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História Surrender The Night - Nygmobblepot - Capítulo 1


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Notas do Autor


heyy, essa é minha primeira fanfic nygmobblepot, desculpem os erros

espero que gostemm

Capítulo 1 - O bilhete


Fanfic / Fanfiction Surrender The Night - Nygmobblepot - Capítulo 1 - O bilhete

Oswald encontrava-se contorcendo seu corpo de um lado ao outro da cama á procura de seu tão desejado sono, que insistia em fugir dele sempre que Edward Nygma atravessava seus pensamentos. O homem que estava apenas a alguns metros de distância de si, dentro da grandiosa mansão Cobblepot, fazendo a ansiedade do pequeno pinguim disparar ao máximo e junto com ela a inevitável vontade de bater na porta do amigo apenas para apreciar sua companhia surgir em seu peito.

 

Edward esteve preso em Arkham, E Oswald usou de sua influência como prefeito para tirá-lo de lá. Nygma foi a pessoa que estendeu a mão para si em um de seus momentos mais vulneráveis, após ser baleado e quase morto, e claro, perder sua mãe com tamanha crueldade; a mulher que segundo Cobblepot era a única pessoa que se importava com ele verdadeiramente. Aos poucos ele foi aceitando os cuidados de Ed, foi quando ele se sentiu cuidado, e assim começou a criar um afeto pelo maior. No início era simplesmente gratidão, mas com o passar dos dias ele passou a sentir que era algo a mais que isso. Algo profundo, o garoto nunca soube direito lidar com o amor; mas algo em seu coração sabia que era aquilo. O amor.

Oh, logo ele, o pinguim. O vilão frio e temido por toda Gotham, perdendo a cabeça por uma paixão. O que seus inimigos pensariam? Sinceramente, Oswald pouco se importava. Tudo que o homenzinho queria era que seu amor fosse correspondido. Afinal, de que vale um amor unilateral?

Sua mãe sempre costumava lhe dizer: “A vida só te dá um verdadeiro amor, Oswald. Quando encontrá-lo, corra até ele.” E era isso que ele estava disposto a fazer. Correr atrás de seu amor. Iria confessar seus sentimentos e contar com sua sorte. Dizem que a sorte favorece os corajosos, e por Ed, ele seria corajoso.

Talvez o garoto das charadas e enigmas realmente fosse o seu verdadeiro amor. O destino os uniu ao acaso, e agora, eles moram juntos e com uma criança. Oh, sim.

Martin, um garotinho ao qual ambos os homens conheceram em uma visita a um orfanato (Uma das obrigações como prefeito de Gotham, as quais Oswald tinha o dever de cumprir, e Ed, como seu chefe de gabinete tinha dever de acompanha-lo.)  O pequeno garoto estava sentado sozinho em um canto, Oswald logo simpatizou com o menino, que era um tanto diferente das outras crianças, além de ser surdo e usar um caderninho para se comunicar. Martin temia que as outras crianças não gostassem dele, e Oswald em um impulso foi incentivar o pequeno – de seu jeito, é claro. Sem deixar de terminar com um “se não gostarem de você, empurre-os da escada quando não estiverem vendo” e o sorriso que o pequeno lançou pra ele após ouvir isso, amoleceu seu coração de vez.

Edward observou tudo com admiração e adoração, além da clara surpresa pelas atitudes do pinguim. Que voltou constrangido por o maior ter o pego no flagra naquela cena. Mas o mais alto não deixou passar despercebido, abaixando para ficar próximo ao ouvido do menor e sussurar um “você nunca deixa de me surpreender, Oswald” o deixando totalmente corado e desnorteado com aquelas palavras.

E foi depois disso, de muitas visitas – e também um pouco de insistência por parte de Oswald – que eles lavaram o garoto para morar em sua casa. E eles eram felizes, Oswald arriscaria dizer que eram quase uma família.

Agora, completamente desperto, virou pela vigésima vez na cama, fitando o teto. Sentiu uma ardência nos olhos ao que tentou fechá-los em uma tentativa falha de voltar a dormir. Decidiu ficar deitado de bruços apenas esperando a luz passar pelas frestas da janela. Entretido em seus próprios pensamentos, não ouviu quando Nygma bateu na porta, pedindo licença para adentrar o cômodo.

Edward entrou sem fazer barulho, parou na porta e se conteve em apenas observar o menor estirado sobre a cama, que parecia preso em pensamentos profundos acerca de algo importante, ao julgar pela sua expressão e o biquinho adorável que estava formado em seus lábios.

— Sinto seus movimentos, conheço seus pensamentos, estou contigo desde o nascer e eu vou vê-lo apodrecer. O que eu sou? – Ed disse de repente, atraindo um olhar assustado seguido de um grunhido.

— Edward Nygma, eu poderia matar você por aparecer assim no meu quarto de madrugada. — disse em um tom de falsa repreensão, apenas tentando disfarçar o nervosismo pelo amigo ter aparecido em seu quarto naquele horário.

