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História Suprise Visit - Capítulo 1


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Notas do Autor


Por algum caralho que eu não entendi, minha capa esta salvando de um jeito bugado. Então até eu conseguir fazer outra, fica essa mesmo.

Capítulo 1 - O pervertido.


Jotaro estava há pelo quatro horas sentado naquela cadeira ao lado da cama hospitalar onde Noriaki estava desacordado a pelo menos dois dias após a luta com N'Doul, se prontificou a ficar ali até que a fundação Speedwagon viesse tratar da visão do ruivo, garantindo que nenhum usuário de Stand se aproximasse dele até que estivesse totalmente recuperado. O médico alertou que ele acordaria em poucas horas, quando o efeito dos sedativos passassem, Kujo aguardava em silêncio, em uma das mãos tinha um pote com algumas cerejas dentro e no ao lado no criado-mudo tinha um buquê feito com algumas rosas brancas que comprará ao amigo, queria que o ambiente hospitalar ficasse mais agradável possível mesmo que Kakyoin não pudesse ver. Já estava ficando impaciente, quando o Noriaki despertou já não sentindo mais o efeito dos tranquilizantes, estava tudo escuro, o que o fez levar a mão ao rosto sentindo as gases colocadas sobre seus olhos que ardiam a qualquer movimento que ele tentará fazer. Logo lembrou onde estava e o motivo.

— Droga!. — Murmurou Noriaki batendo as duas palmas contra suas coxas. Apoiou-se em seus dois cotovelos, tentando correr os olhos pelo quarto de hospital, obviamente falhando. — Hmm... tem alguém aí?.

Jotaro ficou em silêncio, por algum motivo sentia vontade de estar ali apenas o observando, ele estava tão frágil e... fofo? O moreno já havia admitido para si mesmo que nutria sentimentos pelo amigo, lhe faltava apenas a coragem de se declarar e quem sabe levar um fora, que seja, de qualquer forma estava disposto a ficar ali até que de alguma maneira ele notasse sua presença, talvez jamais tivesse outra oportunidade de encará-lo tão perto sem parecer um maníaco, então aproveitaria não se dispondo a dizer que estava ali.

— Droga, eu preciso ajudar a mãe do Jojo!. — Resmungou o ruivo mais uma vez, Jotaro sorriu fraco. Mesmo debilitado e sem poder enxergar, Kakyoin se preocupava com as pessoas ao seu redor. Esse era um dos motivos que fazia o moreno admirá-lo. — Jojo!. — Noriaki chamou manhoso, mesmo sabendo que ele não ouviria, bom, pelo menos ele achava que não.

O ruivo olhou para os dois lados novamente em vão, suspirando fundo com a idéia que acabará de ter, seu corpo estava coberto por um lençol fino então acreditava que não faria mal, ninguém o veria, não é? Correu as mãos para dentro do lençol e deixando escapar mais um suspiro acariciou sua ereção por cima da roupa, assustando ao Kujo que logo entendeu o que o outro pretendia fazer, ficou envergonhado com a situação que se colocou. Deveria dizer ao ruivo que estava o assistindo prestes a se masturbar ou agir como um pervertido espiando o colega? E a segunda opção venceu pelo nervosismo de Jotaro, ele até queria dizer algo e mostrar que estava presente, mas paralisou ainda mais quando viu o lençol começar a descer e subir e o menor arquear as costas com seu próprio toque.

Jojo mordia os lábios com força tentando ser o mais silencioso possível, desviava o olhar para alguns pontos difusos afim de disfarçar o nervosismo para si mesmo. Esfregou a testa com sua mão livre limpando o suor que começava a escorrer, ainda sentia-se desconfortável com a situação mas não podia negar que estava gostando de ver o homem cujo estava apaixonado de uma forma tão sexy. Noriaki passou a gemer baixinho, não queria chamar a atenção de nenhum médico ou enfermeiro daquele hospital mas também não podia segurar o tesão imenso que sentia ao pensar na pessoa que conseguia fazer seu pau endurecer com a apenas um sorriso. Fazia aquilo sem pudor algum aquilo que não conseguia fazer desde o início da viagem dos crusaders, sempre acabava dividindo o quarto com Jotaro enquanto Polnareff ostentava um quarto sozinho, os companheiros claro que entendiam já que o francês estava sempre em busca de alguma turista para se satisfazer e o ruivo não queria ser o colega de quarto empata-foda, então acabou por ter que ficar durante todos esses dias sem tocar o seu amiguinho.

