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História Survive! Or die! - Capítulo 15


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Capítulo 15 - - You owe me a cake! -


• Adriano On.

Três horas de treino com o Pedro cansa, o maluco não pega leve, e não que eu reclame, é bom até, porque o inimigo não pega leve, enfim o treinamento é cansativo, três horas de treino! Então eu e Pedro decidimos descansar, acabei por me jogar no chão eu estou exausto, Pedro não fez diferente. Depois de um tempo em silêncio passos pesados foram se aproximando, olhamos pra direção que vinha, e eu vi algo que eu não desejaria para ninguém. Yummy consumida de raiva, seus olhos soltavam faíscas, o que provavelmente sinaliza a morte de quem a faz ficar neste estado, pra melhorar minha situação Pedro levantou se afastando, o que demonstra claramente que ela estava vindo na minha direção, me levantei fazendo o mesmo que Pedro.

Yummy – Juro por Deus que eu quero te matar! Seu infeliz! Nunca te ensinaram a dividir comida? Nunca te ensinaram a ter amor a vida? – Perguntou a mesma avançando em minha direção. E então eu me dei conta do que ela falava, e me amaldiçoei internamente por não ter ouvido quando Marcos disse que eu devia deixar prós outros, logo ela estava na minha frente, comecei a suar frio, eu sabia da força que Yummy e as outras tinham, já apanhei muito dela por idiotices, o único que se safou disso quando estudávamos foi Pedro, ele nunca fez algo que irritasse as meninas.

Yummy – Eu vou te dar uma surra pra nunca esquecer! E tu ainda vai fazer um bolo igual aquele. – Disse a mesma, logo depois. Bem já sabem.

[...]

• Hinata On.

Duas semanas. Faz duas semanas que nós conseguimos fugir, conseguimos libertar todos, o problema é que muitos morreram, e aqueles desgraçados estão na nossa cola, então não podemos nos dar o luxo de descansar em algum lugar, então estamos sem rumo a duas semanas. Todos estamos com ferimentos, nenhum ferimento grave pelo menos.

Sasha – O que vamos fazer? Eu estou ouvindo o barulho de helicóptero se aproximando! Eles vão nos alcançar e nos matar! – Disse a mesma desesperada.

Letícia – Nossa única escolha é corrermos o máximo que pudermos, e fazermos uma armadilha, para que achem que nós estamos descansando. – Disse a mesma e olhou para Laurent que assentiu, com o passar do tempo descobrimos que o mesmo é especialista em armadilhas.

Laurent – Ok! Eu faço uma armadilha decente que mate todos eles em três minutos! Me esperem atrás deste galpão, depois nós iremos correr pro primeiro prédio que nós acharmos seguro! – Dito isso nós fomos pra trás do local e ele foi pra dentro do galpão, claro que nós pegamos várias coisas, para sobrevivermos.

Gabriel – Gente, eu já vim aos Estados Unidos e conheço essa área mais ou menos, sei que a cinco quadras tem uma faculdade, ela deve ser segura o suficiente para ficarmos lá por um tempo – Disse o mesmo chamando nossa atenção, e nós concordamos, depois de um tempo Laurent apareceu, e nós começamos a correr seguindo Gabriel.

[...]

Depois de meia hora correndo nós ouvimos um som de explosão, e então nós fomos desacelerando, faltando três quarteirões segundo Gabriel nós ouvimos barulho de helicóptero, o que me desesperou, eu olhei pra trás e o helicóptero se aproximava muito rápido, tinha um cara com uma arma se preparando pra atirar, então nós começamos a correr muito rápido.

• Yummy On.

Depois de merendar o Adriano na porrada, eu tive a bondade de ajudar ele com os ferimentos,e senti generosa hoje – Antes que reclamem eu fazia curso de medicina na faculdade, sim eu já fazia faculdade, só que era na minha cidade – Logo depois ele foi fazer o bolo com ajuda dos meninos que riam da cara dele. Logo depois Lorenzo entrou correndo e ofegante com as meninas atrás dele.

Yummy – O que foi? Aconteceu algo? – perguntei preocupada.

Geovana – Lorenzo detectou movimento na área, a três quarteirões, e são um grupo de pessoas correndo, com um helicóptero e atirador atrás deles – disse a mesma desesperada.

Yummy – Ok, ok, nós vamos ajudar quem quer que seja, podem ser nossos amigos ou não, eu quero matar mais um daqueles desgraçados que pegou meu irmão! Preparem-se! Eu verifiquei uns dias atrás e tem coletes guardados e armas! Estão no andar de cima! – Dito isso todos pararam o que estavam fazendo e foram pro andar de cima, nós pegamos o necessário e saímos do prédio, e fomos pra onde Geovana havia dito fomos andando pelas ruas com cuidado para não sermos vistos, logo eu vi, o garoto de porte baixo e loiro denominado como meu irmão mais novo, ele estava desesperado, e isso me agoniava, eu não via ele a semanas. Quando me dei conta eu gritava para que as pessoas a nossa frente me visse, meus amigos ficaram confusos e me xingavam por eu ter feito o que fiz, logo reconheci os rostos, eram: Gabriel, Laurent, Sasha, Letícia, Hinata e Wycleff.

