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História Surpreendente, o amor! - Capítulo 1


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Notas do Autor


Oii, eu tive que reescrever a história.

Capítulo 1 - O começo...


Fanfic / Fanfiction Surpreendente, o amor! - Capítulo 1 - O começo...

Por volta dos meus 16 anos, eu me descobri gay. Como eu me descobri gay? Bom, eu comecei a gostar de um colega de classe que havia chegou a pouco tempo na escola onde estudava.

Ele era simplesmente lindo, mas não foi assim tão simples aceitar que eu tinha um penhasco por ele. Por que você tem certeza que é uma coisa e de repente a vida mostra que você está errado.

Tudo começou em uma amizade, ele nunca tocou no assunto sobre sua sexualidade o que me fez crer que ele era hetero, pois na idade dele acredito que não tinha muito ideia sobre suas preferências sexuais. Comecei a me aproximar dele mas nesse tempo não era nada sobre eu ter o penhasco por ele, jungkook era um pouco isolado, daqueles que tinham vontade de se em turmar de conhecer coisas novas mas só não o fazia por medo, medo de rejeição.

- olá, me chamo Park jimin- estendo a mão para ele- posso me sentar ao seu lado?- ele retribui o meu jeito.

- olá - me olha meio tímido- claro, pode sentar. - Ele da um sorriso que não me passou despercebido a semelhança entre um coelho, que fofo.

Me sento ao seu lado, ele parecia inquieto. Ele pega algo em sua mochila que jugo ser um caderno de desenho.

- você está bem? -o olho - sabe, se eu estiver sendo muito invasivo e preferir ficar sozinho posso mudar de lugar. - me preparo para levantar.

- Não, não precisa - Ele disse segurando meu braço. - eu, eu só não esperava que alguém fosse querer conversar comigo. - sorri coçando a nuca.

- e porque? Você me parece muito legal - volto a me sentar.

- Bom, e que me dizem que sou meio estranho e diferente - abaixa o olhar.

- que bom- ele me olha com os olhinhos arregalados.

- E porquê " que bom"?

- porque o diferente e bom. Só imagia se todos fossem iguais não teria graça e o estranho, bom, eu também sou estranho então que sejamos estranhos juntos pode ser? Eu gostaria de conhecer esse seu jeito "estranho" - fez aspas com o dedinhos pequenos e fofos, assim que ele fala isso eu sinto, estranhamente, um rebuliço quente no estômago o que me arrancou um sorriso.

- eu também gostaria de conhecer seu jeito estranho. -sorrimos juntos - quantos anos você tem? - pergunta folheando o caderno.

- Tenho 13, eu havia me esquecido de perguntar qual seu nome? - observo seus desenhos.

- jeon jungkook, muito prazer, hyung. - para de folhear o caderno é me olha dando um sorrisinho logo em seguida.

- hum, espera você é mais novo? - arregalo os olhos, aí você me perguntam o por quê da surpresa? Bom, ele é mais alto do que eu e aparenta ser mais velho.

- Sim, tenho 12 anos - Ele ri da minha expressão que se suavisou assim que o observei enquanto ria.

Voltou a olhar para o seu caderno enquanto eu olhava envolta para ver se meus amigos haviam chego, me pergunto se esses bois não tem despertador em casa ou se eles ficam vagabundando por aí. Voltei minha atenção para o caderno do menino ao meu lado.

- Uau, você assiste kimetsu no yaiba? - pergunto empolgado, batendo palminhas. O que parecer ter sido o motivo de seu sorriso.

- hyung, você é muito fofo - Ele abaixa o olhar sorrindo tímido - e sim é meu anime preferido.

- Nossa que legal, eu tenho os primeiros mangás.

- eu tenho quase todos, depois te empresto se quiser - nós sorrimos.

Assim começou nossa amizade e lembrar disse me faz chorar. Meus amigos também adoraram ele. Jin disse que era sua nova cria só que ele não era omma, eu amo seokjin. Jungkook sempre foi mais retraído em relação aos outros e eu ficava meio preocupado pois enquanto conversamos ele ficava desenhando ou só nos observando mesmo. Mas quando éramos apenas eu e ele, ele era mais solto mas extrovertido e até fazia palhaçadas, conversamos sobre animes e tals, em umas de nossas conversas ele me disse amava fanfic yaoi e eu fiquei um pouco surpreso. 

