História Surrendering (Kakavege) - Capítulo 13


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Categorias Dragon Ball
Personagens Androide Nº 18, Bulma, Chichi, Gine, Gohan, Goku, Goten, Kakaroto, Kuririn, Mestre Kame, Mr. Satan, Tenshinhan, Trunks, Vegeta, Videl, Yamcha
Tags Dragonball, Gogeta, Goku, Gokuxvegeta, Kakarotto, Kakavege, Vegeta, Vegetto
Visualizações 222
Palavras 3.369
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii meu bebês ❤️
Decidi soltar logo o capítulo e depois responder os comentários do cap anterior. Não pensem que é preguiça, quem dera fosse! Mas acabei de sair de um mês que estava sendo horrível para mim mas graças a god tá tudo bem e eu vou voltar a ativa, amém!

Esse capítulo será narrado pelo o nosso princeso, o Vegeta ❤️😍
Boa leitura ❤️

PS: ignorem os erros, já revisei mas sempre escapa né KKK

Capítulo 13 - Capítulo treze.


Fanfic / Fanfiction Surrendering (Kakavege) - Capítulo 13 - Capítulo treze.

“É melhor deixar as coisas se acalmarem. O pirralho ainda está de cabeça quente. Conversar agora não resolverá nada.”


Aconselhei Kakarotto ao vê-lo pegar o celular pela a quinquagésimo vez. Seus lábios formaram um pequeno bico e seus olhos se entristeceram mais. Parei de cortar os legumes, limpando minhas mãos na flanela logo em seguida. Aproximei-me mais dele tirando a franja de seus olhos, sentindo os fios macios passarem entre meus dedos.

Os olhos que antes tinham um brilho infantil, agora estavam tristes e sombreados. Aquilo estava me referindo profundamente pois a maior causa de todo esse seu sofrimento era por conta daquele pirralho mimado.


“Deixe as coisas se aquietar por uns dias. Como ele disse, vocês precisam de um tempo.”  


Kakarotto me mostrou a carta que o garoto havia deixado. Senti raiva por ele está sendo tão infantil, a ponto de fazer uma maldade dessas com o próprio pai. Porém Goku só se martirizava, alegando sentir falta do seu menino. Tinha ido pegar Trunks em casa para trazê-lo para cá e ao decorrer da manhã, Kakarotto continuava na mesma, com o celular na mão, ligando e mandando textos para Gohan na qual o garoto não respondia nenhuma das opções.


Ele suspirou largando o celular em cima da ilha e se encostou em mim, descansando a testa em minha clavícula.


“Você tem razão…” disse baixo, envolvendo seus braços em minha cintura.


“Procure não pensar nisso. Ele disse que ficará bem. Não se preocupe!” Peguei em seu rosto fazendo o mesmo pairar sobre o meu. Olhei cada detalhe daquele rosto bonito, sentindo meu coração cantar alvoroçado. Um pequeno sorriso começou a se formar naqueles lábios cheios e minha boca sentiu sede, ânsia de senti-los. Puxei o rosto dele de encontro ao meu e juntei nossas bocas, beijando aqueles lábios que tanto me fazem divagar.

As mãos de Kakarotto apertaram minha cintura me fazendo sentir uma corrente elétrica por todo o meu corpo. Deslizei minhas mãos, enlaçando seu pescoço com meus braços.

Nossas línguas se mexiam sincronizadas, sabíamos exatamente o que estávamos fazendo porém a timidez dele sempre estava presente nesses atos. Minha pele se arrepiou ao que seus dedos entraram por debaixo da minha camisa. Suspirei entre o ciclo, separando minimamente para bombear meus pulmões.

Os lábios de Kakarotto logo foram para meu pescoço e logo em seguida fui prensado contra a ilha. Ele mordeu a pele, passando a língua em cima como que para amenizar a  dor. O tempo estava frio, ainda chovia porém meu corpo estava quente como um vulcão em chamas.


