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História Surrogate Pregnancy - Bruno Mars - Capítulo 13


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Notas do Autor


Volteeei ruliguinhxs, espero que gostem. Trouxe a "punição" da Gale hihi 😁

Capítulo 13 - Capítulo Treze - Parte Um


23 DE FEVEREIRO DE 2021

   Passei uma noite incrível ao lado de Phil, Urb e Bruno. Eles eram as melhores pessoas com quem você poderia passar o tempo livre. Urb era engraçada, alegre e estava sempre preocupada em não me deixar fora dos assuntos que por mim eram desconhecidos. Phil adorava zoar com a cara do Bruno, tanto que contou muitas histórias comprometedoras sobre ele. Das vezes em que Bruno arrumava brigas, até os vexames que passava quando estava bêbado. Ficamos até tarde da noite bebendo, comendo carne assada e contando histórias icônicas que vivemos. Foi incrível, poderia até dizer que fiz novos amigos. Eu estava me sentindo muito bem. 

— O que será que ele come? — Aly se questionava pela terceira vez. 

  Bruno ficou de vim conhecer Aly e Sarah, ele iria jantar em casa pela primeira vez. Aly estava nervosa com a presença dele, queria que tudo saísse perfeito. Ela jurava que tinha que ser algo especial para nós dois. Acho que Aly ficaria desapontada em saber o real motivo por termos nos aproximado tanto nos últimos dias. 

— Gale, quando você vai anunciar que está gostando dele? — Sarah dizia enquanto eu arrumava o cabelo. 

— Sarah, se um dia isso acontecer, você será a primeira a saber. Não estamos apaixonados, somos apenas bons amigos. — Parecia que aquilo servia mais para mim do que pra ela. 

— Para, você passa quase o dia todo colada nele. — Ela dizia se jogando no puff branco. 

— ELE vive colado em mim. Eu só deixo, sei que Bruno não tem segundas intenções, a gente apenas gosta da companhia um do outro. — Eu insistia. 

— Bom, se contente com isso, quando cair na real me fala. — Ela levanta e caminha para sair do quarto, parando na porta. — Aliás ele já chegou. — Sarah anuncia. 

— Estou descendo. — Digo terminando de passar o gloss mentolado. 

  Eu estava com uma roupa simples, cabelo solto, apenas um rímel e gloss. Bruno já estava mais arrumado, da porta do quarto podia sentir seu perfume vindo de dois cômodos para baixo de onde eu estava situada. 

— Boa noite, sr Hernandez, — Cumprimento-o aparecendo na sala de estar, onde todos estavam. — Acho que já conhece Aly e Sarah, são minhas amigas. — Apresentei. 

— Sim, acho que já conheci Sarah da festa, mas não Aly. — Ele sorri. 

— Muito prazer, sr Hernandez. — Aly cumprimenta envergonhada. 

— Por favor, me chama de Bruno. — Pede. 

— Aly estava bem nervosa em deixar tudo perfeito pra você. — Digo e Aly fica vermelha. 

— É que… Ah… É o Bruno Mars, né? Nunca pensei que iria conhecê-lo. — Ela gagueja tentando justificar. 

— Não precisa explicar nada, tá tudo bem… Tenho certeza que está tudo perfeito. 

 Sorrio para ele. 

— Srta Clark, será que podemos conversar a sós antes de começarmos a jantar? — Ele pede e todas olham para mim, prestes a rir. 

— C-claro. — Logo lembro que eu havia desafiado no churrasco. Uma bola se forma em meu estômago. 

 Bruno sorri e nós subimos até meu quarto. 

 

 

 — Você lembra o que fez de errado ontem, né? — Bruno diz calmamente após trancar a porta. 

— S-sim. 

— E você acha que está certo duvidar de mim, Gale? — Eu podia sentir Bruno se aproximando. 

— Não. 

— Não, o que? — Ele disse perto demais do meu ouvido. 

— Não… senhor. — Lutei para dizer. 

— E agora vou ter que te punir.

  Um arrepio estranho percorre meu corpo. 

— E o que você vai fazer? — Digo me virando para ele, ficando cara a cara com o perigo. 

 Bruno apenas sorri. Enfia a mão no bolso tirando de lá um lubrificante. 

— Isso é um lubrificante à base d'água. — Ele diz o óbvio. 

— Eu sei. 

 Bruno enfia a outra mão no outro bolso. Tirando um aparelho pequeno dele. 

— E isso. — Bruno mostra. — É um vibrador.

 O vibrador parecia uma anteninha, possuía uma esfera em sua extremidade e era fino. 

— Você vai me punir com isso? — Ri. — Sinto em dizer mas, isso não é punição pra mim. 

 Bruno ri balançando a cabeça em negação. 

— Não seria punição se eu deixasse você gozar com isso. — Ele diz e meu corpo arrepia novamente. — Enfia isso em você, agora. 

  Bruno passa um pouco de lubrificante na extensão no objeto pequeno, como se fosse preciso. Minha lubrificação natural já estava fazendo seu papel. Ele me entrega me olhando. 