       『... 』 

Se passaram anos e estávamos no último ano do ensino fundamental, foi quando me descobri gay, foi quando descobri que minha confusão interna era causada por jeon jungkook. Ele já havia me dito que não tinha certeza de sua sexualidade pois ele tinha atração por uns meninos aí. Então foi aí que pensei que tinha chances com ele e Eu não estava errado.

Hoje jungkook vem em minha casa para jogarmos video game. Assim que ele chegou ele comprimenta meus pais que já o amavam como se ele fosse da família, por que sempre que ele podia estava aqui me fazendo companhia enquanto meus pais trabalhavam sempre e quando os mesmos não trabalhavam também, eu amava a companhia do kook.

Assim que subimos começamos a jogar. Passamos quase a tarde toda jogando. Coloquei um jogo solo para que somente o kook ficasse ali é fui ver algo no celular que não parava de apitar. Era o tae me ensentivando a fazer o que eu havia planejado, o que me fez ficar um pouco irritado porque eu não gosto de pressão, mas ok ele está certo.

- jimin, com quem está conversando e porque está tenso? - Ele pausa o jogo e me encara daquele jeito que as pessoas te olham quando quer descobrir até o seu último segredo até o íntimo da sua alma.

- Com o tae, ele está, está me enchendo com umas coisas aí - jungkook me olha com cara de desconfiado. - jungkook posso fazer uma coisa? Mas olha promete que não vai mudar comigo? -junto minhas mãos e fazendo um bico.

- Jimin não prometo nada sem antes saber o que é - ri nasalado

- Certo, então fecha os olhos e ham, não fica bravo, ok? - digo choramingando.

- Tá bom - Ele fecha os olhos.

Nesse momento eu me aproximo dele, como ele estava sentado no tapete a frete da televisão virado para a cama onde eu me encontrava, me abaixo respiro fundo e sinto ele ficar tenso por sentir nossas respirações unidas.

- Hyung, não seja mau comigo, por favor - ele faz bico e eu coloco meu dedo em sua boca sussurrando um "shii" o que parece ter o assustado.

Me aproximo mais e meio heseoso raspo mais lábios no seu, o kook não havia se afastado mas ele ficou inquieto e ansioso. Foi aí que juntei de uma fez nossos lábios. Jungkook já me contou que teve seu primeiro beijo com uma menina. E eu já tinha tido um primeiro beijo com yoongi que sempre deixamos claro que era apenas curiosidade e nada demais.

Foi apenas um selar longo não aprofundei por heseio, aos poucos me afastei e percebi que o kook estava estático, mas havia retribuído o beijo. Depois de um bom tempo o observando de olhos fechados e estático, ele sorri e profere a frasse que faz meu coração acelerar.

- jiminie, pode repetir o fez? - não aguentei e sorri, sorri muito é o beijei. Nós passamos a tarde assim nos beijando e roubando selinhos um do outro. Quando já era o finalzinho da tarde nós encontrávamos deitados olhando para o teto.

- hyung, preciso ir já está ficando tarde - encarei e ele parecia desanimado.

- aah, kook, fica mais por favor - Fiz biquinho mas parece não ter dado certo pois ele ficou tenso só em pensar ficar nas um pouco.

-Nã-não posso hyung, gostei muito da nossa tarde- ele me olha triste - nos vemos na segunda - Ele levanta e vem até o meu lado da cama e me dá um selinho na boca e um na Buchecha.

- Tá, tchau então - me sento na cama cruzo os braços empurrado.

- Ah nenis, não faz assim - me abraça- jiminie ? - resmungo um " hum" - É cedo para dizer que te amo ? - arregalo os olhos.

- Não, claro que não, pois eu também te amo kook.

Ele sorri é da um beijo no canto da minha boca. Fiz um bico assim que o vejo virando a esquina e sumindo.

(...)

Depois daquele dia em que demos os primeiros beijos. Na segunda na escola o kook chegou um pouco cansado e parecia triste e distante, ele parecia não querer muito papo e também não me queria perto, eu fiquei arrasado, eu tentei conversar com ele e nada, me afastava é me evitava.

