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História Survive! Or die! - Capítulo 6


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Notas do Autor


As fotos usadas no capítulo estão no início.

Capítulo 6 - Truth or just bad dreams?


Fanfic / Fanfiction Survive! Or die! - Capítulo 6 - Truth or just bad dreams?

•Yummy On.

Eu havia acabado de acordar tomei um banho e me vesti com um Short preto, uma blusa de alcinha caída e uma bota preta.



Depois saí do quarto e fui descendo pra cozinha, fazer o óbvio que é tomar café da manhã, e desci mexendo no celular. Após eu ter tomado meu café eu dei uma volta com os cachorros e voltei pra dentro de casa pondo comida e água para os mesmos, depois alimentei o Theo e fiquei brincando com o mesmo no sofá, enquanto passava desenho matinal na TV– eram Programas gravados claro. – Não havia ninguém acordado aquela hora da manhã, o que me era estranho, vários ali não acordavam tarde estranhei também que o cabelo amarelado não estava no quarto, mais não me importei com isso, eles devem estar bem, é o que eu espero.... Continuei brincando com o Elvisz o mesmo parecia inquieto, depois percebi que ele estava agoniado como se estivesse entalado.... não, não era isso ele estava com falta de ar.... Entrei em Pânico, aquilo não podia ser o que eu estava pensando, levantei minha cabeça a procura de alguém, não achei ninguém na sala, levantei e fui a procura de alguma coisa que pudesse me ajudar. Nada, eu procurei e procurei e nada! Fui andando pela sala e quando pus os olhos no sofá eu vi o mesmo manchado de sangue, e depois meus olhos pararam, no tapete em um corpinho peludo e siamês o pelo estava machado de sangue corri até o mesmo e quando vi seus olhos, boca e nariz havia sangue escorrendo por todo seu rostinho peludo quando percebi estava chorando desejando que aquilo não estivesse acontecendo, ele parecia agoniado e saber que eu não tinha como salvá-lo me matava intensamente por dentro, Theo Elvis me ajudou quando eu mais precisei quando eu estava triste ele me animava "a mais um animal não pode fazer isso" o meu faz e toda vez que eu chorava ele me pedia carinho e pedia pra brincar com simples gestos ele melhorava meu dia e....saber que ele estava a minha frente morrendo era horrível, eu simplesmente travei não consegui tocar nele e quando retornei a mim mesma ele não era mais ele, ele era um zumbi de agora em diante eu levantei do chão, me mantendo longe do mesmo....eu não podia matar ele, seria como matar um filho que eu amo muito, esbarrei em algo e olhei pra trás e Bob e Lili eram cachorros-zumbis, me assustei de imediato, aquilo tinha de ser um pesadelo! Não... não podia ser verdade, acabei por levar minha mão aos bolsos e tirar um revólver e minha mão tremia por ter de tomar uma atitude sem volta, disparei uma vez o mastim caiu fazendo um estrondo no chão, lágrimas saiam de meus olhos outro disparo, apesar do  Rottweiler ser rápido minha pontaria era ótima e logo Lili estava morta no chão....mais lágrimas saiam de meu rosto, eu me sentia um monstro, então senti garras em minha perna direita e percebi que teria que cometer outro ato horrível virei-me e encontrei um siamês enraivecido com os olhos vermelhos ele não era mais aquele que eu tanto....tanto amei, levantei minhas mãos trêmulas e apontei para o gato siamês o mesmo parecia não ligar pra arma a minha mão ele continuava tentando me morder e me arranhar, eu desviava sem dificuldade mais com aperto no coração, ele pulou com a intenção de me atacar no peito e eu disparei, ele caio mole no chão, e partir deste momento eu me odiava por completo e os vi barulhos de arrombamento eu não entendia aquilo tudo, havíamos fechado todas as possíveis possibilidades de arrombamento na casa, e percebi que haviam dezessete zumbis me cercando entre eles um pequeno menino....conhecido muito bem por mim era meu irmão mais novo, os outros eram minha prima e meus amigos eu não ia matar eles eu Sai daquele círculo de zumbis com facilidade eu era uma ótima ginasta e peguei a chave do carro, eu me encontrava em um dos piores estados, meu corpo todo estava trêmulo ameaçando vacilar a qualquer momento, e eu chorava como se não houvesse amanhã. Sai daquela casa andando rapidamente e secando as lágrimas ainda insistentes a saírem eu ouvia os zumbis atrás de mim quase me alcançando senti um me agarrar pelo ombro olhei para trás e era a Sasha, apesar de eu odiar a mesma eu não queria matar ela, a mesma tentou me morder e eu rapidamente me soltei dela e dei um tiro em sua cabeça, ela morreu e vi os outros começarem a correr eu não queria matar eles, não queria ter matado ninguém e me vi sem escolhas Todos alí eram meus amigos e me matava ainda mais cada tiro dado ao longo daquele dia horrendo, disparei no ombro da amável e tímida Hinata a mesma caiu na hora,  os outros avançaram sem parar fui me afastando e bati contra a porta da minha caminhonete me vi sem saída então um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, onze, doze disparos os restantes eram Wyffe, Becker e Enzo eu não conseguia matar eles, eu não podia, apesar de ter prometido para Becker que se ela virasse um zumbi eu teria de matá-la a mesma havia prometido isso também, mais eu não conseguia Lorenzo era maravilhoso era retardado, compreensivo e brincalhão, Wyffe era meu irmãozinho mais novo eu não deveria matar nenhum deles, então ouvi ressoar em minha mente "Eles não são mais aqueles que você sempre amou!" "Mate-os! Matar eles não fará diferença" então quando me dei conta eu estava disparando nos três, aquilo me doeu a cada disparo, a cada passo, então era só eu no mundo.

