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História Sweet Cherry. HES - Capítulo 2


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Capítulo 2 - I01I Midnight sex.


Pov Cherry.

Manhãs de sábado... eu amo as manhãs de sábado. Tudo bem que nós sempre acordamos depois do 12:00 P.M, mais ainda era perfeito. Eu sempre acordava primeiro, pois eu era a que trabalhava menos nas noites de sexta. Preparava o café da manhã simples, com panquecas e panquecas. Depois eu me preparava para encarar o monstro conhecido como Alessandra, era horrível acordar ela.

- Ale...- chamo e nada.- Alessandra levanta,  já são 14:00 P.m.

- Me deixa Cherry, ainda é de madrugada pra mim.- ela resmunga de sua cama.

- Vamos Ale, você disse que ia no centro com a Judy e eu.

- Aaaah... Oh meu Deus, o que você não pede sorrindo, que eu não faço chorando.- ela diz e se levanta.

- Tenho certeza que não é assim que se fala.- Eu digo e ela me olha com ódio.

- Bom dia pra você também, sobrinha querida.- ela diz ironicamente.

- Bom dia, tia preferida.- vou até ela e lhe dou um beijo na sua cabeça.- Fiz panquecas que você gosta.

- Obrigada.- ela sai do quarto, e eu vou até o quarto de Bruce.

- Bruce, levanta.- digo batendo na sua porta.

- Já estou de pé.- ele é totalmente o contrário de Ale.

- Ótimo, tem panqueca.

- Ok, bebê.- sim ele me chama de bebê desde os 6 anos.

Vou até o quarto da minha mãe e bato na porta.

- Mãe...- ela não diz nada.- Mãe... Levanta.- e nada.

Eu abro a porta e vejo ela deitada em sua cama. Vou até ela e mexo em seu braço, mas ela não reage.

- Mãe... Mãe...- já começo a ficar desesperada.- Mamãe acorda.- ela mexe a cabeça, e eu fico tranquila.

- Bom dia raio de Sol.- ela diz e abre um sorriso sem mostrar os dentes.

- Bom dia, a senhora me assustou.- digo e a abraço.

- Nunca mais querida... Nunca mais eu farei aquilo, eu prometo.- Ela diz e eu a abraço mais forte.

Flashback on.

Na véspera de Natal de 2016, estávamos todos nós divertindo na casa de minha avó. Minha mãe já havia indo embora a alguns minutos, ela não estava se sentindo bem.

Minha avó me disse que era algo no trabalho, e eu sabia disso, só não sabia que era algo tão grave.

Depois das 1:00 A.M, nós fomos para casa, e estranhamos a porta aberta.

- Mãe? - Grito da porta, e não recebo uma resposta.

- Megan... Megan...- Bruce diz.

Vamos entrando na casa e tudo está uma bagunça. Eu corro pro quarto da minha mãe e paraliso.

Minha mãe estava em sua cama, paralisada, com vários frascos de remédio ao seu lado e duas garrafas de vodka ao lado.

Sim... Ela tentou se suicidar, e foi a pior coisa que já presenciei.

Levamos ela para o hospital, e por um milagre ela sobreviveu. O médico disse que se passasse mais alguns minutos ela não teria sorte.

Flashback off.

- Bom vamos tomar café.- me levanto e ppuxo seu lençol.

- Raio de Sol, não faz isso.- ela levanta e pega seu roupão.

- Vamos mãe...- puxo ela para cozinha.

- Bom dia Família. - ela diz para nós na cozinha.

- Bom dia Megan.- os dois dizem juntos.

Alessandra e Bruce entraram na minha vida desde quando eu estava no útero de minha mãe. Eles têm uma história parecida com ela, pois as mães deles eram amigas de minha avó, todas trabalhavam  no turno da noite na boate. Quando minha mãe ficou grávida os dois foram os primeiros a ajudar ela. Ela diz que eles vinham todos os dias ajudar ela com a casa, e depois que eu fiz 5 anos eles decidiram que era melhor eles morarem aqui. Minha avó já havia se mudado para outra cidade com um dos namorados dela, e eles estão juntos ainda, então a casa ficou livre para eles. Todos jovens e irresponsáveis, mas que adquiriram uma imensa responsabilidade quando decidiram me criar junto com a minha mãe. Posso dizer que Alessandra é uma tia amorosa e meio bipolar comigo, tem dias que ela me trata como uma bebê, mas tem dias que quer quebrar a casa em cima de mim. Ela é quem me da aula de Pole Dance, estou aprendendo desde os 15 anos. Já Bruce me trata como um bebê sempre, ele diz "Você é a coisinha mais preciosa que eu já tive, você é especial bebê" eu o amo como um tio mega protetor. Ele quem me ensinou a usar maquiagem... na verdade foi a Samantha, mas ok.

Eu amo eles e eles me amam, isso que importa.

[...]

