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História Survive! Or die! - Capítulo 10


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Capítulo 10 - Fights? Reconciliation?


•Becker On.

A este exato momento eu era quem fazia a vigília durante a madrugada, nós estávamos viajando a dois dias, claro não é muito tempo, as motos são super rápidas, então isso facilita muito nosso trajeto até o suposto local onde nossos amigos estão.

E eu acho que o que mais me afeta em relação a tudo isso é o fato de eu ter muito, mais muito medo de perder o resto das pessoas que me importam, sabe eu perdi meu pai, minha mãe, meus tios, avós, e até o meu irmão mais novo, que eu jurava ser insuportável, hoje aqui e agora, eu percebo que mesmo ele sendo insuportável ainda era meu irmão, e eu adorava o jeito que ele podia me fazer rir as vezes por não entender certas coisas, claro eu não o julgo ele era apenas uma criança de oito anos que não sabia o quão mal o mundo e as pessoas podem ser, e isso que é interessante e admirável nas crianças, a pureza que elas carregam dentro de si, e se eu pudesse eu teria valorizado tudo isso, até às vezes que minha vó podia ser extremamente chata e incompreensível, porque ela era legal amorosa e todas as qualidades que as vovós tem. E as vezes eu me pergunto, " e se eu não conseguir?" E eu ainda não tenho uma resposta para essa pergunta. E bem uma coisa, que eu quero muito é socar a cara do filho da puta que fez isso com o mundo todo, e eu farei isso se eu puder, seja homen ou mulher.

Marconi– Por que a moça está chorando?– Perguntou Marconi se sentando do meu lado, e logo eu percebi que eu estava chorando. Rapidamente eu limpei as lágrimas que desciam pelo meu rosto.

Becker– Eu estava refletindo sobre... Sobre tudo, e você? O que faz acordado as....– eu rapidamente olhei para o meu relógio de pulso– Três da manhã?

Marconi– Sei lá, eu acordei e não consegui voltar a dormir, mais enfim, pode me contar o porquê de você ter chorado?– Ele Indagou um tanto... Preocupado eu acho.

Becker– Ahm bem, eu estava pensando em como eu queria que as coisas tivessem sido diferente sabe? Eu estava feliz com a minha vida, e quando eu abri a porta de casa naquele dia... Eu encontrei todos... Mortos, até... M. Meu irmão, e eu lembro de ter ligado pra Yummy, só que ela e nem ninguém atendeu, então eu pensei, que minha melhor amiga tinha morrido, e eu me proibi de chorar, naquele dia eu peguei somente o necessário e peguei o carro do meu tio... E fugi pra sobreviver, e bem... Acho que até hoje eu não tinha chorado, eu estava reprimindo tudo pra dentro e agora, acho que eu finalmente pus tudo pra fora– Após ter desabafado com o Marconi, eu senti um peso enorme saiu do meu coração, eu me senti extremamente aliviada de ter desabafado com alguém, e depois eu voltei a chorar– Bem o resto...

Marconi– Eu já sei– Dito isso ele me abraçou, e eu o abracei de volta desabando por fim, aquele abraço me fez ter outra visão do Marconi, eu não sabia que ele podia ser tão cuidadoso e companheiro– Olha... Se você quiser pode ir dormir, eu não estou com sono mesmo, então eu posso ficar vigiando no seu lugar... Tudo bem pra você?

Becker– Marconi... Eu te agradeço, mais não precisa!– Nós desfizemos o abraço, que nem percebemos ter sido prolongado.

Marconi– Becker... Eu insisto, eu posso ver nos seus olhos que você está extremamente cansada, de tudo. E você está claramente com sono, vai dormir ok? Eu estou sem sono, e quando amanhecer nós vamos ter que sair daqui, então você precisa descansar.

Becker– Te agradeço.– Dito isso eu o abracei, acho que de uma forma tão... Inesperada que quase caímos, começamos a rir alto o suficiente para somente nos dois ouvirmos– Bem... Eu vou ir dormir, vê se não deixa ninguém te atacar tá?– Nós rimos e ele assentiu, eu me levantei e acenei em sinal de tchau pra ele, ele fez o mesmo e eu fui me deitar.

