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História SwanQueen - You Are The Reason - Capítulo 15


Escrita por:


Notas do Autor


Hello swens, capítulo novo para vocês. Espero que gostem. ❤️

Antes de começarem a ler, eu gostaria de informa-las que provavelmente eu irei atrasar um pouquinho mais que o normal para postar novos capítulos por conta da minha rotina corrida. Enfim... boa leitura! ❤️

**todos os créditos da foto reservados ao criador(a)**

Capítulo 15 - Capítulo 14


Fanfic / Fanfiction SwanQueen - You Are The Reason - Capítulo 15 - Capítulo 14


...

Pov’s Emma Swan 

Sua respiração descompassada tão próxima ao meu ouvido me fazia delirar ainda que de olhos fechados...

Suas mãos estavam apoiadas em minhas costas, enquanto as minhas econtraram a sua bunda, na tentativa de intensificar ainda mais aquele beijo repleto de tesão. 

Seu corpo estava quente como fogo, assim como o meu que provavelmente estava no mesmo estado, clamando por ela e por mais toques dela. 

...

⁃ Tem alguém em casa? - Zelena disse, acendendo as luzes do ambiente e estragando o clima que estávamos.

⁃ Droga! Tinha que ser Zelena. Justo agora. Argh! - Regina disse, ajustando os botões da camisa, enquanto resmungava, e eu ri da expressão brava que ela fez. 

Estávamos a ponto de dar um ponto de partida maior, quando fomos bruscamente interrompidas com a chegada de Zelena.


⁃ ... Quer que eu leve Henry para a cama? - perguntei para a mesma que assentiu com a cabeça, enquanto ia á encontro de sua irmã. 

Me ofereci para colocá-lo na cama, pois sabia que Regina não iria deixar passar esse fato com Zelena,  e isso provavelmente acabaria em uma discussão e acordando o pequeno Henry, que dormia quietinho como um anjo.

Regina havia se deixado convencer por minhas palavras, entretanto, eu sabia que parte dela com toda certeza iria brigar com Zelena.

    De maneira delicada para que o garoto não acordasse, coloquei-o em meus braços, juntamente com seu dinossauro de pelúcia e caminhei sutilmente com ele até as escadas, onde avistei  Zelena e Regina, conversando, ou melhor, discutindo.

Ambas, assim que me viram passar com o pequeno Henry no colo, cessaram a discussão por hora, certamente para não acorda-lo.

Quando subíamos a escada, Henry se mexeu em meu colo, apertando com uma mão o meu ombro, com um pouquinho mais de força para saber que estava seguro. E estava. Eu não o deixaria cair de jeito nenhum, apesar de ser bastante desastrada, ele estava bem apoiado e seguro em meus braços.

Levei-o para o quarto, e posicionei-o em sua cama, de maneira delicada, para que não acordasse.

⁃ Em...? - ele disse sem abrir totalmente os olhos, com a voz ainda embargada de sono.

⁃ Shh, volte a dormir, garoto. - eu disse acariciando seu cabelo macio e ele pegou no sono novamente.

    Logo, tratei de ajustar a temperatura do ar condicionado, e os cobertores de forma que ele não pudesse sentir nem frio, nem calor. Que estivesse numa temperatura agradável para dormir bem.

[...]

Regina e Zelena ainda discutiam na cozinha, quando desci. 

⁃ Ainda discutindo por eu ter ficado de babá de Henry? - perguntei, sentando-me sobre uma das banquetas do balcão principal, enquanto Regina preparava algo para comer e Zelena lavava a louça.

- Uhum. - Regina disse, tinha a expressão séria. Excitante o suficiente se Zelena não estivesse por perto.

⁃ Eu já disse que está tudo bem em cuidar do garoto. Ele é adorável e não deu trabalho algum. Acredite. - tentei mais uma vez.

⁃ Viu? A Emma estava de acordo. Não precisava quase ter me matado. - Zelena disse, encarando a irmã, que encontrava-se séria. E eu sabia que o motivo da raiva de Regina com a irmã não era somente por conta daquilo.

*

Manhã seguinte...