 

E o pior, apenas com uma camisa larga de pijama e uma boxer.

 

Se controla Oswald. Apenas aja naturalmente. É apenas uma situação casual entre dois amigos que dividem a mesma casa.

 

Ele parecia ansioso, sentou-se na cama ao lado de Oswald e respirou fundou.

— É o Martin, ele foi no meu quarto e aparentemente teve um pesadelo. Eu pensei em sabe... eu e você irmos, hm, passar a noite com ele sabe? — Ed parecia envergonhado, Oswald também estaria se não estivesse tão preocupado com Martin.

Ele se levantou rapidamente puxando Edward pela mão, seguiram até a porta do quarto do garoto, mas Ed os deteve antes de entrar.

— Ozzie, eu realmente não sei o que fazer, nunca lidei com uma situação assim antes e sou horrível com crianças e– parou de falar ao sentir as mãos quentinhas de Oswald envolvendo seu rosto.

— Ei, olha pra mim, Ed. A gente consegue, juntos. Só precisamos distrair ele, ok? — ele assentiu, sentindo um pouco mais de segurança, porque Oswald parecia saber exatamente o que fazer.

Assim que entraram no quarto encontraram o pequeno cabisbaixo, assim que percebeu a presença dos dois correu para abraça-los, um abraço rápido, pois logo depois correu buscar seu caderno. Tanto Oswald quando Ed o bombardearam sobre como ele estava e ele apenas afirmava estar tudo bem. Eles estranharam, mas resolveram não questionar. Conversaram por meio de notinhas por uns bons vinte minutos. Até a notinha que fez Cobblepot congelar.

“vocês podem dormir aqui comigo hoje? Não quero me sentir sozinho”

Não havia nada demais naquele pedido, exceto ele e Ed dividindo a mesma cama. Mas com uma prontidão exageradamente rápida, Edward respondeu um – é claro – e então Os não teve escolha. Não que estivesse reclamando, simplesmente amou a ideia de dormir com as pessoas mais queridas pra ele no mundo. Edward se deitou do lado direito, Martin no meio e Oswald ao lado. Tudo tranquilo e aconchegante. Até mais uma notinha do menino:

meus amigos também dormem no meio dos pais deles ás vezes, quando eles assistem filmes de terror.”

E com aquilo eu derreti por dentro, não pude evitar de abrir um sorriso largo. Por Deus, eu estava realmente fazendo o papel de pai daquele garotinho? Olhei de relance pra Ed que também não conseguia evitar um sorriso.

Mas o papai é o Ed, Oswald você é a mamãe

E ao ler isso Edward soltou uma gargalhada extremamente exagerada e eu fiz o possível para manter uma carranca no rosto. Totalmente envergonhado.

— Martin, querido, você está deixando minha esposa envergonhada — ele disse ainda segurando o riso. Era uma brincadeira mas as malditas borboletas no estômago não entendiam isso.

Então eu apenas arremessei uma almofada em Ed, o que resultou em nós três em uma guerra de travesseiros. Assim que acabamos nossa guerra, todos cansados e suados, Ed saiu para ir ao banheiro. Quando Martin colocou discretamente um papelzinho na minha mão.

Ed gosta tanto de charadas, por que não faz uma pra ele? Uma charada sobre amor seria como nos livros que eu leio ozzie

E antes que eu pudesse perguntar de onde veio aquilo, Ed tinha voltado, Martin apenas levantou um dedinho para perto da boca em um sinal mútuo para que eu não dissesse nada sobre aquilo.

Apagamos as luzes e nos deitamos, Oswald caiu no sono pensando sobre a tal charada sobre amor, de onde Martin tinha tirado aquilo e como era uma ideia maravilhosa e arriscada, e em segundos estávamos todos dormindo.

 

Bem, não todos. Assim que a pequena criaturinha percebeu que os dois homens já dormiam, saiu de fininho, deixando apenas um bilhetinho na cabeceira “Foi ideia do tio zsasz

 

No meio da noite, inconscientemente, Edward abraçou Oswald por trás, passando o braço por cima de seu peito e descansando a cabeça na curvatura de seu pescoço, deixando o cheiro inebriante do pequeno entrar por suas narinas. E passaram a noite assim, sentindo o calor um do outro, do jeito mais confortável possível. Seus corpos se encaixando como se fossem feitos um para o outro. Oswald acordou ao sentir o aperto gostoso e quentinho em volta de si. Não pode deixar de sorrir e apenas desejar que o amanhecer nunca chegasse. Apenas sussurrou um “droga, eu realmente acho que te amo.” E aproveitou o contato com seu amor secreto, até cair no sono.

 


Notas Finais


primeiro capítulo curtinho,(prometo compensar no próximo) esse foi só pra saber o que vocês acharam, criticas e comentários sempre me motivam a continuar, e claro se vocês gostarem eu terei o maior prazer em continuar, então digam ai o que vocês acharam e muitão obrigada por ler

byeeee


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