História Surprise - Capítulo 17


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Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Karin, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Suigetsu Hozuki, Temari, TenTen Mitsashi
Tags Família, Fofo, Naruto, Romance, Uchiha Mayu
Visualizações 115
Palavras 1.617
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Como prometido, aqui estou eu com mais um capítulo fofo.
Espero que gostem dele tanto quanto eu gostei de escrevê-lo.

Sem mais...
Boa Leitura!

Capítulo 17 - Capítulo Dezesseis


Fanfic / Fanfiction Surprise - Capítulo 17 - Capítulo Dezesseis

Mais um encontro com Akagami Tayuya. Aquele seria o último e depois, não a veriam mais. Aquele seria um encontro apenas para que ela fizesse sua anotação de como estava Mayu, e se despedisse do casal. Ela mal havia chegado, e já havia sido recebido por uma garotinha elétrica e risonha. Pela primeira vez a menina lhe cumprimentou sem que nenhum dos pais lhe induzisse a fazer isso, lhe ofereceu os biscoitos de chocolate que comia, e para a sua surpresa, e alegria, a ouvir chamar a rosada a sua frente de “mãe”. Bem que ela disse no outro encontro. Não imaginou que realmente aconteceria. Mas ficou feliz. Isso queria dizer que o que via era realmente sério. Aquela garotinha linda estava aceitando aquele casal como seus pais; apesar de ainda não ter dito “papai”. Toda serelepe, ela puxou sua mão para ver seu quarto, que a ruiva nunca tinha entrado antes. Não queria ser evasiva com a criança, mesmo que ela não dormisse naquele cômodo ainda. Ela lhe mostrou as bonecas, os ursos, as roupas que havia ganhado da mãe e do pai.  

A mulher não pôde ter uma conversa a sós com o casal, mas também não era preciso. Ela estava ali para ter certeza de que Mayu estava bem. E ela estava ótima, então não precisaria mais ir até aquela casa para verificar a criança. Mesmo com a loirinha por perto, o casal lhe contou que depois do pesadelo que a menina teve, ela ficou alguns dias com medo de ficar sozinha, e seguia os pais o tempo todo. Tudo havia voltado ao normal, á dois dias apenas, quando o casal a levou para ver as primas, Reiko e Mieko, deixando-as sozinhas no jardim, e sua filha não reclamou. Isso queria dizer que eles estavam sabendo lidar com cada situação, mesmo que às vezes fossem complicadas. 

— Então, eu posso dizer ao Juiz que Mayu não poderia estar com uma família melhor. – O casal sorriu.  

— Isso quer dizer que não a veremos mais. 

— Isso mesmo, senhora Uchiha. Mayu está bem e está se adaptando melhor do qualquer um poderia imaginar... – Olhou para a garotinha que pintava no caderno de desenho que havia ganhado do pai. – Não mais precisa ficar sendo observada por mim. 

— Não sabe como agradecemos por nos avisar quando vinha. – Sakura diz, sorrindo. 

— Vocês poderiam não estar em casa, e isso seria um problema para vocês e para mim. – Eles concordaram.  

— Mesmo assim, você não tinha obrigação alguma. – Sasuke diz. 

— Eu fiz tudo por aquela garotinha bem ali. – Os pais sorriram. – E porque eu sei que vocês realmente querem ser os pais dela. Vocês não desistiram nem quando ficamos sem nos comunicar. Vocês já a viam como filha, e isso é tão bonito de se ver. – Voltou a olhar para Mayu. – Quantas crianças desejariam o mesmo? – Os olhou e sorriu. – Bom, eu já vou indo. 

— Tem certeza de que não quer os biscoitos? 

— Eu ajudei a mamãe. – Eles olham para a criança, que eles pensaram não estar prestando atenção na conversa deles. Os adultos sorriram. 

— Oh, isso você se esqueceu de me dizer. – A menina se levantou depois de pegar um dos biscoitos que estavam em um prato de plástico rosa de princesas, e entregou para a ruiva. – Obrigada, princesa. – A viu sorrir. – Agora eu vou mesmo. – Se abaixou na altura da loirinha. – Espero que seja muito feliz, Mayu. – Por ser tão pequena, ela não sabia o que responder, mas a ruiva não esperava por uma resposta, ela até mesmo se levantou. – E a vocês..., desejo boa sorte. 

— Obrigada, Tayuya. / Obrigado. – Sakura e Sasuke respondem juntos, antes de vê-la caminhar até a porta, que havia sido aberta pela rosada. 

**--** **--** 

O casal Uchiha se surpreendeu quando duas horas mais tarde, Sasori, Naomi - que tinha longos cabelos ruivos e olhos violeta - e seus filhos Satoru de cinco anos, e Sayka de três, apareceram. Eles tinham combinado de irem visitá-los no dia seguinte e no final, nem seria mais preciso. As crianças aproveitaram que o dia estava ensolarado, e não tão frio, para brincarem no jardim, e para a surpresa do casal Haruno, Mayu seguiu os primos sem que fosse instruída a isso. A garotinha estava totalmente diferente da última vez que a viram. Animada e desinibida, ela até mesmo pediu a “benção” para os tios, como os pais haviam lhe ensinado, fazendo com que os tios ficassem totalmente rendidos aquela fofura. Sasori principalmente.  

Quando a garotinha o abraçou, ele não se conteu e a apertou em seus braços, beijando os cabelos loiros, emocionado com a forma que ela estava aberta para com ele e sua esposa. Aproveitando que estavam sozinhos, o tio quis saber de tudo, cada detalhe que estava perdendo, por conta do trabalho. Soube que a garotinha chamava sua irmã de mamãe, mas isso não era preciso que lhe contassem, afinal, foi a primeira coisa que notou, quando ela avisou aos pais que “o tio Sasori chegou”.  