    Regina preparava o café da manhã, vestida casualmente, entretanto, por cima de suas vestes,  utilizava um avental de cozinha. 

⁃ Bom dia - digo, fazendo-a virar para mim, e curvar os lábios num sorriso encantador. 

⁃ Bom dia, Emma.

⁃ O cheiro está um delícia. O que está preparando? - perguntei, aproximando-me da mesma para analisar a comida, e de maneira suave, depositei um beijo na curva de seu pescoço.

⁃ Estou fazendo panquecas de café da manhã. Não tão boas quanto às de Abigail, mas eu tento. - Respondeu, seguidamente depositando um rápido beijo suave em meus lábios. 

⁃ Henry ainda está dormindo? - perguntei, e a mesma assentiu.

⁃ Sim. E ainda preciso apronta-lo para escola. Talvez cheguemos um pouco atrasados hoje. - ela disse, deixando a comida de lado para observar-me. - Estive pensando durante a noite no que você disse a respeito de voltar para Seattle em dois dias. Não pode prolongar sua estadia um pouco mais?

⁃ Bem que eu gostaria. Mas, realmente já estou atolada de sermões quando chegar lá.

⁃ Hm, então... irei desmarcar meus compromissos de tarde para que possamos aproveitar mais a sua estadia por aqui. 

⁃ Mas, e o seu trabalho? e o seus clientes? - perguntei. Afinal, Regina já havia faltado alguns dias. Não poderia ficar complicado para ela depois? 

⁃ Sou dona de maior parte daquela empresa. Portanto, eu faço minhas horas, e se querem ser atendidos e representados por mim, eles podem esperar, Emma. Eles esperam. Eu sou incrível no meu trabalho. - ela disse, convencida.

⁃ Soou convencida o suficiente, e demasiadamente sexy também. - sussurrei contra a pele de seu pescoço e ela arfou. 

⁃ Podemos dar um passeio á tarde. E a noite, você decide a nossa programação. - ela sugeriu, e deu uma piscadela de forma sensual. - De verdade, eu quero te levar para conhecer alguns lugares antes de voltar para Seattle e depois podemos só... aproveitar?

⁃ Saiba, que eu estou totalmente ao seu dispor para me mostrar o que quiser, Srta. Mills. - brinquei, e ela sorriu.

⁃ Te mostrarei mais tarde, prometo. Mas, por agora, preciso mesmo continuar com as panquecas ou ficaremos com fome, e depois ainda preciso acordar Henry.

⁃ Deixa que eu acordo o seu pequeno e elétrico foguete para você. 

⁃  Faria isso por mim?  

⁃ Qualquer coisa por você. - respondi. Tinha certeza que minhas bochechas estavam coradas.

⁃ Obrigada. Hm, faça com que eles escove os dentes e depois tome banho. - ela disse - Ele sabe o que tem que fazer, só precisa de ajuda para retirar as roupas dele e ligar o chuveiro ou a banheira.

⁃ Regina, e-eu não sei dar banho em crianças. E, ele é um garoto. Eu... sou visita.

⁃ Confie em mim, ele sabe fazer maioria das coisas sozinho, Emma. Você não precisa ter medo. Nós somos amigas, não somos? - me encarou e eu concordei - Ele confia em você e eu confio em você.  Mas, se não quiser fazer por não estar preparada, não precisa. Eu entendo.

⁃ Certo.

[...]

    Fui acordar Henry, que dormia agarrado a seu dinossauro de pelúcia inseparável. Não sabia ao certo como iria acorda-lo, pois não tinha muita experiência com crianças, mas Regina havia dito que era apenas abrir as cortinas com o controle ao lado da cômoda e chama-lo. 

Não era tão difícil assim, era?

⁃ Ei, Henry... - eu disse baixinho, ao lado de sua cama, cutucando-o para que acordasse. - hora de acordar, pequeno.

Ele apenas mexeu-se na cama e continuou dormindo. “Ótimo”, primeira tentativa, falha. 