Hoje já é sexta-feira, eu já não aguentava mais, foi quando bateu o sinal eu sinto uma coisa estranha no peito como chama, eu comecei a tremer e fiquei com raiva vieram pensamentos horríveis de que eu sou o culpado. Quando estava andando com pesadas longas eu já sentia lágrimas escorendo pelo meu rosto, e minha respiração se elevar e ficar pesada.

Eu o enxerguei na saída, como eu fui um dos últimos da minha sala a sair, parece que ele fez o mesmo, eu o vi de costa para mim, estava cabisbaixo e não andava apressado. Eu me aproximei e segurei seu pulso dizendo:

- Por quê está fazendo isso?- ele continua de costas- por quê está me machucando dessa forma? O que eu fiz kook?- ele me olha, e aparentemente estava mal, aperta os olhos por alguns segundos, parecendo se arrepender de algo - O que está acontecendo? - perguntei sussurrando, quase que em um fio de voz.

- Eu, eu... jimin me desculpa, okey? - Ele soltou minha mão, é sério isso? Ele só vai me dizer isso? - fiz cara de indignação- Eu não queria te deixar assim, só não queria te machucar.

- O QUE? E sério isso, jungkook? Você, você... quer saber cansei, adeus jungkook. Se você faz questão de me afastar enquanto estou tentando entender o que acontecendo, então vai ser isso, você conseguiu me afastar é de quebra consegui acabar comigo. - passei em seu lado e sai andando, virando as costas para o mesmo.

Do lado esquerdo do corredor era aberto e tinha apenas pileres, o que, possibilitava a visão tanto de dentro quanto do Jardim da entrada da escola. O que me possibilitou de o ver abaixando a cabeça assim que me encarou pude o ver chorando, e eu continuei seguindo meu caminho, mesmo com vontade de correr até ele e o abraçar e dizer que mesmo que as coisas estivessem ruim eu estaria aqui com ele, mas sabe quando você sente que a pessoa que voce ama não confia em voce para dizer o que está a incomodando- talvez ele não se sinta bem para o fazer-- ou então apenas não dizer nada somente pedir apoio sem se explicar.

Eu decidi que esperaria ele tomar alguma atitude, porque sabe eu o amo e tipo só preciso que ele venha até mim e diga que precisa de ajuda, se ele não o faz eu não posso o forçar a dizer. Então não posso fazer nada -pelo menos é o que eu penso.

Cheguei em casa exausto, ainda bem que meus pais não estão. Subi para o quarto só tirei minha roupa coloquei moletom e me joguei na cama. E ali eu desabei, eu liberei toda a carga mental toda tristeza que estava sentindo por não saber o que fazer.

Eu só queria dormir como não conseguiria, levantei e fui até o quarto da minha mãe. Uma vez ouvi meu pai falando que estava com problemas para dormir e que o médico o receitou um remédio e poderia ser causado por sua ansiedade e tals. Fui até o banheiro e peguei o remédio na caixinha onde se localizava.

Voltei para o quarto peguei água e a tomei junto com 2 comprimidos- se um me faria dormir bem, dois me faria dormir mais ainda e só o que queria dormir e só acordar quando tudo acaba-se- deixei o frasco em cima do móvel ao lado da cama. E aconteceu eu finalmente desliguei.

Acordei com meu pai e minha mãe me chamando, pareciam preocupados eu aos poucos fui tomando a consciência a minha volta e me recordando dos meus últimos instantes antes de apagar.

- jimin, filho você está bem? - ouvi a voz da minha mãe que estava sentada sou meu lado direito. Apenas confirmei com a cabeça não esboçando nenhuma emoção, apenas neutro.

- Aí que susto nos deu, jimin - proferiu meu pai - você está tendo problemas para dormir? Ficamos preocupados com você quantos comprimidos ingeriu?

- Dois - respondi apenas isso.

- jimin, quando quiser tomar desses remédios precisa nos falar, okey? Você não pode tomar muito pode fazer mal. - minha mãe que antes havia desviado atenção para o frasco de comprimido para o meu pai, agora me olhava. - Príncipe, você está com problemas para dormir ou algo está te incomodando?

- Eu não estou bem, mãe - eu me sento é ela abre os braços para a abraçar, e deito minha cabeça em seu ombro. Sinto lágrimas escorendo por minha bochecha e molhar sua camiseta cinza.