“Sinto tantas coisas quando estou assim com você… você me bagunça e me organiza tudo isso em menos de um segundo.” Kakarotto sussurrou as palavras ao pé de meu ouvido e voltou a me fitar com o rosto rente ao meu.


Olhei para ele sentindo-me pequeno ao notar nossa diferença de tamanho. Engoli em seco quando seus dedos apertaram minha cintura. Estava me sentindo encurralado porém não estava nada desagradável está nessa situação.

Sorri mordendo meus lábios. Vi o rosto de Kakarotto ser tomado pela a cor vermelha e como se estivesse saído de um transe, ele pisca seus olhos inocentemente e se afasta de mim como uma criança que acabou de ser pega fazendo algo proibido.


“E-eu… me desculpa–”

A panela de pressão chiou, assustando só a ele pois eu já sabia que a mesma estava prestes a fazer isso. “Caramba!” Ele disse pondo a mão no peito.


“Você se assusta fácil!” Sorri indo diretamente até o fogão, desligando a panela. Ele riu nervosamente e a cor vermelha ainda tomava conta de suas bochechas. “Ei, vem cá…”  lhe chamei com o indicador. Ele se aproximou hesitando um pouco e assim que se pôs diante de mim, lhe puxei pela a cintura, lhe pegando desprevenido com um beijo. Ditei os movimentos, sentindo sua respiração acelerada e os batimentos rápidos de seu coração. Dei passos lhe fazendo andar para trás nos parando quando lhe encostei sobre a ilha.


“A muitas coisas que quero lhe fazer sentir. Basta me pedir, e eu farei de bom grado.”



O tom rubro ficou ainda mais forte em seu rosto, seus olhos se abriram e o brilho infantil se mostrava neles. Parecia uma criança que acabara de receber a oferta de comer todos os doces do mundo. Tentei me manter calmo perante isso pois a inocência dele me levava a loucura.


“E-eu… eu …” sua voz estava baixa e hesitante. Seus olhos fugiam dos meus olhando para qualquer outro lugar porém suas mãos continuavam em mim, segurando minha camisa.


“Shii… não precisa dizer nada agora.” Peguei em seu maxilar, fazendo-o me olhar nos olhos. Ele sorriu puxando o tecido da minha camisa, fazendo nossos corpos se colarem. Lhe abracei, sorrindo ao sentir seu coração tão acelerado.


“Papaaai!!!” Olhamos os dois para trás encontrando Trunks e Goten parados na entrada da cozinha. “Estamos com fome!”

Os dois falaram em uníssono fazendo careta enquanto que tinham os braços em volta de suas barrigas.


“Vocês são uns comilões mesmo! Lancharam a pouco tempo!” Disse Kakarotto ainda agarrado a mim. Acho que ele ainda não havia percebido isso e os pirralhos também porém vendo isso, eles  não nos olharam estranho em nenhum momento até agora e isso me deixou mais a vontade de continuar como estávamos.


“Mas já estamos com fome, né Goten?”


“Sim!”


Olho desdenhoso para meu pirralho notando o poder que ele tem de induzir o pequeno Goten a tudo. Apertei Kakarotto em meus braços e o mesmo olhou para mim, sorrindo levemente.


“Eu e Vegeta já estamos acabando, vão assistir enquanto isso!” Ele disse sorrindo e os pirralhos logo lhe obedeceram indo diretamente para a sala.


Voltamos a ficar sozinhos, Kakarotto me olhou e era como se ele quisesse me dizer algo sem palavras. Eu podia ler seus olhos, eles me diziam tudo aquilo que eu sempre sonhei em ter.


“Eu também…” sussurrei, beijando a ponta de seu nariz.


[...]


“Não vou deixar você dirigir nessa chuva, Vegeta! Durmam aqui essa noite.”

Kakarotto pediu pela a terceira vez e confesso que quis dizer sim desde a primeira porém não queria abusar de sua hospitalidade.