- Hora de acordar, garoto. Tem que se arrumar para escola e depois comer. - eu disse baixinho ainda cutucando-o para que acordasse. - ou... eu vou levar o seu dinossauro de pelúcia comigo.

Eu estava prestes a decretar a segunda tentativa falha também, mas logo Henry abriu os olhinhos ainda sonolentos, quando apelei fazendo menção em levar seu dinossauro de pelúcia comigo.

Perfeito. Primeiro passo de arrumar o garoto: ok.

⁃ Bom dia, Emm - ele disse, com a voz ainda embargada de sono.

⁃ Bom dia, garoto. - eu disse, bagunçando seus cabelos e ele riu. - dormiu bem?

Ele assentiu com a cabeça.

⁃ Cadê a mamá? - perguntou, olhando ao redor do cômodo á procura da mãe.

⁃ Ela está na cozinha, preparando panquecas para o café da manhã e me pediu para te chamar, te ajudar a se arrumar para irmos comer. O que acha? - perguntei aguardando alguma reação dele.

⁃ Ebaaa! Eu amo panquecas. - ele disse, levantando-se da cama num pulo. Parecia empolgado, apesar de ainda sonolento.

⁃ Sua mãe disse que você sabe escovar os dentes sozinho e tomar banho como um garoto quase grande. É verdade? - eu perguntei, com um ar de curiosidade para que ele continuasse empolgado, mas no fundo eu estava com receio, pois não tinha contato nem habilidades nenhuma com crianças.

⁃ Eu sei. Mas, eu ainda preciso de ajuda para pegar a escova de dentes e a pasta do homem aranha, ligar o chuveiro da banheira e me ajudar a tirar o pijama.

⁃ E eu posso te ajudar com as coisas que você ainda não consegue? - perguntei.

⁃ Pode. - ele disse, consentindo.

    Henry me mostrou de maneira empolgada onde ficavam a escova de dentes, a pasta, e a farda dele, que já estava separada, junto com a cueca e os tênis e o restante das coisas.

Ajudei-o a subir no banquinho da pia para escovar os dentes, e assim que ele terminou, falei para que ele fosse fazer xixi, enquanto dei a desculpa de ir buscar a toalha, que também já estava separada, mas imaginei que fosse mais confortável para ele ter privacidade. Aliás, querendo ou não, eu era uma estranha ali. Não sabia muito da rotina dele, nem o conhecia o suficiente para que ficasse totalmente seguro comigo. 

Henry logo chamou-me de volta para ajudá-lo com o restante das roupas e com a banheira.

Precisei ligar para ele as torneiras da banheira para deixar a água numa temperatura morna, e supervisionar seu banho para ele não acabasse se machucando, por ventura. 

Henry não parecia nenhum pouco incomodado com a minha companhia. Pelo contrário, ele estava feliz e elétrico, como sempre.

⁃ Tia Emma, pode pegar o shampoo para mim? - ele disse desviando-me de meus pensamentos.

⁃ É claro. - eu disse, desencostando-me da bancada para pegar o shampoo do Shrek juntamente com o condicionador do  burro para entrega-lo.

⁃ Me ajuda a passar? Eu não gosto quando entra no olho.  - ele pediu.

Eu me agachei na banheira de modo que pudesse ficar confortável enquanto ensaboava os cabelos de Henry, e ajudava-o a finalizar o banho.

- Henry, a tia Emma só está te ajudando com o banho porque você está de acordo, certo? - eu disse e ele assentiu com a cabeça - Se você não quiser, porque fica desconfortável, a gente chama a mamãe. Porque outras pessoas não podem fazer isso sem que você deixe, entende?

⁃ A minha mãe disse que eu só posso tomar banho e trocar de roupa com as pessoas que ela confia. Que são ela, a vovó, tia Zelena, o meu pai e você.

⁃ Ela disse que confia em mim? - perguntei, franzindo o cenho. Regina confiava em mim?

⁃ U-hum. Vocês são melhores amigas. E a minha mãe gosta muito de você. - ele disse, com os olhinhos brilhando de empolgação - Ela ri com você, e não fica brava quando você está perto. Eu também gosto de você, muuuuito.

