História Survive Will Be Just The Beginnin (BTS) - Capítulo 37


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Visualizações 26
Palavras 1.192
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Survival, Suspense
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente do céu.

Hoje eu tô inspirada 😂😂 eu sei que vcs adoram isso.

Vamos lá pra mais um capítulo.

Eu nem vou escrever mais nas intros de hoje porque nem tem mais o que falar kkkkkkkk

Talvez eu poste mais um ou dois hoje, ainda.
Talvez.

Tenham uma boa leitura.

Capítulo 37 - Eu quero de volta


Fanfic / Fanfiction Survive Will Be Just The Beginnin (BTS) - Capítulo 37 - Eu quero de volta


CAPÍTULO 37


Uma semana depois eu estava em frente ao banco de corpos, observando enquanto uma equipe de trabalhadores se preparava para demolir o prédio espelhado que abrigou a BH Corporation. A multidão, vestido casacos e jaquetas, era composta predominantemente por Olders de classe trabalhadora, guardas e balconistas que nunca souberam o verdadeiro propósito daquele prédio. Havia alguns idosos ricos, em sua maioria ex-inquilinos, e alguns menores riscos que tinham sido adotados. Ao redor da multidão havia alguns Youngers sem família, alguns ex-doadores como eu e alguns que apenas esperavam pelo espetáculo proporcionado pela demolição, com a imensa bola de metal que pendia na ponta do guindaste. 

Vi vários rostos conhecidos. Lee estava lá,  assim como Jinyoung e Yeri. Não era mais aquele trio inseparável. Cada um deles andava pelo lugar sozinho, sem nem mesmo reconhecer os outros. 

Jin estava no meio da multidão. Ele estava apoiado em uma cerca e acenou para mim. Retribuí o cumprimento e estava prestes a me aproximar dele quando vi Jimin, do outro lado da multidão.  Ele estava olhando para o prédio, esperando,  como o restante de nós. 

_Jimin! - eu gritei. 

Ele estava longe demais para escutar. Sua atenção estava totalmente focada no prédio. Aquilo fez com que eu me sentisse melhor.  Provavelmente ele havia voltado à cidade. Eu me virei e comecei a abrir caminho para me aproximar dele, mas vi que alguém à minha esquerda tentava atravessar a multidão de cabelos prateados. 

Jungkook.

Senti um nó se formando ao redor da minha garganta. O que ele estava fazendo aqui? Ele não deveria saber a respeito do banco de corpos. Eu não o via desde o dia que eu conversei com o senador em sua casa, havia mais de uma semana. Voltei a olhar para Jimin. Dessa vez ele me viu e seu rosto se iluminou. Ele fez um gesto para que eu me aproximasse. 

Me virei para procurar o Jungkook. Nossos olhares se cruzaram e ele me deu um sorriso tímido. Estava andando em meio à multidão,  vindo em minha direção. 

Engoli em seco. Não sabia o que fazer. Jungkook estava perto demais para que eu simplesmente se lhe desse as costas. Voltei a olhar para Jimin. Do lugar onde eu estava, ele podia ver o que estava acontecendo, e tive a sensação de que uma película cinzenta cobriu rosto. Seu sorriso desapareceu, seus ombros se contraíram. Era uma imagem torturante, mas eu estava presa ali, impossibilitada de me mover no meio daquela multidão, longe demais para tentar explicar, mesmo se eu pudesse.

Jungkook estava apenas a alguns corpos de distância. Eu prometi a seu avô que não lhe revelaria nada sobre o nosso passado, mas o que eu poderia dizer? 

Não havia tempo para pensar. Ele estava ali.

 _S/N. - disse ele, me comprimentando com um aceno de cabeça. _Sua governanta disse que eu a encontraria aqui. - ele enfiou as mãos nos bolsos e desviou o olhar.

_Meus amigos me dizem que sou sério demais. Acho que tem a ver com o fato de que eu sou o neto de um senador. - disse ele, dando de ombros. _Meu pai também era sério. Minha mãe sabia como se divertir. - completou Jungkook, com um sorriso saudoso. 

Do que ele estava falando? Parecia até mesmo que havia ensaiado um discurso. 

