História Sussurro - Taekook - Capítulo 13


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Sussurro (Hush, Hush)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Taehyung (V)
Tags Bts, Jeon Jungkook, Jungkook, Kim Taehyung, Kookv, Readaptação, Taekook, Vkook
Visualizações 147
Palavras 2.084
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Já digo que eu amo esse cabelo do TaeTae>.<

Boa leitura e sorry os erros.

Capítulo 13 - Capítulo 12


Fanfic / Fanfiction Sussurro - Taekook - Capítulo 13 - Capítulo 12

O celular tocou no meu bolso. E, após confirmar que eu não estava sendo olhado de cara feia pela bibliotecária, eu atendi.

— Mãe?

— Boas notícias — ela disse. — O leilão acabou cedo. Entrei na estrada uma hora mais cedo que o planejado e devo chegar logo em casa. Onde você está?

— Oi! Eu não estava te esperando até mais tarde. Estou saindo da biblioteca. Como estava o norte de Seoul?

— O norte de Seoul estava... comprido. — Ela riu, mas pareceu esgotada. — Mal posso esperar para te ver.

Procurei ao redor por um relógio. Eu queria parar no hospital e ver o Baek antes de me dirigir para casa.

— É o seguinte — eu disse à minha mãe. — Preciso visitar o Baek. Eu talvez me atrase alguns minutos. Eu irei me apressar, eu prometo.

— É claro. — Detectei uma pequenina decepção. — Alguma novidade? Recebi sua mensagem essa manhã sobre a cirurgia dela.

— A cirurgia acabou. Eles vão levá-la para um quarto particular a qualquer minuto agora.

— Tae. — Eu ouvi a inflamação de emoção em sua voz. — Estou tão feliz por não ter sido você. Eu não poderia viver comigo mesma se algo acontecesse com você. Especialmente depois que o seu pai... — Ela dissipou. — Só estou feliz por ambos estarmos seguros. Diga “oi” para o Baek por mim. Te vejo logo. Beijinhos e abraços.

— Te amo, mãe.



O Centro Médico Regional de Daegu é uma estrutura de tijolos vermelhos de três andares com um passadiço coberto que leva à entrada principal. Passei pelas portas giratórias de vidro e parei na bancada principal para indagar sobre o Baek. Foi-me dito que ele foi deslocado para um quarto a meia hora, e que o horário de visita acabava em quinze minutos. Eu localizei os elevadores e apertei os botões para me mandar para um andar.

No quarto 207, empurrei a porta.

— Baek?

Eu atraí para dentro um buquê de balões atrás de mim, cruzei o pequeno vestíbulo, e encontrei o Baek reclinado na cama, seu braço esquerdo com gesso e erguido sobre seu corpo.

— Oi! — eu disse quando vi que ele estava acordado.

Baek expeliu um suspiro luxurioso.

— Eu amo remédios. Sério. Eles são demais. Até melhores que um cappuccino Enzo. Ei, isso rimou. Cappuccino Enzo. É um sinal. Estou destinado a ser um poetiso. Quer ouvir outro poema? Sou boa de improviso.

— Hãn...

Uma enfermeira assobiou e arrumou o intravenoso do Baek.

— Está se sentindo bem? — ela perguntou à Baek.

— Esqueça ser um poetiso — Baek disse. — Estou destinado à comédia de stand-up. Toc, toc.

— O quê? — eu disse.

A enfermeira rolou os olhos.

— Quem é?

— Garra — disse a Baek.

— Garra quem?

— Garra sua toalha, nós vamos para a praia.

— Talvez um pouco menos de analgésicos — eu disse à enfermeira.

— Tarde demais. Acabei de lhe dar outra dose. Espere até vê-lo daqui a dez minutos. — Ela saiu pela porta assobiando.

— Então? — perguntei a Baek. — Qual o veredito?

— O veredicto? Meu médico é um bundão. Lembra muito um Oompa-Loompa. Não me olhe severamente. Da última vez que ele veio, começou a cantar Funky Chicken. E ele está sempre comendo chocolate. Na maior parte animais de chocolate. Você sabe os coelhinhos sólidos de chocolate que eles vendem na Páscoa? Foi isso que o Oompa-Loompa comeu de janta. Comeu um pato de chocolate no almoço com Peeps amarelo.

— Eu quis dizer o veredito… — apontei para a parafernália médica enfeitando-a.

— Ah. Um braço quebrado, uma concussão, cortes, arranhões e contusões sortidas. Felizmente, por causa dos meus reflexos rápidos, pulei para fora do caminho antes que algum dano maior fosse feito. Quando se trata de reflexos, eu sou como um gato. Sou o homem gato. Eu sou invulnerável. A única razão por ele ter me acertado foi por causa da chuva. Gatos não gostam de água. Nos enfraquece. É a nossa kriptonita.

