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História Surprising Changes - Capítulo 2



Notas do Autor


Oi, galera xD
Lá vai o último capítulo >> um pouco adiantado :D <<
Espero que gostem desse hot, hihihi

Capítulo 2 - Parte II


 

Eu estava muito, muito tensa. Draco estaria aqui em alguns minutos e eu não sabia se estava realmente pronta. A noite estava fresca, mas longe de estar fria, então eu havia colocado um vestido mullet bordô, ombro a ombro, cujo comprimento terminava pouco acima dos joelhos na parte da frente. Uma sandália prateada de salto alto me ajudou a dar um up no visual. Minha maquiagem estava leve, mas bem feita, coisa que aprendi com Gina. Meu cabelo estava preso em um coque alto com alguns cachos soltos e, para completar, um par de brincos de prata com pedrinhas de zircônia que eu ganhei do meu pai em meu último aniversário. Não eram caros, mas eram bonitos e eu definitivamente gostava deles.

Minhas mãos suavam de ansiedade, mas eu precisava descer até o saguão. Respirei fundo umas quinhentas vezes até ter coragem de me mover. Peguei minha bolsinha de couro de dragão negro, com rosas bordadas em fios de prata, e me dirigi para o elevador.

Quando as portas metálicas se abriram, meu coração falhou uma batida. Draco já estava aqui, me esperando. Se eu disse que ele ficava bem de branco, nas roupas de medibruxo, agora eu tinha plena certeza de que preto era sua cor ideal. Aquela camisa social com as mangas dobradas até o cotovelo parecia ter sido feita para ele. Aparentemente, eu entrei em transe, vidrada naquela imagem perfeita, pois só me dei conta do mundo ao meu redor quando uma senhora pigarreou, pedindo licença para usar o elevador.

É claro que fiquei constrangida e saí depressa daquela caixa de ferro, caminhando em direção àquele príncipe loiro.

— Oi — murmurei incerta e completamente tímida.

— Oi. Você está linda, Hermione — disse com um sorriso de lado que me lembrou a noite de nosso reencontro, no domingo.

— Obrigada.

— Espero que não se importe, mas eu comprei uma coisa para você.

— Para mim? O quê?

— Feche os olhos.

Obedeci imediatamente, mais ansiosa ainda. Percebi que ele foi para trás de mim e senti quando ele passou algo, certamente de metal, em torno do meu pescoço suavemente. Senti suas mãos encostarem em minha nuca enquanto ele prendia o que eu tinha certeza que era um colar.

— Não abra os olhos ainda — sussurrou perto do meu ouvido, me causando um leve calafrio gostoso. Ele me conduziu a algum lugar e apenas me deixei ser guiada. — Pode abrir.

Estávamos em frente a um enorme espelho do saguão e então eu pude finalmente ver meu presente.

— Draco — quase gaguejei —, é lindo! E-eu não posso aceitar… — falei depressa, imaginando que aquilo ali era mais caro que meu apartamento em Londres. Eu nunca tive um colar de diamantes, muito menos com tantos!

— Não se rejeita um presente, Hermione — falou de uma maneira que me deixou bamba, ainda estando atrás de mim, mais perto do que demanda a etiqueta; um sorrisinho ladino, que eu vi pelo reflexo do espelho, estampava aquele rosto.

— M-mas…

— Sem essa, ragazza. — Eu sabia que aquilo significava garota, mas o modo como ele falou era perigosamente sedutor. — Agora, me acompanhe.

Me virei para pegar seu braço estendido, sentindo meu coração acelerar. Acho que nunca fiquei assim na minha vida e aquilo era uma loucura. Só então reparei no perfume dele e, por Merlin, aquele cheiro era viciante!

Estava tão atordoada que nem percebi que havíamos tomado um táxi. Sim, Draco usava meios de transporte trouxas. Reparei que ele segurava minha mão com certa naturalidade e fazia um carinho distraidamente com o polegar. Não pude evitar e deixei escapar um sorrisinho que torci para ele não ver. Por sorte, ele estava distraído com a conversa infinita do motorista, a qual eu não entendia nada. Acabei me fascinando ao ouvir Malfoy falando um italiano fluente que ficava muito sensual na boca dele.

