Quando o fiz, o comandante suspirou, e eu arqueie.

- Mike.

- Gosto do que faço?

- Eu adoro, mike... Eu adoro isso. Continue.

Durantes várias horas, o sexo frio e impessoal reinou no quarto. Esse era o sexo que nós últimos anos vinha praticado e que satisfazia ambos. Após horas rodadas em que nos dois gozamos, fumamos nus deitados na cama.


Na manhã seguinte, fui para o aeroporto militar. E ao chegar, um homem se aproximou de me e depois cumprimentou-me com uma cesso de mão, disse:

- Bom dia, Tenente Parker.

- Bom dia, Sargento.

Ele com um gesto serio, acrescentou:

- Tenente, o Major Parker esta ao telefone e quer falar com você.

Fico surpresa pela hora, pego o telefone que o homem me dava, me afasto alguns metro, saudou:

- Bom dia Major.

- Tenente, como foi vôo de ontem?

Sorrir. meu pai. Um homem que muitos termiam por seu humor, comigo era simplesmente um paizão, respondie.

- Bem. Tudo foi perfeito. Como sempre.

- Dizeram que agora vai pra Milão.

- Sim.

- Você descansou o suficiente?

Pensei na noite louca que havia passado com Lodwud e afirmei:

- Sim, papai. Eu dascansei.

Todos se preocupam comigo e minha vida. algo completamente desnecessario.

- Papai tive fora de casa doze dias e estou ansiosa para ver Sami e...

- Basta - cortou-me - eu entendo.. Eu entendo. Mas fale com sua mãe. Me ligou duas vezes e você sabe que fica muito chata.

Ao ouvir o meu pai, eu sorriu.

- Tranquilo, farei.

- Certo. Você já pensou sobre Fort Worth?

- Não. papai.

- Você deve pensar Melanie. Quero ter você e a menina por perto. Sua irmã voltará próximo ano e...

- E a mamãe.

- Sua mãe tem idade suficiente para a saber o que ela quer fazer. - ele respondeu secamente.

- Papai, deixemos esse assunto de transferência para outro momento.

- Tudo bem, filha. Mais lembre-se, sua família está aqui. Na Itália, você não tem ninguém.

Para meu pai senhor Cedric Parker não era fácil viver tão longe de suas filhas e sua mulher. Depois de vários minutos conversando com meu pai, desliguei o celular.

Estava na hora de voltar pra casa, e não poderia estar mais feliz do que isso...

Então, eu, Fraser e Neil, pegamos um táxi, e logo após deixar Neil em sua casa... eu e Fraser nos dirigimos a minha casa... Ao chegar fomos recebindo pela minha mãe, que imediatamente veio me abraça.

- Que alegria ter você aqui de novo, querida!

- Oi, mamãe.

Segundos depois, Luján cumprementou e depous a Fraser e nesse exatamento deixe a mochila e corre pra ver minha príncesinha.  

Com muito cuiado abri a porta do quarto e entrei e com um sorriso olha pra Samatha dormindo em seu berço. Ela é linda. A bebê mais bonita que eu já tinha visto e sem poder evitar, meus olhos se encheram de lágrimas. Eu era exatamente como seu pai. Seu cabelo, seu sorriso.

Uma hora depois de ter chegado, nada melhor que ir descansar, depois das horas e noite de sexo que estavam tomando meu espaço. Com cuidado, entrei na sala e sorrir para minha pequena sentada bo berço.

- Mamiiiiiiiiiii.

Sem demora corre pra abraça minha filha. Respire o cheiro da inocência dela e sorrir com prazer wm ouvi-la falar com a voz de beber, puxei ela do berço e deixe ela na cama enquanto me despia e colocava o pijamar.

Uma vez que terminei, voltei pra cama e começei a brincar com Sami. E pequenos instante os risos da minha princesa encheram o quarto.. Era tão bom ouvir o mais lindo sorriso e cheio de felicidade.

Como era fantastico esta em casa com Sami.

Depois de alguns minutos, Sami se acochegou contra meu corpo e esta tão feliz, que rekaxou e dormiu. Com todo carinho do mundo, observer o rosto tranquilo da minha menina. Ela era tão linda, maravinhosa, divina, dei um beijo carinhoso na sua testa.

E com muito cuidado para não acordá-la, peguei minha bolsa e puxei a carteira de dentro. E puxei a carta. Carta mais dolorosa que já galhei, mas relia todos os dias... E com uma lanterna ilumenei a carta e comecei a ler.


Minha querida mel.

Se tens esta carta em suas mãos é porque o nosso amigo Conrd fez chegar a você e isso significa que estou morto.

Eu quero que você saiba que você é eu já tive na minha vida, mesmo que as vezes eu agia como um idiota com você. Você sempre foi muito boa pra mim, e você sabe, né?

O motivo desta carta é para pedir desculpas por tudo que agora vai descobrir. Tenho vergonha de pensar, mas assim é minha vida e não ha nada que eu possa fazer a não ser perdir desculpas e espero que não me odeie para sempre.

Desejo que conheça um homem especial. Um homem para cuidar de você, levá-la para festa com ele, dançar com você, qie queria nossa filha e lhe dé uma familia que eu sei que você sempre quis ter. Espero que este homem saiba te valorizar como eu não soube e que você seja prioridade pra ele. Você merece isso, Mel. Merece encontrar uma pessoa assim. Nem todos são como eu, e ainda que saiba, te quis da minha maneira, você também sabe que nunca fui o suficiente pra você.

Para nosso bebê diga-lhe que seu pai a amava muito, mas deixe que aceite como pai esse homem qie espero que algum dia chegue em sua vida. Promenta-me e rasgue esta carta depois.


Como sempre terminava de ler a carta, chorei e não a rasguei.



















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