— Eu sinto tanto — eu disse à Baek sinceramente. — Devia ser eu na cama do hospital.

— E ficar com todos os remédios? Uh-uh. De jeito nenhum.

— A polícia achou alguma pista? — perguntei.

— Nada, necas, zero.

— Nenhuma testemunha?

— Nós estávamos em um cemitério no meio de uma tempestade — Baek apontou. — A maioria das pessoas normais estavam dentro de casa.

Ele estava certo. A maioria das pessoas normais tinha estado dentro de casa. É claro, Baek e eu estávamos fora... junto com a garota misteriosa que seguiu Baek para fora da Victoria's Secret.

— Como aconteceu? — perguntei.

— Eu estava andando até o cemitério, como planejamos, quando de repente eu ouço passos chegando perto por trás de mim — Baek explicou. — Foi quando olhei para trás, e foi tudo muito rápido. Houve o relampejo de uma arma, e ele dando o bote em mim. Como eu disse aos policias, meu cérebro não estava exatamente transmitindo “Consiga uma identificação visual”. Estava mais para “Santa bizarrice, estou prestes a virar papinha!” Ele rosnou, me bateu três ou quatro vezes com a arma, agarrou minha mochila, e correu.

Eu estava mais confuso do que nunca.

— Espera. Foi um cara? Você viu o rosto dele?

— É claro que era um cara. Ele tinha olhos escuros... olhos de carvão. Mas foi tudo o que vi. Ele estava usando uma máscara de esqui.

Na menção da máscara de esqui, meu coração agitou-se por diversas batidas. Era o mesmo cara que tinha pulado na frente do Neon, eu tinha certeza disso. Eu não tinha imaginado ele, Baek era a prova. Eu me lembrava de como toda a evidência da batida desaparecera. Talvez eu não tivesse imaginado essa parte tampouco. Esse cara, quem quer que fosse, era real. E ele estava por aí. Mas se eu não tinha imaginado o dano no Neon, o que realmente aconteceu naquela noite? A minha visão, ou minha memória, de algum jeito... tinha sido alterada? Após um momento, uma enorme quantidade de perguntas secundárias surgiu em mente. O que ele queria dessa vez? Ele estava conectado à garota do lado de fora da Victoria's Secret? Soubera que eu estava fazendo compras no píer? Usar uma máscara de esqui constituía em planejamento avançado, então ele deve ter sabido de antemão onde eu estaria. E ele não queria que eu reconhecesse seu rosto.

— Para quem você disse que iríamos fazer compras? — perguntei à Baek de repente.

Ele amassou um travesseiro atrás de seu pescoço, tentando ficar confortável.

— Minha mãe.

— Foi só? Ninguém mais?

— Eu talvez tenha falado para o Yoongi.

Meu sangue pareceu parar de fluir repentinamente.

— Você contou ao Yoongi?

— Qual o problema?

— Tem algo que preciso de contar — eu disse sobriamente. — Lembra da noite que levei o Neon para casa e acertei um veado?

— Sim? — ela disse, franzindo a testa.

— Não foi um veado. Foi um cara. Um cara com máscara de esqui.

— Cala a boca — ele sussurrou. — Você está me dizendo que o ataque não foi aleatório? Você está dizendo que esse cara quer algo de mim? Não, espera. Ele quer algo de você. Eu estava usando a sua jaqueta. Ele achou que eu fosse você.

Meu corpo todo pareceu chumbo.

Após uma contagem de silêncio, ele disse:

— Tem certeza de que não contou ao Jungkook sobre as compras? Porque, refletindo mais, acho que o cara tinha o complexo do Jungkook. Mais ou menos alto. Mais ou menos magro. Meio sexy, tirando a parte do ataque.

— Os olhos do Jungkook não são da cor do carvão, eles são pretos — eu apontei, mas eu estava desconfortavelmente ciente de que tinha dito ao Jungkook que faríamos compras no píer.

Baek levantou um ombro, indeciso.

— Talvez seus olhos fossem pretos. Eu não consigo me lembrar. Aconteceu realmente rápido. Posso ser específico quanto à arma — ele disse auxiliadoramente. — Estava apontada para mim. Tipo, diretamente para mim.

Empurrei algumas peças confusas pela minha mente. Se Jungkook tinha atacado o Baek, ele deve tê-lo visto deixar a loja com o meu casaco e achou que fosse eu. Quando ele percebeu que estava seguindo o garoto errado, ele acertou o Baek com a arma de raiva e desapareceu. O único problema era que eu não conseguia imaginar o Jungkook sendo bruto com o Baek. Não parecia certo. Além do mais, ele supostamente estava numa festa na costa à noite toda.

— O seu atacante parecia com o Yoongi? — perguntei.