[• Três horas e meia depois •]

(7 horas da manhã)

•Marcos On.

Sinto alguém me balançar levemente e assim eu abro meus olhos.

Marcos– Ham.... Que foi? Me deixa dormir!– Eu resmunguei para pessoa a minha frente, logo ouço alguém bufar.

Yummy– Anda garoto, levanta! Nós queremos ir logo! O sol já nasceu, lembra? Temos que sair daqui assim que o sol nascer, e isso já aconteceu– Yummy reclamava a meus pobre ouvidos, e assim eu levantei.– Até que enfim! Eu jurava que não tinha alguém de dormisse mais que eu! Agora você é meu rival Marcos Vinícius– Ela disse brincando, piscou e se levantou.

Marcos– Então agora eu estou a sua altura madame?– Eu disse fazendo uma reverência um tanto desajeitada por conta do sono, logo nós rimos juntos, e eu me arrumei peguei minhas coisas e nós saímos da barraca gigante pegada "emprestada" da família de ricos que morava naquela casa enorme.

Adriano– Bom dia, povo feio do meu coração– Ele disse nos comprimentado.

Yummy– Bom dia pra você também... Rei da feiúra– Ela disse enquanto passava por ele debochando.

Marcos– E a rainha do deboche ataca novamente!– Eu disse como se comemorasse– ah... E bom dia pra você também, bom dia pra você dois aí– Eu disse dando bom dia ao Adriano, logo depois para os outros dois que restavam.

Marconi–.... Quem são vocês duas?– Ele disse olhando para as meninas agora atrás de mim.

Marcos/Adriano– Ué? Como assim?– Dito isso nós dois olhamos para as meninas que agora haviam terminado de guardar aquela barraca enorme.

Marcos– Vocês são bruxas? Como raios conseguiram arrumar isso em menos de dez minutos?– Elas se entreolharam e riram sincronizadas

Yummy/Becker– Aiai... Homens.

Yummy– Deuses! Vocês já ouviram falar nas caçadoras?– Ela disse distraída examinando sua adaga.

Eu balancei a cabeça, aparentemente junto com os outros meninos.

Becker–  As caçadoras de Artemis mais precisamente, bem... A gente fazia parte de um acampamento com esse nome– Disse Becker como se todos soubessem a resposta.

Nós fizemos uma expressão de quem não entendia nada. Logo elas reviraram os olhos.

Yummy– As caçadoras de Artemis são ótimas em tudo que fazem, como arco e flecha, armar barracas e desarma-las, são ótimas corredoras e leais e etc, enfim nós aprendemos isso da barraca lá.– Disse Yummy e levou suas coisas a sua moto, assim todos fizemos o mesmo.

Adriano– Agora nós iremos pra onde?

Marconi– Nós iremos pra são Paulo agora, descobri que aqueles desgraçados são americanos... Então nós teremos que viajar de avião... Ou teremos de ir a moto... Preferem o quê?– Dito isso ele olhou para nós todos.

Yummy– "Me ponham para dirigir qualquer coisa, eu sei mesmo" eu disse isso a dois dias, lembram? Sei pilotar um avião.– Ela disse com certa firmeza em seus olhos.

Becker– Yummy aquele dia você tava bêbada! E nós podíamos ter morrido! O avião pode não ter caído naquele dia! Mais pode cair hoje! Você não está preparada para  pilotar um avião Yummy!

Yummy– alguém morreu Becker?– a Becker não respondeu.– Não né? E eu já havia dirigido em uma pista de aviação antes daquela festa que terminou no Acre de manhã!– Era perceptível em sua expressão que ela estava um tanto chateada com sua melhor amiga. Logo eu olhei para Becker, que revirou seus olhos, pegou sua mochila e subiu em sua moto.

Becker–  É mais isso foi completamente diferente!– A Yummy deu um cotoquo para a Becker, e a Becker deu dois para ela– Vocês podem parar de me olhar? E subirem logo nas motos?– Foi nessa hora que eu percebi, as duas ficariam brigadas por dias.

