História Survive Or Die - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7
Tags Bts, Exo, Got7, Jogo, Mistério, Survival Or Die
Visualizações 25
Palavras 1.572
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Survival, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Play


~ POV JIN ON ~

Eu tinha acabado de acordar e ainda estava com preguiça, então me virei para o lado para me acomodar melhor, foi quando percebi que não estava na minha cama. Assim que abri meus olhos, vi que estava deitado sob a areia, numa praia e já era noite, então não pensei duas vezes e me levantei dali. Olhei em volta por alguns minutos, mas não tinha nada além de areia, o mar, e uma trilha que adentrava numa floresta escura.

- Como foi que eu vim parar aqui? Ou melhor, que lugar é este? – Andei um pouco para ver se encontrava algum sinal de civilização ou ao menos alguma alma viva, porem sem sucesso, parecia que realmente estava sozinho. * Calma Jin, você só não encontrou ninguém ainda.*

Resolvi sentar em uma das pedras que havia ali perto e pensar um pouco sobre o que estava acontecendo, tentar pelo menos lembrar e recapitular sobre as ultimas coisas que fiz antes de acordar nesse lugar.

~ LEMBRANÇAS ON ~

Eu tinha acabado de acordar, então me levantei e fui tomar um banho. Depois que sai do banheiro, troquei de roupa e fui ate a cozinha para preparar meu café da manhã. * Acho que é melhor fazer umas compras hoje, já estou quase sem mantimentos.* Assim que terminei de tomar meu café da manhã, peguei meu celular, o dinheiro, as chaves de casa, depois sai trancando a porta principal e fui ao mercado. Quando comprei tudo que precisava para aquela semana, voltei para casa e de alguma maneira me senti sendo observado. Cheguei a frente da casa abri a porta, entrei e tranquei a mesma. Deixei as coisas na cozinha e subi para o meu quarto, mas voltei assim que lembrei que tinha que colocar a comida do Aki.

- Aki hora de comer. - Eu chamei aquele cachorro algumas vezes, mas ele não vinha, então fui procura-lo.

Eu procurei por ele por mais de meia hora, mas não o encontrava, foi quando a campainha tocou e eu fui atender. Assim que abri a porta não havia ninguém, então olhei para baixo e vi o Aki morto, com o pelo cheio de sangue e um bilhete preso à coleira dele.

“Se prepare, agora que nada mais esta te prendendo aqui, esta na hora de começar.”

- Que tipo de pessoa faria isso... O Aki nunca fez mal a ninguém. – Eu estava ajoelhado perto do Aki chorando e abraçado a ele. * Não estou nem ai para a minha roupa, só quero ficar mais um pouco junto a ele... Pode deixar Aki quem tem fez isso vai pagar.* - A primeira coisa que eu deveria fazer é ligar para policia. – Me levantei para pegar meu celular, mas senti uma dor aguda em minha cabeça e apaguei.

~LEMBRANÇAS OFF ~

- Então foi isso, alguém bateu na minha cabeça com muita força? - Me perguntei passando a mão no local. – Eu não acredito que essa pessoal deu pontos na minha cabeça... Com certeza não foi a mesma pessoa que matou o Aki...

Olhei um pouco para mim mesmo assim que havia lembrado que estava com a roupa cheia de sangue do Aki quando isso aconteceu, mas a roupa que estava nesse momento eram outras roupas, então me lembrei de outra coisa, lembrei que estava com o meu celular no bouço da calça e mesmo sabendo que poderiam ter tirado de mim, mas qual não foi minha surpresa quando vi que ainda estava lá.

- Que sorte, eu posso chamar por alguém... – liguei o celular e vi que não tinha nada nele, nada mesmo, os meus aplicativos, widgets, fotos, vídeos, tudo havia sumido, a única coisa que tinha lá era no menu principal era um tipo de jogo que pela imagem parecia aqueles jogos do Mario. – Ótimo, pelo visto sabiam que eu iria tentar alguma coisa.

Abri o tal jogo, apareceu uma mensagem dizendo bem-vindo e com meu nome em evidencia. Eu fiquei um pouco assustado, pois do nada começou a tocar uma musica muito alta e por mais que eu tentasse abaixar o volume, não conseguia. Quando eu me acostumei com a musica fui olhar o menu do jogo e assim que dei o play, percebi havia um mapa e o que mais me deixou surpreso é que era um mapa do local onde eu estava e olha só, é era uma ilha.

*O que essa pessoa quer comigo, porque fazer isso como um jogo, será que é algum tipo de psicopata que quer que eu o encontre e lute com ele pelo que fez com o Aki?*

Olhei para aquele mapa outra vez e vi que tinha um pontinho luminoso na floresta, eu consegui da um zoom naquele lugar e apareceu um monte de bonequinhos, envolta de alguma coisa que parecia uma fogueira.