⁃ Oh, Henry. Eu também gosto muuuito de vocês. 

    Após arrumar Henry devidamente, após o banho. O que inclui, ajudá-lo a vestir-se corretamente,  - ajustando as barras de sua camiseta da farda - pentear seus cabelos macios e colocar o perfume infantil, descemos as escadas.

Minha blusa estava um tanto molhada, mas, eu estava satisfeita por ter conseguido arrumar ele, apesar da minha falta de habilidades com crianças.

⁃ Uau. Meu homenzinho está tão lindo e cheiroso - Regina disse agachando-se a altura dele, abraçando-a e enchendo-o de beijinhos.

A maneira como Regina se agachava para ficar a altura dele era incrivelmente adorável. Eu amava a relação entre mãe e filho que eles tinham, e jamais iria cansar de admirar aquilo, o amor entre mãe e filho.

Nunca pensei seriamente em ter filhos, pelo fato de eu não ter maturidade nem para cuidar de mim mesma, mas... Henry era uma criança tão adorável que eu poderia  até pensar duas vezes nessas possibilidade.

⁃ A tia Emma me ajudou. - ele disse, de forma animada.

⁃ Foi mesmo? E você precisou de muita ajuda? - Regina perguntou observando-o, com um sorriso sincero nos lábios. Em seguida, olhou para mim, com um olhar que julguei ser de agradecimento. 

⁃ Eu fiz quase tudo sozinho, mas a tia Emma me ajudou ligando a banheira, pegando os cremes, ensaboando meu cabelo, colocando perfume. Ela é muito legal, mamãe.

⁃ Que ótimo, querido. - respondeu - Eu preparei panquecas com mel para nós. Estão na mesa, prontas.

⁃ Ebaaa! - ele disse indo na frente.

Eu a observava com um curto sorrisinho nos lábios. Estava nervosa. Minhas mãos suavam e eu  definitivamente odiava ficar nervosa.

⁃ Obrigada, Emma. Você é ótima. - ela disse, olhando em meus olhos e lançando-me um dos seus sorrisos capazes de me fazer derreter por completo.

⁃ Eu... só supervisionei-o com algumas coisas para ter certeza que ele não iria se machucar. Não queria invadir o espaço dele. - eu disse, ainda nervosa  - tanto que perguntei se ele se sentia confortável que eu desse banho dele, e ele me disse que sim, e que você só deixava cuidar dele quem você confia. 

⁃ Sim. Eu jamais deixaria Henry sob os cuidados que alguém que não confio. 

⁃ Confia mesmo em mim? - perguntei, observando-a.

- Você já me provou sua confiança várias vezes, não foi? ... E mostrou que gostava de Henry, certo? - ela encarou-me e eu assenti com a cabeça. - Então, é claro que eu confio em você. Apesar de você ser bastante atrapalhada às vezes. 

Olhou para a minha blusa molhada e sorriu.

⁃ Agora vamos tomar o café da manhã, pois sei que assim como Henry, você está com fome. - ela disse, nos encaminhando para a mesa para tomarmos café da manhã.


15:45 da tarde 

    Eu assistia um vídeo em meu celular, quando ouço passos inconfundível de Regina, chegando na cozinha.

- Miss Sw-an?  - posso ouvir a voz dela um pouco próxima demais de meu ouvido,  a ponto de fazer todos os pêlos do meu corpo se arrepiarem e eu perder a noção do que estava fazendo, por alguns segundos. 

⁃ Oh... DROGA! - acabo derrubando o xícara de chocolate quente com canela em minha roupa. E puta merda! Por que eu era tão desastrada? 

Deus! Você se machucou? Se queimou? - ela perguntou, preocupada. 

Enquanto, tudo que eu pensava era: "eu poderia ser mais azarada?"

⁃ É, não. Eu... estou bem - eu disse envergonhada pela cena desastrosa que havia acontecido  - Vou, hm... subir para me limpar desse desastre repentino.

Eu ri, logo após. Aliás, o que mais eu poderia fazer naquela situação se não fosse rir e subir correndo para mudar a roupa?