Massageava toda sua extensão, passando a ponta dos dedos na glande utilizando seu próprio pré-gozo parar facilitar o movimento de sobe e desce. Sua palma estava quente, tão quente quanto a imaginava que a boca da razão da sua punheta seria. Com sua mão livre fechou a própria boca a fim de segurar um gemido que com certeza não seria nada discreto. Seu pau pulsava a cada toque, Noriaki já não se importava mais com a possibilidade de ser pego em pleno trabalho braçal, levando a mão que antes tampava sua boca até a barra de sua camisa, levantou a mesma correndo as mãos por seu tórax até alcançar um de seus mamilos já rigidos, apertando de leve e passando os dedos ao redor. Como ele queria que não fosse suas mãos alí.

Jotaro a essas alturas estava indo a loucura e sua situação só piorava a cada movimento novo que o outro fazia, como se não bastasse ser pervertido o bastante para assistir aquele espetáculo, seu pau estava tão duro quanto uma pedra. Céus, o que Kakyoin pensaria de si se percebesse sua presença, certamente o odiaria, podia até desistir dessa jornada, era arriscado demais o que o moreno estava fazendo. Mas que droga, Jojo só queria trazer algumas cerejas e fazer uma pequena surpresa — que de pequena não tem nada — agora estava prestes a entrar em colapso assistindo a tudo aquilo sem poder tocar o próprio pau e correndo o risco de perder um amigo. Oh, parabéns, Kujo Jotaro. A cada novo gemido do ruivo, o moreno fazia uma careta tentando conter-se sentado naquela cadeira para que não anunciasse sua presença com um beijo, daquele que estava louco para dar no outro desde que ele se juntará ao grupo. Fechou os olhos escondendo seu rosto com as duas palmas, certo, não iria mais espiar o Noriaki — pelo menos não mais do que já tinha feito —. Restavam apenas os gemidos do homem deitado a cama, disso era impossível escapar, até porque precisava estar atento a qualquer barulho estranho que não tivesse vindo do outro e talvez estivesse gostando do que ouvia.

Kujo estava cansado de se sentir um pervertido, quer dizer, ele estava parecendo um Polnareff do mundo gay, decidiu que avisaria ao Noriaki mesmo que isso pudesse estragar a amizade que os dois fizeram no Japão. Levantou ainda em silêncio, mas ficou estatístico novamente ao ver o outro se arquear novamente, parecia estar prestes a gozar.

— Hmmm... Jojo... Jotaro... — Gemeu Noriaki. Chamando pelo nome daquele que fora capaz de rondar sua mente por todos esses dias, fazendo com que ele sentisse cada vez mais tesão.

Noriaki sentia-se cada vez mais perto de seu ápice, não aguentando ao gemer o nome do amigo cujo estava apaixonado e era a inspiração para tamanha perversão, ele quase que diariamente pegava-se pensando no moreno e era a primeira vez que tivera oportunidade de bater uma pensando no próprio. E ainda que parecesse ser impossível, imaginava que um dia poderia sentir os toques do outro. Jotaro por outro lado estava envergonhado, ainda não acreditava que seu nome acabará de ser gemido por alguém em estado de puro tesão, queria até acreditar estar ouvindo coisas, mas era claro. Noriaki, gemeu seu nome e isso o "animou", pelo menos o bastante para que num impulso o chamasse.

— Nori... — Jotaro chamou calmo.