Após todos terem subido em suas motos nós fomos em direção a São Paulo.

Nós fomos fazendo umas paradas, e depois de umas cinco horas nós chegamos ao aeroporto.

•Yummy On.

Eu sei o que eu tenho que fazer! É a vida do meu irmão em jogo! E naquela festa que eu acabei pilotando um avião bêbada, foi somente para eu mostrar pra ela que eu conseguia fazer o que todos diziam que eu não conseguia fazer, as vezes até ela dizia isso... Claro que ela se preocupa comigo desde sempre, mais eu quero e devo mostrar que eu posso defender a minha pessoa sem a ajuda de ninguém, e me machuca de certa forma ela não acreditar em mim! Se eu já pilotei um avião com treze pessoas bêbadas incluindo eu, eu posso pilotar um avião com cinco pessoas sóbrias incluindo eu.

Yummy– Não sei vocês mais eu já vou procurar um avião apto para nós cinco...– Dito isso todos assentiram e eu fui em busca de um avião.

Eu andei por uns 30 minutos ou mais.... E bem,no meio desse caminho eu encontrei o Adriano, e agora estamos nós dois procurando um avião.

Adriano– Sem querer me intrometer mais...– Após ele começar a falar eu comecei a prestar atenção no que ele dizia.

Yummy– Pode falar oras....

Adriano– Ahm ok, por que você e a Becker estão... Estranhas uma com a outra?– Era perceptível que ele estava hesitante sobre sua pergunta.

Yummy– A Becker tem mania de sempre achar que eu não vou conseguir fazer algo, ou que eu não estou preparada pra fazer algo "perigoso", e eu entendo que ela esteja preocupada, pois nós cuidamos uma da outra, mais eu já disse pra ela que eu consigo me virar sozinha, e nós já falamos sobre ela me subestimar sem ela perceber, mais isso ainda me chateia. Enfim, resumindo, eu estou chateada por ela achar que eu supostamente não sou capaz de nos levar pros UEA.

Adriano– Olha, por um lado ela está errada mais por outro ela tá certa– Após ele dizer isso eu parei de andar, ele parou de andar quando percebeu que eu não estava mais o acompanhado, assim parando a minha frente– Por que parou de andar?

Yummy– Como assim, "Por um lado ela está certa"?– Indaguei.

Adriano– Ela está certa por se preocupar com você, vocês são primas e melhores amigas...desde sempre, mas ela está errada por subestimar você, eu sei que você pode conseguir pilotar um avião, porque se você diz que consegue, você consegue! Eu aprendi muito com você desde que nós nos conhecemos, a três semanas. Ok eu vou parar, isso tá muito gay– Dito isso ele virou e continuou andando, eu revirei os olhos automaticamente, e segui o mesmo.

Yummy– Concordo, eu já tava te estranhando, com essas baboseiras "cor de rosa" mais valeu por ter me elogiado– Dito isso eu o empurrei de leve e nós continuamos procurando por um avião que desse para nós usarmos, após mais quinze minutos procurando nós achamos um avião e chamamos o resto do pessoal, eles demoraram três minutos para chegar, após isso nós conseguimos subir no avião, ligá-lo, e nós decolamos, sim eu consegui tirar aquele avião da pista antes de sermos devorados por zumbis que apareceram nos pegando de surpresa. Enfim a viagem deu certo, ninguém morreu, foi uma viagem tranquila de cinco horas e nós pousamos em um lugar seguro e fora de perigo. Após sairmos do avião, eu não falei com a Becker, e após todos conversarem entre si nós olhamos ao redor do lugar, e o lugar estava destruído, tinha portas arrombadas, aviões destruídos/pegando fogo, tinham zumbis amontoados através das cercas, era... Horrível saber que o mundo havia chegado naquele estado em menos de um mês. Agora, neste momento nada importava, a não ser salvar meus amigos e garantir a surra que eu vou dar em quem fez isso com eles. Nós saímos do "aeroporto" que estava caindo aos pedaços, digamos que pode ser que tenha acontecido uma explosão naquele lugar, aquele lugar estava rodeado de zumbis, não sei como nós conseguiríamos sair daquele lugar sem sermos devorados, mais por incrível que pareça nós conseguimos sair de lá, tivemos que correr, porque aqueles zumbis já são extremamente avançados então eles não andam mancando, e sim correm. Agora nós estamos escondidos em um galpão abandonado e ofegantes de tanto correr.