- O que houve, bebê ? - ela começa a acariciar o meu cabelo.

- O jungkook ele está estranho esses dias. - me limitei a dizer pois aínda estava arrumando coragem para pedir ajuda.

- A meu anjo, não fica assim olha talvez ele só precisasse de um tempo talvez ele estivesse passando algo ruim em casa ou na escola ele pode só está querendo privar você e se ele realmente estiver sofrendo acho que o que ele mais precisa do seu apoio, não acha? - Ela me puxa para encarar meu rosto. E acho ela tem razão mas sabe eu não aguento tentar ir atrás dele e ele ficar me afastando isso para mim é horrível eu sinto um dos estranha no coração.

- Mãe, acho que tem razão mas doi, foi você tentar entender o que está acontecendo, tentar se aproximar da pessoa para dar apoio e ele começar a te afastar, isso é tão ruim. - enquanto falava abaixo o olhar, mas assim que termino a olho esperando uma resposta.

- Olha jimin, porque você não dá um tempo para ele, para ele espairecer. Bom, eu seu pai viemos aqui para dizer que vamos ter que viajar para Haeundae Beach¹, nós combinamos de fazer uma viagem de famílias.

- Ah mãe, não quero ir não, quero só ficar aqui no meu quarto o final de semana inteiro posso?? - faço bico com carinha triste tentando a convencer. Eu realmente não estou bem para lazer, agora só quero ficar viajando, pensando o que devo fazer. - aliás, qual a outra família irá nos acompanhar?

- Você vai sim pode levantar e arrumar suas coisas - cruza os braços e cera os olhos - quem vai é a família do Minho, você gosta dele, não é? - se levante e vai até o lado do meu pai. - lembro da última vez que fizemos uma viagem com ele e a família, vocês fizeram aquela bagunça de lençóis lá, foi muito engraçado a cara de vocês quando tiveram que arrumar tudo. - ela dá uma risadinha.

- A sim eu gosto muito dele e não era "bagunça de lençóis" - Diz aspas com os dedos - Era um forte o melhor já vi na vida eu e Minho deveríamos fazer faculdade de arquitetura - solto uma risada por lembrar é pela minha ideia genial.

- tá bom, eu e seu pai estamos indo arrumar nossas coisas, se precisar de algo me fala, ok? - assinto para sua pergunta.

Depois disso eu fui arrumar minhas coisas é te tá do desviar meu pensamentos. Após tudo pronto fico em dívida serando uma mensagem para o jungkook ou não - talvez estarão pensando que eu sou idiota por ainda estar correndo atrás dele mas eu sinto que não é algo que ele quer e também eu o amo você ama uma pessoa vai me entender ou talvez não, fica ao seu critério- dou de ombros com o meu pensamento.

Eu e meus pais saímos de casa apis jantamos. Decidiram que seria melhor irmos após as 22:00 para desfrutar de mais tempo na praia.

Assim que cheguei como não vi ninguém subi direto para o meu quarto, que no caso reais o que dividiria com o Minho, e arrumei minhas coisas. Essa casa tinha três quartos sala de estar, cozinha e sala de jantar além do Jardim e a area de lazer que continha piscina, hidro e área para churrasco é essas paradas aí.

Fui tomar um banho, colocar uma roupa de dormir e depois fui me deitar e engajar em um sono profundo.

No dia seguinte, assim que acordo é me direciono a sala de jantar, Minho e sua família já se encontrava preste a tomar o café pareciam apenas a me esperar. Conversamos sobre várias coisas, tia lee me perguntou como vão as paqueras na escola eu a respondi dizendo que só tinha paquera no "Amor doce", omiti alguns fatos realistas sobre tal assunto. Assim que nos retiramos da mesa, Minho me puxa para irmos dar uma volta na praia já que a casa era "praticamente" de frente a praia o que ocasionada em não ter ninguém andando por ali.

- E aí, como vai a vida pequeno panda? - me chama pelo apelido que me deu quando éramos crianças. Nossos pais sempre foram amigos então de tempo em tempo planejavam esses tipos de viagem em uma dessas eu e Minho combinamos de fazer festa do pijama e compramos até pijamas em forma de animais e minha foi de panda, nós sempre enventavamos coisas novas quando viajavamos, era simplesmente muito divertido.