— Ah! puta merda. — Gritou Noriaki levando a mão ao seu coração que batia acelerado devido ao susto e interrompendo o seu trabalho que estava quase finalizado. — Quem tá ai?.

— Sou eu, Jotaro. — Respondeu envergonhado.

— Ah... oi. Quanto tempo faz que você está aí, eu não ouvi a porta abrir. — Kakyoin disse corando visivelmente envergonhado.

— Tempo o suficiente. — Riu fraco vendo a feição do outro parcialmente coberta, passar de envergonhada para furiosa.

— Mas que caralhos você tava fazendo aí, Jotaro?. — Esbravejou o ruivo, queria poder ser um avestruz e enfiar a cabeça num buraco, torceu internamente para que o Kujo não tivesse ouvido gemer o seu nome.

— Sei lá, vim te ver. Surpresa!. — Respondeu com uma falsa animação, queria fugir daquele assunto de alguma forma e pela primeira vez ficou feliz por Kakyoin não estar enxergando, assim não poderia ver o seu pau duro.

Ficaram em silêncio por alguns minutos, ouviam apenas o som da respiração descompassada do jovem hospitalizado.

— Kak... — Chamou o moreno, manso.

— O que é, Jotaro?. — A irritação do outro mais parecia uma vergonha, ele tinha certeza que o outro ouvirá mais do que deveria e que a amizade dos dois não existiria mais apartir daquele dia.

— Então, é em mim que você pensa quando se toca?. — Jotaro pareceu mandar toda a vergonha que sentia para bem longe e seguir apenas com a cara e a coragem para perguntar aquilo a Kakyoin, era óbvio que sim, afinal era o que ele tinha acabado de ver.

— Jojo, eu posso explicar... — O ruivo falou tentando levantar e abrir os olhos, logo sentindo a mesma ardência de antes voltando a se deitar resmungando de dor. — Que droga, aquele bastardo!.

— Acalme-se, não precisa se explicar e nem ficar envergonhado. — Kujo falou aproximando-se do corpo do outro, acariciando suas mechas avermelhadas.

— Jojo, eu...

— Shhh... — Fez o pedido de silêncio próximo ao lóbulo do outro que se arrepiou ao sentir a respiração do moreno contra sua pele. — Apenas deixe-me te ajudar com isso.

Sem pensar muito, Jotaro agarrou a nuca do menor, os aprofundando num beijo cheio de malícia, lambeu os lábios rosado do ruivo em busca de passagem que logo foi concedida e correspondida na mesma intensidade. As línguas de ambos dançavam em busca de espaço na mais perfeita sincronia, as borboletas no estômago atingiram em cheio ao Noriaki que sentia como se acabasse de realizar um desejo feito á alguma fada madrinha, parecia que os deuses tinham lido seu pensamento. Poucos minutos atrás estava desejando sentir o toque do amigo e agora o mesmo estava em cima de si prestes a devorá-lo. Ainda pensava como e por qual motivo ele estava ali o observando, mas era o tipo de pergunta que talvez estragasse o clima, podendo a deixar para depois, acompanhada de um belo sermão. Como Noriaki queria poder enxergar essa cena, a mistura de emoções fora tanta que ele se quer pensava na possibilidade de estar cego, tendo como primeiro pensamento ao acordar se masturbar e não chamar um médico para saber seu estado. Era difícil ainda para ele assimilar as coisas, seu corpo parecia ter entrado em modo automático, ele nem pensava antes de fazer as coisas seu corpo parecia apenas corresponder aos estímulos de Jotaro, desde os arranhões no pescoço até o beijo maravilhosamente sincronizado de ambos.