— Chegamos — anunciou de repente em inglês, e me surpreendi por estar tão distraída. Após pagar o taxista, ele abriu a porta e saiu, me oferecendo sua mão novamente, que eu aceitei sem pestanejar.

Na entrada do restaurante eu pude ler “Antico Ristorante Boeucc” e, quando entramos, eu perdi o fôlego. O lugar era maravilhoso. Lustres magníficos pendiam do teto branco, que era sustentado por belas colunas. Algumas plantas e esculturas embelezavam ainda mais o local, juntamente com alguns quadros trouxas, daqueles que ficam estáticos, mas não deixam de ser bonitos.

Fomos recebidos pelo maitre, que nos guiou até nossa mesa. Draco fez questão de ser um perfeito cavalheiro, puxando a cadeira para que eu me sentasse. Um garçom se aproximou com os cardápios e eu não consegui conter a dúvida que estampou meu rosto.

— Ora, eu vivi para ver Hermione Granger sem saber de alguma coisa.

— Não enche — resmunguei. — Eu não falo italiano.

— Terei prazer em te ajudar com isso, mia cara.

— Grazie — murmurei fazendo um biquinho contrariado que o fez dar uma risada leve.

Após decidirmos e fazermos nossos pedidos, foi-nos servido um vinho tinto da casa, delicioso, devo dizer. Não sabia muito sobre o que falar, mas deixei-me conduzir pela minha curiosidade:

— Então… Itália. Por quê?

— Eu vim aqui quando era criança com meus pais. Minha família tem casas em várias cidades diferentes, por toda a Europa. Muitas férias de verão foram passadas aqui, em Milão. E não me olhe com essa cara.

— É que… é meio impressionante. Eu vim de uma família simples, Malfoy. Meus pais eram dentistas.

— Talvez teria sido melhor para mim… crescer em um lugar mais simples, mas com um pai melhor.

— Não precisa falar disso se não quiser.

— Não, tudo bem. Já superei o fato de meu pai ser um criminoso condenado. Nem tudo pode ser perfeito, não é?

— Infelizmente, não. Você… não o visita. Sei disso pelos registros — comentei.

— Ele nunca foi um pai amoroso, Hermione. Na verdade, ele me dava medo. Tê-lo em Azkaban deu a mim e à minha mãe uma liberdade que nunca tivemos. A oportunidade de recomeçar.

— A senhora Malfoy vive aqui com você?

— Não na mesma casa, mas preferi mantê-la por perto, então compramos algo no mesmo distrito.

— E como ela está?

— Bem. Faz acompanhamento psicológico no hospital. Ela ficou meio deprimida, mas está melhor. Nos mudamos pra cá logo depois do julgamento.

Nesse momento, eu finalmente a notei, quando ele pegou a taça: a marca negra em seu antebraço.

— Eu não faço questão de esconder mais — falou ao ver que eu a encarava. — Faz parte do meu passado e serve para eu não me esquecer de quem eu era. Quem eu não quero voltar a ser nunca mais.

— Fico feliz por você. Para os trouxas, é apenas uma tatuagem legal — comentei, não sentindo nada de ruim ao observá-la. Voldemort estava morto, afinal.

Draco olhou para o antebraço com um sorrisinho e concordou:

— É até maneira, não é? — demos uma risadinha e fiquei feliz por aquele assunto ser mais leve do que eu jamais imaginei. — Bom, eu te contei muito sobre mim. Agora é sua vez.

— Não há muito para saber. Depois da batalha, muitos de nós voltamos para Hogwarts a fim de terminarmos a escola apropriadamente. Inclusive, ajudamos na reforma.

— O Profeta Diário dedicou a primeira página a isso — debochou. — Mas achei legal.

— É, Ron guardou essa edição. Ele coleciona as manchetes em que aparecemos.

— Weasley sempre foi um… — Estreitei meus olhos para ele. — Desculpe, força do hábito — se corrigiu depressa e eu ri.

— Tudo bem. Às vezes eu queria bater nele com força.

— Ah, isso você faz bem. Nunca superei aquele soco.

