História Survivor: Além do horizonte - Capítulo 3


Escrita por:

Postado
Categorias Mitologia Nórdica
Personagens Personagens Originais
Tags Vikings
Visualizações 3
Palavras 2.200
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Incesto, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Olaa, leitores!! Os prólogos anteriores foram longos pois queria explicar toda a infância possível [logo de começo] da protagonista!

- A história principal de Aloy começa aqui! Boa leitura - hehe haverá muitas surpresas :3

💕🖤💕

Espero que gostem~

Capítulo 3 - Capítulo 1 - O início da infecção


Fanfic / Fanfiction Survivor: Além do horizonte - Capítulo 3 - Capítulo 1 - O início da infecção

[N/Autora - 13:34h]: 

Aloy corria entre as árvores de carvalho da floresta densa, os raios de sol eram fortes mostrando seu meio-dia onde passavam sobre as folhas que cobre toda a extensão daquela mata. Com seu arco preparado em mãos segurando firme para não derruba-lo, ela estava seguindo um animal para assar e comer, não era sua primeira caça, a garota é boa com a mira tanto que disparou a flecha em movimento, tão rápido acertando o pobre animal, que com a força perfurou a carne do javali com seu último grito de agonia. Aloy pôs sua perna na barriga do javali tirando a flecha

Ela levou o javali amarrando uma corda nas suas patas e foi arrastando para sua casa.

[Pov.Aloy]: 

O javali era bem pesado, tive que ter a oportunidade de puxa-lo com um corda até em casa, coloca-lo em meu ombro seria mais demorado e me federia com seu sangue que escorria no local que a flecha perfurou, cheguei na vila com um sorriso singelo quando ouvi os risos de alguns por estar com um pouco de dificuldades para puxar o animal. Abri a porta que rangio e fui entrando cautelosamente puxando o animal morto, Keyke estava com seus amigos bebendo e conversando, Keyke bebendo? É estranho, entretanto, deve ser algum momento especial, sua situação não tava precária. Entrei no lugar e a atenção não foi puxada, eles estavam bem concentrados na conversa entre risos me aproximei da mesa, limpei a garganta

- Ah! Aloy você chegou, sente-se, sente-se! - Keyke

- Keyke, posso ter a permissão de sair depois? - franzi minha sombrancelhas para tentar mostrar que estáva seria, uma moça de maturidade que se responsabiliza, todavia, a realidade era outra.

Ele tomava mais goles da cerveja em sua mão, Erik e Sasha não queria intrometer, só comia o pão que teve a mesa com gula - E.. Para onde você quer ir? - falou Keyke com os olhos estreitos fitando a mim

- Erh... O bosque! - lá era mais calmo para "ir" E acreditar em mim

Ele apenas sinalizou com a mão para mim ir, deixei o javali ali que em alguns minutos seria comido. Sai da casa em passos rápidos.

A pouco tempo eu descobri uma ilha não muito distante da nossa terra, onde habita criaturas por lá, eu a observo de longe para não sentir meu cheiro ou ocorrer o risco de me verem, uma coisa dentro de mim admira elas, curiosidade em saber se elas realmente são agressivas por diversão, se os deuses deram a oportunidade para elas, como a compaixão, posso estar errada, eu sei. Temo ser teimosa. 

Andei até a praia, onde meus pés se afundava com a areia meio húmida, o som das ondas quebrando era relaxante e agradável, quase ninguém frequentava aquele lugar, so uma pessoa que vinha cuidar dos barcos de vez em quando, era um velhinho que tomava conta, isso facilita muito para meu furto dos barcos. Desamarrar a corda que segurava os mesmos era fácil, só um puxão na ponta e pronto, esta solto

Um barulho é conduzido na casa que tinha na praia, lá era o lugar que o velhinho ficava e saia, a porta se atreveu a abrir oque fez-me pular na água rasa e se esconder atrás daquele barco, meu coração acelerou minhas mãos tremeu quando ouço os passos se aproximar na frente do meu barco, se ele me ver vai contar a Keyke. Os passos fortes foi para o lado, fechei os olhos pedindo que fosse embora 

- Ladrão de barcos! - o indivíduo agarrou meu braço com força e puxou para fora da água

- Por favor, não! - minhas pálpebras abriram, a pessoa a minha frente que segurava meu braço soltou levemente, não era o velho, era um garoto de cabelos amarelados ate a ponta da orelha e orbes azuis acinzentado

Me afastei daquele garoto que me olhava calmo, eu o conheço? Já vi em algum lugar, por me observar tanto, causa essa impressão de conhecido

- Ah, você é aquela garota que salvei - ergue-se as sombrancelhas - Devo desculpas mesmo sendo muito tarde, meu irmão Miguel é imprudente... O barco, porque estava roubando ele? Tem alguma autorização? - ele reparou que a mim estava assustada com as perguntas, ele sorrio gentilmente - meu nome é Matias e o seu? - falou para aliviar a tensão

- ... - engoli seco

Matias me olhou estranho quando me afastei indo em direção ao barco, não tava muito avontade de conversar com ele, eu estava mais interessada nas feras

- EI!! Garota, você não pode fazer isso! - correu em minha direção onde pulei no barco pegando o remo e afastei da borda com impulso, freneticamente meu coração pulou em susto quando ele agarrou a borda do barco - E-espere!!

