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História Sweet but psycho - Baekhyun - Capítulo 11


Escrita por: e Orbit03


Capítulo 11 - Promessa


Baekhyun observava Eunseul que tinha as bochechas coradas enquanto cozinhava. Se Baekhyun não estivesse tirando a sua "paz" talvez estivesse com a cenoura próxima aos lábios e cantando alguma música pop antiga, ou quem sabe dançando sensualmente.

— Você é linda. — Baekhyun dizia com as mãos sobre as próprias bochechas apoiando os cotovelos na bancada próxima a pia.

— Saí daqui. — disse séria tentando não cortar grande demais a cebolinha.

Por alguns segundos suas mãos estavam tremendo e ela não sabia o que fazer para Baekhyun não perceber o quanto estava nervosa. Se assustou quando o mesmo estava atrás de si e passando a mão por cima da sua.

— Deixa eu ajudar você. — sussurrou ajudando cortando a cebolinha. — Eu te deixou louca não é? — roçou seus lábios no ombro dela e a mesma se virou direcionando um tapa em seu rosto.

— Já disse pra não achar que temos intimidade. — provocou com a faca próxima ao seu rosto.

Ela observou ele sorrir de canto, seu rosto estava na mesma posição após levar o tapa e o local avermelhado, repousou a mão sobre a cintura e encarou a mais velha.

— Você me beija e acha que isso não é um nível alto de intimidade? — arqueou a sobrancelha. — Você adora brincar comigo não é?

— Você vai embora hoje na chuva mesmo. — disse séria. — Saí da minha cozinha.

— Amor você não pode fazer isso comigo? — Baekhyun começou um de seus dramas, era um verdadeiro ator.

— Um, dois...

— Tô saindo. — levantou as mãos em rendimento.

Sentiu fortes dores de cabeça, mas estava certa que isso passaria logo. Assim que terminou o almoço olhou o céu vendo que estava muito nublado e que prometeria fortes pancadas de chuva. Observou Baekhyun na chuva sentando em um banco de madeira próximo ao carro, estava chovendo muito e ele estava todo molhando.

— Ele é uma piada. — murmurou pegando um guarda-chuva e foi até o mesmo.

Tocou suavemente o ombro e observou escorrer pingos de água do cabelo grisalho, que estava ficando manchado por falta de cuidados necessários.

— Você vai ficar doente. — disse e ele manteve a cabeça baixa. — Vamos logo, entra.

— Me deixa sozinho. — sussurrou.

— Tudo bem. — Eunseul deu um jeito que o guarda-chuva ficasse preso nele.

Correu para dentro de casa deixando Baekhyun sozinho como havia pedido. Suas dores de cabeça estava afetando seus olhos, o brilho incomodava e manteve a casa escura. Havia sinais que sua garganta estava inflamando e a dor de cabeça só piorava. Deitou na cama se aquecendo do calafrios e certificou de tomar seu remédio para dor de cabeça. Passou a tarde olhando para o teto, sua enxaqueca não iria permitir que lê-se ou brincasse com seus animais, então ficou na cama tentando pensar em algo.

Depois de muitas horas imaginando a vida perfeita acabou caindo no sono. No meio da madrugada acordou com os cabelos brancos de Baekhyun no seu travesseiro e estava um pouco úmidos, o mesmo dormia ao seu lado próximo ao seu rosto, um de seus braços estava na cintura dele, devido o mesmo ter colocado de propósito.

— Eu te odeio. — murmurou se aconchegante ao lado dele e escondendo o rosto próximo ao pescoço do mesmo.

Escutou ele gemer baixo e puxar ela para mais próximo de si. Se arrependeria de cada ação que tomou se aproximando de Baekhyun, estava se acostumando com ele, por mais que tirasse sua amada paz. Ao acordar de manhã a cama estava um pouco suja de sangue, parece que o machucando de Baekhyun estava se abrindo. De tanto que ele ficava se curvando acaba machucando a si mesmo e as posições que era confortável para sua coluna era desconfortável para sua barriga quando se deitava para dormir. 

— Saí Lorde! — Eunseul tentava tirar o cachorro da cama para poder cuidar de Baekhyun.

Acabou decidindo tirar o cachorro do quarto e fechar a porta, se sentou na cama ao lado do mais novo e checou sua temperatura, estava normal. Levantou a camisa e Baekhyun sorriu acordando.

— Por que não começou pela cueca? — sua voz era rouca e recebeu um tapa na testa. — O tapa que você me deu no rosto doendo aqui. — apontou para o peitoral alheio, direcionando em seu coração.

— Volta a dormir. — disse séria retirando a atadura da cintura dele e jogando no chão.

— Com você me tocando fica impossível. — abriu os olhos encarando Eunseul. — Vai mesmo me levar para cidade? Eu não posso ir do jeito que estou.

— Cala a boca. — murmurou.

Baekhyun gemeu alto ao sentir o álcool, não era como uma limpeza, ela havia realmente jogado para entrar na sua pele.

— Puta merda! — disse levantando e a mesma fez ele deitar forçando, as mãos sobre seus ombros olhando seriamente. — Por que você é tão sexy séria? — umedeceu os lábios e como ele sentiu vontade de beijar ela.

— Você é um doente. — voltou a sentar na cama e se concentrar no ferimento, estava tudo certo com os pontos, tiraria daqui alguns dias se Baekhyun não abusar da sua paciência.

Fez um curativo para que não usasse atadura e não ficasse lhe apertando. Ajudou Baekhyun a retirar a camisa vendo detalhadamente como seus ombros eram definidos e os braços eram fortinhos.

— Tá perdendo. — Baekhyun se referiu ao seu corpo e Eunseul não deu atenção. — Não sei mais o que fazer para te conquistar. — segurou a mão dela impedindo dela se afastar e puxou pra cima de si assustando a mesma. — Essa é a última vez que faço isso contra sua vontade, é uma promessa. — Baekhyun segurou gentilmente o rosto dela e beijou com intensidade.

Sentiu as mãos dela tocarem seu ombro e isso pra ele era um bom sinal, ela não estava debatendo e nem machucando, apenas correspondeu o beijo. Ele não deixou de tirar uma casquinha tocando o quadril dela contra seu corpo, mas ela segurou a mão dele impedindo que seguisse em frente.

— É uma promessa. — sussurrou próximo ao rosto dele.

— Sim uma promessa. — voltou a beijar ela, sentindo os dedos delas sobre os seus fios de cabelo.

O coração dele estava doendo, ele sabe que ela não beijou ele porque gosta dele, mas sim por uma forma de livramento de suas provocações corporais. Promessas para Baekhyun não podem ser quebradas.

— Eu vou me comportar. — disse quando ela saiu de cima de si e observou ela sair do quarto. — Te amo. — gritou.  


Notas Finais


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