- Tá ruim numa parte mas é a vida né grande raposa? - me sento na areia observando o mar e ele repete meu ato.

- Nossa que tenso, eu acho. Você quer conversa sobre?

- Se eu falar sobre vou chorar novamente.

- Jimin, escuta você não precisa me contar mas sabe - antes observando o mar agora se vira para mim fazendo eu repetir o ato e segurou na minha mão. - É bom você dizer o que está sentindo, o que está te machucando não é bom guardar as coisas para si próprio e continuar tirando conclusões erradas.

- Você... você está certo. - olho para baixo brincando com a areia - Hum, eu meio que me apaixonei pelo jungkook e... - me interrompe.

- Já vi tudo, você se declarou e ele deixou claro que é só amizade - me olha incrédulo e eu até fiquei com vontade de rir de sua conclusão se não fosse o momento.

- NÃO! Claro que não. Na verdade quem dera tivesse sido isso. - ele me olha confuso. - Que dizer é ruim ser rejeitado óbvio, mas ele correspondeu quando o beijei e - novamente me interrompe.

- e o que tem de errado, meu Deus meu bebê está crescendo. -saca uma falsa lágrima.

- Só me escuta e cala boca, imbecil. - fez bico com o apelido " carinhoso" - voltando ao ponto inicial, eu me declarei e ele também só que na segunda-feira ele ao menos olhou na minha cara e tipo não foi só na segunda, foi terça, quarta e resto da semana até ontem eu... Eu o encurralei e falei que ele estava me fazendo mal em si afastar e que eu queria entender o que estava acontecendo, ele disse somente; Sinto muito. Eu me irritei sai é virei as costa para ele.

- jimin, acho talvez ter virado as costa para tenha sido o pior erro. Talvez ele só quisesse estar com você e desabafando, acho que ele só precisava se sua ajuda, não acha?

- Sabe eu me sinto mal em lembrar que o virei as costas e que naquele momento eu deveria estar insistindo mais em saber se ele precisava de ajuda, parando para pensar eu fiz mal. Mas eu me sinto muito mal quando se afastou depois de dizer que me ama. - senti as lágrimas se acumularam.

- Talvez ele só estivesse confuso por descobri que gosta de menino é que gosta do melhor amigo ou até mesmo com medo dos pais.

- Por quê ele teria medo dos pais? - o olho com confusão.

- Jimin nem todos os pais são igual aos seus, nem todos os pais reagem bem ao saber que o filho é Gay. Se esse realmente é o problema o que pensa em fazer?- volta a olhar para o mar e depois para a porta de vidro da varanda. - Porque, para mim, se esse foi o problema, ele ter te evitado foi para pensar e não te machucar com palavras. Algumas coisas mexem com o nosso psicológico e faz com que reagimos da maneira que não deveríamos.

- Sim, você tem razão talvez eu devesse mandar mensagem ou algo do tipo. - me preparo para levantar, mas Minho segura meu braço me puxando para me sentar novamente. - o que?

- Não, não mande nada ainda. Aproveite essa viagem para pensar e espairecer, tente por um momento esquecer o que está te assolando, tudo bem?

- Eu vou tentar - sorri ao perceber que me fez bem conversar com ele. - Vamos.

Esse fim de semana foi um dos melhores e inventamos novamente uma brincadeira, festa do pijama, contamos histórias de terror, pintamos o cabelo e essas paradas. Até que eu consegui esquecer por um momento os problemas de fora é aproveitei bem ao lado de Minho sério ele é incrível, fez de tudo para que eu ficasse bem apesar de não estar demonstrei que sim, estava bem. Nós tiramos várias fotos até- por muita insistência de Minho- Mas foi realmente incrível.

Já na segunda-feira após o café da manhã saímos da casa de praia. Agora nesse momento estou chegando em casa, depois de uma longa despedida do meu amigo e vários tipos de drama vindo de nossa parte e muitas rodas de nossos pais por nosso exagero que no fim funcionou para nossos pais marcaram a próxima viagem para daqui um mês e claro ficamos muito felizes e ansiosos. Assim que cheguei ajudei meus pais a aguardarem as coisas e os avisei que não iria jantar por estar cansado, eu fui direto tomar um banho colocar uma roupa pa confortável e dormir.