Subo correndo em direção ao quarto com o intuito de me limpar daquele desastre repentino, entretanto, não tinha muitas roupas limpas sobrando, tendo em vista que coloquei-as na lavanderia de Regina há algumas horas. Merda, Emma Swan. Merda. - pensei.

Caminhei até a lavanderia, para checar o estado das minhas roupas  e elas ainda estavam secando. Mais uma vez, merda! Eu teria que esperar ao menos uns trinta minutos para que a máquina secasse alguma roupa minha. Mas que ideia a minha de colocar todas as minhas roupas para lavar e secar de uma vez só. 

Retirei a camiseta suja de chocolate quente e coloquei-a para lavar também, pensando no quão azarada eu podia ser.

⁃ Hey, Emma? Você está aí?- Regina perguntou, e sem que eu pudesse responder, rapidamente abriu a porta e acabou encontrando-me de sutiã.

Seus olhos rapidamente focaram em meu corpo, com um brilho imenso.

⁃ Por que... não disse que estava praticamente sem roupa? - ela perguntou ainda me analisando.

⁃ Uh, porque você abriu a porta antes mesmo que eu pudesse dizer algo? - franzi o cenho e ela arqueou uma sobrancelha.

 Eu não sabia que você ia estar assim na lavanderia. - ela disse, ainda tentando a postura seria, mas sabia que ela estava gostando da visão que tinha, pois não tirava os olhos de meu corpo.

⁃ Acontece que eu acabei colocando todas as minhas roupas para lavar e consequentemente não tem nenhuma seca no momento que não seja uma jaqueta de couro, madame Mills.

⁃ Oh, eu... posso lhe emprestar umas roupas minhas, se quiser. - ofereceu.

⁃ Por favor. É a segunda vez que eu passo vergonha na sua frente. 

⁃ Eu não chamaria isso de vergonha. - disse, analisando minuciosamente meu corpo, de cima a baixo e mordendo o lábio inferior, de forma sexy - Mas, da outra vez foi um pouco mais constrangedor... Digo, você apareceu de noite na minha cozinha com uma blusa branca quase que transparente e usando apenas calcinha e seus mamilos estavam excitados - eu corei ao lembrar daquela cena e ela riu - Mas, isso definitivamente não é vergonha. Você é linda e seu corpo é espetacular.

Com toda certeza meu rosto estava mais vermelho que um tomate naquele momento.

⁃ Fica ainda mais linda com as bochechas coradas - Regina disse, retirando-se quase que em câmera lenta da lavanderia - Bom, eu vou pegar a sua roupa. Eu só... iria dizer que está tudo programado para que nós possamos dar uma volta por Los Angeles antes de pegar Henry na escola e irmos até o  outro lugar que programei. ⁃ Disse, e voltou alguns segundos depois trazendo uma blusa de seda cinza e entregando-me em mãos.

O contato de sua pele com a minha fez meu corpo estremecer, instintivamente. Como o fogo, tendo contato com a gasolina.  

⁃ Bom, aproveite minha blusa - disse, antes de ir novamente em direção a porta. 

Pude notar seu olhar pairar novamente sobre o meu corpo, e torci aos deuses para que eu estivesse fazendo a coisa certa em alguns instantes.

⁃ Regina... fica. - Eu disse puxando-a pelo braço levemente, fazendo-a ficar a poucos centímetros de distância de meu corpo.            Eu podia sentir a sua respiração pesada tão próximo de mim que podia queimar. Seus olhos me observavam, com suas íris completamente escuras de desejo. Ela também queria aquilo e seu olhar não negava.

Em um movimento rápido, selei nossos lábios, puxando-a para um beijo forte, que logo fora correspondido com a mesma intensidade.

Sua língua parecia conectar-se com a minha como numa dança, cujos todos os passos são altamente sincronizados, devido a sintonia dos dançarinos. E mais uma vez tive a sensação que nenhuma boca que eu tivesse beijado em todo esse tempo era suficiente.

Apoiei minhas mãos em sua cintura, enquanto ela segurava fortemente a minha nuca. Regina era intensa, gostava de contato, e essas era definitivamente uma das qualidades que eu mais admirava nela.