Depois do café da manhã com muita conversa afiada. Alessandra e eu fomos para a casa de Judy, que é nossa vizinha.

- Judy, abre a porta.- Alessandra diz, batendo na porta repetidamente.

- Ela já vai abrir Ale, calma.- digo calma.

- Ela não vai abrir até eu...- a porta se abre, e meu tio nós olha com uma cara de irritado.

- Boa tarde.- ele diz seco.

- Oi tio, a gente veio buscar a Juny pra ir no centro.- digo sorrindo fraco.

- Tudo bem, entrem. Ela está no quarto.

Entramos e vamos direto pro quarto, mas meu tio me para no caminho.

- Cherry, você está bem?- ele me pergunta.

- Eu estou sim, porque?

- Ontem aquele cara na boate.- ele diz e me olha.

- Ah sim, foi um mal entendido com um daqueles nojentos.- sorrio sem graça.

- Sabe que eu sempre vou te proteger, não sabe?- ele pergunta.

- Sei tio.- abraço ele.

- Você é como um filha pra mim.

- E você é como um pai.- ele me abraça mais forte.- Te amo tio Tom.

-Também te amo, brasinha.- ele beija minha cabeça.- Agora vai lá apressar a Judy, se não vocês não saem hoje.

- Ok.

Ah, tio Tom... Ele é uma pérola na minha vida e na de minha mãe. Meu tio sempre foi o braço direito de minha mãe, 4 anos mais velho que ela. Quando meu pai nós abandonou, ele trabalhou  dobrado para ajudar a nós e minha tia Maya, que faleceu quando Judy e eu tínhamos 5 anos. Ele sempre esteve presente na minha vida, me salvando de encrencas na escola quando minha mãe não podia ir, ou me salvando de encontros ofensivos com machistas idiotas na boate. Posso dizer que tenho uma puta sorte de ter ele na minha vida.

E Judy é como uma irmã. Ela é completamente ao contrário de mim, descontraída, extrovertida, encrenqueira e destemida. No meu primeiro beijo ela estava comigo, e em seu primeiro beijo, que foi com o Zayn, eu estava lá. Na primeira vez que me xingaram na escola por conta de minha mãe, ela estava lá e  me defendeu. Em todos os momentos importantes ela estava lá. Eu a amo demais, e ela sabe disso. Todas as noites de sexta e quarta nós trabalhamos na boate, e sempre ficamos de olho uma na outra, por conta dos idiotas. Principalmente nas quartas a noite que ocorre as danças de máscara, quando eu me apresento no palco. Ela sempre me protege e eu sempre tempo botar juízo em sua cabeça, o que eu confesso que é difícil.

[...]

Depois de apressar Judy durante 40 minutos, nós finalmente estávamos prontas para sair.

- Tchau pai, voltamos mais tarde.- ela grita.

- Ok Juju, não voltem tarde. E nada de roupas muito curtas, já basta as que vocês usam na boate.- ele diz e sorri.

- Tá bom, beijo.- digo e saímos.

Sair para as compras era algo que me deixava apreensiva. As velhas do nosso bairro ficavam nos olhando de canto de olho, e murmurando algo... algo que eu já sabia.

No centro de nossa cidade, haviam de todos os tipos de loja. Roupa infantil, roupa adulta, roupas íntimas, lojas de eletrônicos, lojas de produtos de beleza e etc... Passamos muito tempo andando de loja em loja, E acabamos comprando algumas coisas. Alessandra comprou algumas roupas para as apresentações, um salto roxo lindo, e umas duas lingeries preta e vermelha. Judy comprou um short jeans vermelho, um top lindo de renda e uma botinha para trabalhar. E eu comprei mais uma camisa xadrez de manga longa, um short jeans preto e um tênis meio verde escuro.

Fomos para casa e nós jogamos no sofá. Ficamos conversando sobre coisas aleatórias que vimos durante o dia, e demos muita risada. Já estava dando 19:00 P.m quando Ale me lembrou da minha aula.

- Vai colocar sua roupa de Pole, Cherry.- ela manda.

E  lá vou eu colocar uma calcinha preta (Ela lembra um biquíni de cós alto), coloco um top vermelho e volto para sala.

- Ok, agora me mostra como estão seu movimentos.- ela diz e eu faço.

Me agarro na barra e vou me mexendo, segurando na barra e rodando. Seguro no topo do aço e vou descendo devagar. Me afasto da Barra e corro para ela novamente, minha perna esquerda esta dobrada e a direita esticada, então vou rodando lentamente meu corpo sobre o aço gelado, até que sinto minhas pernas no chão.

- Ótimo, quero que você ensaie a coreografia de quarta. Precisa descer com mais agilidade. E não se esqueça, no palco é só você, se sinta a poderosa que você é. Permita que os homens te desejem, permita que eles te olhem, permita que eles fiquem bravos por não te ter, permita se soltar e ser seduzente. No palco você não pode ser a Cherry quietinha, no palco você tem que ser atrevida e ousada.