Ele estava preocupado por conta do pesadelo, mas para a sua alegria, a garotinha já havia se esquecido do causador de seus medos. Naomi também estava encantada pela sobrinha. A garotinha tinha a visto poucas vezes, e já a chamava por tia. A abraçou quando chegou, lhe ofereceu biscoito, chamou seus filhos para brincar — algo que não tinha acontecido antes, era sempre o contrário. Satoru e Sayka estavam entusiasmados com a prima. Principalmente o garotinho de cabelos ruivos e olhos caramelo, que apesar de gostar de brincar com a irmã, preferia brincar com alguém de sua idade.   

— E quando é que vão tentar fazê-la dormir no próprio quarto? – Sasori perguntou, fazendo com que a esposa o cutucasse. — O que?  

— Isso não é da nossa conta, querido. 

— Tudo bem, cunhada. — Diz sorrindo.  

— Ela ainda não gosta de dormir sozinha, Sasori A deixamos por alguns minutos, e ela teve aquele pesadelo... 

— Mas vocês precisam tentar. Ela precisa tentar. Façam um teste hoje..., caso ela se assuste, a leve de volta para o quarto de vocês. 

— Mesmo que eu entenda vocês, eu também acho que deveriam tentar. Já fazem duas semanas desde o que houve, talvez ela não tenha mais pesadelos. 

— Ela já chama você por mãe, Sakura. Ela confia em vocês... 

— Isso não quer dizer que ela já esteja pronta para dormir sozinha. 

— Talvez não, talvez sim..., como vão ter certeza se não tentarem, cunhado? — E Sasuke não pôde deixar de concordar. 

— O que você acha? — Marido e mulher se olharam. 

— Podemos fazer uma tentava. — Deu de ombros. — Não acho que vá piorar a situação.  

— Deixe claro que caso ela queira, ela pode ir para o quarto de vocês. Assim, o medo dela se dissipa, entendem? Ela vai saber que estão ali, para o que ela precisar. — Naomi diz sorrindo. 

— Mayu é inteligente, mas a falta de confiança faz ela regredir, por isso vocês tem que mostrar para ela que estão confiantes, e que ela pode ficar tranquila quanto a dormir em seu próprio quarto. 

— Você parece o Shikamaru falando. — O Uchiha diz, se lembrando do amigo. 

— A esposa dele é psicóloga, queria o que? — Os quatro riram.  

— E qual é a sua desculpa? 

— Ora, eu fiquei alguns meses estudando psicologia, se esqueceu? E eu tirei 10. 

— Exibido. — Sakura diz, fazendo os outros rirem. — Eu também tirei 10, e nem por isso fico exaltando isso para todo mundo. 

— Foi seu marido que perguntou, irmãzinha. 

— Não foi bem isso que eu perguntei. — O ruivo fuzilou o cunhado, que deu de ombros. 

— Mamãe, queremos biscoito. — Eles olham, surpresos para as crianças. Não tinham nem mesmo ouvido eles se aproximarem. 

— Podemos tomar sorvete também? — Satoru pergunta em seguida. — Mayu disse que tem. 

— Vocês por acaso são ninjas? — Mayu inclinou a cabeça, Satoru olhou para o pai esperando uma explicação para aquela pergunta, e Sayka tinha uma feição que demonstrava confusão. 

— Como assim? — Quem perguntou foi a nova Uchiha da família. 

— Esquece o que seu tio diz, ele é doido. 

— Ei. Isso é coisa que ensine a sua filha? Chamar o tio dela de doido? — Sasuke revirou os olhos, e as crianças achava divertido aquela cena. 

— E eu menti por acaso? — O cunhado o fuzilou. 

— Meu amor. – O repreende, mesmo que se divertisse com a cena, e tivesse um sorriso no rosto.  As crianças riam enquanto observavam os adultos. 

— Você tem sorte de eu deixar você casado com a minha irmãzinha. 

— Eu e Sakura namoramos escondidos por semanas, acredita mesmo que a sua opinião mudaria alguma coisa? – Pergunta, divertido. 

— Sakura. — Ela fechou os olhos, sabendo que ouviria um sermão. — Você namorou escondido? 

— Deixe-a em paz, amor. 

— Não acredito. O papai vai ficar sabendo disso. Se prepare Uchiha, ele vai usar aquela espingarda que ele guardou para o namoradinho da Sayka. – Sasuke riu junto de Sakura e Naomi.  

— Sasori, sua ameaça não fez efeito algum em mim. 

— Vai sentir na pele quando for sua filha. 

— Minha filha não. — As mulheres riram, ao verem o moreno ficar sério.  

— E você acha que ela vai ser sua garotinha pra sempre? — Provocou. 

— Vai se ferrar, Sasori. 

— Você disse essa palavra de novo. – A atenção deles se voltaram para as crianças, em especial de Mayu, que havia se pronunciado. E então Sakura fuzilou o marido. 

— Foi mal, querida. 

— Quantas vezes você já fez isso? — Sasori pergunta, gargalhando, achando engraçada a situação em que o cunhado se colocou. 

— Não te interessa. 

— Conte os dólares que estão naquele cofrinho e vai saber. – Sasuke olhou indignado para a rosada, que fingiu não ver, mas o que chamou sua atenção, e a de seus cunhados e esposa, foi a pequena se aproximar com o cofrinho em formato de borboleta nas mãos. 

— Sasuke, meu um dólar. — E tanto os pais quanto os tios riram. 


Notas Finais


Quem acha que Mayu ficará rica?
kkkkkkkkkkkkk
Sim, Sasuke novamente falou um palavrão perto da pequena
Espero por comentários, hein
Até o próximo


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