Marcos– Caralho, alguém tem água aí?– Disse Marcos extremamente ofegante.

Yummy– Ou coreano tem água na tua mochila– Eu disse desinteressada olhando para o teto.– Nós vamos ficar aqui até quando? Sabe tipo passar a noite, e depois seguir sem rumo, na esperança de encontrar eles acidentalmente?

Marconi– É. Talvez, amanhã, mas antes vocês duas tem que se resolver.– Ele disse apontando os dedos para Becker e para mim revesadamente. Nós duas nos entreolhamos e balançamos a cabeça.

Yummy/Becker– Não mesmo– Dissemos juntas e o local ficou em silêncio.

Adriano– Ah, qual é? Vocês precisam se entender.

Yummy– Entenda que nós iremos passar éons aqui nesse galpão, mais eu não vou falar com ela, você sabe o motivo tanto quanto ela, então me dá a porra de um tempo?– Eu surtei naquele momento, eu poderia me arrepender mais tarde, mais nesse momento eu estava estressada e de cabeça cheia como todos ali, então eu fui pro fundo do galpão onde graças aos Deuses não tinha uma alma viva, me sentei na saída do galpão e me escorei na parede.

Descrevendo o lugar, –já que estou fugindo de meus demônios internos "temporariamente"– é como se fosse uma cidade fantasma vários lugares estão arrombados como se tivesse acontecido uma invasão em cada casa, o que obviamente pode ou não ter acontecido, tem lugares com vidros quebrados lugares queimados e etc. O que eu percebi conforme minha teoria extremamente "elaborada", o governo pode ter tentado se livrar das possíveis ameaças, como pessoas que apresentavam o vírus, assim arrombando suas casas ou queimando as mesmas com a intenção de matar as pessoas dentro delas, obviamente teve uma guerra em busca de sobrevivência da parte dos cidadãos, a qual obviamente o governo ganhou injustamente por terem mais recursos e "poder", resumindo os americanos podem ter matado metade da população deles somente para se livrarem da porra de um vírus que não vai embora, ou cinquenta por cento dos americanos virou zumbis quarenta por cento adoeceu por conta do vírus e os outros dez porcento  viraram comida, resumindo a teoria toda, todos nos Estados Unidos morreram.

Sou interrompida por passos e ponho minha mão na adaga, e logo vejo que era o Marcos, tiro minha mão da adaga.

Yummy– Que susto caralho!– Digo pondo a mão no peito para enfatizar o mini drama.

Marcos– Se eu dissesse que me sinto culpado por ser o responsável dessa sua boca suja, tu acreditaria?– Ele disse se sentando ao meu lado e se escorando na parede.

Yummy– Nem um pouco, acho até que tu se sente orgulhoso– Ele concordou com a cabeça.

Marcos– O que fazes aqui olhando pro nada?

Yummy– Ah, sei lá, fugindo dos meus demônios internos? Criando teorias?

Marcos– Concerteza são os dois! Te conheço, mais eai qual é essa teoria?

Yummy– É sobre o motivo da cidade estar destruída e tals. Quer ouvir? Ou quer fazer a sua e nós descutimos depois?– Ele ficou pensativo.

Marcos– Acho que eu vou querer assim, você me fala a sua teoria e depois eu falo a minha.– Eu concordei.