- Adeus Matias.. Outra hora eu devolvo - dei uma piscadela e fiz que o remo em minhas mãos bater-se no seus dedos, com que mesmo solta-se,  ramei pra longe da praia com sua desorientação - Ah, meu nome é Aloy!

Ele arfou desapontado com seu fracasso, por sorte minha aquele garoto não sabe nada sobre mim, ao contrário daquele senhor, que cuidava dos barcos, morreu? Talvez.

Navegando junto em sincronia nas águas calmas oque dava bom sinal, o som que o mar emitia com o barco em seu movimento pacífico, colocando o remo empurrando a água para meu caminho que eu quero. Olhando para trás não havia mais a minha terra, só a neblina um pouco densa que pairou do céu até o solo e sobre a água, mas dava para ver ainda um pouco ao meu redor, como as gaivota que circulava o território, estou perto da Ilha, aparenta só a mim saber dessa terra que descobri quando briguei com Keyke e fugi com o barco, agradeço aos deuses por não ter se perdido do caminho de volta para casa. O barco invadiu e pisei no solo com maior cuidado para não emitir nenhum som. suspirei bem profundo e continuei 

- Que eu não morra comida - sussurrei a mim mesma indo desfarçando atrás de uma rocha agachada

Olhei de canto as criaturas que comia, o cheiro de podre me acostumou de quantas vezes vim para cá passar a maior parte do tempo escondida, me fascina apenas observar. Algumas da criaturas eram diferentes das outras, uma mais peluda e outras so couro, outras com asas ou calda, todavia, não pudia ficar ali muito tempo Infelizmente, a neblina esta ficando mais densa e não vai ter como voltar, me virei para trás com o propósito de ir no barco, mas fui surpreendida quando uma fera me olhava do canto de seus olhos como serpente, me rodeando parecendo me analisar, suas garras não tinha nenhuma ameça, não mostrou seus dentes para rosnar e não fez questão de chamar os outros, meu medo me faz cair no chão aterrorizada, e aquela fera se aproximando cautelosamente sem demonstrar irá, cobri meus olhos com os braços, motivo de defesa e medo de olhar nos olhos da fera que me fitava, meu coração parecia que ía saltar da boca, sentindo a respiração quente no meu rosto da criatura, só olhei para ela com difículdades de encarar a morte, ela estava tão perto que sinto o arrepio que percorreu minha espinha, ela hesitou em me matar? ela se afasta e sai da minha frente desaparecendo no nada. Me encontrei ali, de  boquiaberta sentada no chão, como...? 

Balancei a cabeça para retornar na realidade, corri em direção ao barco, não vou voltar depois disso, não vou, e agora minha última esperança era conseguir achar o caminho

[Quebra Tempo]: 

Conseguindo voltar ao vilarejo, e prestes a tocar o solo eu o beijo, finalmente! Estou exausta demais de navegar, e ainda surpreendida com o ocorrido de antes "seus olhos de serpente me olhava sem nenhum semblante, suas garras sem mostrar ameaça, oque faz ali?  Parecia se perguntar, me deu uma chance" 

Em seguida fui ao centro do vilarejo onde pessoas estavam apavoradas demais para meu gosto, gritava umas com as outras e chorava de desespero, oque ta acontecendo? Puxei uma mulher pelo ombro que se assustou com o toque 

- Com licença, você pode me informar oque esta acontecendo? - Aloy 

- Como assim "oque esta acontecendo"?!!  - ela agarrou  meus ombros me olhando feio - Acabámos de ser informados de que as criaturas estão infectando os humanos e que o resultado se transforma em um monstro! 

Ela me apertava forte com suas unhas machucando - Erh sai! - empurrei ela e afastei do povo, criaturas infectando? Que loucura! Como isso pode acontecer.. - OS DEUSES ESTÃO NOS PUNINDO!!  - gritou um homem e aquela multidão começou a se enlouquecer pagando seus machados e escudos de madeira que tinha um ferro no centro, olhei para todos os cantos tentando achar Keyke perdida naqueles que impediam meu caminho e visão, empurrei mais não adiantava. 

