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História Survive! Or die! - Capítulo 12


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Capítulo 12 - - Meetings -


• Adriano On.

Surpreso. Era assim que eu estava neste exato momento. Pois bem, estávamos nós cinco de frente para amigos antigos, e isso com certeza me pegou de surpresa, nunca que eu ia imaginar que eles estariam vivos, e nos Estados Unidos.

Yummy – Como caralhos vocês estão vivos? Aí meus Deuses! – Disse ela abraçando as pessoas a nossa frente.

Adriano – Pedro, como raios você veio parar aqui cara? E uau! Patrícia você mudou horrores!– Disse enquanto eu cumprimentava os mesmos.

Patrícia – É né, pelo visto você não é mais aquele nerd loiro, e tampinha. – a mesma disse, e eu fingi  ser ofendido.

Yummy – Como assim Paty? Você tá falando do Adriano que saiu no sexto? – indagou a mesma confusa.

Pedro – Ah, qual é Yummy! Vai me dizer que não lembra dele? Vocês mudaram ok, você hoje em dia é uma tampinha, ele é um poste mais ninguém mudou tanto assim. – Disse o mesmo debochando de certa forma.

Yummy – Não, sem essa pedrosa! Eu conheci esse indivíduo tem um tempo! Ele não tem nada a ver com o Adriano, muitas pessoas tem semelhanças e os mesmos nomes mais os dois não são parecidos, sem contar que o Adriano não era implicante que nem esse aqui – disse a mesma gesticulando com as mãos e apontando pra mim.

Patrícia – Qual é mana, vai me dizer que tu se esqueceu?  Justo do menino que tu gostava?– Perguntou Patrícia se apoiando em uma menina morena e alta que eu deduzi ser Ana Paula.

Yummy – Cara, eu tenho a memória da Dory,  não tem como eu reconhecer tantos rostos e reconhecer um menino que eu não vejo tem anos. Agora Vana vem cá que eu quero te dar um abraço. – Explicou ela e logo cortou o assunto indo na direção  da Geovana. Estou realmente surpreso que até agora ela não se lembrou de mim mais vida que segue.

Becker – Então, gente, apresentando todo mundo, eu sou a Becker, prima da Yummy, e esse é o Marconi. – Disse Becker apresentando a si e ao garoto ao seu lado. – Nós viemos aqui com o objetivo de pegar suprimentos e voltar pro "abrigo", mais acho que o plano mudou né. – Disse a mesma pondo sua arma em suas costas, aproveitei e fiz o mesmo.

Marcos – Gente, nunca imaginei que a Ana Paula cresceria e.... – Ele pareceu pensar por um momento, e a mesma logo ajeitou sua postura, como se esperasse um elogio – e viraria uma puta, sem ofensas mais essas roupas são ridículas.

Yummy – Não deixa de ser verdade isso, mais a gente não joga na cara aquilo que já dói né? – Disse Yummy rindo e fazendo um hive - five com o mesmo. – Enfim, te atualizando a Ana Paula deixou de prestar quando chegamos no sexto ano, ali ela pegou um fogo no cu e aí já sabem né. – Ela disse aquilo com certa... Repulsa

Ana Paula –  Falou a santa né meu amor? – disse a mesma debochando.

Yummy – Anjo, eu nunca disse que sou santa, sou diferente de você, eu não saia me jogando em cima do primeiro menino que eu via tá bom? – Disse ela mexendo no cabelo de Geovana que parecia não ligar pra pequena intriga se formando.

Ana Paula – Eu me jogava em cima dos meninos? Até onde eu sei eles que queriam ficar comigo meu amor, você diz isso porque ninguém nunca quis ficar com você, aí fica se batendo e me xingando. – Quando ela disse aquilo Yummy rapidamente fechou a cara mais logo voltou ao normal e começou a trançar o cabelo da menina a sua frente tranquilamente.

Yummy – Querida, até onde todas sabemos, os meninos pegam as mais fáceis, e em relação a ninguém não querer ficar comigo, o problema é meu certo? E bem, isso não é verdade, já que eu não tinha interesse em quase ninguém, eu nunca quis ficar com ninguém naquela época, eu preferia brincar e ser criança, mais todo mundo cresce certo? Diferente de você eu cresci conforme o tempo, não contra o tempo, não contei mentiras pras minhas amigas falando mal uma das outras, não fiquei com o irmão de ninguém nas costas da das minhas amigas, diferente de você, eu presto então não vem falar do que você não sabe tá? Antigamente eu não tinha paciência, hoje em dia eu não tenho paciência e tenho uma arma, só se lembra tá? – Disse a mesma distraída. Todos olharam pra Ana Paula e ela estava com os olhos arregalados como quem vê um fantasma, após isso Geovana olhou para Ana Paula e sorriu disfarçadamente.

Geovana – Tava com saudade de quem fala com honestidade, agora ela tá aí horrorizada porque todo mundo sabe o que ela fez. Sabe de quem eu tinha pena? Daquele namoradinho dela, o coitado devia ter tanto chifre – Disse a mesma com divertimento.