Meu irmão correu desesperado em minha direção e me abraçou, lágrimas de felicidade desceram pelo meu rosto, e então eu ouvi o som de uma arma atirando e rapidamente joguei meu irmão pra trás de mim, assim o protegendo, o tiro pegou na minha perna, e em seguida eu atirei na direção do desgraçado que havia atirado

Yummy – Vocês! Venham pra cá idiotas! Se escondam com os outros! – Os que até então estavam parados estáticos vieram correndo em minha direção, tiros passaram de raspão por eles, e então eles se esconderam dentro do local que estavam meus amigos, logos os que estavam armados vieram pra fora, atirando no helicóptero, logo o helicóptero pousou no chão, e o atirador era alguém que me surpreendeu, era a desgraçada que um dia eu ousei chamar de avó, a mesma sorriu Sinica, e então um ódio subiu pelo meu corpo, tanto que eu esqueci a bala em minha perna, atirei diversas vezes em sua direção, e então o tiroteio começou, caras sairão de dentro do helicóptero, montaram uma barreira que servia como proteção, ela e seus homens se esconderam atrás da barreira de proteção, logo meus amigos fizeram o mesmo e fomos pra trás da barreira. O tiroteio acabou por ser extremamente demorado, meus amigos foram baleados, os homens da desgraçada morreram, assim sobrando somente nós duas, meus amigos foram pra dentro do local se tratar. A mulher saiu de trás da barreira e então eu fiz o mesmo, nós paramos de atirar e fomos ambas nos aproximando.

Yummy – Quanto tempo... Vovó! – Eu disse debochada, a mesma sorriu Sinica.

– Sabe Alessandra, eu nunca imaginei que esses anos todos te ensinariam alguma coisa útil, sabe você era inútil né? – Disse a mesma se aproximando de mim, o que me deixou com ódio, mais me deu uma ideia, sei que ela odeia que a chamem pelo nome dela.

Yummy – Pois é né Raimunda, você também não tá nada mau. – Dei ênfase em seu nome, o que a deixou com ódio, logo ela pôs a mão em sua arma o que me deixou alerta eu sabia que ela Faria. E então eu girei rapidamente dando um giro de 360° e chutei sua arma pra longe, e então ela socou meu rosto, nada que o tempo não cure, quando virei minha cara em sua direção ela sorria como se tivesse ganhado um prêmio – Ah, qual é? Você acha mesmo que eu vou pedir que você pare? Eu não tenho mais doze anos! – disse com deboche, logo depois eu soquei sua cara com força, sangue saiu de sua boca, e então eu chutei sua barriga, a mesma caiu no chão gemendo de dor, claro ela não é mais tão jovem. Logo Wycleff se aproximou de mim me chamando, eu virei e o abracei com força.

Wheller – Senti sua falta! Gaguinha! – Disse o mesmo sorridente, fiquei feliz por ele usar um apelido antigo, porém sentimental.

Yummy – Também senti a sua Gaguinho! Nunca mais te deixo sozinho, ok? – eu disse beijando sua testa, o mesmo concordou.

E então ele olhou pra trás o que me deixou confusa, antes que eu pudesse olhar ele nos virou com rapidez, e usou seu peso assim me jogando no chão, tudo tão rápido que eu só entendi quando ouvi o tiro, me ajoelhei procurando quem havia atirado e então eu vi meu irmão sorrindo, ele chorava o que me fez chorar, quando olhei pra onde sua mão apertava com força me assustei, sua barriga sangrava, e eu ouvi mais um tiro, me levantei com rapidez e ele se pós na minha frente bloqueando a passagem, o que me deixou desesperada, outro tiro pegou em seu ombro, perto do peito, antes que ele caísse eu o segurei me sentando no chão, os tiros cessaram e olhei pra onde haviam vindo os tiros, e lá estava ela, em pé e segurando a arma na minha direção, rapidamente peguei minha arma, lágrimas desciam pelo meu rosto, e então eu atirei sem hesitar, pegou em seu peito, próximo ao coração, ela caiu no chão, e sem remorso algum eu sorri, por ter feito com ela o que ela fez ao meu irmão, olhei pro mesmo chorando.

Yummy – Wyffe... Aguenta tá bom? Por favor aguenta! Você tem que ser forte! – eu disse desesperada.

Wheller – Olha... Eu fiz o que você sempre fez comigo, cuidei de você, não foi? Papai ficaria orgulhoso – Disse o mesmo baixinho, ajeitei o mesmo com cuidado o abraçando.

Yummy – Fi-ficaria sim... Mais olha, você tem que continuar fazendo isso tá bom? Você não pode desistir! – Eu disse em prantos, e então ele sorriu pra mim fechando seus olhos.



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