“Tudo bem–” Trunks não me deixou terminar pois foi logo comemorando.


“Êba!” Gritou empolgado juntamente com Goten.


“Haha, filho separa um pijama seu para o Trunks está bem e não façam bagunça no banho! Eu e Vegeta já subiremos para cobrir vocês.”


Assim que Kakarotto ditou as palavras eles subiram para o segundo andar. Olhei para Kakarotto, ele parecia divagar olhando fixamente para as escadas. Me aproximei devagar, segurando seu braço.


“Tudo bem?” Ele sorriu minimamente e olhou para mim.


“Sim… só me lembrei de quando fazia isso com Gohan. Depois do jantar, eu , ChiChi e ele assistíamos TV. Ele sempre queria ficar até tarde conosco mas ChiChi dizia; bons meninos dormem cedo. Suba e já já eu e seu pai iremos te cobrir.”


Meu coração desacelerou por uns milésimos de segundos. O olhar de Kakarotto era diferente quando se falava de sua ex esposa. Tentei não transparecer está incomodado com isto mas o jeito em que ele entrelaçou nossas mãos e as apertou, fez-me sentir desconcertado.


“Vem, vamos vê-los.”


Sem esperar por minha resposta, ele nos guia até o segundo andar da casa. Kakarotto nos leva até o quarto de Goten e ao entrarmos vimos os dois acabando de se vestirem.


“Olha papai, eu sou o homem de ferro!” Trunks disse mostrando o pijama que vestia. O pequeno Goten se pôs ao seu lado, com o pijama também com tema de super-herói.


“E eu  sou  o  Homem-Aranha!” falou Goten fazendo gestos com os dedos.


“Já está na hora dos heróis dormirem, não?” Disse Kakarotto olhando-me com um sorriso.


“Uhum, andem logo!” Senti ele apertar minha mão e me olhar com um olhar repreendedor. Sorri dando de ombros.


“Vamos lá, meus meninos.” Kakarotto soltou nossas mãos e puxou as cobertas. Goten e Trunks pularam na cama dando sorrisos alegres. Kakarotto me olhou enquanto segurava uma ponta do edredom e fez sinal para que eu fosse ajuda-lo. Rolei os olhos porém o sorriso estava estampado em meu rosto. Lhe ajudei a cobrir os pirralhos e pronto. O trabalho estava feito.


“Papai… porque o irmãozão ainda não voltou pra casa?” Goten perguntou olhando para Kakarotto por cima da coberta. Ele me olhou como se pedisse ajuda e sem eu saber como, já havia me agachado ao lado do garoto.


“O seu irmão e os amigos da escola terão uns dias de férias e convidaram ele para passar uns dias com eles. Quando as aulas voltarem, ele volta pra casa, tá!” Passei a mão em seu cabelo vendo um sorriso bonito se formar.


“Tá bom! Haha, boa noite papai e tio Vegeta!”


“Boa noite, pivete!”


“Boa noite, filho.” Kakarotto também se agachou e beijou os lábios do filho. “ Boa noite, Trunks.” Ele se inclinou e fez o mesmo no meu pequeno que por incrível que foi, não hesitou em devolver o gesto carinhoso para ele.


“Boa noite, pirralho.” Baguncei sua franja lisa e ele sorriu, parecendo comigo.


“Boa noite papai.”

Kakarotto acendeu o abajur e desligou a luz do quarto, fechando a porta assim que saímos.


“Você… quer dormir onde? Quer dizer, tem o quarto de hóspedes e tem o do Gohan e…” Ele falava mexendo seus dedos nervosamente.


“Onde você quiser.” Cruzei meus braços e sorri. Kakarotto engoliu a seco e suas bochechas coraram.


“P-pode ser no meu quarto…” Gaguejou e eu sorri levemente.