— Você vai sair? — Pergunto, mas já sabia a resposta. 

— Não. — Bruno estava intenso, seu olhar penetrante em mim me deixava atônita. 

  Derrubo meu shorts no chão, ficando apenas de lingerie. Desvio o olhar do dele. 

— Olha pra mim. Não quero que sinta vergonha. — Ele pede. — Não tire seus olhos do meu. 

— Não vou. — Digo entre sussurros. 

 Bruno se aproxima e me guia até a cama, onde me sentei para ter conforto para conseguir introduzir.

— Faz com calma, não precisa se sentir acanhada, não estou aqui pra te deixar constrangida. 

   Balanço a cabeça confirmando e levo minhas mãos até meu ventre. Introduzindo o vibrador com calma fazendo minha boca se abrir num suspiro ao senti-lo entrar. 

    Bruno apenas observa minhas expressões. 

— Você é linda. — Ele diz e me sinto corar. — Está machucando? 

— Não, tá tudo bem. — Certifico. 

— Ótimo. — Bruno pega seu celular virando a tela para mim, onde estava aberto um aplicativo. 

— O que é isso? — Pergunto. 

— Vou começar as punições das mais leves para as mais rigorosas, pra você ir se adaptando com calma. — Ele dizia enquanto me entregava o shorts. 

— Se eu fizer isso… — Ele mexe na tela e eu automaticamente me encolho. — E isso… — Me encolho mais até quase ir até o chão. — Cada vez que eu aumentar a frequencia dele você vai precisar se esforçar para não deixar ninguém desconfiar. — Ele mexe novamente na tela fazendo eu me contorcer de prazer com aquele objeto vibrando dentro de mim. 

 Minha vontade era deitar na cama e aproveitar a sensação gostosa que se formava dentro de mim, mas Bruno queria mesmo era me ver sofrer. Ele parou bem quando eu estava aproveitando. Era bom, mas ao mesmo tempo humilhante. 

— Vamos ir, Sarah e Aly estão nos esperando. — Bruno ia saindo do quarto quando me viu fazendo menção em tirá-lo de dentro de mim. — Eu não mandei você tirar. 

— O que? Vou ficar com esse treco dentro de mim? — Questiono indignada. 

— Sim. — Ele ri dando de ombros. 

Desgraçado. — Sussurro e ele não ouve. 

 

 

  Sarah e Aly estavam prestes a se servirem quando adentramos o cômodo da sala de jantar. As duas se entreolham e sinto que minhas bochechas estão queimando. Era muito estranho andar com aquilo dentro de mim e saber que a qualquer momento, bastava Bruno mexer com os dedos na tela que eu iria em direção ao chão.

— Nós íamos comer sem vocês. — Sarah anuncia. 

— Desculpa, acabamos perdendo a noção do tempo. Preciso de uma ajuda de Gale em um projeto. — Bruno mente enquanto se servia. 

— É claro. — Aly concorda com malícia. 

  A mesa de vidro era grande e possuía seis lugares, Bruno e eu nos sentamos em lados de extremidades opostas, Sarah e Aly ocuparam as cadeiras das laterais, também de frente uma para a outra. Tudo corria bem, até eu ver Bruno tirar o celular do bolso e o posicionar ao lado do prato. Minha barriga gela e eu sabia que a hora seria aquela. Após alguns cliques, sinto começar um leve brandir em meu ventre. Olho para Bruno furiosa, suplicando a ele que não desse continuidade àquele castigo na frente das duas. Mas ele apenas sorri caviloso enquanto me ignorava. 

  Bruno aumenta a frequência sem anúncio e eu dou um pulo na cadeira, atraindo os olhares curiosos para mim. 

— Que porra foi essa, Gale? — Sarah pergunta e eu cruzo as pernas rápido. 

  Minhas pernas trançadas tremiam involuntariamente, o prazer estava misturado com a vergonha e eu estava tentando ignorar aquela sequência de vibrações. Estava bom, uma experiência muito boa, eu adoraria aproveitá-la se não me encontrasse nessa situação. Mas eu não podia. 

— N-nada. — Digo entre sussurros fechando os olhos. 

— A senhorita está passando mal? — Aly pergunta preocupada. 

  Faço que não com a cabeça e vejo Bruno rir enquanto ia novamente em direção ao celular. Aumentando a frequência ainda mais. 

 Minha perna pula, batendo contra o vidro da mesa, ocasionando um estrondo. 

— Gale?! Porra, o que foi? — Sarah diz querendo rir. 

— N-nada S-sarah. — Digo através de gemidos disfarçados e abafados pela minha mão. 

  Bruno para e eu respiro fundo. Agradecendo pelo fim daquela tortura. 

— O que aconteceu, senhorita Clark? — Bruno pergunta com um sorriso cínico em lábios. 

— Cãimbra, sr Hernandez. — Digo irônica, assim como ele. 

— Cuidado, elas podem voltar a qualquer momento. 

 


Notas Finais


Gente comentem muito, ajuda demais pra eu saber se estão curtindo 💙

OBS: Continua no próximo capítulo


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