— Merlin! Eu nem me lembrava… — disse com sinceridade, mas completei logo em seguida: — Entretanto, não pedirei desculpas.

— Nem precisa. Eu mereci. E depois da escola, o que aprontou?

— Após a formatura eu fui convocada para o Ministério e me tornei auror, assim como Harry. Bem, eu acabei fazendo faculdade de direito bruxo, então eu precisei me demitir. Mas assim que me formei, o Senhor Shacklebolt veio pessoalmente me oferecer um cargo no Departamento de Execução das Leis da Magia, e eu aceitei. Estou lá desde então, mas tive muitas promoções.

— E não quis se casar. Aposto que teve centenas de pretendentes.

— Ah, não seja ridículo. Eu namorei com Ron por um bom tempo e imagino que muita gente pensou que fôssemos voltar, mas não tinha a menor chance. Depois eu… bem, não namorei mais ninguém. Eu não tinha tempo para isso.

— Não venha me dizer que o Weasley foi seu único…

— Claro que não! Eu tive uns… casos esporádicos — falei, mordendo o lábio inferior. O vinho estava começando a me soltar.

— Hm, que espertinha.

— Nem vem, que eu me lembre, você era um baita mulherengo.

— Antes de me casar. Depois de quase seis anos com Astoria, eu meio que saí do mercado, sabe? — disse risonho.

— Mas você falou algo sobre… Você está solteiro há seis meses! Não seja mentiroso.

— Sei que é difícil de acreditar, mia cara, mas Draco Malfoy esteve sozinho por todo esse tempo — falou, pondo a mão no coração de forma teatral. Rimos daquilo e de repente eu estava encarando aqueles olhos cinzentos de novo.

Antes que eu ficasse constrangida, a comida chegou e eu agradeci aos céus, mentalmente. Comemos num silêncio meio desconcertante. Nossos olhares se cruzavam vez ou outra, e em todas elas eu sentia algo… Um frio na barriga, uma leve ansiedade.

Terminamos de comer e o garçom nos trouxe a sobremesa. Comemos devagar, com ele claramente perdido em pensamentos. Eu tentava evitar de observá-lo demais, mas era impossível não viajar naquele rosto esculpido, os braços cujos músculos ficavam evidentes na camisa preta… E de repente eu fui pega no flagra. Devo ter ficado da cor da minha roupa, pois ele deu uma risadinha convencida.

— Apreciando a vista, Granger?

— Cala a boca — retruquei envergonhada.

— Não precisa ficar encabulada. O que acha de caminharmos até seu hotel?

— É um longo caminho, não?

— Se cansarmos, podemos nos esconder em um beco e aparatar — ele replicou. — Além do mais, o caminho é bonito. Passamos pelo jardim público e eu duvido muito que não vá gostar da vista.

— Está bem, mas se meus pés doerem, vou transformar esses saltos em chinelos bem confortáveis.

— Como quiser, mia bella.

Draco pediu a conta e logo estávamos a caminho de meu hotel, com ele me guiando, pois eu não conhecia nada e precisaria de um mapa. Andamos comigo grudada em seu braço, seguindo por uma rua que parecia interminável, cheia de lojas dos dois lados. Cerca de quinze minutos depois, chegamos ao Giardini. Um lugar maravilhoso e, mesmo sendo noite, repleto de transeuntes.

Eu estava observando tudo ao meu redor, quando Draco me puxou para um canto e eu quase tropecei em meus próprios pés, sendo segurada por ele, que agarrou minha cintura e me trouxe para perto de si, juntando nossos corpos.

A proximidade mexeu com todos os meus sentidos e, sem pensar em mais nada, eu simplesmente uni nossos lábios. O beijo foi prontamente correspondido e eu me senti derreter naqueles braços fortes. Sua língua pediu passagem e eu concedi, amando as sensações que me dominaram durante aquele ato de entrega, cheio de desejo.

Draco estava com uma mão em minha lombar, fazendo questão de nos manter colados. A outra estava em minha nuca, de uma forma dominadora que eu adorei. Toda vez que nossas línguas se enrolavam, eu sentia ondas de prazer que eletrizavam todo meu corpo, culminando entre minhas pernas. Eu mantinha minhas mãos em seus ombros, lutando para me manter firme, pois eu sentia que ia ceder.