“Tá bom.” acenei positivamente e ele começou a andar até o quarto. Entramos no mesmo, Kakarotto foi logo até seu armário e ficou alguns segundos vasculhando até tirar de lá uma calça moletom cinza e uma camisa branca.


“Aqui, serve em você pois em mim ficam apertadas!” Deu um sorriso ao me entregar as roupas.


“O que você quer dizer com isso?” Levantei a sobrancelha e ele ficou nervoso, procurando as palavras.


“N-nada! É que eu sou um pouco maior que vo–”


“Está me chamando de nanico?” Provoquei vendo ele se desesperar.


“Não! E-eu não disse isso, Vegeta! É que–” Não deixei ele terminar, lhe puxei pela a cintura colando nossos corpos.


“Estou brincando com você, meu bem.” Falei baixo, sentindo o corpo dele tremer levemente.


“A-ah! Você é bem malvado…” disse ainda nervoso.


Com minha mão livre afastei a franja que caía sobre seus olhos, Kakarotto suspirou trêmulo, olhando para meus lábios.


“Talvez você possa gostar desse meu lado.” A cor vermelha voltou a dominar o rosto de Kakarotto e eu estava adorando vê-lo assim.

Talvez eu esteja indo rápido demais mas a ânsia e o desejo de tê-lo estava me dominando cada vez mais. Mesmo sendo maior, ele se encolheu mordendo seus lábios e isso o fez parecer tão pequeno e indefeso. Eu tinha de ir devagar.

“ Tem um banheiro no final do corredor, não é?” Lhe soltei devagar, ouvindo seu suspiro de alívio no mesmo minuto.


“Sim… mas se quiser, pode usar este eu vou–”


“Tudo bem, vou usar o do corredor mesmo! Me empresta uma toalha?”


“Ah, sim! Está aqui!” tirou a mesma de dentro do armário e me entregou. A peguei, roçando nossos dedos e ele sorriu ainda com suas bochechas rubras. [...]



Talvez eu tenha passado muito tempo debaixo daquela água fria. Mas fora a segunda opção para da um fim naquela ereção que insistia em está ali.

Caminhei de volta para o quarto já vestido com o pijama de Kakarotto, seu cheiro estava nas peças e agora faziam parte de mim também. Sorri pra mim mesmo passando a toalha em meus cabelos e abri a porta, entrando no quarto.

Meus pés congelaram no lugar. Kakarotto estava parado no meio do quarto de frente para o espelho. Ele vestia apenas a calça do pijama e estava a secar seus cabelos com a pequena toalha. A luz estava acesa me dando a perfeita visão disto.

Meus olhos percorreram todo aquele tronco bem trabalhado, pequenas gotas de água ainda desciam por ele e iam se perdendo no cós da calça. Senti os batimentos de meu coração aceleraram e um calor imenso tomar conta de meu ser.


Kakarotto me olhou parando de secar seus cabelos. Um sorriso tímido surgiu em seus lábios e suas bochechas como sempre já haviam ganhado cor. Eu não resisti. Larguei a toalha no chão e passei a dar passos decididos até ele. A medida em que me aproximava meus pensamentos ia me freando, pedindo para parar aquilo já mas decidi não ouvi-los e só seguir o meu coração.

Como da última vez lhe peguei pela a cintura e lhe puxei para um beijo. Kakarotto cambaleou para trás com o impacto de nossos corpos e eu lhe segurei forte, ouvindo seu suspiro entre o ciclo. Minha mente ainda gritava para eu ir devagar mas assim que senti as mãos de Kakarotto em meus ombros, resetei minha mente e nos puxei até sua cama.


“Me para agora, se não, vou continuar.” Falei ao que quebrei nosso ciclo, empurrando-o para o meio da cama.


“V-vegeta…” fora dito junto de um gemido e Deus, que gemido gostoso.

Fui para cima dele pairando meu corpo sobre o seu e lhe tomei os lábios com vontade. Kakarotto agarrou minhas costas, suas unhas raspando minha pele por cima da camisa fina. O beijo dele era viciante pois ao mesmo tempo em que se mostrava experiente, também mostrava o quanto era tímido.