Eu observei o Baek absorver a pergunta. Qualquer remédio que lhe fora dado parecia diminuir seu processo de pensamento, e eu podia praticamente ouvir cada marcha em seu cérebro entrar em ação.

— Ele era cerca de nove quilos mais leve e dez centímetros mais alto para ser o Yoongi.

— Isso é culpa minha — eu disse. — Eu nunca deveria ter deixado você sair daquela loja usando o meu casaco.

— Eu sei que você não quer escutar isso — disse o Baek, parecendo estar lutando contra um bocejo induzido por remédio. — Mas quanto mais penso nisso, mais similaridades eu vejo entre o Jungkook e o meu atacante. Mesmo complexo. Mesma passada longa. Pena o arquivo escolar dele estar vazio. Nós precisamos de um endereço. Precisamos achar uma avózinha vizinha que pode ser persuadida a instalar uma webcam em sua janela e direcioná-la na casa dele. Porque algo no Jungkook simplesmente não é certo.

— Você honestamente acha que o Jungkook poderia ter feito isso com você? — perguntei, ainda não convencido.

Baek mastigou seu lábio.

— Acho que ele está escondendo algo. Algo grande.

Eu não ia discordar disso.

Baek se afundou mais em sua cama.

— Meu corpo está formigando. Eu me sinto bem por toda parte.

— Nós não temos um endereço — eu disse. — Mas sabemos onde ele trabalha.

— Você está pensando o que eu estou pensando? — Baek perguntou, os olhos brilhando brevemente através da névoa de sedação química.

— Baseada em experiências passadas, espero que não.

— A verdade é que precisamos reciclar nossa habilidade de investigação — disse Baek. — Ou nós a usamos ou a perdemos, foi o que o Treinador disse. Precisamos descobrir mais sobre o passado do Jungkook. Ei, aposto que se a gente documentar, o Treinador até mesmo nos dará pontos extras.

Altamente duvidoso, já que se o Baek estava envolvido, a investigação mais provavelmente daria uma guinada ilegal. Para não mencionar que esse trabalho particular de investigação não tinha nada a ver com biologia. Nem remotamente.

O leve sorriso que Baek tinha tirado de mim se dissipou. Por mais divertido que fosse ficar despreocupado quanto à situação, eu estava apavorado. O cara com a máscara de esqui estava lá fora, planejando seu próximo ataque. Meio que fazia sentido que o Jungkook pudesse saber o que estava acontecendo. O cara com a máscara de esqui pulou na frente do Neon no dia em que o Jungkook se tornou meu parceiro de biologia. Talvez isso não fosse uma coincidência.

Uma enfermeira enfiou sua cabeça dentro da porta.

— São oito horas — ela me disse, batendo em seu relógio. — O horário de visita acabou.

— Eu já sairei — eu disse.

Assim que seus passos se dissiparam no corredor, fechei a porta do quarto. Eu queria privacidade antes de contar a ele sobre a investigação de assassinato cercando o Yoongi. Contudo, quando voltei para a cama do Baek, estava aparente que sua medicação tinha surtido efeito.

— Aqui, vem— ele disse com uma expressão de pura alegria. — Corrente de remédios... a qualquer momento agora... a onda de calor... tchauzinho, Sr. Dor...

— Baek...

— Toc, toc.

— Isso é realmente importante...

— Toc, toc.

— É sobre o Yoongi...

— Toc, tooooc — ele disse numa voz cantante.

Eu suspirei.

— Quem é?

— Bu.

— Bu quem?

— Buá, alguém está chorando, e não sou eu! — Ele caiu numa risada histérica.

Percebendo que era inútil forçar o assunto, eu disse:

— Me liga amanhã após ser liberado. — Abri a minha mochila. — Antes que eu esqueça, eu trouxe a sua lição de casa. Onde quer que eu a coloque?

Ele apontou para a lata de lixo.

— Bem ali estará bom.

Coloquei o Fiat na garagem e guardei as chaves no bolso. No céu faltaram estrelas na viagem para a casa, e como previsto, uma chuva leve começou a cair. Puxei a porta da garagem, abaixando-a ao chão e trancando. Entrei na cozinha. Uma luz estava acesa em algum lugar do andar de cima, e um instante mais tarde minha mãe veio correndo pelas escadas e jogou seus braços ao meu redor.

Minha mãe tinha cabelos pretos ondulados e olhos verdes. Ela é doze centímetros menor que eu. Ela sempre cheira a Love, do Ralph Lauren.

— Estou tão feliz por você estar salvo — ela disse, apertando-me forte.

Mais ou menos salvo, eu pensei.


Notas Finais


Capítulo chato? Sim.

Sem graça? Com certeza

Horrível? Óbvio

Calma tá gente, calma. Eu já falei e repito, essas coisas são muito importantes.

Tae e Baek de investigadores? Meu fetiche Kk

Tchau e até o próximo capítulo.


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