Jotaro estava maravilhado, realmente estava beijando o homem qual era dono de seu coração? Sim, estava. O menor acabará de ultrapassar todas as suas expectativas, tudo acabou saindo pelo menos mil vezes melhor como ele imaginou, o beijo, o toque, era tudo tão magnífico que ele se questionou se era possível uma pessoa com tamanha perfeição ser real. Agora o Jojo podia afirmar, Noriaki era incrível em todos os aspectos. Num ato ignorante, Kujo finalmente separou os lábios subindo por completo na cama do hospital e ficando por cima do corpo do ruivo certificando-se de não colocar muito peso em cima do jovem que ainda estava em recuperação. Correu os dedos pelo peitoral coberto pelo tecido da blusa levantando a mesma deixando os mamilos rosados expostos. Sem pestanejar lambeu um dos mamilos, enquanto acariciava o outro. Kakyoin gemia eufórico com todo aquele toque repentino, mas uma preocupação rondava sua mente.

— Er... Jojo... e se p-pegarem a g-gente?. — Falou entre gemidos.

— E se não pegarem?. — Rebateu, sorrindo malicioso. Noriaki queria poder enxergar, sabia que o outro devia manter um sorriso cretino no rosto. Sorriu como resposta a ousadia do maior.

Jotaro desceu seus lábios fazendo uma trilha de beijo por todo o abdômen do outro, quanto mais ele descia, mais arrepios o Kakyoin sentia. Quando a boca aproximou-se da bainha da calça o moreno mordeu o tecido o puxando com a boca e o abaixando com auxílio de uma das mãos. Para sua sorte o Noriaki não estava vestindo roupas íntimas logo lhe dando o prazer de poder analisar sua ereção com tamanha proximidade, o ruivo pareceu inquieto, sendo assim o Kujo sem muita enrolação agarrou a base do membro alheio abocanhando logo em seguida. Com a língua fazia movimentos circulares em volta da glande rosada e vez ou outra descia a boca no membro alheio até o limite de sua garganta, Kakyoin jogava a cabeça para trás e mordia os lábios segurando seus gemidos para não chamarem atenção, sentir seu pau na boca quente e úmida do amigo era sensacional, queria poder gritar para que o hospital inteiro soubesse o quanto o boquete de Jotaro era maravilhoso. Este que mesmo nervoso não tirava a atenção do pau do ruivo por nem um segundo se quer, ele não era nenhum expert da mamada, mas tentava ao máximo repetir o que algumas garotas já fizeram em si. E pelo visto estava funcionando.

O Kujo usando de sua própria saliva e pré-gozo que sairá da figura diante de si, melecou seus dedos circulando a entrada alheia com seu dedo indicador.

— Posso?. — Sussurrou antes de inserir o dedo vendo o outro assentir.

Enfiou um, movendo devagar e logo em seguida o outro.

Brincou com a entrada pulsante de Kakyoin o fazendo delirar, movia os dedos num entra e sai frenético e as vezes os abria como uma tesoura. Massageava sua próstata só para ter o prazer de vê-lo se arquear e segurar o gemido que ele tanto queria dar. Noriaki novamente sentia-se próximo de gozar, ainda mais recebendo uma atenção especial tanto em seu pau quanto em sua bunda, seus dedos entrelaçados aos cabelos negros de Jotaro ditavam o ritmo em que ele queria ser chupado, e com uma última investida contra a garganta do moreno ele de desfez por completo dentro da boca do outro, esquecendo-se de avisar que estava próximo. O Jojo engoliu toda a sua porra sem reclamar da falta de aviso.

— Droga, eu poderia te foder aqui mesmo se ao menos tivesse um lubrificante. — Kujo resmungou, levantando-se novamente e arrumando as vestes de Kakyoin.

— Deixe-me saber o quão duro você está. — O ruivo sorriu ladino, sua fome de Jotaro era insaciável.

