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História Survive! Or die! - Capítulo 11


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Capítulo 11 - Fugitives? Freed?


• Hinata On.

Minha cabeça girava, era como se ela fosse explodir de tanta dor. E depois de uns minutos lutando para abrir meus olhos eu consegui, demorei a acostumar com a claridade mais me acostumei, e então pude notar onde eu estava, eu estava deitada em uma maca em um quarto semelhante a de um hospital, ao meu lado estava o Wheller

Sentado na maca me observando.

Wheller- Finalmente você acordou! Eu estava preocupado! Não devia ter feito aquilo! Você está muito machucada! - Disse ele vindo até mim e se sentando ao meu lado.

Hinata- O que eu podia fazer? Você não merecia aquilo muito menos estar aqui... - Respondi seu comentário.

Wheller- Eu sou forte! - Disse ele fingindo estar bravo, logo depois rio- Eu aguento! Você não devia passar por isso, aqui nem um laboratório é! - Disse ele indignado- É mais um lugar de torturas e experimentos

horrendos!

Hinata- Sabe... Sobre isso, eu estava pensando nos últimos dias, em um plano para nós fugirmos daqui, sabe tipo todos nós, só que eu estou meio insegura sabe? Estou insegura de o plano dar errado e todos sofrerem as consequências. - Murmurei para que somente ele pudesse ouvir, o mesmo assentiu. - Olha, a primeira parte do plano é pegar o rádio, mais pra isso quem tem que fazer é você. - Ele me olhou confuso.

Wheller- Eu? Mais porque eu? - Indagou o mesmo.

Hinata- Bem, digamos que você é um tanto quanto precioso pra eles, e você é o mais adequado pro plano, mais enfim, explicando, você tera que chamar um dos guardas, e dirá a ele que seus machucados estão doendo muito, que você está com muita dor de cabeça, enfim diga o que você diria para faltar aula, ok? - Ele assentiu. - Quando um deles for examinar você, você pegará o rádio da cintura dele, sem ele perceber, ok?... cuidado por favor! - Completei, olhando para ele preocupada, o mesmo assentiu. Após isso ele foi pra cama dele, para inciar o plano.

[...]

• Marconi On.

Estamos a um dia nesse galpão, temporariamente, óbvio, e é a minha vez de fazer a vigília, estou no telhado do galpão, enquanto todos dormem, estou com o rádio para me comunicar com eles caso aconteça algo, e bem, agora é de madrugada, umas... Três da manhã, eu estou olhando o que tem em volta do galpão, e nada além de infectados, ok, nada preocupante, então eu comecei a cantarolar a primeira música que me veio a cabeça, assim sendo girassol, eu estava distraído cantando e observando os infectados, quando eu comecei a ouvir ruidos vindo do radinho.

Radinho-"Alô? Alô? Tem alguém aí? Se estiver me responda por favor! - Disse a voz feminina, essa voz me é familiar, só não lembro de onde. Ela sussurrava desesperada. - Meu nome é Hinata, e preciso de ajuda, se alguém estiver aí me responda por favor."

Marconi- Hinata? Aí meu Deus! Você tá bem? Onde você tá? Tem mais alguém com você? Por que estamos sussurrando? - Indaguei-lhe, eu fiquei extremamente confuso - Por que está falando comigo só agora?

Radinho: Porque, eu consegui um radinho só agora, eu preciso que vocês nos tirem daqui! Marconi, é horrível! Eles não estão procurando a cura pra esse vírus, eles estão nos torturando, e fazendo diversos experimentos horrendos com a gente, eu não posso falar por muito tempo, eles podem me pegar falando com você, e aí vocês nunca vão nos achar vivos, por favor, nós tirem daqui, por favor.- Ela chorava, e sua voz carregava choros entalados e preocupação. Logo depois ela desligou o radinho, e não pude mais falar com ela.

[...]

Passei a madrugada toda pensando nisso, tanto que nem percebi o amanhecer. Logo depois eu desci para baixo para acordar os outros, ouvi algumas ameaças de morte durante o processo, o que me fez rir, mais nada sério, fora uns adolescentes raivosos, todos se levantaram e guardaram suas coisas, logo depois eu disse que queria conversar com eles sobre algo importante, nos sentamos e começamos a conversar.

Marcos- Fala, o que é tão importante? - Perguntou o mesmo preocupado.

Marconi- Como sabem a vigília da madrugada de ontem era minha, então eu estava lá em cima até que o rádio começou a fazer barulho, logo depois eu ouvi uma voz, era a Hinata, ela estava desesperada e chorava, pediu para que nós tirássemos todos eles de lá o mais rápido possível. - Contei o que eu me lembrava aos meus amigos.

Yummy- Mais ela te disse só isso ou algo mais? - Indagou Yummy curiosa.

Marconi- Sim, ela disse que só falou conosco agora, porque só agora ela conseguiu um rádio, e ela não falou muito, segundo ela, ela não tinha muito tempo, disse que se eles pegassem ela nós não encontraríamos eles vivos... Ela disse também que eles estavam torturando todos lá, disse que eles estavam usando eles para experimentos horrendos, logo depois ela desligou. Depois daquilo eu fiquei pensando repetidamente, quem faria uma coisa dessas? - Todos pareciam raciocinar, com certeza estavam confusos.