Separei nosso ciclo, descendo meus lábios por sua bochecha, pescoço, onde dei uma atenção especial e cheguei em seus mamilos, sentindo-os rijos. Passei a ponta da língua no direito, ouvindo seu suspiro trêmulo e suas mãos agarraram meus cabelos quando chupei o botão.


“Ahn… vegeta!”


Dei mais um pouco de atenção e passei para o esquerdo, mordendo, ouvindo seu gemido manhoso. Continuei a descer e quando cheguei ao cós de sua calça, olhei em seus olhos. O peito de Kakarotto subia e descia depressa, suas bochechas estavam rosas e uma camada fina de suor começava a se formar em sua testa. Sua ereção tocava o meu queixo, ainda lhe olhando, rocei meus lábios em cima da mesma e seus olhos fecharam-se em puro deleite.


Coloquei meu indicador dentro da calça, agarrando o elástico. Nesse momento Kakarotto abriu os olhos e sustentou seu troco, afundando seus cotovelos no acolchoado da cama. Me inclinei sobre ele e beijei seus lábios levemente. Estávamos de olhos abertos, olhando fundo nos olhos um do outro. Sem quebrar nosso contato, comecei a descer a peça, vendo o brilho infantil tomar conta de suas íris. Ele me ajudou a descer o resto com seus pés e como se estivesse acabado de voltar a respirar, ele arfou puxando-me para um beijo.


O corpo dele não parava de tremer e suas mãos me agarravam adoravelmente. Passei a lhe fazer carinho, tentando relaxá-lo mas a cada toque meu, Kakarotto tremia e suspirava como se não tivesse ar suficiente no mundo.


“Calma… não farei nada que você não queira.”  Sussurrei rente a seus lábios, beijando-os com pequenos selinhos.


“M-me desculpe. Eu quero … quero muito mas …”


“Eu sei, meu bem.” Beijei seus lábios mais uma vez e fui descendo devagar, ouvido seus suspiros em cada canto que eu tocava. “Confia em mim?”  perguntei com meu rosto rente a ereção dele. Kakarotto me olhou com o rosto tomado pela a cor vermelha e acenou positivamente igualmente como uma criança.

Essa sua ingenuidade era o dos meus pontos fracos sobre ele. Isso me levava a loucura em menos de um segundo. Olhei para seu membro ereto e minha boca salivou. Peguei no mesmo e Kakarotto fechou  os olhos, arfando ao que agarrava o edredom com força.


“Goku…” lhe chamei baixinho, soprando em cima de sua fenda. Seu corpo todo tremeu e ele abriu seus olhos, arfando pesadamente com a boca entreaberta.

Conectei nossos olhares e passei a Lígia em cima de fenda, engolindo seu membro logo em seguida.


“Ahn.. hnm…” Kakarotto gemeu, agarrando o tecido com mais força.


Deslizei minha língua sobre toda a sua extremidade e o engoli novamente, lhe fazendo gemer mais alto desta vez. Nossos olhares ainda estavam conectados, a franja úmida caída sobre seus olhos, a cor rosa tomando suas bochechas e seus lábios cheios partidos soltando aquele gemidos manhosos estavam me levando a loucura. E Kakarotto não estava diferente pois ele se retorcia até que seus dedos furaram o edredom e ele com sua voz rouquinha, me avisou;

“E-estou quas–ahn…” Disse fechando os olhos com força.


Aumentei a velocidade das  sucções e Kakarotto se desfazer dentro da minha boca, soltando um gemido prazeroso. Engoli seu esperma que não fora pouco e limpei o resto que ainda escorria pelo os cantos da minha boca.

Kakarotto estava de olhos fechados, seu peito subia e descia. Olhei para seu membro vendo que ainda escorria esperma e sorri, me inclinando sobre o mesmo  e lambi o que ainda restava.