Jotaro se aproximou do rosto de Noriaki abrindo o seu cinto colorido e o zíper de sua calça. Colocou sua ereção para fora do tecido da cueca aliviado por finalmente se livrar do aperto que as roupas causavam. Segurou a mão de Kakyoin a guiando até a base de seu pau, o ruivo logo começou com os movimentos de vai e vem aproximando o rosto daquele caralho imenso e roçando os lábios por toda glande. O maior gemeu com sua voz grossa, causando arrepios ao amigo, era impressionante como esse homem conseguia ser extremamente gostoso até quando não se podia enxergá-lo. Jojo investiu contra os lábios do menor que entendeu o recado abocanhando tudo que podia e dando início aos movimentos, lambia tudo, da base até a glande, chupava as bolas de Kujo fazendo-o arfar. Não demorou muito para que ele também se desfizesse dentro da boca daquele que estava apaixonado, sobrando no quarto apenas as respirações pesadas de dois homens dominados pelo puro tesão.

— Ei, Kak. — Kujo chamou ao ajeitar suas. roupas, sentando-se ao lado do ruivo e abaixando sua cabeça até a mesma estar apoiada no abdômen do ruivo que passou a acariciar os cabelos do moreno.

— Sim, Jojo?.

— O que nós somos agora?. — Obteve apenas silêncio como resposta, Kakyoin parecia pensar.

— Eu realmente não faço idéia, o que você acha?.

— Eu gosto de você, muito. — Noriaki sorriu anasalado com a informação, tinha certeza que estava corado. Jotaro estava tão fofo.

— Eu acho muito cedo para decidirmos algo, mas eu também gosto de você, Jojo. — O ruivo sentiu seu coração apertar, estava se confessando sem nenhum pudor. Tudo bem que os acontecimentos de minutos atrás diziam muita coisa sobre eles, mas o ato de dizer em voz alta que, sim, era perdidamente apaixonado por aquele garoto pesava muito mais. — Quer tentar uma aproximação melhor?.

— Oh, com certeza. — Jojo puxou a mão que repousava em seu cabelo, depositando um beijo no torso da mesma.

— Agora me responde uma coisa, senhor Kujo. — Kakyoin pareceu pensante, Jotaro o encarou. — O que diabos você estava fazendo aqui?.

— Eu vim trazer algumas flores, e cerejas para você. Não esperava que fosse se masturbar, imagina pensando em mim. — Sorriu ignorante provocando ao menor.

— Seu pervertido!. — Noriaki cruzou os braços numa falsa irritação.

— E o que o senhor certinho estava pensando?.

— Em todas as vezes que você trocou de roupa em minha frente.

— E eu sou o pervertido?.

— Eu não estava te espiando, você se trocou na minha frente por livre e espontânea vontade, ok? Eu apenas tirei proveito disso. — Jotaro deu-se por vencido, permanecendo em silêncio. — Espero que eu possa voltar a vê-lo de novo.

— Oh, quanto a isso, você é um verdadeiro sortudo e não corre mais o risco de ficar sem visão. A fundação Speedwagon está a caminho para curá-lo o mais rápido possível. — Noriaki sorriu de ponta a ponta. — Prometi estar aqui até que eles venham, para que você não corra risco de ser atacado por algum inimigo.

— Oh, você é mesmo um fofo.


[...]


— Ei Jotaro, como foi com o Kakyoin? — Polnareff perguntou curioso.

— Ele está bem, logo poderá se juntar a nós. — Jotaro respondeu indiferente, não queria dar nenhuma brecha que fizesse com que eles desconfiassem.

— Encontrou com alguma tigresa no caminho?. — Foi a vez do velho Joseph perguntar apontando para o pescoço do jovem marcado por arranhões. Apenas abaixou seu boné escondendo o rosto.

Yare yare daze, talvez eu tenha encontrado.


Notas Finais


EU NAO SIRVO PRA ESCREVER PUTARIA OK.
Eu gosto é de falar de morte, mas tá ai, deixando claro que na minha cabeça tava muito mais interessante.
Aí na hora de escrever eu fico igual uma retardada "ala meteu o dedo no cuzinho dele sksksks" e não sai disso. Mas tá ai meu casalzao, Kakyoin finalmente vivo (por enquanto) e é isso espero que gostem.
(Detalhe: não revisei, se tiver algum erro culpem o meu corretor que não me avisou)


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