Nos separamos por falta de ar, nos encarando por alguns segundos. Draco tinha um olhar predador que me fez estremecer de um jeito inexplicável. Eu precisava de mais, eu queria mais. E pude notar que ele também se sentia assim, já que algo duro pressionava minha barriga.

— Draco — minha voz saiu num gemido manhoso. Eu não sabia o que dizer, mas eu esperava que ele entendesse.

Ele voltou a me beijar com mais voracidade, me empurrando em direção a um lugar reservado, a movimentação ali era praticamente nula, então eu senti quando ele aparatou, me levando a uma casa bonita, que eu não fazia ideia de onde era.

— Bem-vinda ao meu lar, Hermione — sussurrou, me puxando para outro beijo.

Ele me ergueu, agarrando minha bunda e, instintivamente, eu enrosquei minhas pernas em torno dele. Assim que fiz isso, Draco andou até me encostar em uma parede, fazendo-me sentir sua ereção diretamente em minha intimidade, o maldito tecido de sua calça me impedindo de ter o contato que eu realmente queria.

Arfei quando ele apertou minhas coxas, e subiu as mãos por meu corpo, explorando tudo de maneira ávida, enquanto beijava meu pescoço com sua língua molhada e quente. Por Merlin! Eu nunca me senti tão excitada.

Draco me segurou com força e me levou para o que imagino ser o seu quarto, colocando-me em sua cama com um cuidado que destoava da ferocidade com que ele me beijava. Sem o menor aviso, ele rasgou meu lindo vestido, arrancando-o do meu corpo, o que me deu um leve susto.

— Draco — murmurei indignada, mesmo sabendo que eu poderia consertar aquilo depois com um aceno de varinha.

— Porra! Você é muito gostosa — ele praticamente rosnou, me comendo com os olhos. — Você merece um castigo por ser tão perfeita.

— Vai me castigar, Draco? — indaguei meio animada, sem saber por que aquilo me deixava com mais tesão ainda.

— Ah, eu vou, Granger — sussurrou com a voz rouca. — Vou te punir por me deixar tão duro. Vou te punir por me fazer pensar em você desde aquela maldita festa e ter que me aliviar no chuveiro enquanto imaginava você gemendo para mim.

Aquilo me fez entrar em combustão. Não consegui formular uma frase coerente, então puxei aquele loiro delicioso para outro beijo, tentando demonstrar o quanto eu o queria.

Draco tinha uma pegada possessiva e eu estava completamente à sua mercê. Arranhei suas costas, desesperada por mais e mais de Malfoy. Ele abandonou minha boca após uma mordidinha sexy em meu lábio e começou a descer seus beijos por meu pescoço e por meu colo, dando atenção aos meus seios já descobertos, pois eu não usava sutiã e a única peça que restava era a calcinha vermelha rendada.

A boca de Draco trabalhava muito bem, lambendo e sugando um seio enquanto acariciava o outro com a mão. Gemi quando ele brincou com meu mamilo rijo de tesão; ele levantou o olhar, fitando-me de um jeito que causou um arrepio alucinante, parecia um lobo faminto e eu seria sua a presa, louca para ser devorada.

Ele rosnou alguma coisa em italiano e seguiu, trilhando beijos até minha intimidade, se afastou minimamente para observá-la ainda coberta pelo tecido vermelho umedecido pela minha excitação. Ele tocou-a devagar, passando o indicador por cima de meu clitóris, o que me arrancou um gemido um pouco mais alto.

Ele deu um sorriso safado e, num puxão só, rasgou minha lingerie, expondo-me por completo.

— Caralho… Tão molhadinha ‘pra mim. Eu vou te foder tanto, Hermione…

— Oh, sim — deixei escapar, realmente implorando.

Draco se abaixou e começou a lamber e beijar toda minha intimidade de um jeito que eu nem poderia sonhar. Eu gemia e me contorcia, sentindo que poderia explodir de tesão a qualquer momento. Eu queria gozar e sentia que estava cada vez mais perto enquanto ele continuava a trabalhar com sua língua, explorando tudo, o que incluía minha outra entrada e aquilo era realmente bom.