⁃ Emma... - ela disse com a sua voz rouca um pouco mais baixa que o normal, como se quisesse se desculpar ou pedir para sair dali. Milhões de pensamentos idiotas invadiram minha cabeça naquele momento, e eu me precipitei, como fazia em todas as vezes que estava nervosa.

Eu sei que posso estar precipitando as coisas, mas quase demos esse passo ontem... Enfim, acontece que eu quero que saiba antes de qualquer coisa, que eu não tenho conseguido parar de pensar em você desse jeito, desde ontem. Para falar a verdade, desde o dia que a encontrei na sua empresa. E a maneira que você olhou para o meu corpo agora, me fez querer agir por impulso, então perdoe-me se... - e antes que eu terminasse de falar o que nem mesmo eu sabia ao certo o que iria dizer, Regina colocou os dedos em meus lábios, me impedindo de fazê-lo. 

⁃ Para de falar e me beija de novo. Era só isso isso que eu iria dizer. Temos alguns minutos antes de iniciarmos os nossos planos para hoje  - a mesma disse me surpreendendo, e logo em seguida unindo nossos lábios em um outro beijo, repleto de desejo.

Suas mãos percorriam minhas costas nuas, e causavam-me arrepios. Me provocavam inúmeras sensações que durante anos não sentia tão intensamente.

 Eu podia sentir a excitação e ansiedade, que me preenchiam freneticamente e a este momento á todo vapor. Meus mamilos já encontravam-se excitados ainda que dentro do sutiã, e minha vagina implorava por um contato daquela mulher que tanto me tirava do sério.

Após o beijo, puxei levemente seu lábio com a boca e fui descendo beijos molhados por toda extensão de seu pescoço, da forma como estávamos fazendo quando Zelena estragou o clima, e ela arfou de uma maneira completamente sexy.

Concentrei o meu olhar em sua blusa abotoada e abri os primeiros botões com agilidade, revelando ali um sutiã rendado preto e seios deliciosamente apetitosos ainda que dentro do sutiã.

 Observei-a novamente em busca de aprovação. Regina tinha o olhar escuro como a noite, e assim como eu, carregava desejo nos olhos, e isso foi o ápice para que eu finalmente pudesse me livrar de sua camiseta por completo e do restante de suas vestes.

A cada botão que eu abria, deixava beijos pela região. Podia escutar de fundo pequenos gemidos, que me deixavam ainda mais excitada para prova-la, senti-la...

    Regina em um movimento rápido, com uma mão, empurrou a porta que encontrava-se entreaberta e fechou-a.

Encostei-a na porta para que ficasse apoiada, e finalmente me livrei por completo de sua blusa e sutiã, tendo agora a visão completa de seus seios fartos e deliciosamente apetitosos a minha frente.  

E holy shit! Regina era tão bonita que parecia ter sido esculpida por todos os deuses, anjos, seres místicos, divindades...

Seus mamilos estavam assim como os meus, excitados e implorando por algum toque, que logo teriam.

Suavemente, deslizei meus dedos pela auréola, e apertei.  Suas mãos apressadas foram rapidamente descendo para o cos da minha calça, e ela retirou, sem pestanejar, enquanto minha boca agora trabalhava em seu seio.

Em um rápido puxar, livrei-me também de sua saia, e por alguns segundos me dei o prazer de apenas observar o seu corpo tão maravilhoso na minha frente.

⁃ Deliciosa...  - Eu disse antes de tomar seus lábios novamente para um beijo voraz.

E que se dane o mundo, eu precisava de Regina Mills. Meu corpo e subconsciente implorava para tê-la.

...

Em-ma, se sua calcinha estiver no mesmo estado que a minha... - a mais velha disse, com a respiração um pouco mais descompassada, pois meus lábios trabalhavam em seus seios um de cada vez.

Sem mais demora, coloquei uma das mãos entre as coxas de Regina, que prendeu-a. Eu podia sentir sua intimidade quente e lubrificada, pulsar por algum contato.