Yummy– Então, eu tava observando o local, e fiquei pensando, é como se aqui fosse uma cidade fantasma vários lugares estão arrombados como se tivesse acontecido uma invasão em cada casa, o que obviamente pode ou não ter acontecido, tem lugares com vidros quebrados lugares queimados e etc. O que eu percebi conforme minha teoria extremamente "elaborada", o governo pode ter tentado se livrar das possíveis ameaças, como pessoas que apresentavam o vírus, assim arrombando suas casas ou queimando as mesmas com a intenção de matar as pessoas dentro delas, obviamente teve uma guerra em busca de sobrevivência da parte dos cidadãos, a qual obviamente o governo ganhou injustamente por terem mais recursos e "poder", resumindo os americanos podem ter matado metade da população deles somente para se livrarem da porra de um vírus que não vai embora, ou cinquenta por cento dos americanos virou zumbis quarenta por cento adoeceu por conta do vírus e os outros dez porcento  viraram comida, resumindo a teoria toda, todos nos Estados Unidos morreram.– Após eu terminar de explicar minha teoria, ele pôs uma mão fechada em cada lado da cabeça, depois abriu como se fosse uma "explosão de revelações"– E é isto.

Marcos– Vocês expandiu minha mente Yummy, e pelo visto com o tempo tu continuou a metida a nerd né?

Yummy– É fazer o quê? Eu comecei a me interessar mais em ler livros, e ler na escola na frente da sala– Disse-lhe dando de ombros.

Marcos– E como ficaram as coisas depois que eu saí?

Yummy– Ah, sei lá, muitos saíram e tals, a santa da Gabriela passou rodo em quase toda a escola, alguns meninos ficaram mais chatos, entraram uns legais, mais acho que nada demais. E como era ter que saber que não ia mais estudar na mesma escola que eu?– Eu disse brincando e dei uma cotovelada de leve nele.

Marcos– Era... Interessante, eu sentia falta claro, mais eu fiz amigos e tals, sempre que eu podia eu ia lá pro conjunto, mais nunca pude ver vocês de fato– Dito isso eu deitei minha cabeça no ombro dele por conta do cansaço.

Yummy– Sabe eu acho que depois que tu saiu muitos mudaram, a Geovana começou a andar com outras pessoas, a Hanna começou a agir diferente, as coisas não eram mais as mesmas, eu percebi que a vida não é colorida, e passei a ser realista, todos na sala mudaram sei lá, todo mundo cresceu e foram virando outras pessoas. Enfim eu passei a ser aquelas guria isolada que só lê, eu não falava com quase ninguém, eu não achava necessário e realmente nunca foi.... Eu tô com sono–Dito isso eu bocejei.

Marcos– Eu nunca imaginei que eles fossem mudar tanto. Quer ir lá pra dentro deitar? Se quiser eu te carrego.– Eu acho que eu estava tão cansada que concordei com o que quer que ele tenha dito. afinal nós ficamos ali por tanto tempo que escureceu. Logo ele se levantou e me deu a mão, e me ajudou a levantar.

Yummy– Será que já arrumaram as coisas pra dormir?– Eu perguntei enquanto nós entravamos.– Ah! Tem que arrumar um jeito de fechar esses portões.

Adriano– Eu já pensei em um jeito.– Ele passou por mim e comentou de forma fria, como se eu fosse o pior inimigo dele, confesso que aquilo me deixou chateada, mais eu sabia as consequências que viriam após a briga de mais cedo.

Após nós entrarmos e fecharem os portões – Eu diria que foi quase uma missão impossível– Nós improvisamos camas, e todos dormiram onde acharam melhor.

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~Autora.

Eai povo? Tudo bom! Quem é vivo sempre aparece né? Hoje o cap é de 3000 e tantas palavras.

Gente, caso alguns estejam curiosos sobre os animais, eu meio que desisti de incluí-los na fic, afinal onde  se tem animais em meio apocalipse? Eu me peguei fazendo essa pergunta certo dia, pois eu já havia deixado de falar dos animais na fanfic, então eu tomei uma decisão sensata e vai ser como os cachorros e o gato tivessem morrido durante o decorrer da Fic. Fiquem bem! E não fumen flor de lótus!

(LEVE REVISÃO NESTE CAPÍTULO)



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