Eu quase enlouqueci quando ele me penetrou com um dedo e começou movimentos deliciosos enquanto circulava meu pontinho de prazer com a língua habilidosa. Não demorou muito e atingi meu ápice, gritando seu nome e me perdendo naquele prazer insano. Eu me contorcia e sentia minha intimidade se contrair enquanto ele diminuía um pouco o ritmo.

Quando eu voltei a mim, ele me encarava com um sorriso de lado e uma expressão vitoriosa. Minha respiração ainda estava entrecortada e, mesmo após aquele orgasmo incrível, eu ainda sentia um tesão insaciável.

— Apreciando a vista, Malfoy? — impliquei, repetindo suas palavras a fim de tirá-lo do sério.

— Agora eu realmente terei de te castigar, Granger.

Draco segurou meu pescoço dando um leve aperto e se aproximou do ouvido para sussurrar:

— Eu quero muito estapear essa bunda gostosa. Esse será seu castigo por me enlouquecer — sentenciou, me virando de uma vez. — Empina esse rabo gostoso para mim, vai.

Eu nunca havia apanhado no sexo e estava realmente curiosa, fora que eu estava queimando de desejo por aquele maldito sonserino. Me empinei da maneira mais sexy que consegui e lhe lancei um olhar safado por cima do ombro. Aquilo pareceu atingir seu limite e de repente eu senti a ardência. O tapa ecoou por todo quarto e eu soltei um gritinho. Estranhamente, aquilo era muito excitante e eu acabei gemendo quando senti sua mão de novo. Outro tapa, arfei, agarrando o lençol com as mãos e deitando minha cabeça no colchão, deixando minhas nádegas ainda mais para cima.

Um, dois, três tapas, eu contei mentalmente, gemendo e ofegando após cada um deles, querendo mais daquilo. De repente senti a boca dele em minha intimidade outra vez, chupando tudo enquanto apertava meu bumbum com ambas as mãos e me abria mais para sua língua gulosa.

Eu só sabia gemer e me esforçava para respirar, cada vez mais perto de outro orgasmo intenso. Mas eu precisava senti-lo dentro de mim, então eu juntei o resto de minha sanidade para implorar:

— Me fode, Malfoy, agora!

Segundos depois ele me invadiu e eu só pude gritar, enquanto ele gemia como eu era gostosa. Ele não demorou muito para começar a se mover, indo fundo, bem lentamente. Aquilo era torturantemente delicioso e eu comecei a rebolar instintivamente, em busca de mais contato. Senti outro tapa estalado e gemi, apertando os lençóis.

— Safada — rosnou, apertando minha bunda com força e aumentando o ritmo das estocadas.

— Isso, Draco, mais forte — pedi manhosa, adorando aquilo.

Eu estava à beira do meu clímax, cada vez mais próxima, as sensações deliciosas me deixando louca. Outro tapa, sem diminuir o ritmo das estocadas. Outro, mais outro. De repente eu fui atingida por uma onda de prazer indescritível, eu senti todos os meus músculos se contraírem, enquanto eu gritava o nome de Draco e apertava seu pau com as pulsações da minha intimidade.

— Porra, Granger, eu vou… — ele mal concluiu sua frase. Saiu de mim a tempo de me atingir com sua porra quente enquanto gemia roucamente.

Eu ainda levei alguns segundos para recobrar a consciência e sair do meu frenesi de tesão. Foi quando senti ele me limpar gentilmente com uma toalha e me puxar em direção ao banheiro. Estávamos suados e, se por um lado eu estava satisfeita como nunca, por outro eu queria provar mais daquele homem. Eu queria absolutamente tudo que Draco pudesse me dar naquela noite.

Ele ligou o chuveiro e me levou para debaixo da água morna. Me ensaboou com uma dedicação impressionante, como se eu fosse sua musa adorada. Nunca me senti uma mulher tão poderosa e sensual como naquele momento. Seus olhos percorriam meu corpo assim como suas mãos, me acariciando e massageando de uma maneira maravilhosa.