Uma...uma luz? 


[N/Autora]:  

Aloy estava enganada, não era uma luz que iluminou suas costas e sim um dragão. Suas asas pesadas batiam ponta com ponta em sincronia que fazia as folhas das árvores a sua  volta de espalha-se, seus orbes da cor rubi que queimava com seu rugido com a garganta cheia de fogo atingindo a maior parte da vila, homens, mulheres e crianças morreram queimados sem ao menos sentir a dor, Aloy emitio sua raiva serrando seus punhos, ele rangeu seus dentes e correu a procura de Keyke determinada aproveitando que seu caminho abriu-se, Keyke era tudo mais importante para ela. O povo montou a catapulta, flechas, machados e espadas, estava tudo pronto para uma guerra, mas, outras criaturas apareceram atacando eles junto com o dragão que pisoteava, apenas cinco pessoas foram infectadas e algumas mortas. Os guerreiros colocaram pedras grandes na catapulta e atiraram no Dragão que foi atingido na lateral de sua cabeça  ficando enfurecido e atordoado, encheu sua boca de fogo e atacou pela última vez voando para longe assumindo-se sua derrota como as feras a baixo, apenas uma ficou escondida... O povo gritou honrado menos os infectados que logo após a mordida ficaram fracos, suas famílias mesmo sabendo do ocorrido ainda os amam levantando de volta para suas casas. 

[Pov.Aloy]: 

Keyke cadê você, onde está meu pai, nesse momento eu só quero te abraçar e pedir perdão por sair e não ficar contigo naquela hora, eu sou tão ingênua, mas mesmo assim esteja vivo... Imploro

Minha respiração estava em descompasso, o fogo toxicou o ar que me tirou tosses

- KEYKE!!!  - Aloy 

Corria olhando para todos os lados desesperada, com a preocupação me tomando por algum sinal dele que demorava, as pernas doía mas Keyke é o mais importante agora. Por graças aos deuses eu encontro uma silhueta masculina em sombra entre aquele fogo e madeira queimando, conhecia muito bem, era ele com o semblante irritado chamando meu nome sem parar, o suor do rosto descia devagar, desesperado olhando todos os lados "estou aqui, olhe para trás" nossos olhares se encontrou, seu rosto, seu olhos foi conduzido a alegria, a aliviação que tornou-se um sorriso correndo em  minha direção de braços abertos, o ar que respirava pareceu ficar mais limpo, meu sorriso abriu podendo sentir Ardencia nos cantos dos olhos, mas meu maldito olhar foi atrás de si desmanchando o sorriso fazendo-me pegar uma flecha e o parecia que meu tempo parou, olhando  uma criatura saltando do ar, minha veias pulsaram de raiva com que minhas pernas se move-se automaticamente vendo a fera pulando em cima de Keyke mordendo seu braço fazendo com que o mesmo gritasse, Keyke caiu de joelhos no chão balançando violentamente para tirar a criatura em cima do mesmo, sem hesitar em algum momento, dependendo de tudo daquela flecha e perfurei as costas da criatura, minhas lágrimas rolaram vendo Keyke sangrar, empurrei a criatura morta me aproximando novamente dele, mas eu senti a pena de matar ela? 

- EI! EI! - segurei sua mão e com a outra apertava o sangramento - V-vai ficar tudo bem, aguente, e-eu tenho que consertar isso!

- Akoy... - sussurrou Keyke fechando seus olhos, foi uma imagem dolorosa, suas pálpebras estava pesadas demais para aguentar para sua transformação, eu não sei quanto tempo demorará, mas não.. Não, agora. 

 - Por favor não me deixa.. - minha voz saia terrivelmente rouca, minhas bochechas ardiam violentamente de culpa, segura sua mão com força, com que ele fica-se - Você é a única coisa que eu tenho.. 

- Não chore querida... T-tive feridas piores - Keyke tentou rir mas chiou de dor 

- V-você vai se transformar em uma fera, não compreende?! - sussurrei entre os choros, as gotas onde caiu no rosto de Keyke que me olhou com carinho, mesmo naquela situação, ele tentava me confortar de qualquer jeito, eu quero aprender ser como ele, não suportaria sem sua presença calorosa, mesmo que ele vire uma fera, eu...eu lhe protejerei, so preciso ser confiante, para que não morra - N-não fale isso, como não entenderia, é... É e-egoismo Keyke! 

- ...  - Pôs sua mão no meu rosto limpou com seu polegar o canto dos meus olhos 

Olhei para seu rosto calmo, Keyke sentou-se e levantou a manga da camisa para ver o ferimento, tinha que cuidar da.... A ferida


                                                        Ela..... 

Ela sumiu... 




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...