- Entendi.- sorrio.- Obrigada.

- De nada ruiva.- ela sorri.- Agora eu tenho que me ajeitar para trabalhar, você vai hoje?

- Não, tenho que me preparar para a volta às aulas na segunda. Feriado das festas de fim de ano sempre me tiram da rotina escolar.

- Ok, Judy quer que eu avise seu pai que você vai ficar aqui?

- Não Ale, eu já vou indo.

- Ok.- ela vai para seu quarto.

- Eu acho que ela gosta do meu pai.- Judy diz baixo.

- Eu também acho, mas fico na dúvida.

- Ela sempre quer ele por perto, e ele sempre fala dela.- ela me olha.

- Imagina só os dois juntos.- olho pra ela e nós encaramos, rimos depois.

- Aí aí, eu já vou Cherry, boa noite.- ela pega suas sacolas e vai até a porta.

- Ok, boa noite.- a aabraço e abro a porta.

Quando dá 20:00 P.m minha Candy, Samantha e Cupcake me pedem para levar elas até a boate. E como eu já tenho 17 anos, e tenho permissão para dirigir eu vou.

Cerca de 5 minutos depois eu posso ver o letreiro neon da boate, indicando seu nome em vermelho. Midnight sex, é o nome. Ao lado pode se ver o desenho de uma boca com uma cereja nós lábios. Adoro ver como uma fruta pequena, pode ser sexualidade de tal forma. E gosto ainda mais, pois essa fruta está em meu nome, isso é tão... repugnante.

Deixo as meninas na porta da boate e vou até um dos restaurante em que sempre peço comida. H&G Styles é o nome. Todas as noites em que eu não estou afim de preparar um macarrão com queijo eu venho aqui, e me dou o luxo de comprar algumas costelinhas com Barbecue e um balde de frango.

Estacionei meu carro na vaga, e vou direto para o caixa pedir o que quero. Em questão de minutos meu pedido fica pronto. Eu agradeço a atendente e vou saindo do restaurante. Coloco minha comida no banco do carona e vou guardar meu dinheiro, foi quando eu percebo que a moça me deu o troco a mais. E como uma pessoa honesta eu vou devolver o dinheiro.

Quando abro a porta do restaurante sou empurrada para trás. Me levanto e pego minha bolsa. E foi aí que eu vi, todo o time de futebol e as líderes de torcida me olhando. Merda.

- Olha por onde anda, putinha.- E eu nem voltei para a escola e já estou odiando o corpo estudantil.

- Me desculpa.- falo indo para o lado e dando passagem a eles.

- Hey.- um deles me chama e eu me viro, assim como todos os adolescentes idiotas ali presente.- Toma.

Ele me mostra uma nota de 50. Merda, eu já cansei dessas brincadeiras.

- É isso que você cobra pela hora, certo?- ha ha ha, muito engraçado Louis.

Olho para suas mãos e me viro para ele, ando até a porta e ignoro os murmúrios vindo deles.

- Ah, Oi?- digo no balcão, mas ninguém vem.- Oi...- toco o sino.

- Sim.- ele diz seco e rude, com sua voz grossa.

- A moça que estava aqui me deu o troco errado.- mostro a nota e devolvo o dinheiro sobre o balcão.

- Ah sim, obrigada.- ele me diz e me olha nos olhos.

- De nada.- vou me virando mas ele me chama.

- Hey, sua carteira.- ele me mostra ela em cima do balcão.

- Ah, claro. Obrigada.- sorrio de lado.

- Não foi nada, Candy.- ele diz e sorri de um jeito maroto, que me faz revirar os olhos.

Não podia esperar menos de Harry Styles.

Sai do restaurante e vou até meu carro. E não me choco em ver camisinhas sobre ele, já era normal.

Espero ansiosamente para o futuro, onde eu saio dessa cidade infernal e possa refazer minha vida com a minha família na Carolina do Norte. Já estou cansada de tudo isso. Porém ainda tenho um ano e meio nesse inferno de cidade.

Ainda tenho que aguentar Hillary e suas amigas me xingando de putinha, vagabunda e mil e outros nomes. Um ano e meio recolhendo camisinhas do meu carro e de meu armário na escola. Um ano e meio recebendo bilhetes dizendo em como minha mãe é gostosa e de como eles queriam ter uma amostra grátis comigo. E mais um ano e meio aguentando o capitão do time de futebol de chamando de Candy.

Eu odeio esse lugar.
Eu odeio essa cidade.
Eu odeio essas pessoas.
Eu odeio a escola.
Eu odeio Harry Styles...


Notas Finais


Oi gente, fiquei ansiosa com o Prólogo que acabei escrevendo o primeiro capítulo hoje mesmo hehe.

O que vocês acham sobre esse Harry escroto? Acham que ele pode mudar?
E sobre as "brincadeiras" de mal gosto com nossa Sweet Cherry?

Amo vocês.

Com amor, Harolda.


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