Eu não queria ficar parada. Precisava dar a ele um pouco daquela sensação. Então retribuí, deslizando minhas mãos por suas costas musculosas, depois seu tórax, acariciando sua barriga definida, descendo devagar até chegar onde eu queria, massageando seu membro e arrancando-lhe um gemido rouco.

Aquilo me acendeu de novo e pelo modo como ele endureceu em minha mão, soube que o tesão também o atingiu em cheio novamente.

— Caralho, você quer me matar? — soprou a pergunta em meu ouvido, dando uma mordidinha em minha orelha. — Como você pode ser tão gostosa?

— Acha que consegue me foder mais uma vez?

— A noite toda, amor — sua voz rouca me fez vibrar.

Nos beijamos com uma paixão que eu não pensei ser possível. Draco agarrava meu cabelo que já havia se soltado em algum momento da noite, e eu continuava a masturbá-lo com afinco. Ergui minha perna, que ele prontamente segurou e então posicionei seu pau em minha entrada. Draco me penetrou devagar, parecendo apreciar a sensação de me invadir pouco a pouco.

Quando ele finalmente me preencheu por completo, ambos gememos. Mantemos o contato visual e me perdi de novo naquela tempestade cinzenta. Draco se moveu, dessa vez indo lenta e profundamente, sem desviar os olhos.

Aquilo estava perfeito. Era viciante, cada vez que ele entrava e saía. O prazer nos consumia e eu queria beijá-lo de novo, sem parar. Draco era o cara mais gostoso com quem eu já estive e eu não queria que aquilo terminasse nunca.

Eu me sentia perto do ápice outra vez. Era inacreditável. Eu nunca havia gozado com um cara, e ele me levava para o meu terceiro orgasmo.

— Hermione… — me chamou com a voz entrecortada. — É seguro eu… gozar dentro? — perguntou ofegante, sem parar de entrar e sair.

— S-sim — gemi em resposta. Eu tomava minhas poções regularmente. — Goza em mim, Draco.

Ele fechou os olhos e eu senti o exato momento em que ele se derramou, gemendo e me arrastando de vez para o meu clímax. Céus! Eu perdi a força das pernas e me agarrei a ele, que me abraçou com força, ainda sem sair de mim.

Levamos um tempo para voltarmos ao normal depois daquele êxtase intenso. Terminamos de nos lavar e fomos para cama. Draco me puxou para o seu peito, onde me aconcheguei enquanto acariciava seu abdômen e ele, os meus cabelos. Em algum momento eu adormeci, mais satisfeita do que nunca.

[...]

— Bom dia, mia bella. — Ouvi a voz de Draco num sussurro próximo. — Trouxe seu desjejum.

Abri os olhos devagar e acabei sorrindo ao vê-lo apenas de cueca, segurando uma bandeja com suco, bolo e frutas.

— Bom dia — respondi, me sentindo mais animada que nunca.

Comemos juntos, num silêncio confortável, trocando olhares que diziam muito. Eu me sentia plena e não queria que aquilo acabasse. Algo em mim julgava que ele também se sentia assim.

Após um longo momento de quietude, Draco subitamente me abraçou, me surpreendendo.

— Hermione, eu não sei explicar… Essa noite foi única para mim. Eu nunca me senti assim e… eu…

— Eu sei — falei de uma vez, vendo que ele estava se enrolando com as palavras. — Foi… inexplicável. Eu adorei nossa noite.

— O que me diz de… repeti-la — arriscou incerto. Nunca imaginei Draco Malfoy sendo inseguro. Dei um pequeno sorriso e o puxei para um selinho casto que traduzia alguns dos sentimentos que me dominavam.

— Eu adoraria, Draco — respondi ao me afastar e encará-lo.

Trocamos um sorriso cheio de significados e eu suspirei realmente feliz. Eu não sabia se teríamos um relacionamento e isso pouco me importava. Eu sabia que o tinha, e ele certamente me teria quantas vezes quisesse.


 


Notas Finais


Dá até vontade de fazer continuação xD
Curtiram? Bjinhos <3


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