Assim que acordei senti alguém me abraçando e eu sabia perfeitamente quem era. Eu estava com tanta saudade desse abraço que -antes sem retribuir por estar domin- retribui o abraço e ele olhou para o meu resto com uma expressão de confusão pelo meu ato repentino. Conhecendo o jungkook como conheço, ele provavelmente pensou que eu estava o odiando e que não o deixaria se aproximar de mim.

- Achei que não iria deixar me aproximar é me mandaria embora. - ele volta a colocar seu rosto em meu peito coberto pela camiseta branca e aperta o abraço entrelaçando suas mãos ao meu redor.

Eu até faria isso, mas pensar que ele pode estar passando por algo ruim sozinho me deixa triste por isso tenho que mostrar que sempre estarei aqui para ele, únicamente para ele, porque o amor é isso, né? Estar ali incondicionalmente, independentemente de qualquer situação.

- kook, eu não sei o que está acontecendo e você não precisa me contar. - faço carinho em seu cabelo vejo ele fechar os olhos. - Só quero que você não me afaste quando precisar de ajuda, eu sempre estarei aqui para você, entendeu meu anjo? - não sei se foi impressão minha mas ele sorriu tanto pelo o que disse e pelo o apelido.

- Obrigado jiminie, obrigado por estar do meu lado. Esses dias sem você foram horríveis eu só não queria machucar você com palavras eu quando não estou bem saio dizendo coisas desagradáveis para quem nem merece, não queria fazer isso com você e te afastar com palavras, sinto muito mochi se fiz errado. - ele diz a última frase com a voz embargada pelo choro.

Eu não tinha reparado mas ele estava com o rostinho vermelho e com a aparência cansada. Eu nunca comentei mas kook algumas vezes me contou que não consegue dormi quando algo o atormenta.

- Tudo bem, meu amor. Você parece cansado você pode dormir aqui hoje eu peso para os meus pais ligarem para o seus avisando que vai dormir aqui, se você quiser claro. - nos sentamos pois eu ia na sala para avisar meus pais que o kook dormiria é precisaria qu eles ligassem para os pais do kook.

- Não precisa incomodar seus pais, eu posso avisar minha mãe. Mas Minie tudo bem mesmo eu dormir aqui, sabe eu não quero incomodar. - ele olha para o cobertor e esfrega a nuca.

- tudo bem kook, eu passei uma semana inteira sem você uma noite dormindo aqui não nem o suficiente para sentir que realmente está comigo. - sorri tímido pelo o que disse, ele me olha e ri com aquela cara de filho de uma boa senhora jeon.

- É mesmo mochi - debocha de mim - tá bom, vou avisar meus pais. - pega o celular é começa a digitar.

- Hum, jungkook, eu posso... posso saber porque decidiu vir até aqui? - perguntei meio incerto.

Eu realmente não sei o que exatamente me fez vir até aqui, porque tem tantas coisas que me trouxeram até o jimin que não sei o que realmente devo responder. Eu me senti tão mal essa semana por algumas mas nada me machucou mais do que afastar o jimin, nada me machucou mais do que ouvi aquelas coisas dele e ver o que eu causei ver o estado de crise dele me deixou muito preocupado, jimin nunca apresentou ter crises de ansiedade. E eu só respondi: sinto muito; como se isso fosse o acalmar como se isso fosse apagar todas as minhas atitudes. Então percebendo que estava demorando para responder sua pergunta o respondi:

- Eu, eu estava preocupado com você por não ter ido a escola hoje, achei que estivesse mal ou algo do tipo e estava me sentindo mal por estar longe de você, acho que nada pode doer tanto até eu dicidir te afastar, ficar longe de você foi muito ruim, jimin. Me senti tão mal que nem consegui dormir por esses dias e eu sintia como se estivesse tudo vazio eu fazia as coisas de forma automática. - começa a descer lágrimas por seu rosto passei meu polegar por sua bochecha. Mas eu não estava diferente, escutar ele falando o que sentiu me apertou o coração eu não consigo lidar se não for como uma criança; que só sabe chorar sem dizer nada. - Seus pais me explicaram que vocês tinham ido fazer uma viagem com a família Lee. - tenta mudar de assunto assim que percebe que não disse nada por um tempo.