Ana Paula –  Vocês são ótimas amigas né? Você Geovana tá comigo desde que essa merda toda começou e agora vem dar uma de falsa! – Disse a mesma apontando na cara de Geovana.

Geovana –  Então eu sou a falsa agora? Anjo, eu nunca disse que somos amigas, eu convivo com você por obrigação, nunca falei a verdade toda na sua cara por educação, e outra você sabe muito bem as coisas que fez, sem contar que o que a Yummy contou não é nem a metade do que você fez, você vivia falando mal das meninas pra mim, falava mal de mim pras meninas e por aí vai, sem contar que apesar de saber que eu namorava com o Marcos você dava em cima dele, se bobeasse você tinha ficado com ele, e ainda se dizia minha amiga, então a falsa não é eu, e sim você. – Disse a mesma empurrando a Menina a sua frente com o dedo no peitoral da garota.

Ana Paula – Argh! – Gemeu a mesma de frustração, e saiu de nossas vistas.

Pedro –  É eu acho que o jogo virou, quem não sabia dar patada antigamente hoje tem a  língua afiada. – Disse Pedro com os braços cruzados e rindo.

Yummy – É né, muitas pessoas mudam outros não, eu bem, continuo surtada, sensível e emotiva, deixei de ser um pouco anti-social, aprendi a me defender e mudei na aparência, fora isso eu tô a mesma. Ah, e não tenho mais um crush no menino que vocês tanto diziam. – Relatou a mesma. – Agora, amarelinho. – Disse a mesma se dirigindo a mim. – Você conhece eles da onde? – indagou a mesma curiosa, os outros já não prestavam atenção em nós dois.

Adriano – Da escola oras, eu estudei com vocês, você que não lembra de mim – Disse simplista, a mesma arregalou os olhos na hora, seu rosto tomou um tom extremamente vermelho, acabei por rir da cara dela.

Yummy – Puta que pariu, como assim eu não te reconheci? – A mesma abaixou a cabeça e pós as mãos na cara.

Adriano – Então quer dizer que você gostava de mim é tampinha? – Disse no ouvido dela como provocação.

Yummy –  E-Eu não gostava de você! Te achava interessante só isso! – Disse ela provavelmente em desespero, logo se distanciou indo conversar com as meninas.

Pedro – Vocês dois? Por essa eu não esperava! Não hoje em dia – Disse o mesmo enquanto se aproximava.

Adriano – Nada a ver cara! A gente é amigo só isso! – Disse me defendendo. – Mais eai, como é morar em uma faculdade enorme só vocês?

Pedro – ah, é interessante, mais eu sinto falta dos meus amigos que tinham aqui. – disse o mesmo olhando pra baixo

Adriano – Como assim? O que aconteceu? – indaguei curioso.

Pedro –  Era dia de jogo, só que não tinham me posto pra jogar, então aproveitei e chamei as meninas para fazermos um trabalho em grupo na biblioteca, todos da faculdade tinham ido pro ginásio ver o jogo, e só havia ficado  nós quatro dentro da biblioteca, ela estava fechada e sem ar-condicionado, tava frio naquele dia, ficamos desligados do mundo e passamos umas horas dentro da biblioteca fazendo o trabalho, quando terminamos guardamos os livros da biblioteca e quando íamos saindo ouvimos a tv fazer barulhos... – Disse o mesmo olhando pro chão. – Nós fomos ver o que era, era o noticiário, dizendo que o ar estava extremamente poluído com o vírus e que todos deviam evitar inalar o ar impuro, então nós tampamos nossos narizes antes de sair da biblioteca, cada um foi pra seu respectivo quarto, mais no caminho não encontramos ninguém, eu estranhei, o jogo já havia terminado com certeza, então eu fui na quadra, e me arrependi na mesma hora, todos estavam mortos, uns caídos sobre os outros, alguns haviam virado uma espécie de zumbis ou infectados, corri imediatamente a procura das meninas claro,  contei o que eu havia visto, elas não acreditaram de primeira, então lhes mostrei o ginásio, elas ficaram horrorizadas, todos tentamos nós comunicar com outras pessoas, mais ninguém atendia, e percebemos que tinham infectados vindo atrás da gente, e no desespero nós todos corremos e nos escondemos na biblioteca, ficamos lá por horas, quando anoiteceu eu peguei um cabo de ferro que eu havia retirado de um lugar da biblioteca e fui ver se não tinha ninguém na porta da Biblioteca, tinham alguns infectados, matei eles, e chamei as meninas, aprendemos a nos virar pegamos armas, e bem, aqui estamos né? – Disse ele logo levantado o rosto.

Marconi – Gente, nós vamos fazer o que agora? Quer dizer, se tem outras pessoas vivas que nós conhecemos, vamos ficar aqui? Ou separados? – Disse o mesmo chamando a atenção de todos, todos pareceram pensar por um momento.

Becker – Bem, nossas coisas ficaram no carro que nós viemos, e aqui eles tem mais recursos, não vejo o porquê de não ficarmos. Concordam? – Todos concordaram, e começamos a ouvir passos apressados se aproximarem, logo todos olharam na direção do som.

Yummy –  Lorenzo? – Perguntou a mesma paralisada.



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