_De qualquer forma, todos dizem que eu sou um rato de biblioteca, que não costumo sair muito, a menos que meus amigos me arrastem para fora de casa. - disse ele, agitando os pés,  olhando para baixo. _O que eu estou tentando dizer é isto. - ele pegou o seu telefone e mostrou a fotografia que havia tirado. _Eu vi a foto.

Eu olhei para a foto que mencionei na última vez em que conversamos. A foto foi tirada no dia em que fomos cavalgar. Exceto pelo fato de que o pobre Jungkook nunca esteve lá. Era o velho. Ele estava atrás de mim com o braço ao redor dos meus ombros, sua cabeça tocando a minha, e eu agarrada em seu braço com as duas mãos. Havíamos acabado de apear os cavalos, felizes, sentindo o calor do dia e um pouco suados.

Ambos irradiávamos pura alegria. Era difícil olhar para aquela imagem, mas Jungkook nunca entenderia a razão. 

_Não me lembro de nada disso. - Disse ele. _Mas pareço estar muito feliz. Acho que nunca me vi tão feliz antes. Nunca.

Os olhos dele voltaram a encontrar os meus e dessa vez ele não os desviou. 

_Seja lá o que aconteceu entre nós, naquelas semanas perdidas das quais não consigo me lembrar, por mais que tente, eu quero de volta. Quero novamente.

Eu examinei seu rosto. Ele não estava brincando comigo. Estava sendo totalmente sincero.

_Você quer? - ele me perguntou. _Quer ter isso de volta também? 

Meu estômago se revirava. Eu não sabia se poderia recuperar o que nunca foi nosso, desde o princípio.

_Está tudo bem, não precisa decidir agora.  - ele disse. 

Jungkook estendeu a mão para mim. Fiquei paralisada.

_Você sabe o que eu realmente aconteceu, S/N. Eu preciso que você me ajude a lembrar. 

Sua expressão me fazia pensar em um astronauta que flutuava pelo espaço após o cabo que o conectava à nave se romper, que tinha uma única chance de agarrar o cabo de reserva ou flutuar para sempre, à deriva, em um espaço negro e infinito. Eu conhecia aquela sensação, o pânico que estendia o tempo, transformando segundos em anos e a dor profunda de ser atacado não por uma pessoa, mas por muitas, uma gangue de valentões que se expandiu por um bairro e posteriormente por uma cidade, até que você questionasse o mundo inteiro. E a última coisa na qual você pensa, enquanto estende o braço até que os dedos estejam a milímetros do cabo de salvação, e como será possível encontrar uma maneira de consertar o que foi estraçalhado, para que você possa dizer sim, dizer que quer voltar a fazer parte do mundo.

Movi minha mão na direção da mão dele. 

Eu não deixaria o velho vencer. Eu não deixaria que ele arrancasse as minhas melhores lembranças do tempo que passei com o homem que imaginava ser Jungkook. 

Ele tocou minha mão e entrelaçou os dedos nos meus. Sua pele era familiar. A textura suave, a curva de seu polegar. Seu toque me levou de volta os momentos que passamos juntos em seu carro. Eu sentia muita saudade daqueles momentos. Mais do que eu imaginava. 

Não era o Jungkook que eu conhecia. Mas se parecia com ele. A sensação era a de estar com ele. Ele estava perdido, e eu era a única pessoa que poderia ajudá-lo.

Teríamos que tentar.

Ouvir o som de alguém respirando. Dentro da minha cabeça.

Meu coração acelerou.

Menina S/A. 

Fazia muito tempo que eu não ouvia aquela voz.

Quando os guardiões gritam, é hora de voar.

Meu pai? Minha cabeça começou a girar, mesmo que eu soubesse que não o veria. Os sons da multidão se esmaeceram.

Jungkook sorriu para mim, com uma expressão curiosa.

_Você está bem? 

Procurei dentro de mim mesma.  Tentei aguçar os ouvidos, mas não escutei nada.

 Jungkook apertou minha mão quando a imensa bola de metal da máquina de demolição atingiu a fachada espelhada do banco de corpos.


Notas Finais


O BANCO DE CORPOS FOI DEMOLIDOOOOOOOOO.

EU TO FORA DE MIM.

O que vcs acham que vai acontecer?

Quero ver teorias, Brasil. TEORIAS.

Espero que tenham gostado e até o próximo capítulo.

Beijooos 😘😘


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