- Se esse bonequinho que esta na praia sou eu, então esses outros bonecos são pessoas... Eu não estou sozinho, mas será que são amigos? – Me perguntei tentando raciocinar.

Na mesma hora apareceu uma mensagem bem grande na tela dizendo que eles eram amigos e que estavam na mesma situação que eu. Então eu olhei em volta e procurei alguém ou alguma coisa que poderia esta me observando, mas não encontrei nada e mais uma mensagem apareceu dizendo que não encontraria nada se não começasse a andar floresta adentro.

- Pode ter certeza que eu vou achar você seja lá quem for e vou me vingar por ter matado o Aki. – Falei olhando para o celular enquanto andava para dentro da floresta.

- Eu vou esperar ansiosamente para que isso aconteça, mas duvido que esteja vivo ate lá. – Escutei uma voz toda distorcida saindo do celular.

- Que historia é essa, de “estar vivo ate lá”, eu não pretendo morrer aqui. – Disse andando cada vez mais para dentro.

Eu continuei andando e seguindo o mapa que mostrava minha localização. Quando estava perto do local onde havia pessoas recebi outra mensagem naquele jogo dizendo para manter o celular escondido e não contar para ninguém sobre ele, pois apesar de serem amigos poderiam me matar se soubesse que tinha um mapa da ilha e que estava falando com a pessoa que os trouxe para cá. Então desliguei o celular guardei e segui na direção da luz que vinha da fogueira onde as pessoas estavam.

- Tem alguém ai. – Escutei uma voz feminina falando, mas não podia ver a pessoa. – Por favor, saia de onde estiver ou vamos atirar. * Vamos? Tem mais gente com armas?*

- Por favor, não atirem, eu estou desarmado. – Falei quase correndo e com as mãos levantadas.

- Ufa é só mais um que foi trago para cá. – Falou uma garota que colocava a mão no peito.

- Pode baixar as mãos garoto, nós não temos armas nenhuma. – Falou um cara se aproximando.

- Eu me sinto mais aliviado, mas realmente seria melhor se tivessem armas. – Falei relaxando.

- O que você quer disser com isso? O que você sabe? Por acaso foi você quem nos trouxe aqui? – A garota se abaixou e tirou uma faca que estava na perna dela e depois veio ate mim. – pode ir se explicando garoto ou eu te mato agora mesmo. – Colocou a faca no meu pescoço.

- Abaixa isso, por favor, eu não sei de nada, eu só disse aquilo porque a pessoa que me trouxe aqui teve a coragem de matar meu cachorro e conseguiu entrar na minha casa. – Falei quase chorando. * Ela pode ser a única garota aqui, mas ela não esta de brincadeira.

- Coitadinho, pode ficar tranquilo, eu não vou te matar, você é sensível de mais pra ter feito o que trouxe cada um aqui. – Ela baixo a faca.

- Como você tem tanta certeza garota, não é você que esta nessa ilha a mais de duas semanas. – Falou outro cara, encostado numa arvore.

- É, mas eu lutei contra a pessoa que fez isso e nã... O que foi isso? – Agarota se virou.

Um barulho nos arbustos assustou a todos, menos a garota que estava conosco e ela foi logo se aproximando. Um dos caras que estava mais afastado falou para todos recuarem devagar e que a garota desse meia volta, mas ela não deu ouvidos, ela foi chegando mais perto e o barulho também e quando o que estava fazendo o barulho apareceu alguns deram um grito se assustando.

- Vocês são homens mesmo? – A garota se virou para nós com um coelho nos braços. – Uh eu sou um bicho feroz e vou matar vocês. – Falou balançando o coelho.

- Nossa acho que estou contanto medo de acontecer alguma coisa que...

O cara não terminou de falar, vimos um lobo enorme atacando a garota e todos saíram correndo cada um para um lado sem olhar para traz. Eu só conseguia escutar a garota gritando por socorro e mesmo depois de parar de escutar os gritos continuei correndo e acabei indo parar outra vez na praia, então deitei na areia tentando recuperar o folego.

- Porque eu estou aqui? O que eu fiz para merecer isso?

Eu estava prestes a pegar meu celular e liga o mesmo, quando escuto um barulho vindo da direção que eu tinha vindo, na mesma hora, fui para traz de algumas rochas que tinha ai e fiquei observando quem ou oque estava vindo para a praia.

- Ue pensei que tinha visto ele vindo nessa direção...


Notas Finais


Desculpem os erros ou outra coisa.


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