Becker- Ok, será que conseguimos rastrear eles? - Perguntou pensativa.

Yummy- O wyffe tem umas pulseiras que eu dei de presente pra ele ano passado, tem uns rastreadores lá, meu pai é paranóico. - Dito isso Becker pareceu raciocinar.

Becker- Nunca pensei que eu ia agradecer um dia por ter um tio paranóico, se conseguirmos rastrear a pulseira nós estaremos muito mais perto deles do que imaginamos. Mais antes precisamos de suprimentos, os nossos acabaram. - Disse

Adriano- Tem uma faculdade aqui perto, talvez nós possamos encontrar algo útil lá, tem até dormitório nas faculdades dos UEA, podemos quem sabe passar um tempo lá, aí nós usamos os equipamentos de lá pra rastrear eles. - Dito isso todos concordaram e nós pegamos nossas coisas para irmos embora.

Marcos- Gente nós vamos a pé ou vamos procurar um carro?- Todos pareceram pensar por um momento logo depois voltamos a andar.

Becker- Podemos ir de carro, será mais rápido e mais seguro para todos nós, alguém discorda? - Ninguém discordou, muito menos Yummy que parecia estar de mal humor acumulado. Todos procuraram por um carro, achamos um que era do governo, um pouco acabado, mais dava pro gasto.

Yummy- Ok, quem vai dirigir? - Perguntou ela se apoiando no carro.

Marcos- Eu sou macaco fora! Já vou logo avisando. - Disse o mesmo se apoiando do lado da Yummy, todos disseram o mesmo menos o Adriano que parecia ter problemas com a aproximação do Marcos e da Yummy. - Ok, então quem vai dirigir vai ser o Sr. Ciúmes aí, já que ele se esqueceu de responder- Dito isso o Adriano virou um tomate e foi pro banco do motorista ligar o carro.

Adriano- Ahm, ok por sorte eu consegui ligar o carro sem a chave, todos prontos? - Todos concordaram. Então o mesmo começou a dirigir. - Gente como vamos fazer pra rastrear eles? Quer dizer os rastreadores estão só nas pulseiras do wheller? - Perguntou ele apreensivo.

Yummy- Não, como eu disse meu pai era paranóico, ele se previne ao extremo para não perder meu irmão, então ele me deu uns acessórios com rastreadores, e pós outros nas pulseiras do meu irmão, ou seja, eu consigo achar meu irmão com uma pequena ajuda das minhas pulseiras. - Disse ela distraída. - Eai vai demorar muito pra chegarmos? - Disse ela impaciente.

Becker- Não, senhora estressadinha. - Disse Becker revirando os olhos.

Yummy- Mil desculpas madame por querer salvar o meu irmão, e meus amigos - Rebateu a mesma.

Becker- Só pra te lembrar Alessandra, você não é a única aqui. - Becker deu ênfase no primeiro nome da mais nova, o que deixou a mesma enfurecida, todos sabem que chamar as duas pelos primeiros nomes é pedir pra morrer.

Yummy- Pois não parece Camile, eu poderia estrangular você mais infelizmente tem uma pessoa entre nós duas. - Rebateu Yummy, foi nessa hora que eu me arrependi amargamente de ter sentado no meio das duas. Antes que a Becker retruca-se Adriano se pronunciou.

Adriano- Chegamos, as moças podem sair do carro e verem quem ganha no soco, ou ajudar nós três e irem procurar comida ou algo do tipo - Disse o mesmo saindo do carro.

Marcos- Do jeito que essas duas são uma mais estourada que a outra é melhor separar elas- Disse ele brincando.

Yummy- Ah qual é Vini, eu tenho senso do ridículo. - Disse ela saindo do carro e seguindo os outros dois, assim ficando somente eu e a Becker.

Marconi- Ei, tá tudo bem? - Perguntei olhando pra ela.

Becker- Tá sim mais, eu sei que eu tenho culpa nisso, mais não sei se consigo conversar com a Yummy sem brigarmos, sabe? Nós somos sensatas quando queremos, mais parece que tudo ela tá de mal humor, eu acho que isso é culpa minha. - Disse ela olhando pra frente.

Marconi- Olha, você não é tão culpada quanto pensa, ela tá com a cabeça cheia, ela está preocupada em salvar nossos amigos, assim como todos nós, a diferença é que isso acaba com a paciência dela, e bem, é o irmão mais novo dela preso lá dentro, entende? Não se culpe por isso. - Dito isso eu abracei ela.

Adriano- Gente, gente, gente! Vocês precisam ver isso, vimos uns vultos dentro do prédio! Não sabemos se são infectados! - Disse Adriano enquanto vinha correndo até nós. Nós seguimos eles para dentro do prédio, nos preparando para atirar nos possíveis infectados, todos nós nós encontramos e fomos fazendo uma varredura no prédio, mais o que encontramos foi mais surpreendente.

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Oi Gente! Eu tô aqui pra dizer que eu estou fazendo uma "parceria" com uma amiga, então os créditos deste capítulo e dos próximos não são somente meus, são da SilvaGeovana 


Notas Finais


Este nome aí em cima é do usuário da minha amiga lá no Wattpad, então não precisam pesquisar este usuário aqui no Spirit.


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