“Aahn… vegie…” senti sua mão agarrar meu cabelo, me puxando para cima assim que terminei de limpá-lo.


Kakarotto tomou minha boca com sede e eu me deixei ser dominado por aquele beijo. A mão dele desceu entre nós e entrou em minhas calças, agarrando meu membro logo de cara pois eu não vestia boxer.


“Kakarotto…”  


“Sua vez, vegie…”  aquele novo apelido mexeu comigo e tudo ficou pior quando ele passou a fazer movimentos firmes em meu membro.


Agarrei o edredom com as duas mãos, pairando meu rosto rente ao dele. Senti o suor descer pelo os lados do meu rosto, meu corpo estava mil vezes mais quente e minha pélvis borbulhava. A mão grande de Kakarotto estava me tirando a pouca sanidade que me restava.


“Aahn… Kakarotto… isso, estou vindo…”


Ele passou a bombear mais depressa, olhei para seus olhos mergulhando fundo naquele mar negro e então me desfiz em sua mão.


Cai para o lado, sentindo o mundo em voltar girar. O cheiro de suor e perfume amadeirado entrou por minhas narinas, eu estava cheirando a Kakarotto.

O lado da cama se afundou, virei o rosto e ele estava sorrindo levemente, olhando-me como se eu fosse a coisa mais importante naquele momento. Desejei por tantos anos está assim com ele que vivendo isso hoje, ainda é algo inacreditável para mim.

Tentei me controlar, não me deixar abalar pelo o passado porém eu já sentia as lágrimas descendo de meus olhos.


“Vegeta, por que está chorando?” Perguntou, o tom preocupado evidente em sua voz.

“Te machuquei, meu amor? Me desculpe!”


Kakarotto já estava sentado, desesperado tocando o meu corpo em lugares aleatórios mas eu eu só conseguia pensar no que ele acabara de me chamar.


Meu amor.


“Eu sempre te amei.” Olhei para ele com meus olhos ainda vazando. Kakarotto parou de me tocar e passou a me fitar quieto. “Amo você desde os meus dezesseis anos.”

Meu coração cantava alto em meu peito, aliviado por ter confessado esse amor tão antigo.

Kakarotto mordeu os lábios com seus olhos formando lágrimas nos cantos. Estiquei minha mão até tocar seu rosto e limpei a lágrima que acabara de descer.


“Me desculpe.” Ele pediu sentido e eu sorri por ele ter um coração tão bom.


“Não quero suas desculpas, Kakarotto… estou lhe contando o que eu devia ter contado a muitos anos atrás.” Também me pus sentado, pegando em suas mãos.

“Sempre fui louco por você. Sempre…” lhe apertei as mãos e ele repetiu meu ato logo em seguida. “Mas eu via o quanto você e ChiChi eram felizes. Eu não podia me meter em vocês, isso seria injusto com ela e… eu nem sabia se você curtia caras…” sorri levemente e ele retribuiu ainda derramando lágrimas finas. “... Então eu resolvi guardar tudo pra mim e seguir em frente. Mas aí veio a notícia de que você iria casar e… Kakarotto, eu não podia, não podia…” engoli meu choro e ele tremeu os lábios, derramando mais lágrimas. “... Então eu fui embora decidido a te esquecer e recomeçar! E quando voltei para cá, e quando te vi… por Deus, eu não esqueci você em nenhum momento por todos esses anos!”


Abaixei minha cabeça mas logo meu rosto fora pego por suas mãos e seus lábios tomaram o meu em um beijo diferente. Diferente de todos que já demos.


“Tenho certeza de que era pra sermos agora. E eu te prometo, Vegeta. Vou te amar do anoitecer ao amanhecer, assim todos os dias.”

Não tive tempo para responder pois ele me tomou os lábios novamente. Agarrei-me nele com todo o meu coração, sentindo que finalmente iríamos viver o nosso agora.



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