Após algum tempo em transe olhando para o chão o encaro.

- Sim. Você vai precisar de tomar banho eu posso te emprestar alguma roupa, se quiser. Aliás que hora são?

- São exatamente quatro e trinta e quatro da tarde, jimin. - o olho surpreso por ter conseguido dormir tanto, sem precisar de calmante.

- Caramba, eu dormi bastante até.

- Aliás como vai me emprestar roupa se as suas não servem por você ser um anãozinho. - semicerrei os olhos quando escuto o apelido carinhoso de sua parte, eu tenho vontade de voar em pescoço agora e não é nem da forma que eu queria. Esse filha de uma mãe!

- Eu vou te espancar se me chamar assim novamente, seu pirralho abusado. - Virei as costa para ele com raiva. Exagero talvez, mas também não estou nem aí, caguei também nessa merda! - E respondendo sua pergunta o Minho me deixou algumas roupas largas antes de irmos embora.

- Hum, até roupa ele está te dando agora. Que intimidade em Park jimin. Nós nunca tivemos esse tipo de intimidade, que coisa né? - faz bico franzino as sobrancelhas e cruzando os braços. E eu? Bom, eu estava rindo porque o ver com ciúme era engraçado.

- Não fica com ciúme meu bebê, sabe que já tivemos coisas mais íntimas do que troca de roupas, não é? - pergunto a ele com um sorrisinho sugestivo.

- Pare com isso, jiminie. - ele fala manhoso olhando para baixo. Aí caramba ele é tão fofo. Me aproximei dele e salei nossos lábios, não tem ideia do quando estava com saudade disso, sério. Amo quando estamos assim.

- Tá bom, meu anjo. Mas você não deveria estar com ciúme dele - digo já colocando a sua roupa na cama. Ele me olha confuso querendo que eu continue. - Foi ele quem me ajudou e me aconselhou a não odiar você.

- Sério? Precisou dele te aconselhar para não me odiar, achei que você...

- Bebê, me escuta eu não seria capaz de te odiar sem te escutar, mas em momentos angústia eu só não sei o que pensar então tiro conclusões precipitadas. - Abraço ele pela cintura deixando um beijinho em sua bochecha.

- Tá, vamos só esquecer isso, eu posso so te contar o que está acontecendo quando me sentir bem? Você...Você vai me entender? - meio receoso me pergunta.

- Mas é claro meu bem, vou esperar o tempo que for. - deixei selinhos por suas bochecha e dois em sua boca o que o fez sorrir. O sorriso dele me derrete é tão bom ver ele bem é tão bomsentir ele nos meus braços é tão bom o sentir.

Depois dessas trocas de carinho ele foi tomar um banho e passamos o fim da tarde deitados assistindo uma série aí. Quando anoiteceu minha mãe nos chamou para comer e aproveitei para dizer que o kook iria dormir aqui, meus se entre olharam e depois disseram que estava tudo bem, mesmo eles parecendo meios preocupados, preferi largar de mão.

Fomos dormi e nos deitamos de conchinha eu dormi o abraçando forte pois estava com medo de acordar e não o ver aqui de ser tudo um sonho. Mas finalmente peguei no sono.

Após esses acontecimentos voltamos a ser o que era antes só que agindo como namorados. Por falar em namorados jungkook preparou uma surpresa para mim, para me pedir em namoro. Ele fez um scrapbook, significa livro de recortes. Nele tinha a data em que no conhecemos, primeira foto juntos, comemorações especiais. Tinha frases trocadas durante a fase em que se conhecemos, um livro com nossas memórias especiais. E na última página estava escrito: " aceita a namorar comigo?"

Eu chorei quando vi, foi após o intervalo. De começo achei estranho mas depois que vi a capa, que estava escrito: jikook♡. Eu nem perdi tempo e já fui ver, ao menos percebi quando comecei a chorar, só percebi quando os meninos vieram até mim e me fizeram um monte de perguntas e eu só olhei para eles quando vi a última página é os mostrei, virei o livro para eles, Seokjin arregalou os olhos junto com Taehyung. E jungkook, bom jungkook estava a minha frente com um caixinha com duas pulseiras uma tinha um sol e outra uma lua dentro. 



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