Adriano–  Yummy! Yummy! Acorda!– Senti ser balançada suavemente na cama, abri meus olhos e encontrei um loiro preocupado, eu estava agoniada, não conseguia parar de chorar– você... você teve um pesadelo, não teve?– Apenas assenti fracamente.

Yummy– Eu...eu sonhei que todos viravam zumbis e eu tinha de matar todos vocês! Desde os animais a meus amigos...– Eu estava traumatizada, aquilo havia sido tão real tão vívido que era impossível não acreditar.– posso...posso te abraçar?

Adriano– claro Cachinhos, você parecia mesmo aterrorizada– disse ele me abraçando pus minha cabeça em seu peito e após ele ter me acalmado enquanto fazia cafuné em minha cabeça eu dormi.

•Becker On.

Eu havia acordado de manhã e fui chamar a Yummy só que enquanto eu abria a porta do quarto eu vi uma cena muito fofa, não aguentei e tirei uma foto, saí do quarto e desci correndo para mostrar pro pessoal.

Becker– Gente! Gente! Olha isso! – mostrei meu celular pros mesmos.


Marcos–  eles estão dormindo real juntos?– Perguntou surpreso porém feliz, assenti freneticamente.

Hinata– acho que ela falou sério mesmo quando disse que tinha pesadelos depois de assistir filmes de terror.– disse Hinata chocada.

Becker– É! ela evita ao máximo filmes de terror mais olha rendeu uma ótima foto– disse para Hinata feliz.

Lorenzo– Não sei vocês mais eu já estou até indo comer, depois tiramos sarro da cara deles.– disse Lorenzo terminando de por a mesa.

•Adriano On.

Acordei e senti um peso em cima de mim olhei e era a Yummy, acabei sorrindo, foi bom ver que ela não estava mais assustada como ontem de madrugada, me levantei com cuidado sem acorda-la e fui tomar um banho  levei roupas pra trocar, e quando saí ela estava sentada na cama com cara de sono, achei fofo, claro ela é legal quando não está brigando comigo.

Yummy–  Desculpa por ter te acordado ontem, não queria ter te acordado– disse ela sonolenta, fui andando e sentei do seu lado.

Adriano– Ei! Não se culpe por ontem, não me incomodou nenhum pouco te acalmar, farei de novo se preciso.– Respondi a ela com calma, a mesma assentiu– agora vá tomar um banho para irmos tomar café.– ela pegou roupas e foi tomar banho. Depois saiu, ela estava com o cabelo molhado e um conjunto de moletom e um tênis branco.



Yummy– Vamos? Eu estou morta de fome! – disse ela girando a maçaneta da porta logo saio atrás dela e fecho a porta seguindo a menina logo a frente. Após chegarmos na cozinha notei olhares maliciosos sobre mim, ou melhor sobre nós dois. Eu estranhei e me sentei na mesa me servindo de café.

Moisés– Então, como foi a noite de vocês? A minha foi ótima não tive pesadelos.– disse.

Todos– A minha Também foi ótima!– responderam todos menos eu e Yummy, todos respondiam sem sincronização.

Yummy– Minha noite foi mais ou menos, tive pesadelos.– disse simples enquanto se servia de café e pães de forma.

Adriano– a minha foi interessante.– disse somente enquanto eu tomava café. Pude ver a Yummy revirar os olhos como se tivesse entendido como indireta meu comentário. Todos a mesa soltaram risos abafados.

Yummy– Estão rindo do que?– perguntou ela curiosa.

Becker– só estamos rindo de uma foto que eu tirei mais cedo...– Comentou Becker.

Yummy– Que foto? Me mostra, sabe que eu odeio ficar de fora– respondeu ela curiosa.

Becker– Ok...se eu ainda tiver eu mostro– disse ela distraída mexendo no celular.– há! Olha eu ainda tenho, toma pode ver.– disse ela dando o celular na mão de Yummy, por sorte eu estava do lado da mesma e poderia ver a foto, só que quando Yummy viu a foto ficou vermelha como um tomate, fiquei curioso e olhei pra foto, eram duas pessoas dormindo abraçadas ou melhor eu e a Yummy.

Yummy– Você não fez isso Camile Becker Wheller...– disse ela pondo a mão na cara escondendo a vermelhidão de seu rosto, achei fofo o modo como ela fica com vergonha.– Eu vou entrar no seu quarto de noite, e puxar teu pé.– Comentou Yummy despreocupada, porém ainda com as mãos na cara.

Becker– Aí meu deus como ela tá fofinha corada!– disse Becker com as mãos apoiadas na cara.

Adriano– Ok, vocês já deixaram a tampinha corada o suficiente, podemos comer?– Eu não fiquei com vergonha por ter visto a foto, gostei de dormir abraçado com ela, não me envergonho disto. Ela olhou em minha direção e sorriu como se agradecesse por eu ter ajudado ela, depois foi um dia normal.



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