Em um movimento rápido, puxei a calcinha de Regina com tudo, não posso negar, que admirei-me com a visão que teve. 

⁃ M-me ajuda a subir em cima do balcão? -  Regina disse, apontando para o imenso balcão que havia na lavanderia.

Em um simples impulso, peguei-a no colo, encaixando uma de suas penas em cada lado de seu quadril e sentei-a no balcão. 

Com delicadeza, abri as suas pernas para que eu pudesse ter uma visão mais ampla de sua intimidade e sem mais prolongar, agachei-me para fazer o que tanto ansiava. 

Puta merda, Regina Mills - murmurei próximo o suficiente de sua intimidade, de maneira que ela pudesse sentir o contato de sua voz, em sua vagina.

Ela gemeu. 

E por deus, até o seu gemido daquela mulher era maravilhoso.

Distribui beijos molhados por toda sua intimidade, em seguida, lambi toda a extensão de sua vagina, começando pelos grandes e pequenos lábios, até chegar no clitóris fazendo movimentos circulares e precisos naquela região.

n a r r a t i v a   o n   •

Regina gemia de olhos fechados com o imenso prazer que estava sentindo.

⁃ Hmmm, Em-ma... - a mais velha gemeu quando sentiu a língua quente de Emma bem em cima de seu clitóris.

A mesma se deliciava com os movimentos da loira, que sem demorar muito, espalhou sua lubrificação com o polegar e penetrou-a com um dedo.

Uh, pode ser mais cruel comigo, Ms. Sw-an... - Regina mais gemeu do que disse, e logo Emma obedeceu, penetrando-a com mais um dedo, enquanto sua língua trabalhava em seu clitóris.

Regina podia sentir o clímax a atingindo. Emma penetrou-a com mais um dedo, estocando-a num ritmo apressado.

⁃ Não para, eu vou... - disse, alertando-a que seu orgasmo estava chegando.

⁃ Faz isso... - Emma disse, e após poucos segundo Regina desmanchou-se em seus dedos.

Emma levou os dedos a boca, e chupou o líquido de Regina, se deliciando com seu gosto.

A morena, ainda recuperando suas forças, puxou a loira para um beijo e ao final, retirou de uma vez o sutiã de Emma, que cobria seus seios, excitados de prazer. 

Regina lambeu os lábios com a visão que tivera daqueles seios tão perfeitos, alisou-os e apertou-os, levando a boca um de cada vez.

A máquina de lavar, alarmou, anunciando que as roupas já estavam prontas.

⁃ Que droga! - exclamou Regina, levantando-se com um pouco de dificuldade do balcão para ir desligá-la. 

Logo, tivera uma ideia brilhante e não esperou para colocá-la em prática.

⁃ Senta em cima da máquina. Agora. - disse para a loira que franziu o cenho.

⁃ Regina? - Emma fitou-a, sem entender onde ela queria chegar.

⁃ Só senta em cima da máquina. - Regina disse, e assim ela fez.

Logo, a morena ligara a máquina, que vibrava abaixo de Emma, que soltou um gemido de surpresa. 

Regina, rapidamente encostou seus lábios nos dela e iniciou um beijo quente, lento e harmonioso.

Suas línguas estavam entrelaçadas numa maneira intensa e maravilhosa, até Regina cessar o beijo, mais uma vez.

Afastou os cabelos da loira para trás, e avançou em seus seios, mordiscando-os e chupando-os, que estavam prontinhos para ela.

Sem mais delongas, livrou-se da calcinha de Emma, encontrando sua extensão completamente excitada e lubrificada.

⁃ Tudo isso para mim, Ms. Swan? 

Sorriu com a visão que teve e lambeu com maestria, cada pedacinho de Emma Swan, que estava excitada e impaciente o suficiente para esperas.

Re-gina, mais rápido... - pediu baixinho. 

Regina torturou-a por alguns minutos até dar a Emma o que ela realmente queria, e sentir o orgasmo da loira em sua boca.





Notas Finais


Sinto muito pelo hot não ter ficado lá essas coisas, mas prometo que irei aperfeiçoar mais no próximo.


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